Poemas de Perdão de Mãe para Filho
Meu filho Raul.
Não existe receita
Ou resposta correta
Se essa precede à pergunta
Nesta vida, sem saber-nos sós
Ainda existe a voz alerta
É como ser sozinho
Enquanto no Universo
Mas sentir a companhia
Do amigo calado
Oculto num canto qualquer
de uma pequena sala
E me fala que vale a pena
Apesar de jamais
Tê-la sorvido por completo
Divido sem pressa contigo
Essa bebida
Que compõe a vida
Sentir como o prazer do tempo
Que fermenta o vinho
Com alegria de amizade lenta
Uma mesa no passeio
Não se sabe a hora
Nem se quer sabê-la
A tarde toda versa
Que a melhor conversa
É quase sempre aquela
Que se joga fora, quase toda
A vida toda voa
Quando pode
Ser vivida à toa
E se não pode
Talvez eu possa então dizer
O quanto a vida é boa
E enquanto passar por ela
Tenta olhá-la bela
Procura só senti-la
no descalço caminhar
Longe do olhar sem sorriso
Distante do veneno que destila
Vida em silêncio
Uma pequena vila
Ninguém jamais
Há de se ver sozinho
Se amigos se tem
E assim haverá todo dia
Um tempo a mais de vida
Saber-te a companhia atenta
Com o prazer do tempo
Que fermenta o vinho.
Edson Ricardo Paiva.
- Padre eu pequei;
- Por qual motivos pecastes meu filho?
- Eu amei Padre.
- Mas não se peca quando exaltamos o amor!
- Padre eu amei outro homem!
- Então, você vai para o inferno!
- E você vai para o céu Padre?
- Com toda certeza estarei do lado do meu Deus!
- Que Deus é o seu Padre?
- O Deus de todos os milagres.
- Eu pensei que era o do amor!
(O filho de Uni-Latero)
Que dia "sacrificoso" hoje!
O meu amor se foi e nenhum navio o trará de volta.
Sinto o luto naufragando com o sentimento mais bonito que já pode existir.
E assim, afogo-me de vez em quando em lágrimas de diamantes.
Eu desejo que no seu jardim tenha todas as flores mais lindas do mundo, e que em apenas uma delas, seja lembrada com o poder da cor, da ternura e do amor.
A Náufraga;
O Filho Pródigo é talvez a mais conhecida das parábolas de Jesus, apesar de aparecer apenas em um dos evangelhos canônicos. De acordo com Lucas 15:11–32, a um filho mais novo é dada a sua herança. Depois de perder sua fortuna (a palavra "pródigo" significa "desperdiçador", "extravagante"), o filho volta para casa e se arrepende. Esta parábola é a terceira e a última de uma trilogia sobre a redenção, vindo após a Parábola da Ovelha Perdida e a Parábola da Moeda Perdida.
Esta é a última das três parábolas sobre perda e redenção, na sequência da Parábola da Ovelha Perdida e da Parábola da Moeda Perdida, que Jesus conta após os fariseus e líderes religiosos o terem acusado de receber e compartilhar as suas refeições com "pecadores".[1] A alegria do pai descrita na parábola reflete o amor divino,[1] a "misericórdia infinita de Deus"[2] e "recusa de Deus em limitar a sua graça".[1]
O pedido do filho mais novo de sua parte da herança é "ousado e insolente"[3] e "equivale a querer que o pai estivesse morto".[3] Suas ações não levam ao sucesso e ele finalmente se torna um trabalhador por contrato, com a degradante tarefa (para um judeu) de cuidar de porcos, chegando ao ponto de invejá-los por comerem vagens de alfarroba.[3] Em seu retorno, o pai trata-o com uma generosidade muito maior do que ele teria o direito de esperar.[3]
O filho mais velho, ao contrário, parece pensar em termos de "direito, mérito e recompensa"[3] ao invés de "amor e benevolência".[3] Ele pode representar os fariseus que estavam criticando Jesus.
Se o Filho vos libertar,
Verdadeiramente sereis livres!
Não há grilhões que resistam
Ao poder que vem dos altos céus.
Filho meu, dá-me o teu coração." (Provérbios 23:26)
O mundo oferece distrações, dores e enganos. Mas o Pai oferece vida, vida abundante. A salvação não é sobre religião, é sobre relacionamento com Deus. É sobre voltar para casa, mesmo depois de ter andado por caminhos distantes.
Abri as asas, te dei abrigo,
preparei mesa, te chamei de filho.
Mas tu fugiste como quem não crê,
e rejeitaste aquele que por ti morreu.
A Igreja tem dono, e não és tu!
Foi comprada com sangue, pelo Filho de Deus, Jesus.
Quem exclui o que Deus restaurou,
Está contra o Rei que o céu coroou.
IX – Caso Democracia II
Dá-lhe paz moribunda à dama marginal, sê-lhe bom filho e devota-lhe sentimento virtuoso.
Provai, e vede que no dia de tua necessidade te será por penúria e agravo.
E tu, criatura do sentimento, conhecerás o rebento de tuas chagas, o biltre de vida artificial, o qual sem nome, nem rosto, figura o senso.
A nova vida (nem tanto) paulistana
Praça do shopping
Almoço
Pai e filho ao lado
Nenhuma palavra
O adolescente curva-se ao celular
Olhos e mãos fixos no aparelho
De repente, nem tão de repente assim,
Quatro palavras saem do pai:
__ Vou ali. Já volto...
Filho continua mais curvado do que nunca
Mira e digita com dedos ávidos
Nem levanta a cabeça
Arre, que incômodo é esse que incomoda tanto!
