Poemas de Flor
Meu Bem Querer… Foi com uma flor que te conquistei Pra ti a entreguei Em
troca você me deu seu coração Com isso, nos amamos Sorrimos por cada
sentimento bom em que vivemos Esse relacionamento me forta.lece
Fina flor
Cultivo uma fina flor..
Que flora E que emana dentro de mim
Flor tão bela e afetuosa
Feita jasmim.
Seu perfume é balsamo para alma
Flor rara...
E que me acalma todas as noites
que me deleito com a minha amada
As vezes pensamos que se regarmos uma flor com perfume, elas ficarão ainda mais cheirosas. De fato elas não resistiriam, toda natureza viva precisa de uma essência...
Algumas coisas só precisam do necessário.
Outras deixam de ser o que são, pra ter o que não tem!
Assim linda como uma flor
Delicada como as pétalas
Respiração lenta e afegante
Era assim que ela se sentia
Quando eu a fazia feliz
Sorria e observava tudo com um olhar de carinho
Tocava com sutileza
Era assim que se sentia
Quando eu a fazia feliz
Decorava o que escrevia
Esperava ansiosa por respostas
Ajeitava seu cabelo
Colocava para o lado
Era o que fazia
Quando eu a fazia feliz
Para chamar minha atenção
Se preocupava em sair bem vestida
Colocava maquiagem
Escolhia seu melhor vestido
Para ficar bonita
Guardava qualquer objeto que lhe dava
Como se fosse seu maior tesouro
Embora fosse apenas palavras soltas no papel
Era assim que ela agia
Quando eu a fazia feliz
Falava sempre no meu ouvido
Que me amava
Sempre, sempre. me abraçava
E gritava que eu a fazia feliz
Era assim que ela se sentia...
Data da obra: 14/10/2013
Como a Beleza...
Como a flor faz a beleza do jardim;
Como o sol mostra a beleza do dia;
Como o viver mostra a beleza da vida;
como as cores fazem a beleza do mundo;
Como as estrelas fazem a beleza do céu;
VOCÊ mostra como o amor é belo...
Você não faz a beleza de ninguém;
Você é a beleza de de alguém!
Como o oceano tem seus peixes que o embelezam;
como os natais tem a neve como tradição;
Como o mundo tem as boas pessoas como exemplo;
Como os seres tem sua vida para viver...
Também temos um alguém para amar!
Esse alguém para mim...é VOCÊ...!
O meu amor
Todos os dias eu vejo o meu amor,falo com ele e ele me chama de flor.
Todos os dias eu escrevo em todos os lugares que o amo,ele lê e me chama de anjo.
Todos os dias quando eu olho pra ele é como se eu dividisse o meu coração em duas partes,ele segura uma e diz que amor.
Todos os dias quando o meu amor passa eu digo o quanto ele é importante pra mim,ele olha nos meus olhos e diz:EU TE AMO!
Ah!como eu amo o meu amor!
A rosa e o beija-flor
Vladi Du Kavako
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Me deixou para não sofrer de amor
mesmo assim meu amor te conquistou
Pois passa o tempo saudade aperta o amor aumenta mais
Chega doer nào faz sentido te deixar pra traz
Olha pra mim falta uma parte do meu coração
Você é pra mim como uma rosa é pro beija flor
É saudade faz doer eu gosto de você preciso alimentar meu coração
Vem me leva aonde for e acaba com essa dor me esconde desse mar de emoção
A quem pertence teu sorriso.
Que eu tanto, tanto proclamo.
Tu és flor do paraíso.
A mais bela que eu amo.
Amizade...
Uma flor pode ser comparada com uma rosa,
pois distintas se encontram suas qualidades,
como a amizade, que comparada ao amor
muitas vezes se encontra; por estarem
tão próximos, sentimentos cúmplices
que carregam a magia de amar.
E a flor de olhos brilhantes era mais frágil do que um cristal, necessitava de cuidado, de amor, de carinho. Eu poderia levá-la junto a mim, mas preferir deixá-la, tinha medo de não conseguir protegê-la.
Voltava todo dia, iria regá-la com tudo de bom que alguém possa oferecer. Isso fazia com que ela brilhasse ainda mais, acho que gostava de minha presença, acho que queria que eu a levasse.
E eu queria levá-la, amava-a. Mas o medo não me deixava, com pensamentos opacos vivia. Tinha medo de amar. Por tudo que via, amar era sofrer. Achava que melhor era viver no desejo de ter, porque é no começo que se sonha sem limites, que se pode tudo, que só existe coisas boas.
Era assim que os dias passavam, eu amava-a de longe, mas não queria mais do que isso. Achava que aquilo duraria para sempre. Mas ela se foi, ou melhor, levaram-na.
Alguém que não tinha medo, que a admirava também, e que queria usufruir do seu brilho roubou-me mesmo ela nunca ter sido minha. Descobrir que amar não faz sofrer, o que faz sofrer é o medo de amar.
Fui à busca dela, procurei incessantemente. Encontrei-a. E desta vez não tive medo, demonstrei o meu amor, convidei-a para vim comigo viver o que já deveríamos ter vivido. Mas ela não podia, já tinha encontrado o seu dono, por mas que não tivesse no jardim certo foi lá que encontrou alguém que lhe cuidasse plenamente.
Eu a perdi. Nunca mais voltei a vê-la. Passou a existir apenas em meu pensamento. Pensava que o amor tinha seus problemas, mas que no final dava certo, terminaria tudo bem. Infelizmente não é assim.
