Poemas de Esperança
Mãe,
É uma mulher virtuosa,
Bem-aventurada e graciosa
Um caminho de esperança
Um resplendor aos filhos
...
Um livro inspirador
Como a mulher de provérbios
De valor em valor
Generosa por excelência
Na casa da paciência
Produz frutos de AMOR
---
(TORVIC, in Maio, dia das mães).
Ele também é silêncio
É pele do ar
Subjetividade
Paz e esperança
Mistério da criação
Pintor do universo
Vestido de majestade
JESUS. ❤
"A meio da luz do sol e a terra
há oito minutos de tempo
onde a fala do vento
traz esperança à pele do ar".
Quando te derem tempo: Pense!
Quando te derem esperança: Espere!
Quando te derem Motivos: Imagine!
Quando te derem Sonho: Sonhe!
Mas quando te derem amor não pense, não espere, não imagine, imediatamente AME!
Pois na vida existe 3 etapas: Passado, Presente, e futuro.
Passado: Não volta.
Presente: Não dura.
Futuro: Não se conhece!
Guarde o passado como uma experiência.
Pois isso viva o presente com alegria!
Espere o futuro com esperança, Sem medo de enfrentar as dificuldades da vida!
ESPERANÇA-PB: SAÚDO COM SAUDADE:
Esperança, eu te saúdo pelo teu aniversário de 88 anos de vida bem vividos, me regozija a alma em poder contemplar tua beleza física, teus monumentos históricos, tua economia viçosa, teu povo festivo e hospitaleiro, teu semblante ainda bucólico, num clima ameno e conquistador, que outrora atraiu dos mais longínquos torrões, novos a ti habitar, Esperança de filhos renomados no cenário politico, artístico, literário e financeiro, mil perdões te peço, por não externar seus nomes, talvez no afã de não pecar por omissão, saúdo a todos que já não habitam esse plano terreno, e beijos no coração dos que ainda degustam teu sentimento lúdico.
Não obstante, maior que a saudação, é a saudade de tua adolescência e juventude, quiçá, eu trocasse toda sua exuberância presente, por tua ingenuidade e, candura de ontem, saiba minha querida e amada Esperança, trocaria teus prédios futuristas, pelas singelas casas de tua infância, onde se dormia sem trancas, teu asfalto fervilhante, pelas ruas de sapê onde crianças no ápice de sua inocência, as riscavam em suas duradouras brincadeiras de rua, tais como – Barra bandeira, enfinca, gata magra e Etc.
Oh! Esperança dileta, sem sombra de duvidas, trocaria teus famigerados monstros financeiros, pelo saudoso SINE SÃO JOSÉ, teus restaurantes chineses, pelo inesquecível e acolhedor bar do Vicentão, tuas Lan Hauses e teus Ciber. Cafés, pelos simpáticos e saudáveis assustados no saudoso Caobe. Quanta saudade de minha antiga Banabuiê, aonde não havia polícia, e pai emprestava dinheiro ao filho sem lhe cobra juros, onde os homens se confraternizavam sem drogas, e as famílias não comiam politica e primavam por sua unidade, mesmo com todo o pragmatismo atual, morro a cada dia de saudade do teu paradigma infanto-juvenil.
Sobretudo, amada minha, pretendo ser teu causídico até que a morte nos separe.
EU E EU...
Ontem, meus sonhos se fizeram auspiciosos
Você nutria minha Esperança...
O meu corpo se fez um declínio,
Entre eu e eu.
E hoje, tudo é sonho sob sonho surreal!
Sonhar-te é possuir-te!
Possuir-te é um sonho.
É sonhar mais perto de ti.
Os corpos são fantasmas sem nexo
Sobre precipício que nem margem possui...
Eu me conheço e meu pensamento é avaro
As horas passam...
E meu sonho... é meu.
SONHOS DE CRIANÇA:
Nas campinas bem verdinha
De esperança
Que meus pais como tais
Me fez crescer
Hoje vejo
Fragmentos de lembranças
Dos jardins
Que o “progresso” fez verter
Só restando na memória da criança
A infinita saudade de uma doce
Banabuyê
Dos negrinhos de fradinhos nos arbustos
A se esconder
Pras mocinhas nas pracinhas assustando
Entorpecer
Eu daria todo o progresso emergente
O funk, rap, internet ou avião
Pra voltar às campinas que um dia
Fui criança,
E meus sonhos pueris
Finquei ao chão.
EU
Está noite eu deixava minha Esperança e embarcava universo a fio.
Corria eu, pelas ruas dos meus sonhos, pelos becos de meus delírios,
E achava eu, na busca do sonho azul que tudo faria jus
Você não disse que era pra tudo ficar azul?
Então venha descolorir o que deixou “negro”!
A noiva que era bela ficou feia e magricela.
O sonho que parecia azul perdeu o norte e o sul.
Quando pensas que sabes estás ficando rude.
E nessa homérica viagem.
Às vezes, eu sinto ser multidão!
Olho pra dentro da criança e vejo o ancião,
O negro, o sábio e o tolo.
A mulher, o louco e o insano.
Logo ergo o olhar para dentro e vejo a escuridão.
