Poemas de Janela
Que Saudades de você
Um passarinho chegou
A minha janela.
Quer falar com ela?
Disse-lhe que sim mais
Não podia.
Ele perguntou, :
Porquê??
Disse-lhe..
Ela não me quer....
Ele disse:
Aquiete seu coração
Ela não te merece....
Que pena !!!
Um amor tão lindo e verdadeiro ser recusado.
Realmente ....
Nem todo mundo tem o
Poder de amar..
Graças à Deus...
Eu tenho...
Noite fria
Abro a janela para o vazio .
Saudade pode entrar !
Meus silêncios gritam
Querem naqueles
trejeitos navegar
Deixo estar !
Não há como fugir
Desde que ele se foi
Minhas insônias fazem preces
naquele altar .
JANELA.
Daqui dá para ver o tempo.
Lembre-se que os momentos
Não são vividos em histórias
De duendes e fadas.
E que o tempo
Está nas memórias
Escritas e sem palavras.
Daqui de casa dá para ver
Uma nuvem em forma de gente.
Olhando pela janela a espera do futuro,
E pelo milagre a promessa,
Pois a verdade nunca mente.
Daqui vou ver o tempo.
Daqui vou ouvir o vento.
O céu estava azul, agora nublado,
Quem sabe poderá chover,
Não, o sol abriu as nuvens,
Com o seu jeito bravo.
O tempo vai passar,
O tempo vai melhorar,
Quem sabe amanhã o sol
Nasce; um dia sem sol,
Um sol disposto a amar.
Quem sabe a lágrima
Da chuva, uma gota vai molhar,
Toda esta terra, gente,
Toda esta serra, marrom.
Toda esta floresta, cinza.
Toda esta água, preta.
O tempo do tempo calor,
Não vai passar a dor.
Não vai nascer a flor.
Daqui consigo ouvir o vento.
Pela janela consigo ver o tempo.
Sem chuvas e com lágrimas.
O tempo é seco, o vento é seco.
Pela janela do meu quarto,
Eu vejo as palavras nubladas,
Escritas pelo tempo, quente.
E a janela não está fechada.
Autor: Cássio Charles Borges
Por trás da câmera há uma janela mostrando uma beleza,
Vista pessoalmente, um sentimento indescritível de paz, do sol em seu rosto, de um Deus que nos permite sentir as melhores sensações de sua criação.
Obrigada Deus!!
A verdade do lado de fora da janela é cruel,
só existe solidão a lamentar,
então inventei um mundo,
que minha mente conseguiu habitar.
Minha vida era um livro sem palavras,
era escrito com letras imaginadas,
era a imagem sem cor nos jornais,
eram fatos totalmente artificiais.
Sentia saudades das coisas que nunca fiz,
sentia falta de sabores que nunca provei,
de pessoas que nem conheci
e lugares que nem visitei.
Sentia saudades de olhares que não me viram,
de vozes que não falaram comigo,
de um abraço que nunca me abraçou,
de alguém que nunca me amou.
Fez falta as amizades que não tive,
dos momentos que não vivi,
de superar tombos que nunca levantei,
da alegria que jamais provei.
Sentia falta e não minto,
é uma ilusão que não consigo destruir,
mas na verdade nem era saudade que eu sentia,
era vontade de existir sem você.
Ah olhe só como o dia está lindo
Levante abra sua janela e observe
Pássaros voando e cantando
O ar puro q vai até vc
Raios de sol o iluminam oo dia
Melhora td um viver
A positividade toma conta
Sorria isso melhora o seu ânimo
E de quem estiver ao seu redor
Esqueça td de ruim q já viveu
Hj é um novo dia
Viva ele....
Tão lindo é acordar e olhar pela fresta da janela
Ver o sol surgindo invadindo meu quarto
Um passarinho cantarolando,cachorro latindo,vizinha tagarelando
Cheiro de café,cheiro de mato...
Como é bom abrir os olhos todos os dias!!
Isso é prova da existência de Deus!
PORTA FECHADA, JANELA ABERTA.
Tenho que me desfazer dessa minha mania de deixar a porta aberta, para entrar a saudade, sair a alegria e todo esse entra e sai de emoções e nostalgia. Não agüento mais esse meu jeito de ser durona e mole ao mesmo tempo, é que eu não consigo ser ruim na mesma proporção que eu falo, então, as pessoas entram de um jeito, saem de outro e ficam ilesas a todo mal que me fizeram. E me deixam aqui, machucada, sem cura, sem nada. Outras gostam tanto que permanecem intactas do começo ao fim, me curando com sorrisos, me esquentando com abraços e juntando todos os meus pedaços.
Descobri que deixar a porta fechada é melhor, quando algo quiser entrar, que bata, que insista, isso é prova que o que tem pelo lado de fora vale a pena. Vou fechar com cadeado, com sete chaves que é para ter certeza de que ninguém irá arrombar, derrubar, me roubar aquilo que eu mais prezo, o meu sentimento. Mas vou deixar a janela aberta, para que tudo continue claro e evidente na hora das minhas escolhas. Também preciso de ar, do vento, da brisa que entra pela janela e espanta todos os meus medos, levam todos os meus desassossegos e me deixa em paz com meus erros.
