Poemas de Amargura
Meu coração está ferrado, e cheio de amargura
Mas não vai ser um novo amor
Que me trará uma nova cura
Agradeço a Deus pela vida que nos dá. Pelo privilégio de conseguir amar
Sem amargura ou sentimento ruim no coração e na alma.
Que sejamos leves de corações abertos, dispostos a perdoar!
E sempre amar, amar e amar!
Que o Senhor nos dê forças pra continuar a vida nessa terra que tanto nos faz chorar. Mas que possamos engolir o choro e nossos sonhos realizar!
O Poder Curador do Perdão
Quem nunca experimentou a amargura de uma traição ou amou e recebeu em troca a desgraça, o desprezo e a ingratidão? Diante dessas experiências dolorosas, o perdão surge como uma força essencial que deve guiar nossas atitudes, intenções e motivações.
O perdão genuíno, que emana de um amor puro, de uma bondade inefável e de um amor incondicional, possui um poder transformador. Quando manifestado e praticado com suas virtudes, esse amor tem o poder de curar nosso interior de toda mágoa, tristeza e dor.
O amor verdadeiro é paciente, bondoso e consolador. Ele transforma nosso interior e nos permite amar como Deus ama, superando as adversidades e encontrando a paz interior.
Jogue-me á noite, dê-me ao dia.
Faça dos meus poemas realidade, dê-me ao menos essa amargura.
Deixe-me ficar mais um pouco, se feche mais tarde.
Ofereça-me sua despedida, dê-me motivos para chorar.
O motivo? Quero me sentir vivo novamente.
Prometi não amar porque dói, mas não amar me faz não sentir dor e não sentir dor me faz parecer estar morto, é isso que eu não quero. Fazer do meu peito cemitério. Um zumbi.
' MÃE '
Mãe é colo, é ternura,
É um afago certo,
Nas horas de amargura.
Mãe é um anjo que protege,
Cura joelho ralado ,
Mãe que livra do caminho incerto;
É amor que enaltece;
Mãe é amor resiguinado !
Mãe é flor, que a vida adorna,
Mãe é um carinho imensurado,
Que a seu filho a alma orna;
Mesmo sendo filho ingrato.
Canta embalando canções de ninar
Tem prazer em cuidar !
Bom seria que as mães também
Fossem por filhos cuidada.
Mãe é anjo , é ser divinal,
Por Deus na terra deixada !
Maria Francisca Leite
Direitos Autorais Reservados sob a Lei -9.610/98
Que amor é esse?
Que perdoa, o imperdoável!
Que supera a amargura,
E transforma feridas em cura.
Que amor é esse?
Que não envaidece,
Nem ensoberbece.
Amor que compreende,
Que entende,
E não mente.
Amor que perdoa,
Amor que acolhe,
Amor que envolve.
Que trás esperança,
Que renova, que inspira,
E fortalece.
O tempo só faz passar na amargura de viver,
enquanto "a cidade dorme", o despertado a sofrer!
em vida vinheés para que fazer o que ?
se tudo que sabe, não sabe ser! fazer, crer em que ?
se quem sabe, não sabe dizer,
se quem vive não sabe o que é a vida ou até quando ela vai ser vivida
com poucas opções de mudanças,
um pensamento de gigantes com um tamanho de uma formiga!
S Samuray na estrada da vida
Edilson . O . A Rangel
Exílio da amargura
Há um peso nas pessoas que arrastam o próprio céu para o chão,
um cinza constante que cobre qualquer raio de sol,
não importa o quanto ele brilhe,
não importa a beleza do dia.
São aquelas almas que amarram as mãos da alegria,
que bloqueiam a porta do riso e a trancam por dentro,
sempre com olhos vazios e palavras pesadas,
que destilam o azedo sobre tudo que tocam.
Como é cansativo estar perto de quem nunca vê a flor
e se perde nas pedras, nas sombras, nos galhos secos,
quem respira o mundo com desdém e despeito,
e transforma cada instante em um lamento.
Há uma exaustão em suportar o eterno suspiro de quem se sente vazio,
de quem planta desgraças e colhe ingratidão,
de quem rejeita a leveza como se fosse uma afronta
e abraça a escuridão como velha amiga.
Eu me afasto, pois há um limite para o peso que se pode carregar
quando a alma quer leveza e se recusa a afundar.
Prefiro voar longe dos que se recusam a ver o céu
e me exilar na paz de uma mente aberta,
onde a vida se reflete sem filtros amargos,
e o belo encontra, enfim, espaço para existir.
Amargura
Parece que teus ouvidos rejeitam minhas palavras,
como se cada som fosse áspero demais para adoçar tua atenção.
