Poemas de Esperança
Depois que Experimentei em Minha Vida, a Maldade Humana. Parei de Chamar Gente Ruim de Louca!
Gente Ruim Não é Louca, é Só Gente Ruim Mesmo!
Misturado a compaixão e um punhado de tragédia, cada pessoa sufoca-se na felicidade que tem ou morre na infelicidade...
... Eu quase deixei de lado... Quando achei que não existia o que eu esperava... Hoje... Eu torço para que os que merecem também encontrem... O que eu almejava...
Às vezes essa é a hora em que a curva da sua vida parece só descer e te fazer triste, mas isso vai te ensinar que as lágrimas não são em vão, eram necessárias pra buscar impulso suficiente e subir até alcançar o tom da sua imaginação.
Eu prefiro acreditar em meus sonhos e na história que nele vivo todos os dias, porque sempre estou ao seu lado e posso voar.
O idiota acha tudo impossível. O otimista leva a sério o que pensa. A criança cansada de esperar nasce trazendo sempre uma Nova Esperança.
Não deixeis que o deserto de dúvidas cubra um oceano de esperanças profetizadas em vossas orações...
Lembra com saudades gostosas, e no coração vai sentindo como se um pião estivesse a rodar, girando, girando e girando em torno da sua vida. Saudade daquela manhã, quando o amor nasceu na gente. Daquela porção de filhos brincando em volta da gente. De ver, depois, os noetos, crecendo aos olhos da gente. Como andou depressa a vida, deixando pra trás a gente...
Sempre achei que uma palavra de elogio fizesse bem à saúde. Que pequenos gestos mudassem situações até então imutáveis. Que o julgamento alheio não é importante. Que devemos ser adolescentes a vida inteira e, o máximo que der, regredir até a infância com nossos filhos novamente. Que isso é a melhor maneira de renascer. Que amor não se cobra que não é cobre. Que amor não se pede que não é peça. Que amor se chama porque é chama. E que tudo que é muito diferente incomoda tudo que é muito igual.
Bastou uma perda física ou moral e entramos aqui e experimentamos em nosso espírito o efeito dessa mutilação.
Notei incólume a principal parte do cérebro, justo aquela onde se alojava as boas lembranças, os aprendizados, os fatos marcantes, as doces-amargas saudades, as referências da vida, os exemplos, minha cultura, os amigos e tudo mais que eu acreditava, ou seja, tudo que nos resta, órfãos que somos de saber o que nos espera para o amanhã.
Tanta gente indiferente, que não olha realmente quem está ao seu lado. Se tem alma ali, não sei se sente algo, tal qual farol apagado... Por ver em 2014 faróis traiçoeiros, que iludem e levam aos abrolhos amorosos timoneiros, quase naufraguei à luz dos mesmos olhos... Mas não... Percebi que há muita similitude do farol na escuridão com quem dá à juventude, ou que é capaz de dar à juventude, todo o brilho da instrução. Assim, se pudesse ser um farol divino, e de um milagre ser capaz, só num piscar repentino daria ao mundo a luz da paz...
Não mais verá o manacá em flor, plantado no jardim, perto do quarto, envolvendo em perfume nossa alegria de carinhos fartos. Também o ipê florido não verás, porque antecedeste a primavera... Ora, saudade, para mim, é um doce-amargo-enlevo, o que vale dizer que até o fim dos meus dias estarei alternando, o doce enlevo da lembrança, com pitada amarga de saudade. Suave é a pena...
Uma vez me falaram que as lições eram extraídas das dificuldades. Foi quando deixei, para conferir, o meu castelo ruir. Ameias, seteiras, tudo desabou. A ponte levadiça também. Só restou o fosso que o cercava. Ah! Eu consegui sobreviver... Mas fiquei preso, no porão, sob os escombros da incerteza. Até que, depois de uns dias no escuro, achei um buraquinho na parede para olhar; veio um clarão! Estava eu, então, novamente no meu quarto, assistindo a bougainville vermelha subindo pelas grades da minha janela. Percebi o olfato ileso, que me fez sentir o perfume do manacá novamente, o mesmo dos outros textos escritos; aquele mesmo que havia sido plantado, também, sob a janela do meu quarto. Percebi novamente a audição intocada, que me levou ao êxtase com Vivaldi, Schuman, Grieg, Massenet, Chopin, e outros mais que emprestaram à Terra, onde deixaram para sempre os sons do Céu. Notei em seguida a parte incólume do cérebro, justo aquela onde se alojava as boas lembranças, os aprendizados, os fatos marcantes, as doces-amargas saudades, as referências da vida, os exemplos, minha cultura, os amigos e tudo mais que eu acreditava, ou seja, tudo que nos resta, órfãos que somos de saber o que nos espera para o amanhã. Mas havia uma fé que induzia a crer em um entendimento escolhido e que dava sentido à vida. Foi então que percebi, com essa experiência, que acabava de aprender com a dificuldade.