Eu vou continuar aqui, com os meus pensamentos gritando para que eu faça algo. Até que eu reaja na luta contra mim mesma, até que acabe essa guerra de sentimentos, de momentos que se foram e me encontrar em momentos que estão por vir. Continuarei sempre aqui, apesar dos apesares, na espera de algo que me faça acreditar que a sinceridade realmente exista. Continuarei a mesma, mesmo com a distância, mesmo mudando de rumo para chegar aonde eu definitivamente me encontre de verdade: dentro de mim.
Da janela
Da janela do meu quarto
Corre água sem chover
Corre água dos meus olhos
Quando penso em você
Correria
Pela janela do ônibus meu olhar distante,
Nos óculos escuros tão forte incidia,
O Sol de sua luz tão ofuscante,
A ganhar todos os muros e gritar o meio dia.
A agenda rabiscada marca o sétimo OK!
Almoço em dez minutos é tão prejudicial.
Da diária jornada nem no meio eu cheguei.
Nesse rítimo maluco eu vou até o final.
Na minha playlist não ficou nada calmo.
A batida só consiste em me fazer acordar.
Aprecio um novo hit enquanto checo um saldo.
Depois de alguns clicks cinco sites a logar.
Eu passei a madrugada de olhos abertos.
O despertador é o primeiro som do dia.
Sobre a toalha rendada meu café esperto.
Forte em fé no Senhor eu volto para correria.
Tarde de domingo com chuva
Pela janela, sinto o calor passar pelo meu rosto,
Lá fora as andorinhas voam felizes esperando a chuva chegar.
Lá longe as nuvens vem vindo, e aquele dia lindo, começa a nublar.
A previsão era de sol, mas não tem problema,
Chuva no domingo é como um poema, feito do céu para a terra.
É um anuncio de abundância, relembrando os tempos de criança, quando corria na chuva a brincar.
Tarde de domingo com chuva é uma oportunidade para com a vida se conectar.
@eu.ros7
DIVERSÃO
O amor sorrateiro
Ė como um menino faceiro
Pula janela, invade quintais
Brinca no parque, se faz de tonto
Cai e levanta
E não tem tombo que chegue
É corajoso, não teme ninguém
* Poesia selecionada e publicada em 1º lugar pelo Concurso Poesia
Premiada, em 2019
A escola
Era uma escola tão bem fechada,
Porta e janela sempre trancada.
Ali se entra só com permissão,
De quem vigia o saber e a ação.
Não tinha espaço para escutar,
Quem era outro tinha que calar.
O saber preso na condição,
De diagnosticar, não dar a mão.
Mas foi erguida com muito esmero,
Pra ser espelho de um mundo severo.
Fonte: Arthur Ian Teodoro Barbosa
Adaptação da canção de Vinicius de Moraes “A casa”
VOCÊ MEU CALENDARIO
O vento passa na janela
Calendário que se foi
Vidas imaginário colorido
Amor
Dolorido de
ciúme
Desbotado, sem perfume
Passos de idas
Passos de volta
Acolho teu caminhar
No meu peito
Em uma paixao
Que não me solta
Um dia a janela pisca;
Um sol nublado,
farol fazendo a curva.
Uma mensagem descuidada.
Um dia alguém lembra;
da risada desvelada,
do abraço que encaixa
no vazio umbilical.
Um dia ainda vale a pena.
Olhar o outro,
ao invés do espelho,
e ver.
VOCÊ MEU CALENDARIO
O vento passa na janela
Calendário que se foi
Vidas imaginário colorido
Amor
Dolorido de
ciúme
Desbotado, sem perfume
Passos de idas
Passos de volta
Acolho teu caminhar
No meu peito
Em uma paixao
Que não me solta
A MINHA JANELA
Deixo sempre aberta
Assim vejo o Sol nascer
O tempo correndo
Até o escurecer.
Posso ver a noite de luar
Na imensidão da minha janela
Vejo toda a natureza
Pintada em aquarela.
Com minha janela aberta
Entra cheiro de flor
O vento sussurrando
Espantando o calor.
Posso ver o mundo tão belo
Até onde minha vista alcança
A saudade de um balanço
No meu tempo de criança.
Ouço o canto de passarinhos
A estrada e a cancela
A brisa que passa trazendo
Cheiro de cravo e canela.
Olho e não me canso
Esse mundo de magia
Um mundo de paz e canção
Salpicado de poesia.
Irá Rodrigues.
Manhã de Nostalgia
Amanheceu chovendo, o vento batendo
nas frestas da janela, e os sábias num canto antigo de carinho.
O mundo lá fora se veste de cinza e calma,e aqui dentro, o tempo se aninha na alma.
Entre o barulho da chuva e o frio que vem, surge a vontade doce de não levantar também.
O edredom é refúgio, ninho, lembrança,
traz o aconchego macio da infância.
O cheiro de café invade o ar devagar,
como quem chega para te acordar sem te apressar.
É perfume de vida, de casa, de história,
mistura de sonho com memória.
Um abraço dengoso e o pé quentinho completa o cenário, como se o amor fosse o próprio horário.
E o dia começa, sem pressa, sereno...
Ignoro o relógio, volto a dormir,
porque hoje quero voltar a ser um garoto pequeno.
