Poemas de Pais
Bi. pelo kii to vendo, vc nao ta pudendo fazer nada pra melhorar isso.
seus pais nao deixam. e assim, sou eu ki tenho ki correr atraz de tudo, porq pelo menos os coroas aki nao ligam pra mim. eu te peço insentivo. eu sei ki vale apena fazer tudo por vc. mas preciso saber de vc se eh de seu interesse tbm.
será ki teu perfil ta me dando forças?
te ver assim ja me deixa abatido. imagine ler akele teu perfil!!!
pensa bem. faz tua parte (ki eh se cuidar) e eu faço a minha, ki eh virar essa história.
mas vamos os dois apoiar o outro.
nunca mais fala ki te trair. essa história passou. mas uma ferida nao some do dia pra noite. pensa em mim tbm, ta?
pensa no meu lado.
te amo muito. e dependendo de vc, eu nao vou desistir nunca.
"Quando meus pais se casaram
da 1 ª vez, eram muito jovens.
Tinham terminado a faculdade.
Lembro que eu ficava
olhando o álbum de fotos...
pensando por que
não estava nas fotos.
Com pessoas que amamos muito,
é difícil imaginar...
que elas tiveram
uma vida toda sem nós.
E confesso
que estar aqui hoje...
finalmente podendo aparecer
no álbum de fotografia...
é algo que eu não trocaria
por nada.
Pois prefiro fazer parte
do que vocês têm agora...
não do passado de vocês.
Agora que tudo está perdoado.
E acho que amor significa isso.
Poder perdoar tudo.
Aos meus pais...
que me ensinaram que
o amor nem tudo conquista.
E que o amor acaba.
E recomeça.
Saúde"
Paz na vila
No centro do País
Vivi uma experiência Vigorosa
Reencontrei a Vila de Óbidos
Sempre Esbelta e Garbosa
As suas muralhas robustas
Fizeram-me imaginar
Quantas foram as batalhas
Que se tiveram de travar
Muitos anos depois
Tudo se transformou
É uma vila tão pacata
Foi mesmo Deus
Que a abençoou
Tranquila, Branda e Prazenteira
De tamanha hospitalidade
Senti-me como em casa
Foi tanta a generosidade
Na Alcaidaria-Mor repousei
Também lá encontrei
Afecto, carinho e valimento
Foram dias de prazer
Deleite, Júbilo e divertimento.
Vila Nova de Gaia, aos 10 de Abril de 2007
Ia andando pela casa
A pensar como xular os meus pais
Ia ao café dar uma passa
Não dava mais porque não tinha gito p’ra mais
Acordei ao meio-dia
Fui xular a minha Tia
Sou um Lambão!
Tenho vida de Cão!
Quando os meus pais se reformarem
Não vão para o lar
Só têm dinheiro para fumar
Porque o resto é para EU VADIAR!
Há um canto remoto desse país
de verdes campos,revoada de pássaros,
belas cascatas,
que repousa sobre um lençol branco.
Há um recanto
de aguas cristalinas, areia fina
no ar,
numa muda comtemplação reluzente do horizonte
um vai e vem atordoante
Há um encanto
palavras querendo viver
bocas querendo beijar
sonhos pra se sorrir
amores, ah! esse pra se amar.
Por cinco cantos do país
(Bruna Cristina Vieira de Quadros)
Um dia comuns como esses,
Estava eu a pensar varias vezes.
Olhando a um céu de azul anil,
Como és belo, és forte meu Brasil!
Vejo no carnaval tanta alegria,
E no esporte muita euforia...
De já nascer um torcedor!!!
De repente me vi dentre um sonho
Sonho que por cinco estados brasileiros passou.
Numa criação que ninguém
Jamais imaginou!
Passei por Bahia,
Oh! Bahia!
Conheci tua divina dança dos orixás!
Fiquei encantada com tua magia
Que contagia do céu ao mar!
Conheci o Rio Grande do Sul.
Ba! Que belos traços da Europa!
Aprendi a falar tchê
Que alegria sul fascinante conhecer!!!
Fui à festa do divino,
Tão bela Minas gerais!
Brasil! Te amo de mais!
