Poemas de Ausência

Cerca de 4708 poemas de Ausência

Espero não estar sozinho nesse mundo
Com tantas incertezas; tantos mistérios
E mesmo não os conhecendo eu sempre amarei vocês
Meus irmãos.

Inserida por daniel_melim_gomes

Paz é um estado de espírito,
Não há paz quando você deseja, pois se esta desejando é porque não esta em plena paz.
Paz é um silêncio bom, é um sentimento que tudo está bem, que tudo flui na medida que tem que fluir.
Paz é aceitar o que vem e aprender com as lições que chegam.
Paz não é contemplar, pois se contemplar estará fazendo algo... e paz não é fazer.
Paz é a plenitude é sentir a luz interna percorrer todos as células do seu corpo.

Inserida por giovanabarbosac

E de repente você percebe q a família numerosa , já não é mais a mesma!!
Aquele Natal/ Réveillon numeroso de família crescendo , já não existe mais .
Cada um tem um motivo ,cada um pra um lado vai ...
Os filhos(as) casam e escolhem a outra família pra ficar
A matriarca viva ainda é o motivo de sempre juntos estar .
Viajar vem a ser o melhor motivo ou estar com os amigos são mais importantes que estar em família .
Percebe se então que os anos passam e a união vai se acabando não somente pelas perdas de morte . Mas também pelas perdas causadas por motivos mais relevantes dentro de cada família em particular .
E então na ceia de Natal ou de Réveillon você percebe que *as ausências* vem a ser *os pratos principais* 😥😥

Inserida por elisbianchi

⁠UMA FALTA EXCRUCIANTE

Guardo você em minha memória e em meu coração.
Seria mais fácil esquecê-la, mas apagá-la de mim é impossível.
Penso todos os dias em cada detalhe do seu belo rosto. Como era mandona e extremamente inteligente.
Você me faz uma falta excruciante.
Olho ao redor, e percebo que tudo me faz pensar em você!
Você iluminava minha vida, e eu te inspirava a ser alguém melhor! Nunca te vi tão risonha, tão amável, compartilhando histórias, permitindo se abrir para o mundo, como quando estávamos perto...
Tua ausência hoje me desconcerta.
Penso nos teus olhos puxadinhos, que me hipnotizaram, e como eles iluminavam meus dias.
Sinto falta da tua risada espalhafatosa, e dos teus cabelos dourados.
Podíamos ter sido algo mais e ter ido muito além.
Me martirizo todas as manhãs por não acordar ao teu lado, e ao abrir os olhos não contemplar teu sorriso de menina.
Tínhamos uma tela limpa, pronta para ser preenchida com novas cores.
Eu te quis como a rainha do meu castelo, a mãe dos meus filhos e a dona do meu coração.
Mas você nunca me amou como eu te amei...

Inserida por deborahpaledzki

⁠A saudade vai e vem, as horas passam sem parar, e vontade de te ver parece que nunca irá cessar...

Aí Irmã, se eu soubesse que teriamos tão pouco tempo, se seu soubesse o tamanho da sua presença, talvez hoje eu choraria menos o tamanho da sua ausência.

Inserida por Brunawotkosky

⁠
Além das Ondas

Em horizontes distantes, busco abrigo,
O vento sopra, acariciando o mar,
Entre lembranças e suspiros antigos,
Um vazio que persiste em me acompanhar.

Planos tecidos com fios de ilusão,
Olhares compartilhados na mesma direção,
No silêncio, o eco daquela conexão,
Um sentimento etéreo, uma eterna recordação.

Os passos do tempo, em descompasso,
Deixando marcas de saudade e desalento,
Mas em cada brisa que toca meu rosto,
Encontro força para seguir adiante, no momento.

Cuidar de mim, em meio às lembranças,
Encontrar a paz no abraço do horizonte,
Uma ausência silente que enlaça esperanças,
Enquanto a vida segue seu curso, passo a passo, monte a monte.

Assim, nas entrelinhas desse poema escrito,
A dor de uma perda, palavras não ditas,
Aos olhos sensíveis, o significado é descoberto,
Uma história de amor eterno, onde a presença se agita.

