Poemas de Encontro
Mais um dia chegando ao fim e novamente te encontro em meus pensamentos.
Sinceramente essa dor de sua ausência, hoje, já não é mais acompanhada pelas lágrimas e sim por uma grande vazio: o da saudade.
Ando na contramão da certeza do fim, e, ainda espero seu amor como recompensa pela espera.
Queria tanto dizer
Da falta que me faz!
Mas quando te encontro,
A primeira coisa que vejo,
São letras grandes, que dizem: “Aqui jaz”...
Me perco te encontrando
E te encontro me perdendo
Te procuro dia e noite
E te acho escrevendo
Em cada verso escrito
Vejo que em mim está vivendo
Por mais que a cada dia
A esperança vá morrendo.
sinto o gosto da morte na tua boca...
busco um sentido para vida
que encontro são teus sonhos...
abandono meus sentimentos
apenas teu amor me consumiu...
doce gosto te beijei ate morrer.
Amar-te é perder sorrindo nos confins Do pensamento, deste horizonte sem fim...
Navego ao encontro do vento, Sinto a brisa ardente e Tua presença amada, e me entrego completamente dia e noite ate na madrugada...
As lágrimas são o mais vivo do sentimento, porque são o destilado da dor; são o mais encarecido dos louvores, porque são o preço da estimação; são o mais efetivo da consolação, porque são o alívio da natureza.”
Não importa se seu mundo tá caindo aos pedaços.
Quando você começa a ter mais fé, de alguma maneira linda a vida dá um jeito de ficar melhor.
No momento que me encontro com o Mar...
corpo e alma ...
se entendem...
se encontram...
se entregam ...
se transformam, de mulher, ...em menina...
de menina... em um ser deslumbrado
pela força, fé e amor...
de seu Criador... Deus !!
Fiz um café forte pra espantar meu sono. Ou o sonho com nosso encontro.
Dizem que um tempo longe de quem se gosta não mata ninguém.
Verdade. Principalmente se você souber o que fazer com a volta.
Meu problema é acordar.
Abrir os olhos e procurar em todos os cantos da casa vestígios ou resquícios da sua passagem. Saio do quarto, passo na sala, corro o olho na cozinha e logo acaba a varredura. Os poucos metros quadrados que dividíamos eram suficientes. O único coração que você ocupava também.
Uma pessoa nova é sempre mais interessante. É injusto comparar com quem já divide a estrada faz tempo. É tudo diferente. São novas descobertas, novos acertos e erros a serem cometidos. É mistério, enquanto o outro é apenas mais do mesmo. Pena. Sabe por quê? Porque, no fundo, nós deixamos cair na mesmice com perguntas rasas, gestos vazios e a promessa de que, lá na frente, tudo pode melhorar. Não, tem que melhorar hoje. A grama do vizinho é sempre mais verde porque a gente não consegue ver o que está embaixo do próprio nariz. Fica cego pra beleza da vida que tem e prefere sonhar com o que acha que deveria ter.
Não me procure nos lugares barulhentos.
É no silêncio da alma que me encontro.
Onde tudo se faz paz...
Eu me ajeito, eu fico.
E faço até moradia.
Perco-me em teus braços
E me encontro com tua alma.
Fundimos um só desejo.
Este de querer-te dono de
minhas vontades.
Não tente me aprisionar com suas palavras.
Minha alma é livre.
E nela só encontro PAZ quanto está em vôo.
Sentimentos aprisionados
causam sofrimento.
E para viver um intenso amor.
Basta ter equilíbrio.
A conseqüência dos atos.
Eternizam...
Ou apenas se vão.
Ritual das almas
Tudo se inicia no olhar.
Portal de encontro das paixões...
Um sorriso, um abraço, um beijo...
Embriagar-se no perfume que emana do ser amado.
Palavra para descrever o momento é o som ensurdecedor do silencia, do querer bem, do eternizar o momento.
É querer publicar no mural da vida que você tem um amor.
Na cumplicidade do calor dos corpos, unir-se para se tornar apenas um, e desfrutar em sua plenitude o verdadeiro amor, o verdadeiro ritual das almas.
Prazer esse que nem os anjos e arcanjos desfrutaram.
Por isso somos seres únicos e especiais.
É nesta ocasião, momento em que homem e mulher se tornam Deuses, fazendo aflorar a chama divina que habita em cada um de nós.
Para L.C
Acho que um encontro foi o suficiente e uma conversa ao telefone para que eu apaixona-se,nao sei se foi seu sorriso ou o fato de no primeiro momento em que o vi,meu coração parou não sabia se gostaria mim,mas no momento eu que me puxará e me beijaste,foste ousado rapaz!!!mas me ganhaste,seu ciume tolo mas lindo que me deixaste com sorriso bobo,seus olhos o modo como sorrir o brilho que emitem deles a maneira como é,seu jeito,eu nao sei o que ha de errado comigo,ou eu sei,mas se o errado for você que me deixa assim nao ligo de estar errada,ao me deixar no ponto de escrever meu pensamento e o que sinto nao sei o que pensar quando se trata de voce,e não importa se você esteja longe ou perto.O importante é que você exista para q eu possa sentir sua falta.Você nao parece ser real voce é como um verão indiano,no meio do inverno,como um doce com uma surpresa dentro!Eu queria poder esta olhando dentro dos olhos...