Rio comigo, pois nesse contexto
Não é possível fluir palavras
Pai retorna
Arruma as coisas coletivas: mochila, capa, agasalho, guarda-chuva
Mais uma palavra é dita:
__ Vamos...
E lá se vão pai e filho
Cada qual em seu mundinho mundano e quadrado
Talvez redondo ou triangular
Tão paulistano!
Olho à minha frente...
Prato posto com alimentos saudáveis
Rio de novo...
Minha vida flui...
Cadeira vazia à frente transmite mensagens:
* Os amigos invisíveis estão por perto (parentes, mentores, guias, anjo da guarda)
* Os amigos encarnados, também presentes,
Estão em meu coração e em meus pensamentos
Isso é bom demais
Acalenta.
Rio...
A vida flui
Pois ela precisa prosseguir em seus intentos.
julho/ 2024
Vem me dar um filho
Eu sou seu destino
Você é o meu karma
Vem de outras vidas
Se não viesse eu te buscava
PAI, FILHO, ESPÍRITO SANTO, ALMA HUMANA E CORPO HUMANO: A liberdade da Alma Humana
PAI
O Pai é o Supremo Criador da Natureza.
FILHO
O Filho é o Representante do Supremo Criador da Natureza, é o Espírito Humano ou Cristo, é o verdadeiro Orientador da Alma Humana, é o Portador do Verdadeiro Programa da Existência da Alma Humana, por isso, a Alma Humana deve seguir apenas o Espírito Humano e deve ser em nome do Espírito Humano ou Cristo que a Alma Humana deve Pedir Algo.
ESPÍRITO SANTO
O Espírito Santo é o Poder ou Consciência, do Supremo Criador da Natureza, que o Espírito Humano ou Cristo possui.
ALMA HUMANA
A Alma Humana é a Serva do Supremo Criador da Natureza por meio das Orientações ou do Poder do Espírito Humano ou Cristo.
CORPO HUMANO
O Corpo Humano é o Instrumento de manifestação do Espírito Humano através da Alma Humana.
A LIBERDADE DA ALMA HUMANA
O Pai, o Filho e o Espírito Santo são uma Unidade por serem um Poder Criador hierarquicamente e coerentemente direcionado, mas com a Alma e o Corpo podem ou não constituir uma Unidade; Constituem Unidade quando a Alma se dissolve no Espírito sutilizando e vivificando o Corpo, não constituem Unidade quando a Alma se apega no Corpo densificando e mortificando o Corpo.
A Alma apegada ao Espírito ou unida ao Espírito é Consciente, segue a Vontade do Espírito e sente-se Eterna; Enquanto, a Alma apegada ao Corpo ou separada do Espírito é Inconsciente, segue o Desejo do Corpo e sente-se Perecível.
O Pai concedeu à Alma Humana a liberdade de não pertencer à Unidade e de voltar a pertencer à Unidade caso se mostre Correcta, a liberdade de se separar do Espírito ou de se unir ao Espírito, sendo que a Alma Humana tem o Livre-Arbítrio de Existir como bem quiser e que nenhuma outra Alma Humana tem o direito ou o dever de impedir, porque é a Concessão do Pai!
Sapienciais 3:1
Quem salvará o filho da viúva, se a sabedoria partiu com o pai? Mulher virtuosa, sê sábia e prudente, pois em ti repousa a força do futuro. Busca constantemente o saber, desenvolve novas habilidades e, acima de tudo, clama pela sabedoria divina, que é luz em tempos de escuridão e alento em dias de aflição.
Sapienciais 3:25
Filho meu, ora ao Pai das luzes. Quando Deus te criou, te fez com perfeição e sabedoria. Agora chegou o momento de avançar rumo à santidade.
Dia dos pais
Mais um dia dos pais e poucos valorizam este dia, rico o filho que tem o pai para comemorar e mais rico pai que tem o filho para abraçar. Quem dera e meu bom deus permitisse um abraço no meu pai e um feliz dia dos pais desejar. Ou um xero e um abraço no meu querido filho e esta dor amenizar.
Em tudo isso jó não pecou, nem atribuiu a deus falta alguma
Jó 1:22
Coro das Sombras
Meu suspiro ergue-se como bruma sobre o berço daquele que parte.
Filho da dor, fruto do meu sangue,
ainda lutarás contra o fio que já foi cortado.
Volta, olhos que um dia foram estrelas nos meus,
Volta ao ventre que não dorme —
pois não há sono para quem viu o abismo abrir-se em flor.
Filho meu, não pare de adorar
Filho meu, Eu vou te enviar
As nações vão ouvir Minha voz
Através do fluir do Meu louvor em ti
A Dança do Barreado
que eu prefiro é
a que faço com ele no meu prato,
O Barreado é filho
do Entrudo e o quê
ele me deu e ainda
me dá quando é preparado
mantém o meu coração completamente apaixonado,
Não vai demorar muito
tempo para servir um bem
saboroso para colocar
no meu e no seu prato.
A lenda do primeiro gaúcho
conta que ele é filho
de branco com moça da tribo,
Quem nunca comeu
uma Tainha na Taquara
não sabe o que é se saborear
enquanto o coração dispara
e continuar sorrindo.
Ipê-amarelo-da-mata
filho de alguma estrela
dourada que numa noite
foi semeada na Terra
assim como eu: poeta.
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