Inserida por francisco_dantas

O muro
Ergueu-se imponente outra vez
Pois dantes por mim derrubado
Agora me fita em silêncio cruel
Com tijolos frios e passado selado
O que um dia tornou-se ruínas
Assombrou-me com sua ausência
Vulnerável ao vento frio da noite
E a solidão soprou sua sentença
Eis que ergue-se por instinto
Pois caído ao chão não protegeu
Recolhe triste os cacos do tempo
E guarda a dor de quem cedeu

Inserida por In_finitys

[...]
⁠Prenda-me,
em teu silêncio
e verei ricamente,
teus esplendores
*
Prenda-me,
Em tua coragem
Porque parte de mim
Não sabe lidar com a dor .

Inserida por AllamTorvic

DELETE

Acredito que o tempo e a distância são os melhores mestres..., através deles podemos conhecer, aprender e discernir.
Num mundo onde as pessoas são esquecidas, as amizades estão desnecessárias e os amores são rapidamente substituídos, o que mais podemos esperar?
Nada!
Senão a opção "Delete"
Delete o que não te faz feliz.
Delete o que não te traz paz.
Delete quem não se lembra.
Delete de sua vida a pouca importância.
Os abraços de urso.
E o carinho barganhado.
Delete o prazer sem o mérito da conquista.
A Ignorância do ego ferido.
Delete pessoas, pensamentos e lembranças.
E diante do descaso, delete até a esperança.
Delete a incerteza e a ansiedade pelo futuro.
O rancor e mágoas passadas
Transforme as promessas falidas
Na real convicção de uma vida descomplicada .

Rê Pinheiro

Inserida por RegianePinheiro

Se você está carente de afetos, de carinho, de alguém que te acalme ou apenas segure em tuas mãos, nem pense em buscar, tentar encontrar num num outro ser a tentativa de um relacionamento.
Porque você estaria fazendo a mesma besteira de ir ao supermercado com fome, você acaba pagando um alto preço, porque a carência em grande potência é como a fome em ambos casos o que você quer é que algo te sacie e aí meu caro. Ferrou!
Se lembre de quantas vezes entrou no supermercado morrendo de fome, naquele momento qualquer porcaria serve.

Inserida por RegianePinheiro

⁠De que tempo falo


Falo de um tempo sem data,


e dele me reinvento.


Do que hoje verso em mim já houve.


Foi o melhor que colhi e ainda planto,


o que amanhã é passado.


Assim semeio:


O que é ausência e o que reparto

Inserida por carlosdanieldojja

⁠Garimpar o Olhar da Alma

O garimpeiro ora a jazida.

O jardineiro colhe a flor da terra.

O pescador se faz rede de enlaces.

O que você faz?
- Eu avisto tempos com a sagração das palavras.

E o que lhe dizem as mesmas?
- Me ensinam a pensar silêncios e a descosturar ausências.

Então te sente bem eu nada ver de concreto?
- Tudo o que eu pressinto me será nascido ou repartido.

Mas como é nascer após já ter vindo ao mundo?
- É colher-se revelação e não ter-se assombro da existência.

Pois bem, nada temes, presumo?
- Ao contrário, receio os seres que não vêem com a alma.

Mas para que servem os olhos?
- Para elaborar estéticas.

É na alma que o olhar depura as essências.

Inserida por carlosdanieldojja

⁠" A água que almeja ser rio necessita adentrar-se.

Era assim que nesse tempo,

Eu me acontecia de querer-te.

Eu me morria de não estar em ti.

Eu me vivia, quando não me tocava, tua ausência".

Inserida por carlosdanieldojja

⁠"...Era assim que refundava-me em teu tempo.

Eu me acontecia de querer-te.

Eu me morria de não estar em ti.

Eu me vivia quando não me tocava tua ausência..."

Inserida por carlosdanieldojja

⁠Carrego as marcas do racismo e a dor de não ser visto, a saudade da minha mãe e a solidão de quem busca respostas na própria mente. Mas também sinto pulsar a força da reinvenção, o alcance infinito da polimatia, e como aprendi com a Dra. Shaira Zion, o alento da minha - quarkiana, leptônica e bosonica - fé. Faço do meu trauma um testemunho; da minha dor, símbolos; da minha perda, poesia.