Isso nao é uma declaração de amor so quero que saiba o quanto bom e especial você é e nunca duvide disso nem mesmo por um segundo.
Não ha nada que eu mudaria,pois você é incrível exatamente como você é!talvez goste,ou nao,ligue ou nao se importe ou nao mas precisava ser escrito e dito e você precisa saber preferia que fosse uma carta mas hoje em dia é complicado,nao espero nada em troca...somente que leia e saiba que voce é capaz de tudo e agradeço me fez sentir o que a muito tempo achei impossível mesmo que tenha sido por instante.
Foi uma coisa de momento?não sei dizer mas jamais me arrependerei por ter escrito isso.É simples mas verdadeiro!
Com Carinho
Eu
“Nevoa da noite”
Vai o dia vem à noite ela se encontro em passo lento...
Caminha lado a lado com você como a nevoa da noite.
Caminhando sem destino sem saber aonde vais...
Perde-se nos caminhos sem saber o que fazer.
Olhando o infinito...
O tempo quebrado invade o canonizado lugar e ao amor deixa-se viver...
Somente o murmurar das ondas do mar... T
Talvez desta reflexiva via, meditação do seu coração.
Os mesmos fantasmas se cruzam pela praia, nos paradoxos repetidos entre a cobiça e o cego desejo...
Do seu coração.
Mas retorna devagarzinho pelas ruas vagarosas...
Caminhado sempre com os braços abertos para o mar, brancos e amarelos filigranados de tempo e sal, uma lentura durando no ar.
Segue o caminho do Norte...
A sua Ilha, os sinais e as sedas que ali se trocaram...
Nessa beleza buscam-se entregar na linguagem do amor.
Para ela alguns percursos mais, alguma linguagem submarina a impulsiona, buscando-te por entre negras enroladas sem suas cabeleiras arrepiadas...
Altas, magras, frágeis e belas como as miçangas...
O ver te pelos seus grandes olhos azuis.
Então diz no seu intimo:
Viajo meu amor, para tocar-esses búzios, esses peixes vulneráveis que são as tuas mãos...
É também como me sonho...
Coberta de turbantes e filigranas e uma navalha que arredondada já não mata...
É minhas oferendas de Java ouros e frutos incensos e volúpia.
Avivou-me a lembrança desse local e, pela meditação...
Buscou esconjurar «os fantasmas e paradoxos» do nosso passado, «de cobiça» que ultrajaram o chão insular...
Adepto o caminho do amor e dos sonhos, alçando o vôos através das asas da poesia
Nas poesias busca reencontrar «as raízes do afeto» e o mistério da sua própria vida.
Teus lábios como encruzilhada, caminho a ser percorrido.
Me perco e me encontro, doce confusão.
Ternura, afeto, como carinho almejado.
Seguras em meu pescoço e me envolve com teu abraço, sinto um sentimento queimando por dentro, como se minha boca falasse: - Beija-me.
Dialogismo
A corrente do mar mal arrebentou
E minhas palavras já corriam livres
Era o encontro segregado com o grão
Que do vento fingiu-se o dom
A metabolizar a gênese dos castelos que eu tive.
Desilusão
Um encontro sem contar...
Um olhar...
Uma paixão...
Adormecer...
Um sonho lindo...
Um acordar...
Solidão...
Um vazio no coração...
Apenas uma ilusão...
E eu que fui tão racional, encontro-me presa na tentativa de um suicídio passional, uma janela de oitavo andar com três lados pra pular.
Um lado eu já não quero mais, fica ao sul e jurei que se fosse pular, não voltaria atrás.
Na frente eu vejo um passado que sempre foi presente, mas se desmotivava ao ver o sul. Mal sabia o poder que tinha, o sul foi ocupado por sua falta de espaço, quer dizer, por ter expandido esse espaço pra tanta gente, tantos lugares... Hoje você faz uma festa interna e me convidou, será que vou?
Ao lado eu vejo a verdade, a própria sinceridade em forma de relevo. Veio no momento em que o sul precisava ser desocupado, de um modo sutil engraçado e com o cheiro da terra muito agradável. Se eu aqui acampar, corro o risco de fazer morada.
Hoje preciso dormir em algum lugar, não sei se é festa ou acampamento, sei que preciso residir, pois essa inconstância nômade emocional já me agonia. Eu quero um terreno pra chamar de meu, pra regar e fazer chover, pra plantar e conhecer até enquanto Deus quiser.