MINHA ESPERANÇA:
Oh, Banabuiê do meu encanto!
Tuas águas tênues, teus ipês sombrios, quanta saudade eu sinto!
Tua ingenuidade de menina moça, teu talento,
Saudades de ti pequenina eu tenho
De tuas ruas In-natura e pouco movimento.
De teu comércio ainda sem muito alento.
Ah, Banabuiê de seu primeiro intento!
Queria eu a ti voltar ao tempo,
E rever meu quintal às margens de quem te fizera Esperança
Aonde ainda eu criança
Brinquei com meus barquinhos de gazeta margem à margem
Então como Esperança.
Que rompe-me a maturação e faz migrar meus sonhos pueris
De crescer não ser criança
Se eu pudesse neste instante, verter minha ilusão adulta
Da inveja, da cobiça e do semblante
Dormiria eternamente
Para não emergir aos meus sonhos de infante
Tampouco sentir o odor nauseabundo de quem a ti.
Fez surgir o progresso itinerante.
Esperança é terra sem alma.
Não existe vida noturna, incentivo à arte/cultura, nenhum lugar de entretenimento.
É faca que não corta.
Talvez seja a única de todo Estado que nem água existe.
A CAVERNA DO PATRÃO
Esperança é terra sem alma.
Faca que não corta .
O distanciar da arte/cultura
Torna seus entes coxos.
Seu pensar formal
Sucumbe a sede de justiça
E a sede d'água
Coloca-a no limiar da escuridão.
Vertendo seu esperançar.
Beco da amargura
O beco dos anjos caídos
Por traz de boa esperança
Refúgio sepulcral da plebe
Não havia flores ou floro
Os guenzos ruminando lixo
Endeusavam suas vacas profanas
Engatados em suas graúdas ptoses
Nas noites de lua cheia.
Brava gente,
De alma branda.
A vida é (...)
Uma esperança.
Essa gente,
É o tempo que
Veste a sua beleza.
No devaneio das ideias
muitas emoções emergem
Na esperança incontida
os anseios se perdem
Nos crescentes pensamentos
o passado regressa
No atormento da intuição
daquilo que é promessa
Na fala insípida
o olhar sedento
o futuro é argumento
No olhar trivial da vida
o presente é a ação
do afeio do coração.
Faca também dentes,
E estamos todos perfurados,
De ódio,
De desespero,
De falta de esperança.
Dói-me muito.
Tomava altas doses de esperança, doses cavalares, e pra dificultar as coisas, não tinha pena de misturar. Drinks de suavidade, copos de gentileza, garrafas de charme. Ao preparar a refeição, era muito rigoroso. Uma pitada de temperança, duas colheres surpresa e uma de audácia.
Gostava de ser exagerado em 60% da vida, e os outros 40% eram mais serenos.
Porém aquele era um dia especial, tentava aceitar tudo com cuidado, perfeição e um par de taças bem representativas. Ao ouvir os cachorros, corre para a sala, apaga as luzes e com o abrir da porta ele diz: "Feliz 2 anos de namoro! Espero que não tenha achado o terno meio exagerado, eu juro que se achou eu desfaço tudo e vamos passar o nosso dia vendo TV"
Ela não conseguia responder, em sua mistura de lágrimas, risos e beijos. Percebeu que era só o segundo ano de toda vida ao lado da pessoa certa.
Tomava altas doses de esperança, doses cavalares, e pra dificultar as coisas, não tinha pena de misturar. Drinks de suavidade, copos de gentileza, garrafas de charme. Ao preparar a refeição, era muito rigoroso. Uma pitada de temperança, duas colheres de surpresa e uma de audácia.
Gostava de ser exagerado em 60% da vida, e os outros 40% eram mais serenos.
Porém aquele era um dia especial, tentava ajeitar tudo com cuidado, perfeição e um par de taças bem representativas. Ao ouvir os cachorros, corre para a sala, apaga as luzes e com o abrir da porta ele diz: "Feliz 2 anos de namoro! Espero que não tenha achado o terno meio exagerado, eu juro que se achou eu desfaço tudo e vamos passar o nosso dia vendo TV"
Ela não conseguia responder, em sua mistura de lágrimas, risos e beijos. Percebeu que era só o segundo ano de toda vida ao lado da pessoa certa.
Todas as manhãs eu me levanto com uma dose extra de esperança.
Eu entendo os que não conseguem, porque lá fora é tudo muito turvo, sombrio, e em maior intensidade, essa sombra tem aumentado com o tempo.
Acredito que como unidade de pessoa sou insignificante como uma formiga que nesse exato momento caminha por cima do muro, no outro lado do quintal e sem ser notada. Acho que o otimismo, a alegria, vem dos momentos em que contemplo as regras do universo, os pequenos mecanismos de uma roda, as pífias engrenagens de um todo que no final, tornam-se essenciais.
E sendo eu pequeno também, sinto que todos os dias recebo a oportunidade de ser algo mais, uma peça que vá acrescentar algo ao tabuleiro.
... O chicote que mim açoita
Não arde mais que minha esperança
A sede que me mata
Jorra água na minha perseverança.
"Nave Negreiros não tarda a chegar
Muitos morrem sem te encontrar".