Por fim, Rio de Janeiro e São Paulo.
Onde me encantei ainda mais pelo samba!
Tão malandro samba,
Que sempre mais...
Delirar me faz!!
E então eu acordei, e disse ao meu pais:
— Brasil, um dia
Inteiro te conhecerei!!!!!!!
Tudo é Passagem
De passagem em passagem somos obrigados a dizer sem perceber o adeus para a paisagem. Ainda que seja primavera.
como se coleciona pôr do sol?
Vá em cada cidade, estado ou pais e procure o lugar mais lindo onde o sol se põe.
Fotografe,coloque o nome do lugar e eternize em algum lugar.
Na memoria a gente esquece a grandeza dos detalhes e os tons exatos das cores.
Por isso fotografe!
>>> Nos velhos tempos havia uma terra onde os filhos costumavam levar os pais velhos, que já não podiam trabalhar, para cima dum monte, onde ficavam sozinhos, para morrer a mingua. Certa vez ia um moço do lugar levando o velho pai às costas, para abandoná-lo. Chegando ao ponto em que ia deixar o ancião, colocou-o no chão e deu-lhe uma manta para que se abrigasse do frio até a hora da morte. E o velho perguntou:
- Tens por acaso uma faca contigo?
- Tenho, sim, senhor. Para que a quer?
- Para que cortes à meio esta manta que me estás dando.
Guarda a outra para ti, quando teu filho te trouxer para este lugar.
O moço ficou pensativo. Tomou de novo o pai às costas e voltou com ele para casa, fazendo, assim, com que o horrível costume desaparecesse para sempre.
Moral da fábula: Filho és pai serás; como fizeres, assim acharás.
Sou o orfanato de amores sem pais.
Sou o asilo de esperanças,
que morrem de tão velhas.
Sou o final ininterrupto
das coisas que tem que findar.
Sou o fim, que logo procede o começo.
Entenda... O dia de amanha é incerto... Nada é para sempre, a não ser o amor de seus pais por você...
Posso estar feliz hoje, amanha posso estar muito mal... Daqui a 15 anos posso estar casada, ou ficar pra titia rsrs
Nunca se sabe... rsrs
Posso não fazer jornalismo... Posso não fazer nada...
Posso começar a comer carne
Posso fazer o que o acaso me sugerir...
Não se prenda a crenças ou planos... Deixe as coisas rolarem. Senão as coisas é que vão enrolar você.
Nasci em um país do qual tenho orgulho.
Cresci em um país do qual sempre terei orgulho.
Morri em um país sem conhecer o teu orgulho.
Um Belo Dia Meus pais chegou pra Mim e Disse em poucas Palavras!!!
* Filho Quando Tiverdes Uma Amizade Lembre-se Que:
> Devemos Encostar em Árvores Que nos dar Sombra.
> No Mesmo Estante Entendi o Que Meu Pais Disseram. Obrigado Pai e Mãe.
Nos velhos tempos havia uma terra onde os filhos costumavam levar os pais velhos, que já não podiam trabalhar, para cima dum monte, onde ficavam sozinhos, para morrer a mingua. Certa vez ia um moço do lugar levando o velho pai às costas, para abandoná-lo. Chegando ao ponto em que ia deixar o ancião, colocou-o no chão e deu-lhe uma manta para que se abrigasse do frio até a hora da morte. E o velho perguntou:
- Tens por acaso uma faca contigo?
- Tenho, sim, senhor. Para que a quer?
- Para que cortes à meio esta manta que me estás dando.
Guarda a outra para ti, quando teu filho te trouxer para este lugar.
O moço ficou pensativo. Tomou de novo o pai às costas e voltou com ele para casa, fazendo, assim, com que o horrível costume desaparecesse para sempre.
***Filho és pai serás; como fizeres, assim acharás.***
Ainda que não existam lemas civis
Ou uma ética valorizada
Minha roça é parte do país
E parte de uma nova diáspora...
TROPEÇO NESSA REALIDADE
Gena Maria
Em noites frias ao me deitar penso:
"Quantos pais e mães choram ao relento...
Quantas criancinhas tremem de frio...
