Poemas sobre Medo
Qual é o seu medo de hoje?
Medo de ter que cuidar de alguém
ou da necessidade de ser cuidado por alguém.
Seja lá o que for.
Confiemos e coloquemo-nos no colo daquele que nos conhece por dentro e por fora. Que só ele, tudo pode, até o impossível, fazer por nós.
O que revela o nosso caráter é a coragem de avançar, ainda que com medo.
É a intenção de não desistirmos de nós mesmos, por maior que seja as atribulações.
São os gestos de gentileza a superação da tristeza que é inevitável, mas com certeza conseguimos vencê-la com Fé e sabedoria
Acordou estressado, sorriso no rosto e oração.
O primeiro não do seu dia tem que ser assim
"Hoje não vou me abalar "
Meu dia será maravilhoso!
☞O meu o seu o nosso ✌︎︎
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A dor tem ouvidos finos, escuta o som exato do teu medo. Ela percebe quando você hesita, quando sorri por educação, quando diz “tá tudo bem” só para não mostrar o caos por dentro, ainda que a verdade escape pelos dedos.
A dor tem instinto, não tem pena. Sabe onde você se esconde quando finge estar forte. Aparece de mansinho… num silêncio, num sonho, num arrepio que não se explica. E cresce ali, no intervalo entre o que você sente e o que ousa admitir. Você pode mudar de cidade, trocar de corpo, de cama, de assunto. Pode se embriagar de vozes novas e promessas antigas. A dor não se apressa, ela sabe esperar o momento em que o barulho cansa.
No fundo, ela só quer ser reconhecida. Quer um nome, um rosto, um espaço pra existir. E quando, enfim, você a encara, percebe: ela sempre foi tua. Uma mensageira indesejada, mas sábia, apontando o que ainda pulsa mal curado.
Fugir dela é correr de si — e quanto mais rápido vai, mais se encontra. Há uma beleza triste nisso: descobrir que até a dor te ama o bastante pra não desistir de te ensinar. Encare-a, ela só quer que você saiba quem tu és e te mostrar o que você insiste em evitar.
(Douglas Duarte de Almeida)
Não tenha medo de revoltar-se
ante a força de antigos impérios
ou contra sábios heróis
antes moldados a ferro.
O medo da morte
Antes a morte não me causava angústia, não ligava pra quando muito menos de qual maneira.
Depois que você apareceu na minha vida, que eu tomei conhecimento de que nesse mundo tu estás..
Agora a morte me causa angústia, medo de viver pouco e talvez não aproveitar algo nesse mundo o qual tu faz parte.
Isso era antes, agora tanto faz, a morte já é algo esperado as vezes até anseio por sua chegada...
Medo
Medo é o abandono da lógica,
É a renúncia voluntária aos padrões razoáveis.
Nós nos entregamos à ele, ou lutamos contra ele.
Mas não existe um meio termo para o medo."
Viva sua vida de forma que o medo da morte nunca possa entrar em seu coração. (...)
Prepare uma canção fúnebre para o dia de quando você atravessar a grande passagem. (...)
Quando chegar sua hora de morrer, não seja como aqueles cujos corações estão preenchidos de medo da morte, e que quando a hora deles chega, eles choram e rezam por um pouco mais de tempo para viverem suas vidas novamente de uma forma diferente. Cante sua canção de morte e morra como um herói indo para casa.
Quando percebo que algo ameaça minha paz, já acendo o alerta.
Não é medo, é maturidade.
Porque antes de qualquer coisa, eu me respeito.
Sou muito bem comigo mesmo, e às vezes até melhor só…
Do que tentando ser “o cara certo” em uma relação errada.
A minha paz não é negociável.
E se for pra perder a cabeça, que seja por um sonho —
nunca por alguém que não sabe cuidar.,
Quando o medo sou eu
Às vezes, o coração dispara sem aviso. Não há perigo aparente, mas o corpo reage como se estivesse cercado.
É como se o mundo inteiro apertasse os ombros, como se o ar ficasse mais denso, como se cada pensamento virasse um grito dentro da cabeça.
São os picos de ansiedade ,FG1essas ondas que vêm sem pedir licença, que tomam conta do corpo e da mente. Nessas horas, tudo parece demais: as cobranças, as expectativas, os olhares, até o silêncio. A pressão se acumula como se eu tivesse que ser forte o tempo todo, como se falhar fosse o fim do mundo.
E o mais assustador é quando o medo não está lá fora. Está dentro. Quando começo a temer a mim mesmo meus impulsos, meus pensamentos, minha incapacidade de controlar o que sinto. Quando me olho no espelho e não reconheço quem está ali. Quando me pergunto: “E se eu não aguentar? E se eu fizer algo que não consigo desfazer?”
Mas mesmo nesses momentos escuros, há uma parte de mim que resiste. Que sussurra, mesmo que fraco “Você já passou por isso antes. Você não é o que sente agora. Isso vai passar.” E passa. Sempre passa. Não sem dor, não sem luta, mas passa.
Falar sobre isso não é fraqueza. É coragem. É admitir que ser humano é, às vezes, ser vulnerável. E que tudo bem ter medo até de si mesmo desde que a gente não se perca nesse medo. Porque há força em reconhecer a própria dor. E há esperança em continuar, mesmo tremendo.
Evans Araújo
SEM MEDO
Não é porque você foi humilhado ontem
que tem o direito de baixar a cabeça hoje...
O mal e o bem fazem parte da vida,
assim como a tristeza e a alegria,
a dor e a cura...
