Poemas de Amor Abandonado

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Solidão...da humanidade natural condição.
Solitária toda pessoa... do mundo afastada
dentro de si fechada...

Uma redoma,
uma cabana,
um deserto...
só, sem ninguém por perto.

Um viajante solitário
refugiado, isolado,
na natureza morta
encontra um teto,
sente-se abrigado.

Abandonado de todos
segue o solitário...
atarefado
pra não se sentir tão abandonado.

O silêncio indesejado é um mal para a alma.
O coração fica pesado e a mente não conhece mais a calma.

Sozinho na multidão nada me alegra,
Sem você em minha vida seria melhor eu ser uma pedra.

Seu sorriso é um farol, um chamado para a paz,
Sem ele, ser infeliz é só o que sou capaz.

Não me importo em não te ter,
Só não quero te perder.

Inserida por ddoginfrench

DESPREZADOS E ESQUECIDOS

José é esquecido por quem ajudou:
“Lembra-te de mim, quando te for bem” (Gn 40:14).
“Não se lembrou de José; antes, se esqueceu dele” (Gn 40:23).

Jesus é rejeitado 🙅‍♀️ 🙅‍♂️ pelos seus:
“Não há profeta sem honra senão na sua pátria, entre os seus parentes, e na sua casa” (Mc 6:4).

Homem que ajudou foi esquecido:
“Livrou aquela cidade pela sua sabedoria, e ninguém se lembrava daquele pobre homem”:
Sabedoria desprezada - Ec 9:15

Judá e Tamar (Gn 38) - esquecida pelo sogro

E se Jesus foi desprezado e esquecido, e se a sabedoria foi desprezada e esquecida, e se grandes homens de Deus foram desprezados ou esquecidos, e se mulheres bíblicas foram desprezadas ou esquecidas, por que nós não?!!!

Bom é pedir fortalecimento a Deus quando essas fraquezas chegarem porque sempre chegam, em algum momento da vida.

www.monicacampello.com.br

Inserida por MonicaCampelloAutora

Nem ali, nem aqui, nem em parte alguma...
de nenhum lugar... de lugar algum
segue solitário entre brumas
desesperançado o exilado.

Exilado,
expatriado,
de sua própria terra desterrado.

Num barco abandonado,
de tudo afastado,
degredado,
condenado...
sou eu sem você ao meu lado.

Inserida por RosangelaCalza

Olho as lentas nuvens no céu....
olha, aquela parece um chapéu,
um elefante, um gigante...
que muda de instante em instante...

E assim sigo eu,
como as lentas nuvens do céu...
de chapéu, sem chapéu...
do tamanho normal
vivendo uma vida pra lá de normal.... bem real.

Deito na relva macia,
lembro de como era um dia
quando você me dizia
que pra sempres sua eu seria.

O céu continua azul...
teve seus dias cinzas e tristes,
derramou lágrimas
mas não guardou nenhuma mágoa...

E eu? Tive meus dias cinzas.. tristes,
sem esperança, sem alegria,
acreditei que não valia..
não queria
viver mais um dia, nem outro dia...
chorei, sim lágrimas e lágrimas derramei.
a alma lavei...
e mudei...
hoje meu coração de você limpei,
tudo o que era seu transformei
o mundo em mim renovei...
sombras e passado, tudo apaguei...
deixei lá atrás tudo abandonado...

Estou indo pra outro lado... do lado de lá... do mar
há alguém a me esperar :)

Inserida por RosangelaCalza

Quando ela volta

Lá vem ela sorrateira…
Matreira silenciosa
Acreditei que de mim já te tivesses esquecido
Após tantos anos em que caminhaste amparada em mim
Ou, antes seria, eu amparado em ti? Nunca saberemos.
Hoje sentir-te aqui dentro de mim traz tudo de volta
Mal não seria que fosse apenas o passado envolto em sonho
Mas, tu não! Chegas completa e desnuda-me.
Traz-me todo nosso passado desfeito escrito no belo
Envolto em toda nossa amargura do dia em que resolvestes partir
E eu aqui, ainda hoje, anos depois vivendo de pós, sonhando por nós
Qual será o tempo que de mim tu desistirás, eterna amargura?
Tomai os fantasmas de mim em outros amantes que chegam
O tempo cansado me fez. Triste caminho em busca de nada… vagueio
Não sei descrever a partida, talvez teu desenho
Á partir da foto que passada, detenho, retenho e vejo teus olhos
Quando ainda me tomavam na cumplicidade única dos que amam
Ainda que com medo
Assim é meu amor. Não dói, não faz mal relembrar
Reviver!...
Saíste de mim, mas não te levaste completo
Não dói reviver, porque nosso amor
Embora ferido
Por nós, nunca foi envenenado
Talvez por isso, ainda hoje, contigo converso a sós
No silêncio amargo da minha tumultuosa solidão