E quantos dirigentes políticos se deleitam
em colchões elétricos e mantas de peles!"
Em dias de tempestades abundantes...
Sinto pena de famílias que perderam tudo
e ao leu se encontram dasabrigadas,
sem teto, sem comida e sem seus objetos
que tão duramente pagaram à prestação!
Em dias de imenso calor...
Sinto pena das famílias dos favelados
que sofrem com a falta d`agua...
Pois, são os primeiros a racionarem
o que muitos esbanjam em seus ricos lares...
Em suas piscinas em suas banheiras!
Em dias de mesa farta sinto
o quanto desperdiçamos ...
O quanto nossos filhos dizem:
"não como isso, não gosto daquilo..."
Enquanto crianças famintas
buscam em lixões os mesmo restos
que foram desprezados...
Em dias de ir à missa...
Ajoelho-me, rejo e peço a Deus:
" Amparai as crianças, dê-lhes o que comer,
o que vestir, um teto para morar
e escolas pra estudar"!
Agradeço ao mesmo Deus por
ter me dado tudo que a outros foi negado
e não questiono o por quê disso
acontecer... Num mesmo mundo
onde brancos, negros ou amarelos vivem...
Eu Tropeço nessa contraditória realidade!
autoria: Gena Maria
27/04/08
Marília - SP
Balanço de 2010:
1. não escutei conselho dos meus pais, confiando no próprio taco. O taco quebrou. Moral da história: os velhos sabem o que falam...
2. quis abraçar o mundo. Não consegui, porque tenho os braços pequenos. Moral da história: abracei longamente a minha filha – e não desgrudei mais.
3. achei que sabia tudo da vida – e de direito. Não sabia era nada! Moral da história: continuo não sabendo nada, mas existem professores para ensinar mesmo...
4. estava me achando. De repente, me vi completamente perdida. Moral da história: use a bússola de marca “FAMÍLIA”, aponte para o sentido “FÉ” e vá sem medo!
5. me importava muito com que os outros pensavam de mim. Perdi a minha essência. Moral da história: ande novamente – dessa vez descalço – nos jardins da sua infância para resgatar o seu perfume original
6. não conseguia mais sonhar. Passei a viver um pesadelo. Moral da história: seus anjos – chamados “AMIGOS” - vão te acompanhar, mesmo em sonhos, e eles vão te alertar do perigo: acredite neles.
7. confiei – e muito – na pessoa errada, colocando a minha mão no fogo. Acabei com a mão queimada. Moral da história: bota a mão na água, passa uma pomada e aproveita pra fazer as unhas. Afinal, amanhã tem festa!
8. falava pelos cotovelos. De repente, ninguém mais queria me ouvir. Moral da história: Deus não nos deu dois ouvidos e uma boca à toa, né!?
Então, pode ser eu repita os mesmos erros deste ano. Pode ser que não. Mas o melhor dessa história é descobrir que sempre há tempo para voltar atrás, para recomeçar, e que isso não é demérito para ninguém. Afinal, o mundo dá voltas...
Bertrand Arthur William Russell, 3º Conde Russell (Ravenscroft, País de Gales, 18 de Maio de 1872 — Penrhyndeudraeth, País de Gales, 2 de Fevereiro de 1970) foi um dos mais influentes matemáticos, filósofos e lógicos que viveram no século XX. Político liberal, activista e um popularizador da filosofia. Inúmeras pessoas respeitaram Russell como uma espécie de profeta da vida racional e da criatividade. A sua postura em vários temas foi controversa.
Russell nasceu em 1872, no auge do poderio económico e político do Reino Unido, tendo morrido em 1970, vítima de uma gripe, quando o império se tinha desmoronado e o seu poder drenado em duas guerras vitoriosas mas debilitantes. Até à sua morte, a sua voz deteve sempre autoridade moral, uma vez que ele foi um crítico influente das armas nucleares e da guerra estadunidense no Vietnã. Era inquieto.
Recebeu o Nobel de Literatura de 1950, "em reconhecimento dos seus variados e significativos escritos, nos quais ele lutou por ideais humanitários e pela liberdade do pensamento
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