Poemas de Janela
Amo abrir as janelas da minha casa.
Porque a cada janela que vou abrindo, vem aquela claridade abraçando, um sol generoso adentrando cada espaço. Não ha nada melhor para a alma do que sentir essa renovação, porque tudo vai ficando cheio de vida, de força interior.Sensação de alma limpa, de coração transformado.E é tão simples arejar os sentimentos.É tão simples deixar-se leve, sentir-se bem. É tão bom abrir espaço e receber luz pra vida e pro coração da gente.
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Sobre Amor
Amor não era apenas fogo,
Era também janela aberta, chão de jogo.
Era a brisa que entra e não se explica,
Era cama, lençol, poesia que fica.
Nos cantos da casa ecoavam risos,
Nos tapetes da vida, sonhos indecisos.
Era o café que espera pela manhã,
Era a mão que acalma, não só a chama vã.
Amor não é só brasa que queima,
É chão que sustenta, é lar que te chama.
Entre paredes e versos, encontramos a calma,
Entre sussurros e abraços, respiramos a alma.
Não era tempestade, nem relâmpago que corta,
Era música suave, chuva que importa.
As janelas rangiam como livros antigos,
Histórias guardadas em sorrisos e perigos.
Era o silêncio que fala, e a noite que escuta,
Era fogo que ilumina, mas também a escuta.
No relógio da vida, marcava lento o tempo,
Era lar em cada gesto, era amor em movimento.
Amor não é só brasa que queima,
É chão que sustenta, é lar que te chama.
Entre paredes e versos, encontramos a calma,
Entre sussurros e abraços, respiramos a alma.
E se o mundo lá fora insiste em ruir,
Dentro de nós, a chama não deixa sumir.
Entre livros, lençóis e acordes de violão,
Amor é abrigo, é casa, é coração.
Amor não é só brasa que queima,
É chão que sustenta, é lar que te chama.
Entre paredes e versos, encontramos a calma,
Entre sussurros e abraços, respiramos a alma.
Janela do Tempo
Passei muito tempo da minha vida acreditando que nada estava mudando, que tudo permanecia no mesmo lugar. Mas hoje, ao olhar no espelho, é como se eu tivesse atravessado uma janela temporal que subitamente me trouxe até uma mulher cheia de experiências, capaz de compreender as coisas e de enxergar o mundo com um olhar diferente. Viajei cinquenta anos para chegar até aqui. Não será agora que vou desistir. Diante do espelho, desse espelho que me transportou, vejo o quanto mudei. A pele mudou, o corpo mudou, há marcas que antes não existiam: rugas, cabelos em tons diferentes daqueles da cor original.
E ainda assim, ao olhar com atenção, vejo que, não sendo eu a mesma menina, embora ela continue morando em mim, eu ainda consigo enxergar nos meus olhos o brilho de quem quer mudar o mundo, inclusive o meu.
Nildinha Freitas
O meu aroma noturno
de Orquídea Brassavola
misteriosa e cítrica
entra na janela d'alma
Para ter pôr em festa
de gala em companhia
da poética Via Láctea
durante o céu aberto
Você me ama de frente
para trás, de trás para frente,
e sobretudo por dentro.
Por mim tens devoção,
paixão alucinada e amor
de perdição a cada momento.
Não viverei momentos que não são meus olhando a vida por uma janela perdendo da minha vida;
Eu nunca esqueço das minhas lembranças que ainda não vivi, portanto sem me precipitar busco que a vida possa me levar;
Meus sentimentos estão trancados e presos de algo que nem sei o que é;
Passo a sentir cada dia diferente da banalidade que mesmo entre exagero não me faço sossegado, mas nunca deixando de amar;
Um beija-flor passou
na janela,
Foi você que desejou
um bom dia,
Mistério de amor
que chegou
para me fazer sacodida.
A Janela do Discurso sempre se moveu pelas Mãos Invisíveis das Narrativas.
Se reinventar já era mais do que esperado…
Mas nada foi tão Medonho quanto a vê-la se valer da “Idoneidade Policial” e da “Fé Religiosa”.
A Janela de Overton — esse mecanismo silencioso e traiçoeiro que define os limites do que é socialmente aceitável — sempre se moveu pelas mãos invisíveis das narrativas.
Ideias outrora impensáveis se tornam plausíveis, discutíveis, desejáveis… e até aceitáveis.
Nada disso é novo.
Mas há deslocamentos que ultrapassam o jogo das ideias: eles tocam em pilares que, uma vez manipulados, comprometem a própria estrutura da convivência civilizada.
Nada foi tão medonho quanto assistir a essa janela se valer da “Idoneidade Policial” e da “Fé Religiosa”.
Ambas, por natureza, deveriam inspirar confiança — não manipulação.
Quando começam a ser usadas como régua para definir quem merece voz, respeito ou até mesmo existência, o que está em jogo não é mais apenas a opinião pública: é a própria noção de justiça e espiritualidade.
A confiança na justiça perde o chão quando o discurso sobre “idoneidade” é moldado para blindar abusos e silenciar denúncias.
E a fé, que deveria acolher, se torna instrumento de controle quando usada para validar narrativas de exclusão, discurso de ódio, intolerância ou superioridade moral.
Quando a Janela do Discurso se move por esses vetores, não estamos apenas assistindo a uma mudança de ideias.
Estamos permitindo que conceitos sagrados e instituições essenciais sejam descaradamente arrastados para a seara da manipulação.
Toda e qualquer forma de manipulação é ruim, mas valer-se das autoridades presumidas para inviabilizar o debate e a crítica é de uma sordidez sem precedentes.
E isso, sim, é digno de temor.