Adilson Santana

Inserida por AdilsonSantana

⁠PAI ou MÃE abandonados pelos/as filhos/as em lares em plena PANDEMIA 2020

Já viste o que é não andares a ver;
Se os corpos dos teus internados PAIS;
Andam tão limpos, como o teu por tais;
Andou, logo a partir do teu nascer!

Já viste, que se hoje ainda por cá andas;
Foi por não teres sido abandonado;
Por esses quer um quer o outro coitado;
Que agora abandonaste em essas bandas.

Por isso vai depressa, filho/a fraco/a;
Quanto mais rápido possas correr;
Buscar O em pandemia abandonado/a!...

Porque se ELE/A lá for por ti deixado/a;
Certamente por tal, IRÁ MORRER;
E nem vestido vai, mas sim num SACO/a.

Por FAVOR não abandones ESSAS “pobres” criaturas, que te fizeram, criaram e nunca abandonaram, mas se tal resolveres mesmo assim fazer, guarda BEM para ti a roupa e os sapatos que ELES nem sequer poderão levar; e não te esqueças ir chorar para o funeral (caso tal ida te seja permitida), tal como de que se agora “filho/a” és, “pai” ou “mãe”[mas para teu bem, oxalá que não] serás, (…).

Inserida por manuel_santos_1

⁠Louco
*Ju Assunção*

Louco passa muito sufoco
Fala pelos cocos
Vive na imensidão
De tão grande solidão

Maltratando, humilhado...
Várias vezes já foi surrado
Sempre julgado e
Nunca apoiado

Te deixam de lado
Esse é o seu legado
Passa frio, passa fome...
Talvez nem sabe o seu nome

Vive uma realidade
Onde perde sua dignidade
Mesmo sem maldade
Essa é a sua verdade!

Inserida por JuAssuncao

Solitário
Como um lobo solitário
vago pelas ruas da cidade.
As estrelas, à noite, são meu guia.
O vento, durante o dia.
Becos sem saídas.
Esquinas apontam nenhum lado.
Caminhos errados.
Um cão abandonado.
Memórias de memórias.
Sentimentos no passado afogados.
Falta-me identidade.

Inserida por RosangelaCalza

⁠ Vazio

por mais que tente
por mais que faça
ainda não é
ainda não passa
ainda não consigo
ainda não alcancei
se tudo que te dissesse
fosse oq pensasse
não mudaria só isso
mudaria as fases
pensarias em frases
mudarias de rumo
a vida e um ciclo
que se quebra
que se muda
q te fere
arrogante e intrigado
sigo triste por demasiado
alcançado e despedaçado
mudado e enfeitiçado
sozinho e abandonado
não por eles
não por convés
não por elas
por si só
a alcunha de tristonho
o persegue a medida que sobe
a medida que machuca
a medida que não te passa
ó vida pq me julga
se te enalteço
se não posso
não irei
não farei
não conseguirei
sozinho desistirei
se rimo não penso
não ajo
sozinho existo.

Inserida por Akaaat

⁠Uma criança pobre, abandonada e
rejeitada foi indagada pelo juiz em
certa audiência:
– O que você quer ser na vida quando
crescer, menino?
– Quero ser juiz para cuidar das
crianças pobres! – respondeu a criança
pobre.

Inserida por jorge_gomes_da_mota

⁠Ah...
Essas conversas de botequim...
Sem princípios...
Sem meios ...
Sem fim...

Só gente e coisas...
Tudo misturado...
Com ares fétidos...
Com fumo e álcool...

Que matou?
Quem violou ?
Quem queimou e quebrou?

Os copos balançam...
No ritmo dos corpos...
As línguas enroladas...
Cadê o bom moço?

Algum homem digno de ser possuidor?
Do que é oferecido?
São assim o sol, a lua, as estrelas proibidos?

Escolham novos amantes...
Como tragam suas bebidas...
Bêbados...
Babando ...
Contando suas feridas...