Seja forte independente do medo da ferida
das fraquezas que te lavaram a queda
e principalmente dos riscos que sempre irão nos atormentar...
Quando eu louvo
O medo se afasta
Tua voz me acalma
Eu não vou mais temer Quando eu louvo Eu sinto o Teu soprar Trazendo vida em mim Cadeias vão quebrar Babi G./ Carlos B./ Daniel S. / Elaine T. / Hananiel/ Heminy R./ Ohana M./ Simone D.
Eu Quiseras
Eu quiseras amar, sem medo, sem fim,
Mergulhar no abismo que leva a ti.
Eu quiseras voar, tocar o luar,
No brilho dos sonhos, contigo estar.
Eu quiseras me entregar ao teu calor,
Perder-me inteira no teu amor.
Eu quiseras delirar, me dissolver,
Ser tua sombra, teu ar, teu ser.
Eu quiseras morrer no infinito,
Ser brisa leve no teu suspiro.
Eu quiseras, eu quiseras sem temer,
Ser tua, ser nós, ser só prazer.
Amar
Amar é fazer o ninho,
Que a duas almas contém,
Ter medo de estar sozinho,
Dizer com lágrimas: vem,
Flor, querida, noiva, esposa...
Cabemos na mesma lousa...
Julieta, eu sou Romeu:
Correr, gritar: onde vamos?
Que luz! que cheiro! onde estamos?
E ouvir uma voz: no céu!
Vagar em campos floridos
Que a terra mesma não tem;
Chegamos loucos, perdidos
Onde não chega ninguém...
E, ao pé de correntes calmas,
Que espelham virentes palmas,
Dizer-te: senta-te aqui;
E além, na margem sombria,
Ver uma corça bravia,
Pasmada, olhando p'ra ti!
Amor
Há quanto tempo me desejo, mas tinha medo do desejo porque não me reconhecia. A solidão é quando estamos perdidos de nós mesmos. Compreendo o mundo, é como uma garrafa que jogamos no oceano, é a esperança de encontrar maior riqueza além de nós, naquilo que não viveríamos se não soubéssemos usar o desejo.
No Processo
No processo há dor,
há medo que cala,
choro que inunda,
e luta que rala.
Vontade de ir embora,
sumir, desistir,
deitar no escuro
e parar de insistir.
Mas entre os espinhos
há mãos invisíveis,
tocando teu peito
com forças incríveis.
Mesmo quando o chão
parece ruir,
há graça do alto
pra te conduzir.
O amparo divino
não falha jamais,
Ele chega em silêncio,
mas traz muita paz.
Na hora mais dura,
no vale mais frio,
Deus sopra esperança
e traz o alívio.
Então não desista,
o céu te sustenta.
Cada lágrima rola,
mas a fé te aumenta.
Você não está só
na trilha a seguir:
há um Deus que te abraça
e te faz resistir.
Amor não é sofrimento e viver perdoando chifres. Isso não é amor... É medo, desespero, carência, mas não é amor.
Essa ideia de aceitar tudo em nome do amor é totalmente errada...
Amar alguém tem que ser bom, tem que ser leve... O amor nos faz superar obstáculos, vencer juntos, conquistar juntos... Amor nunca é indiferença e desespero.
Amor é respeito, gentileza, reciprocidade.
Amor é ficar ao lado nos momentos difíceis, quando o salário atrasa, quando o desemprego bate na porta, quando alguém adoece... Amor é colo e abraço apertado.
Amor é tipo canja de galinha no frio para ajudar a curar o resfriado.
É muita gente nomeando o medo de seguir em frende de amor.
Quando alguém diz que "o amor tudo crê e tudo suporta" não é sobre infelicidade, é sobre vencer juntos os obstáculos que surgem durante a caminhada.
O amor é bom e se não te faz bem... Desculpa, mas não é amor.
Você me diz que sou sua
Como posso te deixar ir?
Se você me chama de volta?
Se tens medo que eu vá?
Queres habitar-te em mim eternamente?
Te falo sobre os sussurros do vento, você me ouve e sorri
Como se pensasse:
Por que?
Você chama o meu nome, repetidas vezes
Eu apenas ouço:
Lua, Sol, Lua, Lua, Lua…
Mascarados
A máscara do ódio
A roupa da tristeza
A alma de medo
Por que te escondes?
Mostre ao mundo
Teus monstros eternos
Revele a todos
Suas dores ocultas
O que lhe segura
Não são fundamentos
O que te detém
Não são justiças puras
A luz que te guia
Também te cega
Olhe ao seu redor
Mas sem medo
Olhe ao seu redor
Mas sem o ódio
Que você aprendeu a carregar
O chão que você pisa
Consumido pelo medo
Se torna em fel
Amargo e feio
Se com pureza andasse
Verdade veria
Luzes por todos os dias
Beleza a cada passo
Sem um pingo de cansaço
Mas é impossível ser puro
Nesse mundo leviano
Cheio de enganos
Totalmente profano
Coloque sua máscara no lugar
Se agarre a sua Justiça
Justiça carente de Justiça
Se afaste da beleza
Desista da pureza
Nessa terra de fel
Não se sonha com mel
Desconhecido conhecido
Se te digo
"Tenho medo do desconhecido"
Minto.
Tenho medo de tentar...
Na verdade...
De errar
Medo do desconhecido não existe
Teríamos nós medo de tudo?
O próximo segundo
É desconhecido
O próximo minuto
O próximo ano
Desconhecidos
A origem! O fim! O sentido...
De tudo...
É desconhecido.
O conhecimento é desconhecido
Você se conhece?
Tipo...
De verdade?