- Flor de Olhos Brilhantes -
ALGO ASTRAL
Algo astral sobre natural.
natural de ser pois tudo é poder
penso numa flor que venha a desabroxar,
toda redonda a flutuar.
"dizem que os melhores perfumes
vem em pequenos frascos."
só posso dizer caíba eu esperimentar pra eu saborear
seu doce aroma a me levar ...
No jardim, a flor se ergue a brilhar,Mas recusa o toque do jardineiro a regar.
Com suas raízes, ela prefere a solidão,
Ignorando a mão que a oferece a proteção.
O jardineiro, triste, mas sábio a entender,
Viu que forçar seria fazer a flor sofrer.
Decidiu então, com coração sereno,
Deixar a flor em paz, sem mais o seu veneno.
Assim, a vida segue, sem pressa de mudar,
O jardineiro respeita, sem insistir em cuidar.
Às vezes, o amor é o silêncio profundo,
Deixar ser livre, sem aprisionar o mundo.
Minha Essência, Flor Que Não Se Curva
Não sou a rosa que se dobra à brisa leve,
Nem a leoa que hesita, quando o trono o eleve.
Em mim pulsa outra força, um instinto mais fundo,
Um elo com a onça que domina o seu mundo.
Eu sou a orquídea rara, na rocha plantada,
Que floresce imponente, jamais abalada.
Minha raiz se agarra, profunda e teimosa,
Na fresta da vida, me faço grandiosa.
Não me assusto com sombras, nem com o rugido alheio,
Minha luz vem de dentro, do meu próprio seio.
Sou a calma na força, a beleza no invicto,
Onde a vida me testa, me mostro por si só.
Assim sigo meu rumo, sem medo, sem véu,
Com a alma de onça e a flor do céu.
Minha essência é única, em cada matiz,
Uma força que brota, e me faz feliz.
Dani Dandanis
Dani Dandanis, nome que dança nos lábios como um segredo encantado,
flor que desabrocha onde o sol hesita em pousar.
És a aurora vestida de silêncio,
a estrela que não pede espaço no céu —
simplesmente o ocupa com graça infinita.
Teus olhos, dois mares onde navegam sonhos,
guardam tempestades suaves,
ondas que acariciam a alma,
não a destroem — a redescobrem.
Neles, vejo mapas de mundos não escritos,
histórias que a poesia ainda ousa sonhar.
És inteligência em forma de riso,
sabedoria que dança nos gestos,
palavras que nascem como música
e não como discurso.
Falas e o tempo se curva,
como se o universo quisesse ouvir
o que só tu sabes dizer.
Não és bela por acaso,
nem por moldes que a sociedade impõe.
És bela por essência,
por seres inteira,
por carregares dentro de ti
a chama que ilumina sem queimar.
Teu sorriso é um poema não publicado,
teu andar, um verso em movimento.
Entre todas as meninas,
és a que faz o coração parar
e depois bater em ritmo novo.
Entre todas as mulheres,
és a que ensina com o silêncio,
a que cura com um olhar,
a que transforma o comum em sagrado.
Dani Dandanis, nome de melodia rara,
és o encontro do céu com a terra,
da razão com o encanto,
da força com a ternura.
Não és apenas a mais bela,
nem apenas a mais inteligente —
és o equilíbrio que o mundo
nunca soube que precisava.
E se a poesia um dia se cansar de rimar,
bastará sussurrar teu nome:
Dani.
E tudo fará sentido outra vez.
Flor com laço
Flor com flor
Flor no verde
Flor e amor
Flor entre os casais enamorados
Flor enfeitando a fronte, no adeus emocionado.
Amor-perfeito
Girassóis
Quem sabe a lótus do esperançar...
Flor na estrada
Flor indo para o futuro.
Borboleta que agora voa,
foi lagarta no meu jardim.
E comeu folhas, flor e fruto,
hoje se afasta de mim.
Esperança Calculada
Não é semente lançada ao vento cego,
Nem flor que busca o sol em terra árida.
É algo mais profundo, um movimento interno,
Uma aposta fria, quase absurda.
Surge quando o eco de um olhar perdido
Ressoa nas paredes do já vivido,
Quando o toque, um dia, foi porto e não viagem,
E deixou cicatriz de doce passagem.
É a sombra de um porto que se crê verdadeiro
Num oceano vasto de talvez e talvez não.
É sustentar, com mãos trêmulas, o castelo
De um "sempre" que o tempo pode desmanchar.
É a memória viva de um instante
Que se recusa a ser só lembrança.
É o fio invisível que persiste em costurar
Os rasgões que o desencontro veio a fazer.
É crer que aquele abraço, denso e raro,
Não foi acidente no caminho vazio,
Mas um ponto fixo, um norte descoberto
Numa cartografia de afeto puro.
É a chama que se alimenta não de lenha,
Mas do próprio ardor que a sustenta,
Sabendo que o combustível é finito,
E ainda assim, arder com gosto infinito.
É apostar no humano, frágil e complexo,
No amor que é escolha, dia após dia,
Mesmo quando a lógica fria desmonta
A arquitetura frágil dessa ponte.
É a coragem nua, despojada,
De crer no fundo que o encontro foi real,
E que, apesar do risco e da incerteza,
Vale a pena manter a chama acesa.
É a esperança que não espera milagres,
Mas tece, no silêncio, sua própria teia:
A de que o amor mais puro, quando chega,
Não se dissolve, mesmo quando parte.
Pois sua essência fica, marca indelével,
Um cálice vazio que ainda guarda o mel.