O bom não é bom, a não ser
que mil coisas o possua...
Escondem a aflita dor...
No fundo dos copos das bebidas...

Uma certa quantidade de gente à procura...
Perdendo-se entre vozes altas e lamúrias...
Enquanto aparecem os poetas à procura...
De também esquecer suas desventuras...

Amor querido...
Quando teria eu interrompido esse sonho feliz?
Mesmo por ti abandonado...
Entre os ébrios...
Ainda te quero bem...

Olhe-me nos olhos...
E por favor...
Por favor...
Não vá embora...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠Quando a fé é abandonada,
um vazio se instala,
e o espaço deixado,
é preenchido pelo ego que fala.

Inserida por fabiocabral

Nada muda
Serve-se Pinot Grigio, Cabernet Sauvignon
Ou algo tão sofisticado
Que ninguém consegue pronunciar
Mas você, meu amor,
Pertence ao mundo sem rótulos
Que eu também quero para mim
Então vem.

Sem rótulos"in "Aquário de Amor"

Inserida por alexandra_barcellos

⁠Entre perdas e danos,
escrevia poemas a rodo
no livro de sua vida,
um desengano
Enganou-se sozinho,
pleno de ilusão,
nunca teve, nunca foi seu
aquele coração
Não soube distinguir
qual era a verdade,
nem perceber que ela
tinha-lhe apenas amizade

Inserida por neusamarilda

⁠Pensamentos esparsos vagam pela minha mente,
sem saber aonde aportar.
Pego-me, então, lembrando de nossos devaneios e aventuras.
Sinto-me seguro. Seguro?
Sim, de saber que em você posso confiar,
E os mais íntimos dos meus segredos.
Dificuldades passamos, com certeza,
Mas também a certeza de que com elas crescemos,
Graças a Deus!
Agora, nestas resumidas linhas,
Tento lhe convencer dos meus sentimentos. Que sentimentos?
Aqueles que nos fizerem chegar até aqui,
Vencendo a tempestade e ancorando em porto seguro.
Para o futuro uma única reclamação:
Amar você!!! (sempre)

Inserida por SENORTREZE

⁠“É sobre a sintonia das nossas almas
A guerra dos nossos egos
A forma como a gente se machuca e se ama
Em proporção parecida
É sobre viver
Ferir
E ser ferido
É sobre o pedaço do meu coração
Que pertence a alguém
Que não sou eu.”

Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim...
E ter paciência para que a vida faça o resto...

Há certas horas, em que não precisamos de um amor...
Não precisamos da paixão desmedida...
Não queremos beijo na boca...
E nem corpos a se encontrar na maciez de uma cama...

Há certas horas, que só queremos a mão no ombro, o abraço apertado ou mesmo o estar ali, quietinho, ao lado...
Sem nada dizer...

Há certas horas, quando sentimos que estamos pra chorar, que desejamos uma presença amiga, a nos ouvir paciente, a brincar com a gente, a nos fazer sorrir...

Alguém que ria de nossas piadas sem graça...
Que ache nossas tristezas as maiores do mundo...
Que nos teça elogios sem fim...
E que apesar de todas essas mentiras úteis, nos seja de uma sinceridade
inquestionável...

Que nos mande calar a boca ou nos evite um gesto impensado...
Alguém que nos possa dizer:

Acho que você está errado, mas estou do seu lado...

Ou alguém que apenas diga:

Sou seu amor! E estou aqui!

Desconhecido

Nota: Apesar de muitas vezes atribuído a William Shakespeare, não existe qualquer referência a esse texto em inglês, a língua materna do autor.

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Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos.

Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles... Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências…

A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Essa mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida. Porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles!

Eles não iriam acreditar! Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação dos meus amigos, mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não o declare e não os procure.

Às vezes, quando os procuro, noto que eles não têm noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.

Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado. Se todos morrerem, eu desabo! Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles e me envergonho porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem-estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.

Por vezes, mergulho em pensamento sobre alguns deles. Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer… Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos e, principalmente, os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus verdadeiros amigos.

Paulo Sant'Ana

Nota: Crônica intitulada "Meus secretos amigos" publicada por Paulo Sant'Ana no jornal Zero Hora de 15/04/1994 e que faz parte do seu primeiro livro "O Gênio Idiota". Muitas vezes atribuída, de forma errônea, a Vinicius de Moraes, sob o título "Amigos"

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