Poemas de Chuva
Putz, pelo menos a chuva... é a chuva... Deixar ela levar com o vento esse pensamento, essa tristeza, leva leva, lava lava, me limpa a alma, me deixa só frio.. de novo...
O tempo estava ruim. O dia estava escuro, o sol tentava aparecer mas nunca conseguia. A chuva caia e parecia que nunca teria fim. O vento praticamente gritava por socorro. Mas o dia não era ruim. Era o dia da verdade. O dia que tudo que era real aparecia, que ninguém se escondia. Era o dia em que todos juntos formavam uma coisa só. Era o dia, que eu sentava e pensava. Era o dia em que eu não existia para ninguém. Mas foi o único de muitos no qual eu finalmente me senti viva. Sentia minha própria presença e eu não me incomodava com ela pela primeira vez na vida, foi o dia no qual eu não precisei de ninguém e que só era dependente do que a vida tinha a me oferecer. Eu esqueci de tudo. Eu também havia lembrado de tudo. De tudo que me fazia bem, e já me fez alguma vez. Foi um dia de nostalgia, um dia no qual não houve arrependimentos, foi um dia no qual o tempo estava ruim, um dia que a chuva parecia ser eterna e o vento gritava por socorro... E por mais que tudo parece errado, eu tinha certeza que pelo menos dessa vez, estava tudo certo para mim.
A vida é como um Rio, começa com uma pequena chuva e um aglomerado de árvores, quanto mais chove a água vai iniciando um processo e escolhendo os caminhos, as quedas que parecem uma dificuldade em um determinado momento, em um momento futuro a transforam em uma linda cachoeira, que vem fortalecer o rio.
Dia de sol ou de chuva, noite ou dia. Tempo livre, uma caneta na mão, um pedaço de papel, e minha criatividade.
E hoje, está um dia estranho. Nublado, com chuva, faz frio, talvez seja a tradução de como meu coração está... Hoje num exame de rotina, deveria ter solicitado que ao invés te retirar meu sangue, arrancasse meu coração, talvez ficasse melhor assim. Talvez.
Nós somos um conjunto das quatro estações: às vezes, estamos frios, tristes, seja chuva ou seja neve sobre nós, a esperança está tão no fundo que parece não existir. Mas o inverno passa. Chega a primavera, nossos corações se aquecem, a esperança começa a vir à tona, e a alegria também. O verão aparece para esquentar, para fazer algumas coisas ferverem, outras pegarem fogo ou, quem sabe, nada disso, mas, sim, nos libertar totalmente do inverno, algo que a primavera tentou, embora não tenha conseguido em sua totalidade. O outono é, principalmente, a época em que nos permitimos aprender, errar, evoluir; as folhas que caem são as nossas falhas, bem com os momentos bons e maus: elas caem, passam, para que novos momentos e novas falhas possam surgir, dando origem a outro recomeço. Assim é a vida. Altos e baixos. Mas ela não é exatamente um ciclo. Essas estações, enquanto dentro de nós seres humanos, não ocorre nessa ordem. Algumas duram mais, outros duram menos; algumas tomam conta de grande parte de nossas vidas, outras nem perto disso. Então, independentemente do que pode vir a acontecer, é preciso fazer escolhas, pensando nos outros, mas, especialmente, em nós mesmos. Sua vida, como já dito, é sua, e ninguém mais deve, ou deveria, ter controle sobre ela.
O sol desapareceu, as nuvens escureceram, a chuva está caindo, e você não sai do meu pensamento. É assim que estou, fechada! Calada! Angustiada! ... Um grande temporal na minha vida...
Sempre tem o sol pra aquecer, sempre tem o vento pra refrescar, sempre tem a chuva pra molhar e sempre tem o amor e a esperança, que as vezes se escondem, as vezes adormecem, mas são descobertos em um simples olhar, e existem para dar sentido a vida.
E quando amanhece, céu azul, dia lindo, eu lembro...E quando o entardecer nubla, e a chuva cai forte, entre trovões e clarões, eu lembro...E quando a noite vem amena, com a lua em suas varias fases, eu lembro. És o amanhecer iluminado, és tempestade e tempestuosa, és noite com mistérios e sonhos...Haaaa, quem dera pudestes tu entender o que se passa cá dentro so por lembrar de ti! Mas destino insano quiz levar teu coração, teus sonhos a outros portos...Que estes te acolham e deem a ti, o que ha em mim...E mesmo com o passar do tempo, com a inquietante ausência, com a falta so som da voz, ou meu silencio em dizer seu nome...Lembrarei!
