Poemas de Esperança
Nossas almas podem ser alimentadas de várias formas e um de suas principais é através dos simples momentos com pessoas especiais partilhando sorrisos bobos, situações engraçadas, olhares animados, boas rizadas por serem algo espontâneo e muito renovador com um sabor de esperança, uma dádiva de Deus que nutre a vontade de viver contrariando certas circunstâncias, uma prova do seu Infinito Amor e que um dia ainda será uma amada lembrança.
Não percas a oportunidade de sorrir, de contrariar as adversidades, deixa a tua coragem resplandecer, a luz da fé te faz seguir, que não te permite esmorecer, a força de um sol que a cada amanhecer se renova ainda mais belo, portanto, sorri, usa a luminosidade do teu coração agradecido, do teu viver abençoado, ilumina a tua alma, os dias de outros através do teu brilho esplêndido, compartilha a tua alegria imensurável com as pessoas certas, teu sorriso é raro, um privilégio, muitas vezes, o motivo de alguns entusiasmos, o esplendor intenso que se destacou e se destaca mesmo em momentos adversos, permissão amável do Senhor assim como outros sorrisos que fizeram e fazem diferença na tua vida, que te faz querer sorrir de volta numa resplandecência recíproca, uma das formas vívidas de demonstrar amor, demonstração que não acontece frequentemente, mas isso só aumenta a sua importância, o bom humor é uma bênção imponente, grato, bobo, engraçado, indício sorridente de esperança, por isso que sorrir é indispensável.
A preciosa reciprocidade certamente não combina com cobranças, perde o sabor e o sentido se não for demonstrada com espontaneidade e melhor que seja de uma forma surpreendente, sem ser esperada, pois tal esperança pode não ser correspondida, resultando em uma frustação muito amarga, então, deve ser sempre bem recebida, considerando ser uma demonstração rara e que a consideração quando é recíproca não precisa ser cobrada.
Na verdade, a data certa é desconhecida, mas com certeza, o dia que ocorreu foi de suma importância, uma das grandes provas do amor de Deus, quando nasceu o menino Jesus, A Luz de Esperança para este mundo finito, onde o mal não descansa, então, aquele nascimento trouxe consigo um bem grandioso, imprescindível para a salvação humana, uma ocasião muito especial, consequentemente, que o simbolismo do Natal seja sempre trazer esta lembrança e que tenhamos uma conduta como o respectivo reflexo atemporal.
O choro de grande tristeza que não pode se evitado, transborda dos olhos quando a alma está profundamente desgastada e precisa desabafar com urgência para que a sua essência não seja perdida se afogando em um lamento profundo e destrutivo, mas não quer causar nenhum incômodo, então, geralmente, espera pela chegada da lua e desabafa em silêncio durante à noite para que as suas lágrimas não sejam vistas, uma chuva de desabafo que aos poucos irá se dissipando até que um certo alívio tome conta e a faça cair no sono, consequentemente, na manhã seguinte, estará fortalecida, mais aliviada como se uma luz de esperança de um sol nascente brilhasse bem diante dela graças a Deus e sua providência divina, tornando a sua natureza resiliente, cada vez mais viva, que chorando se fortalece, ressignificando seus momentos tristes.
... Mães são verdadeiras arquitetas do destino, moldando vidas com sua sabedoria silenciosa e seus gestos de carinho. Elas não apenas ensinam a caminhar, mas mostram o caminho com coragem e determinação. Em seu olhar, há um universo de esperança, e em seu abraço, um refúgio seguro.
"Olho pra cima vejo o céu, olho pra baixo e vejo lama, mas ao olhar pros lados que bom, vejo esperança."
"Dentro do mundo, um coração sensível; dentro deste, tudo é possível. O legal e o incrível é que temos o carnaval."
"Meu sonho está se exaurindo, está pelo um fio, mas felizmente ele ainda estar aqui comigo e isso é que me faz esperançoso de tê-lo sempre comigo!"
Lembra com saudades gostosas, e no coração vai sentindo como se um pião estivesse a rodar, girando, girando e girando em torno da sua vida. Saudade daquela manhã, quando o amor nasceu na gente. Daquela porção de filhos brincando em volta da gente. De ver, depois, os noetos, crecendo aos olhos da gente. Como andou depressa a vida, deixando pra trás a gente...