Ouvir-me, para você, é quase um escárnio.
Eu me acostumo com a ideia amarga:
mesmo sentindo os rastros da flecha que lançaste,
o amor foi apenas um toque de raspão, um quase.
De que adianta erguer castelos
com os verbos mais romantizados que aprendemos,
se não estamos prontos para libertar nossas ilhas selvagens?
Eu te chamo para ver as águas cristalinas,
te conto que as profundezas são moradas minhas,
mas jamais entenderás como teus abismos
se encheram de terra molhada e arenosa.
De ti precisa partir a alvorada,
mas tua luz não vem.
Já pensaste que somos nós que atraímos as águas?
Que talvez o profundo venha como ondas
a abraçar nossos pés, enquanto seguimos fugindo?
Sempre te digo:
"Eu não sou daqui."
Mas você, cego pelo sol que te ofusca,
não calcula minha imensidão,
como quem não entende o mar diante de si.
E segue achando perigoso
o que está além da beira da praia,
sem perceber que o maior perigo
é se recusar a mergulhar.
Vale da tristeza
Vesti amargura
Letal expressar
Devasta ambiente
Tecendo rascunhos instáveis
Singularidade tenebrosa
Amplitude do ser amargurado nas ilusões.
A morte ela é […]
É a amargura de quem sempre foi um doce
É o tempo frio de quem sempre foi quente
E a tristeza de quem sempre foi feliz
E o silêncio de quem muito cantou
É o poema de quem nunca falou
É a paz de quem sempre procurou
E a escuridão de quem sempre foi luz
É o fim de quem já sonhou.
Certa vez, sonhei com olhos escuros, os meus.
Refletiam imensa amargura guardada.
Eu quis fugir dali, eu quis dizer adeus.
No entanto, não pude, estava parada.
E eu me vi presa em grandes montes de solidão.
Tão gélida que era, e tão densa que fez-me afundar
Em águas encharcadas de desespero, e exaustão.
Adormeci então, anestesiada pela velha nostalgia.
Que vinha, me abraçava, e logo partia.
Corri pela chuva morta que pelo fulcro escorreu.
Lassa, quis arrancar de mim toda agonia mantida.
Rasguei-me assim, em pequenos pedaços do que foi eu.
E procurei, em vão, qualquer saída.
a luz que te foge
dentro do corpo
é uma lâmina doce
na amargura do tempo
indelével, cristalizado
o universo inteiro
contido no fogo
das saudades
da loucura
faltam-me as tuas mãos
e os teus olhos infindáveis
na cegueira pura das galáxias
com que sempre me abraças
esposa, irmã, amiga
tudo o que vem depois de ti
é um chicote ardiloso
sobre o meu corpo escuro
antes abraçado
agora esquecido
na violenta ausência de ti.
Poema dedicado a Sheila Camoesas
Pedro Rodrigues de Menezes, "na violenta ausência de ti"
a pergunta condoída
sobre o sabor do chorado:
com tanta
amargura na vida,
para quê esse choro salgado?
A MINHA TRISTE AMARGURA
Tenho frases e poemas mais sou um autor desconhecido sei rabiscar e escrever se for preciso, mas eu sei que sou um autor deverás desconhecido. Pois não tenho livros autógrafos e não fico muito a luz mais sou em constante um mero autor, ninguém me conhece ninguém sabe que tenho as mais lindas letras e poemas e nem sabem que eu existo, muitos se escondem em um mundo paralelo e falam: Não quero sair! pois não sou um bom poeta pois eu não sei se verei ao Senhor isso só depende de mim só depende de quem eu sou aqui nessa terra. Eu juro Jesus, e sei que jurar não é o certo então eu lhe falo eu te verei com esse corpo pecador
Já não há mais conto!
Só nos restou o ponto,
E a espera da corrida,
E a amargura da despedida
De uma vida não resumida
A um único ponto.
Cegos de Amargura -
Às vezes procuramos o que temos
na iminência de inventar felicidade
e ali está, ao nosso lado, não a vemos,
cegos de amargura e de saudade!
Somos da História um filho do meio
à procura d'um lugar que não é nosso
procuramos o que temos, que já veio,
vida que respiro mas não toco!
É tão estranho estar vivo e parecer morto
estar alegre e sentir uma tristeza
que nos invade de lés-a-lés o corpo
deixando a Alma revestida d'incerteza!
Será loucura acreditar na felicidade?!
Será a felicidade feita de loucura?!
Nada existe sem um pouco de saudade
porque a saudade é feita de ternura ...
Palavra,
Palavra bem-dita é tudo.
É doçura é amargura,
É aventura
Para quem bem a procura.
É obscura
Para quem mal a procura.