Banho de Chuva
Abafa! Sou da época de filhos não protegidos, sou da época de pés descalços, comer com a mão, ir solta no banco de trás do carro, Banhos de chuva. Uma das coisas que mais sinto falta é de banho de chuva, escorregar na cerâmica do pátio da casa dos meus avós, brincar, cantar e correr na chuva. Isso não fazia mal, não tínhamos pneumonias por causa disso, tampouco gripes, resfriados ou viroses, não sei porque éramos mais saudáveis que a geração atual, quando mais pinotávamos, mas fortes e robustos nos tornávamos. Talvez porque a industria farmacêutica lá de casa era chá, limão e alho e um caldo de caridade que levantava até defunto. Nada de tilenol, dipironas, doril e essas coisitas mais, nada de xaropes e descongestionantes nasais, a cura era chá, chá insuportável, chá que éramos obrigados a beber sob vigilância paterna ou sob ameaça de surra ou palmada ou castigo. Chá tomado por bem ou por mal. A vida era menos cheia de nãos, não pode, cuidado, isso não, eram palavras pouco usadas, o que não podia era aceitar bombons de estranhos, o que não podia era conversar com estranhos, o que não podia era se afastar dos pais ou beber alguma coisa oferecida por alguém. Isso não! Nunca! Era perigoso. Hoje os perigos são outros, os perigos são alguns amigos virtuais, os perigos é o descontrole internetário.
Já se passava das duas da madrugada, não se houvia nada, apenas as gotas da chuva que caía. Era como se fosse músicas para meus ouvidos[...] Sentia uma dor no estômago, mas não sabia o que era. Parecia que borboletas voavam dentro da minha barriga. Seria dor de amor ? Certamente que sim. O coração batia lentamente, quase parando. Mas é incrível que quando algo lhe relata ele se transforma em uma maquína cardíaca, acredita ? (...) Acreditar, essa é uma palavra que corrói a minha mente. Cada vez mais as coisas vem ficando mais dificil, sei que não posso desistir, e nem vou. Na vida somos obrigados a tomar decisões, quer dizer, no meu caso seria algumas " escolhas indecisas." A cada dia que se passa há um novo desafio, uma nova busca, um novo conhecimento. Uma nova amizade, um novo inimigo, um novo amor, alegrias e tristezas momentaneas, mas simplesmente inesqueciveis. Momentos que nem o tempo pode apagar [...] Pensamentos lunáticos, Fantasias, Loucuras, doces ilusões predominam em minha mente. Vivo num mundo que não é meu, um mundo onde todos praticam o "altruísmo" um mundo onde pelo olhar das pessoas cabe lhe a bondade. Vivo nesse mundo porque tenho medo da realidade.
Tento não ficar na janela, esperando a chuva passar, sonhando com o que eu poderia ser ou se eu ainda posso ser feliz !
Sentir,e te-los junto comigo é como estar em uma chuva forte com um guarda-chuva frágil,eu posso me molhar muito e ficar resfriada,entende?Se eu não controla-los eu vou me ferir,tomara que essa chuva de sentimentos seja passageira e logo logo vem o sol de certezas dentro de mim,assim a chuva de sentimentos incertos se vão e o sol volta a brilhar como sempre deveria brilhar.
Os dias correm como a chuva ao cair, a vida muda constantemente e nem percebemos, o tempo passa sem nem mesmo avisar, mais o amor, ah o amor permanece ate nas mais dificeis tempestades da vída, ele é o alicerce de todos nós, com ele temos toda força necessaria pra ser feliz, e encontrar um sorrizo no meio de tantos problemas, por isso quero sempre o meu AMOR perto de mim... Obrigada por ser sempre o motivo dos meus sorrizos, eu te amo!
“Já me afoguei no dilúvio, não tenho medo da chuva, e muito menos temo a tempestade, se preciso atravesso o mundo nadando...”