Sempre achei que uma palavra de elogio fizesse bem à saúde. Que pequenos gestos mudassem situações até então imutáveis. Que o julgamento alheio não é importante. Que devemos ser adolescentes a vida inteira e, o máximo que der, regredir até a infância com nossos filhos novamente. Que isso é a melhor maneira de renascer. Que amor não se cobra que não é cobre. Que amor não se pede que não é peça. Que amor se chama porque é chama. E que tudo que é muito diferente incomoda tudo que é muito igual.
Bastou uma perda física ou moral e entramos aqui e experimentamos em nosso espírito o efeito dessa mutilação.
Notei incólume a principal parte do cérebro, justo aquela onde se alojava as boas lembranças, os aprendizados, os fatos marcantes, as doces-amargas saudades, as referências da vida, os exemplos, minha cultura, os amigos e tudo mais que eu acreditava, ou seja, tudo que nos resta, órfãos que somos de saber o que nos espera para o amanhã.
Tanta gente indiferente, que não olha realmente quem está ao seu lado. Se tem alma ali, não sei se sente algo, tal qual farol apagado... Por ver em 2014 faróis traiçoeiros, que iludem e levam aos abrolhos amorosos timoneiros, quase naufraguei à luz dos mesmos olhos... Mas não... Percebi que há muita similitude do farol na escuridão com quem dá à juventude, ou que é capaz de dar à juventude, todo o brilho da instrução. Assim, se pudesse ser um farol divino, e de um milagre ser capaz, só num piscar repentino daria ao mundo a luz da paz...
Não mais verá o manacá em flor, plantado no jardim, perto do quarto, envolvendo em perfume nossa alegria de carinhos fartos. Também o ipê florido não verás, porque antecedeste a primavera... Ora, saudade, para mim, é um doce-amargo-enlevo, o que vale dizer que até o fim dos meus dias estarei alternando, o doce enlevo da lembrança, com pitada amarga de saudade. Suave é a pena...
Uma vez me falaram que as lições eram extraídas das dificuldades. Foi quando deixei, para conferir, o meu castelo ruir. Ameias, seteiras, tudo desabou. A ponte levadiça também. Só restou o fosso que o cercava. Ah! Eu consegui sobreviver... Mas fiquei preso, no porão, sob os escombros da incerteza. Até que, depois de uns dias no escuro, achei um buraquinho na parede para olhar; veio um clarão! Estava eu, então, novamente no meu quarto, assistindo a bougainville vermelha subindo pelas grades da minha janela. Percebi o olfato ileso, que me fez sentir o perfume do manacá novamente, o mesmo dos outros textos escritos; aquele mesmo que havia sido plantado, também, sob a janela do meu quarto. Percebi novamente a audição intocada, que me levou ao êxtase com Vivaldi, Schuman, Grieg, Massenet, Chopin, e outros mais que emprestaram à Terra, onde deixaram para sempre os sons do Céu. Notei em seguida a parte incólume do cérebro, justo aquela onde se alojava as boas lembranças, os aprendizados, os fatos marcantes, as doces-amargas saudades, as referências da vida, os exemplos, minha cultura, os amigos e tudo mais que eu acreditava, ou seja, tudo que nos resta, órfãos que somos de saber o que nos espera para o amanhã. Mas havia uma fé que induzia a crer em um entendimento escolhido e que dava sentido à vida. Foi então que percebi, com essa experiência, que acabava de aprender com a dificuldade.
Todo dia uma oração, uma pedra lançada ao lago, um tempo. Uma ondulação é tragada pelo espelho e o céu volta a reinar soberano e imperturbável.(Walter Sasso) (Autor dos livros "Dobra Púrpura" e "Sem Denise")
Temos o costume de carregar o peso do mal que nós fizeram e querer se vingar ou separar que oundo cobre, isso é o maior mal que podemos fazer a nós mesmo.
Hoje queria tanto falar sobre coisas boas, bonitas, proativas, estimulantes e sonhadoras mas, só escuto o silêncio dentro de mim.
O importante que existe a esperança do amanhã.
