Poemas a um Poeta Olavo Bilac

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Pensar o meu único vicio
Talvez pensar seja meu único vicio,
Pensar é o melhor vicio.

Inserida por AnjoPoetaIgorimprota

Você é o meu escrever
Vou tentar guardar algumas palavras para depois escrever algo que não seja por você!
A quem estou enganando?
Você é o meu escrever.

Inserida por AnjoPoetaIgorimprota

Descumprir como interpretar as
Mulheres e uma matemática muito
Simples descubra a fórmula de seu
Perfume favorito a sua cor e a rosa
Que mais gosta.

Em seu perfume esta seus mistérios
Revelados é só descobrir a fórmula
Que vai lá esta sua essência.

Na sua cor o seu gênero, determinação
coragem e como ver o mundo através
De seus olhos.

Ah a flor !
Seu jeito de amor e como colhem
Seus carinho e cativa a pessoa
Amada e principalmente como
Que ser cuidada.

Inserida por dayvton_almeida

Oxe, cabra da peste, cão, cota serena,
No me aveche não que sou assim
Mermo leão do Norte que mato a desnutrição,
derrubou boi no nurro,

Não mexe comigo que sou uma nação,
Não um note de cabra imigrante,
Desbravadores que leva no repelente
As goisas da nossa gente.

Pois onde têm gente uma artimanha
Da gente esta presente!

Inserida por dayvton_almeida

Rainha Do Mar

Para a sereia no mar ofereço flores,
Só para poder venerar seu canto
nas encostas do mar, onde e possível se encantar.

Elevo as estrelas que estão aos
seus pés para trilhar o caminho de
te encontra, iluminar trilhas na área para que de longe possa enxergar
O brilho que existe em seu olhar.

Posso até cantar tentar lhe declarar
quanto devo a tua existência, por iluminar as noites sem luar.

Nas noites que a lua brilha para a
Sereia me perco a venerar o encanto
Que exalta do mar.

Inserida por dayvton_almeida

Recife quente
meninos se jogando
as margens do que
sobrevive do Capibaribe,
guereiros dos assaltos
sonhos de papel dissolvidos
nas lagoas do sangue.

Chuva de lágrimas
esfriam os corações
após o pôr do sol
Recife esfria os corações
meninos sujos enfeitam
os principais cartões postais.

Inserida por dayvton_almeida

Sinto o frio daqueles que não tem cobertores,
A fome que castiga os menos afortunados,
A angústia da lei decorativa e impedida
de fazer seu dever mesmo se abrir os olhos,
As contrações das mães que perde seus filhos
para a pedra da falsa libertação.

A espera dos que já cansaram de esperar pelo
novo que só ficou na promessa,
As loucuras dos profetas que clamam
tanto por um mundo de paz.

A dor dessa terra que só é explorada
A resistência das tribos indígenas
que só quer o que já é deles por direito.

Inserida por dayvton_almeida

SONATA DE OUTONO

Versos de folhas caídas
Circuito de vida, na vida
Folhas mortas, já vencidas
Num balé de vinda e ida

Vão ao chão, são paridas
Trilha de ilusão descida
Na melancolia, ouvidas
Numa inevitável corrida

Do fado, no seu instante
Duma outrora agonizante
Em apelos da mocidade

De tão veloz, e vai avante
No seu horizonte gigante
Os outonos e a saudade...

© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
2018, 13 de março
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

⁠VERSOS DE CETIM

Talvez por seres, para mim, a paixão
uma ternura mor, então, sê bem vinda
ó emoção! És mais do que sensação
és carinho, o sentido, abrigo, e ainda,
trazes o cheiro envolto em recordação
sobre como é bom conter, a tão linda
poética, acolhida na sonora entoação
que sente n’alma, e no agrado brinda

Conduzes o soneto, em um cântico
a eterna afeição, o sentimento hurra
invade, e que na poesia, assim, tece

cada cuidado, cada afinidade, enfim,
nos braços do amor o amor sussurra
e o coração rimando versos de cetim.

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
24 junho 2024, 20’58” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠ROGAÇÃO

Quando, como uma explosão, fulgura
no soneto o esplendor de uma paixão
arqueja no verso o desejo e a emoção
numa poética suspirosa e com ternura
quando, sair desta sedosa sensação
na inspiração não terás mais ventura
a poesia se entregará a total loucura
duma saudade, do aperto, da solidão

e a ardência do doce beijo, emudece
o coração em prece, suspira e chora
naquela entoação chorosa, tão doída
delira um silêncio, e a dor se oferece
sentimental o amor na prosa implora
o versar amante, outra vez na medida!

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
25 junho 2024, 17’11” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

É perigoso escrever


⁠É perigoso escrever
Pois posso dizer ao mundo
O que sinto por você.

