Poemas curtos que encantam em poucos versos
(...) Ainda sentada à sombra da laranjeira, pensando em como será, ou como deveria ser, ou como esta sendo; como é.
Ainda atormentada de emoções distintas, eu pedia que todos se afastassem. Naquele momento senti que representava algum perigo.
E pra alguns, eu ainda vou ter que esconder meus sentimentos, pelo simples fato, de nenhum deles, realmente se preocupar comigo.
Por quê, além da “forme” ainda precisamos do prazer da “degustação”? Uma é para nos manter. Outra para nos fazer crescer... pros lados.
Aquele que traz na alma, ainda que, um pequenino raio de sol...jamais se perderá nas noites escuras e sem luar.
No infinito tudo terá chegado ao fim, tudo se acaba. E se ainda existe o infinito, estamos salvos... ainda não chegamos nele.
Eu ainda acredito na força das palavras. Qualquer palavra dita com sinceridade me espanta, me alegra ou me entristece.
Não contrarie seus princípios. Não dormirás o sono leve de sempre. E ainda machucarás o teu coração.
Que essa saudade que me consome se transforme em alento para esse choro que ainda insiste em me tirar o chão.
Era tarde e ainda ouvia-se o som da madrugada, aqueles carros passando, pessoas conversando quebrando o silêncio da noite. Desço, saiu a vagar em busca do que ficou pelo caminho, talvez na calmaria os sentidos voltem ao lugar e dentro processe o que fora já não há mais o que encontrar.
Já fui roqueiro, já fui emo, já fui skatista, já fui moderninho até descolado, mais ainda acho que a tribo, mais legal é ser normal, pouca pessoas são e nisso acaba sendo divertido
As pessoas ainda conspiram ao nosso favor, e muitas vezes são aquelas que não esperamos nem se quer uma gentileza.
O destino final do homem é de tal modo investigativo que já se passaram séculos e séculos e ainda perquire neste caminho sem volta.
Ter amigos, relacionamentos mais íntimos ainda é bom, porem, entretanto, todavia, não há pessoas que te façam tão feliz quanto sí próprio.