Tenho medo…
"A temporada de compra, troca e venda de jogadores de futebol é agora denominada 'janela'. Sem querer ofender o asno, animal, alguém sabe por que isso? É apenas 'modismo' ou tem mais? Hein?"
Frase Minha 0606, Criada no Ano 2013
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Da janela vejo sorrisos, é ruim ser só,
ter todas e ao mesmo tempo não sentir o calor de nenhuma,
confesso, sou destemido, mas tenho medo de não ter medo,
de não ser acordado com beijos e sim com despertadores.
E se todas sumirem? E se tudo acabar?
O que restará? Sei que não irei mudar.
Mas queria, por mais que não consigue.
É o preço que se paga por não querer depender de ninguém,
mas uma hora você para, olha para si mesmo,
e vê que é dependente de si,
dependente de tua própria solidão,
do seu próprio eu.
- A beira da janela suja encosto-me na teia de aranha,
ouvindo aos grilados da noite que logo me pedia
alma, colo e uma declaração de horror.
Enquanto pensava em tragar meu 1 cigarro da noite
Uma indeçisão! De me domar e me dominar compulsivamente.
Que a fumaça que eu solte seja a minha alma amargurada indo embora
Que essa seja a oração de um ateu que morre de amor
Que a maldição que eu carrego comigo faça alguém feliz
Porque a minha infeliz maldição não me deixa ser.
BRADO NATALINO
Não vou ganhar presente de Natal,
não tenho sapatinhos, nem janela,
pois durmo nas calçadas da capela,
sou fruto deste mundo desigual.
Eu trago em mim as marcas da mazela
que herdei da escravidão colonial,
desse abandono imenso e estrutural
que agora se renova na favela.
A minha vida é chama d’uma vela,
que frágil pulsa em meio a um vendaval,
ninguém escuta meu grito ancestral,
que é eco dos mil brados de Mandela!
Escravos no passado e sem devir
não têm Natal! Não têm porque sorrir!
Olho para a janela, enquanto amanhece.
O sol bate sobre o vidro e se divide em múltiplos raios.
Na minha mente tento descobrir o que você me levou.
No meu armário tenho fotos nossas e uma carta de desculpas.
Eu poderia ignorar todo aquele seu egoismo, só para poder sentir o seu calor.
Sem sair de casa,
Conhece-se o mundo.
Sem olhar pela janela,
Vê-se o Tao do Céu.
Quanto mais longe se vai,
Menos se sabe.
Por isso o Sábio não precisa viajar
E, no entanto, sabe tudo.
Não precisa ver
E, no entanto, sabe tudo.
Não precisa fazer nada
Para fazer coisas.
Chuva na janela do meu quarto
Fico imaginando aonde você está
Mas eu sei,você ainda pode chover em mim.
As vezes ouço vento passar e a chuva cair,
da janela do meu quarto, pensando em você...
O que eu faço pra te conquistar ? sabe...
já de ter te conhecido a minha vida já valeu...
não sei explicar o que eu sinto quando estou ao teu lado,
não sei se te mereço, mais quero você pertinho de mim,
queria olhar nos teus olhos, beijar tua boca, é te fazer feliz.
A Chave Aquarela
Na tentação do desejo
olho pela janela do pecado
pensando no azul que será
quando o acaso vier a nosso lado
riscando as ruinas escuras
com o brilho de tanto amor
contradizendo o que fora escrito
recriando um unico destino imutavel
utilizando assim cada particula de vontade
que um dia ficou armazenada
na timida ausencia de decisão
irisar a luz desses sonhos em um branco papel
inundando o medo em um beco sem saida
acreditando em cada momento que fora
desacreditado pela ignorãncia de virtude alheia
assim vivenciar uma nova meta de vida
pontuar as linhas rabiscadas e dar um novo começo
acreditar na palavra amor quando lhe vier em sua direção
agindo com polidez , sendo culto , civilizado e cortez
olhar com novos olhos a policromia que a vida ofereçe
tirar da frente a nevoa que ilustra o orgulho
assim imergir o que a de bom em sua existênçia
tornar visivel cada sentimentos , mostrando ao mundo
esqueçer o medo em cima de uma pedra no alto de uma montanha
deixando assim alienado ao vento que forte derrubara
então assim expulsar essa energia negativa aos céus
vitalizando o seu timido ser com forças divinas
desprendendo do receio que te prendes
concretizando as paredes fracas da confiança
fortalecendo seu ser interior com a palavra fé
arrebentando com as teias da ilusão
que te priva de teus sonhos
olhar a escória que existe em todo lugar
compartilhando paz , com um gesto de carinho
realizando talvez o pouco desejo do proximo
mergulhando de vez na crença do poder superior de Deus ,
verás novos frutos nascer com intensidade
seras então a resposta do que procuras
o inverso do que te fez sofrer , o carisma viras a ti
um novo mundo recomeçaras , que Deus te abençoe . Amém
A luz sempre é presente quando a tua janela está aberta.
O amor sempre conforta quando assim tua vontade permite.
Deixa fluir em ti os rios da criação, para que estes possam te trazer a alegria de ser, e de estar em harmonia com tudo que te cerca.
Tudo tem um porquê, nada está solto das mãos de Deus.
Ainda ontem, havia um certo vazio, hoje já não está mais aqui.
Alegra, alegra coração,
Há tanto ainda para descobrir...
Quantas estradas, quantos sóis
e luas ainda brilharão em nosso percurso...
Desanimar é deixar de ser!
O modelo de uma vidinha sem tempero,
na qual a janela da torre a qual estou aprisionada
fica muito longe do chão,
não combina com meu eu atual.
Quebrei as trancas imaginárias
e fugi para minha felicidade.
E... Adivinha quem foi a companhia?
Quer uma dica?
Não é o principe