Talvez um dia minha tristeza dê dinheiro, o triste disso... é que talvez não esteja mais vivo, mais triste que é isso, é pensar (as-sim) nisso.

Inserida por omagodaspalavras

⁠...aí o Lex Noir disse:

Talvez um dia minha tristeza dê dinheiro. O triste disso... é que se isso acontecer... talvez não esteja mais vivo. Mais triste que isso... é pensar (assim) nisso.

Inserida por omagodaspalavras

⁠Quando alguém morre, quase sempre as pessoas tem algo de bom a dizer sobre este alguém. Pode também alguém ter o mau gosto de falar algo mau sobre quem se foi em um momento de luto. A morte tem a saudade como efeito colateral. De repente uma vida termina. Muitas vezes, uma biografia é ceifada no apogeu. Lares em luto e uma ferida de ausência que só vai se prolongar por quem lhe tinha verdadeiro afeto.
A dor, agora, é de quem o(a) amou e ficou.
Quando eu me for farei falta? Que falta faria a minha vida? Serei exaltada ou criticada? A minha ausência pode ou não provocar dor, mas o mais importante é refletir sobre minha presença agora.
E sigo viva sem saber até quando questionando-me: qual o significado da existência?
"Morrer é inevitável; viver bem é uma arte diária."
Por favor, se importe em vida.

Inserida por JaneSilvva

⁠⁠Somos um eterno devir.
As mesmas coisas que eram dignas do nosso afeto ontem, podem não produzir sentido nenhum em nós amanhã.

Pois se em um dado momento somos presença, no momento seguinte podemos nos tornar ausência.
Em um dia somos especiais, no outro não significamos mais.
Um dia somos presentes, em outro história, depois uma vaga lembrança e depois esquecimento e nada mais.
Então o esquecimento assim como a indiferença, se torna um tipo de morte símbólica do valor externo que um dia ilusoriamente demos ou tivemos. E somos enterrados e enterramos simbolicamente todos os dias alguém cuja história não acompanha o nosso próprio desenvolvimento.

Inserida por LucyMel21

⁠#PALCO

As estrelas pintadas pelo poeta...
E o beijo do vento que de longe vem...
Aplaca a saudade que atormenta...
Daqueles que um dia o quiseram bem...

Quisera o poeta...
Sempre e mais sonhar...
Voltar outrora...
Inútil...Sabe ele...
O passado não está mais lá...

Em sua vida não há pressa...
Não há para onde correr...
Apenas deseja o bem...
E ser feliz em bem viver...

O poeta um dia amou...
Mas foi um amor transloucado...
Não foi seguro e confortante...
Efêmero também acabou...

Hoje apenas um vago ruído...
Do que foi e passou...
Guarda no fundo da alma...
Uma vibrante música...
Quando os deuses partiram...

Passeia sobre as estrelas...
Modo de alcançar o céu...
Onde cairás morta a flor de sua infância?
Inocência que foi ao léu...

E agora...
Na pura ausência das coisas...
Na madrugada um palco por abrir...
Segue desejando a lua...
Nas estradas da vida por aí...

Sandro Paschoal Nogueira

facebook.com/conservatoria.poemas

⁠Em plena angústia aos solavancos do destino...
Sigo e pergunto ao vento e à rua onde anda você...

E por detrás de cada esquina
e por detrás de cada vulto...
O vento traz a voz de um a voz de outro, mas não traz a sua...

Ouço gritos ao longe...
Que a madrugada recolheu as vozes...
Senti dentro de mim o tempo a criar silêncio...
Já não sonho...
Meus sonhos tornaram-se poeira no tempo...

Perdi a vaidade...
Amei sua partida...
Mas agora sofro...
Pela sua ausência...

A ver no mundo seco a dura e seca realidade...
Pensei coisas profundas...
Onde deixaste a marca dos teus pés...

Não quero ser quem sou...
Se não for contigo...
Já sou entrado em anos...
E tanto sinto...

No coração não sinto pesar tanto...
De inda puro sonhar...
Te espero...
Me dê uma e outra vez...
O seu olhar...
Te espero...

Sandro Paschoal Nogueira