Poemas com Rimas de minha Rua
As rimas que escrevi, as letras que falei, palavras que cantei, música que escutei, sentimentos que senti, silêncio que gritei, vontade que calei, desejo que ocultei, frases que guardei, saudade que lembrei...foi você quem mas amei !
Moça, teu corpo tem mais rimas que o mais lindo poema, e a cada olhar é um verso, e a cada sorriso é mais uma estrofe. Me perco nas linhas que são as suas curvas, mas me acho no título que dei a você. Você é um alfabeto inteiro, é única de A a Z. É como se você fosse uma palavra difícil: não é qualquer um que lê. É como se fosse um livro. Um livro com uma bela capa, e surpreendente por dentro. Eu me orgulho por ter aprendido a ler rápido, pois consegui achar rimas e sinônimos, enquanto muitos só lhe ofereciam antônimos. Não precisei de falas e textos prontos, pois o que eu precisei fazer, foi ser um bom leitor. Além de ler-te, eu pude escrever também, acrescentando as minhas próprias ideias, deixando a minha marca em sua mente e em seu corpo. Me tornei um ótimo escritor, pois escrevia do meu jeito.
“Nem só de rimas vive a poesia. Para poetar é necessário muito mais do que palavras. O poeta carece de sentimentos para que os sentidos sejam transformados em palavras. E as palavras são encontradas no amor ágape. Este sim inspira leigos e loucos. E foi assim que abalroei no seu olhar. Fonte de inspiração do meu caminhar e o mais áspero influxo do meu poetar”.
Viver as vezes parece ser brincadeira de rimas e fingimento. Não vivemos tudo que escrevemos, tampouco escrevemos tudo que vivemos.
Minhas rimas cansadas não são as mesmas. Preferia quando criança, que qualquer final igual me fazia sorrir.
Não quero a poesia da vida morna. Quero as rimas sem métricas do teu corpo de mulher, cujas expectativas deixam o sangue em profusa ebolição.
Carlos Drummond de Andrade uma de minhas maiores inspirações... suas rimas são facinantes assim como seus poemas que cativam e envolvem, muita gente e embala ainda muitos casais'....Sz'
Os olhinhos pequenos apareciam pelo o canto da porta, tão engraçadinha, cheia de rimas, sorria e dizia amor em voz alta, contava até três pensando de vez no teu português. Soltava os cabelos pelo ar, sem se importar, os penteava e ria, ria com gosto cheia de dizeres, sem graça batia as palmas, sonhava e gritava, entre segundos ou milésimos, não sabia o tempo certo, nem se importava, estava livre, leve, solta, jogava-se pelo vento, "anda bonito e tem um brilho no olhar", engasgou-se em risos. Vinha e ia, para lá, para cá, tão indecisa, nunca sabia o que queria, uma hora ria e ria outra não se podia entender "engraçadinha e complicada" pensou ela mais uma vez. E quando as palavras iam se esvaziando de sentidos, os contos, as poesias e os poemas cheios de ritmos, tudo ali incompleto diante dos teus olhos, tava faltando graça, tava faltando amor, escreveu pela tarde toda, chorou algumas vezes, mas escreveu, tão simplista e maravilhoso. Choveu forte nas palavras, os sentimentos a deixavam assim, era tão doce como mel e tão amarga ao mesmo tempo, sua acidez dissolvia as tuas dores mais impertinentes. Cheia de prosas e encantamentos, tentou e rimou mais uma vez, levou, beijou e amou. Entendeu, compreendeu, sofreu, escreveu e pela 4º vez no dia sorriu mais uma vez.
Essas são as minhas horas de chorar letras, de encharcar o meu redor com frases, verbos e rimas só pra chamar atenção. De resgatar o que eu absorvi e que embolorou, tirar as manchas esverdeadas e me preparar pra uma nova congestão, vomitar e comer o que saiu inteiro, respirar a fumaça que saiu em pânico do meu cérebro em pane.
"Não me importo com rimas, gírias ou mentiras, apenas vivo a vida, seja ela sofrida ou com alegrias, mas que seja bem vivida."
Sou dono das minhas rimas e frases, e divido o que é meu com você! insignificante o outro eu de dentro do coração !
Os sentimentos que tinha por ela nunca foram mortos se eternizaram em minhas músicas, rimas, lembranças, memórias, em tudo a qual tive o alcance e potencial de tornar
Sinto falta da gente junto, das nossas conversas, das mensagens, das piadas, das rimas, das nossas risadas, das duas taças e um sofá. Sinto saudade da conchinha, da conexão, da caricia nas mãos, do abraço e do dia que eu ia te encontrar. Coisas que outro corpo, uma outra pessoa não seria capaz de igualar. Seu olhar é todo aquele céu, perfeito, para a gente sonhar. Imagine a saudade que dá.
Rimas vazias, linhas cheias de sangue de uma outra vida. O que sou agora é um mero retrato do que já fora. Será a vida agindo com maus tratos para comigo? Ou serei eu tão mal acostumada a me destruir com retratos de outrém? Vale a reflexão no espelho da atualidade para sempre me lembrar que a vida é uma folha lisa sendo datilografada pelos dedos frenéticos do tempo e suas decepções.
Verdadeiro feito feto em desenvolvimento, rimas de estadia, meu espaço, meu invento, tomara que eu alcance meu objetivo, sou calmo, intuitivo, alegre e depressivo, ocioso, as vezes, contemplo visões, em meio a multidão reflexões, ultrajante, viajante de um tempo longínquo, prisma de uma face alinhada, flagelos, elos alinhados, momento em si.
Faço rimas improvidas, por que levei na levada,
hoje tenho orgulho dizer que ganhei pela quebrada..
"Ame as suas manias, as suas esquisitices, as suas poesias sem rimas... e as suas maluquices. Ame o corpo que lhe permite amar... mas, ame-o com amor de mãe, de irmão... incondicionalmente... AME-SE!".
O poeta e escritor não morre jamais,
Ele se perpetua nas letras, nas rimas, nas poesias, nos versos e nas canções.
Talvez fazemos rimas,movidos pelo ódio da reijeção.
Porém cada pedaço de letra é criado pelo o que vem mais do profundo do nosso coração...