É perigoso escrever
São muitos sentimentos escritos
Que o mundo jamais iria entender.

É perigoso escrever
Minhas lágrimas mancharam a folha
E eu jamais iria esquecer.

É perigoso escrever
Pois as vezes não sei expressar
O que meu coração tem a dizer.

É perigoso escrever
Pois tudo o que escrevo
Muitas vezes seus olhos não conseguem ver.

Alexandre C.
Poeta de Libra

Inserida por poetadelibra

⁠Sinta

Quando não souberes falar.
Apenas feche os olhos e sinta
Pois teu coração não possui olhos,
Mas descreve cada linha.

Alexandre C.
Poeta de Libra

Inserida por poetadelibra

Bença

Bença meu pai
Bença mainha
Bença meu tio
E também minha vozinha

Tomo a bença
Não por educação
Mas por que sem as bençãos
Fica um buraco em meu coração.

Alexandre C.
Poeta de Libra

Inserida por poetadelibra

⁠ROMÂNTICA TEXTURA

Exaltarei, o amorável verso que esmera
o amor. Vem com o tempo que não para
já a paixão que a suave emoção espera
é desejada, e o bom sentimento prepara
Tem uma poética de toada da primavera
eu, só, não tornarei o desencanto apara
e, do meu sonho, quero toda a quimera
versejando aquela seduzida poesia rara

Em nome desta prosa de amor, o amor
e na sintonia, assim, sentimental e pura
aquele toque, versado com todo o ardor
Estima-se, a sensação cheia de ternura
mais vida, o poema prosado com sabor
e em cada trama uma romântica textura.

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
27 junho 2024, 15’44” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Sertão

Há tantos rascunhos escritos
Que ao ler
Eu me pego a chorar.
O tempo passa tão rápido
E eu não sei explicar
A saudade do meu sertão
Que hoje veio me apertar
Maltrata meu coração
E faz os olhos derramar
Lágrimas de um paulista
Que ama o sertão do Ceará.

Alexandre C.
Poeta de Libra ⁠

Inserida por poetadelibra

Beijo

⁠A beijos que possuem vida
Beijos que possuem dor.
A beijos que carregam saudade
E também muito amor.

A beijos que não se tocam os lábios
Mas que vivem no coração.
A beijos carregados de palavras
Mas sem nenhuma ambição.

A beijos que o mundo carrega
Mas cuidado com a reação.
Pois beijar por beijar não tem graça.
E não deixa o mais importante
Uma marca em nossa alma.

Alexandre C.
Poeta de Libra

Inserida por poetadelibra

Saudade

⁠A saudade não tem nome
Nem tempo, para se acabar
Ela maltrata o coração
E faz os olhos chorar.

A saudade é o sentimento
Mais lindo no mundo
Pois nele contém o amor,
Desde a época de menino.
Dos amigos que nós víamos
Mas hoje já tem partido.

A saudade bateu no peito
E veio aos olhos embasar
Quando a vida tinha valor
E o homem, valorizar
Mas hoje por um simples olhar
Há de engatilhar uma arma
E a vida se acabar.

A saudade não tem face
Mas sempre a vemos no tempo
A imagem da pele que tem a enrugar
Mesmo que o céu se escureça
Ela jamais irá deixar de existir

Alexandre C.
Poeta de Libra

Inserida por poetadelibra

⁠Me deixe

Me deixe sorrir
Mesmo que meu sorriso
Esteja carregado de lágrimas

Me deixe sorrir
Mesmo que a fome
Venha me atormentar

Me deixe dormir
Assim como o sol
A noite se põe

Me deixe partir
Se assim meus olhos
Se fecharem
E Deus exigir minha presença

Apenas me deixe
Pois ainda vou sorrir
Irei chorar
Guardar mágoas
E o mundo questionar
Pois nessa vida por mais que cresçamos.
Para Deus
Sempre seremos eternas crianças.


Alexandre C.
Poeta de Libra

Inserida por poetadelibra

⁠Versos Simples

Se as estrelas pudessem falar
Se o sol pudesse dizer
Tudo o que sinto por você.

As água correm rio abaixo
Levando meu coração
Pois ele está cheio de amor e paixão

Te amo
Te quero
Como a noite ama o céu

Eu te carrego comigo
Num pedacinho de papel.

Alexandre C.
Poeta de Libra

Inserida por poetadelibra

Ingratidão ⁠

Oh meu Deus me perdoe
A minha ingratidão
Nasci em cidade grande
Mas amo o meu sertão.

Não desejo tocar os prédios
Apenas tocar o chão
Descalço na terra correr
E na rede adormecer

Perdoe minha ingratidão
Mas não me vejo em cidade grande
Mas livre no meu sertão.

Alexandre C.
Poeta de Libra

Inserida por poetadelibra