Poemas de Fantasia
Onde a realidade convive com a fantasia senão no inconsciente ativo dos nossos pensamentos misturados que costumamos ter...?
Mais sábio é o homem que tem noção de sua própria morte, do que aquele que fantasia a morte alheia, antes de si próprio.
A vida é um baile e cada indivíduo ostenta sua fantasia. Uns com temas alegres, outros com temas sem alegria.
Abraço de fantasia não aquece os músculos maiúsculos, nem os minúsculos corpúsculos da anatomia no entanto inspira poesia.
A esquerda perde o discurso com o tempo; a direita perde a fantasia no primeiro choque com a realidade.
A verdadeira arte no seculo XXI não é só fantasia e imaginação. Ela é vida e realidade, plataformas de oralidade para dentro da sociedade.
A fantasia comedida, a luxuria da novidade, o inesperado e a ilusão consentida são atmosferas imprescindíveis para iniciar a chama incandescente no vulcão do prazer.
A mentira, a fantasia e a ilusão aproxima em muito os vigaristas, os espertos gananciosos e os infelizes e cegos sonhadores.
Cada um sabe, qual a mortalha e a fantasia, que mais lhe cabe para transitarem aparente, no grande palco da vida.
As pessoas parecem atuar em uma peça de teatro. Vivendo o artista plenamente sua fantasia. Seja de dor, seja de amor ou azar.
Qualquer que seja o seu desejo ou mesmo a sua fantasia, a magia pode existir enquanto você permitir. Mas sempre tenha em mente que a vida não é um conto de fadas, mas um conto de fatos.
As vezez é preciso deixar que os nossos pensamentos explodam pelos caminhos da fantasia. Não há porque se deixar de pé um obstáculo para nossos sonhos. Mesmo aqueles mais improváveis.
Aquilo que é visto como fantasia, brevemente se tornará uma realidade diante dos olhos dos incrédulos que nutrem a falta da capacidade humana e espiritual de aceitar que existe um mistério oculto e que faz parte da construção humana.
“OI”
Estive, já há algum tempo pensando, o que o neon tem a ver com fantasia? As luzes brincam nos nossos corpos desviam nossas atenções de mãos estendidas, de ambiguidades que de uma forma ou de outra ainda ainda chocam, porque não estão intrínsecas em tudo o que recebemos de berço. O neon brilha e tem seu fascínio, encanta a multidão e a subjetividade de cada um; e de cada solidão, engana; é o centro da cidade. A catedral imponente com suas torres, seu estilo gótico, as praças com seus artistas anônimos, as galerias com suas joias e suas lentes e cada um de nós como uma partícula única de um conjunto indecifrável de um jogo e cada gesto, cada olhar cada caminhar, cada vestir é uma linguagem, e nessa discussão do “oi, eu estou aqui” ninguém se fere ou será assassinado por absurdo que possa parecer cada presença. Até que mãos frageis de um olhar pálido de uma inanição eloquente grite por tua atenção, então a catedral badala seus sinos e o neon é como o clarão de uma bomba H arremessando seu cogumelo e estilhaçando vidraças de edifícios luxuosos, mas já nos acostumamos com esse tipo de explosões; nada que um suco e um salgado não resolva e voltamos ao fascínio do neon e ao flerte do “oi, eu estou aqui...” e mergulhamos de cabeça no consumismo que nos consome.
Sabe a quela pessoa que diz que te ama que com você tem fantasia mesmo que fique sem te ver durante dias, mas lembrou de você e sentiu falta da sua companhia, então deixa ela Fala e quando termina pede ela para demonstra, pois fala e tão fácil.
