Poemas a um Poeta Olavo Bilac
Um homem que faz uma mulher pedinte de amor, não a transforma em amante, amorável e livre para o prazer, mas em uma miserável.
Deus criou tanta beleza e delicadeza na mulher, uma ebulição de sentimentos, com os quais ela, sozinha, tem de lidar...
Nem todas as mulheres tem a malícia de Eva ou Lilith.
Rainhas esperam heróis.
Não parece amoroso o homem que "caça " mulheres e as descarta .
Tanto trabalho para afirmar a própria masculinidade ?
Não vai bem a um herói parecer um imaturo pedinte.
Um homem é um Ser de ânsia Maior.
Dois miseráveis de amor não podem se abraçar e achar que serão felizes, Ensina Osho.
A felicidade amorosa e a construcao da intimidade parece mais empenho e trabalho de atentos Reis de Si Mesmo, não muito afeitos a miséria humana.
Não se pode esquecer o que ensinou Carl Gustav Jung:
" O que não enfrentamos em nós mesmos encontraremos como destino."
Enfrentemos, pois, nossas misérias interiores, para que possamos nos encontrar e abraçar como distintos representantes de Realeza Hamana.
Todos os dias presencio milagres.
Abrir as janelas pela manhã
e ver que um novo dia se descortina,
é o primeiro deles...
Depois, percebo que tenho entusiasmo,
alegria, gratidão... e estou VIVA!
Viver é um milagre diário
e não tenho direito algum
à menor reclamação.
Cika Parolin
Já começa o fim de semana. Hora de um banho mais demorado, de um creminho mais caprichado e de programar momentos mais desejados!!!
mel - março 2011
Quando pensamos que na vida nada vai nos surpreender;
Basta sermos pais que nós vamos entender;
Um filho é uma bênção ,um amor uma imensidão;
É tão grande quem nem cabe dentro do meu coração!
Se alguém me perguntar, o que me traz alegria;
Responderei que sem meu filho, tal sentimento não teria;
E se me perguntarem qual satisfação de viver;
Direi que o sorriso do meu filho é meu prazer;
E pra finalizar esse poema que vos dito;
Meu filho eu te amo do tamanho do infinito!!!
Tarde calma
Um silencio
Doendo na alma.
Pasmaceira no ar,
Ouço até meu respirar!
Isso não está me fazendo bem,
Preciso falar com alguém.
Um rádio vou ligar,
Qualquer música a tocar,
Irá me alegrar.
Vou me distrair,
Talvez eu consiga sorrir!
(Mel 02/02/2011)
Estou olhando pela janela,
Que vejo além dela?
De pronto, um pé de primavera,
Prestes a florir
E sua cor eclodir.
Em seguida, um pé de tamarindo,
Cujos frutos já estão caindo.
Um resedá gigante de folhas espatuladas,
Quando florido, muito me agrada.
A sete copas já envelhecida,
Mas ainda empedernida.
A palmeira imperial,
Não é a única do quintal.
Posso enxergar mais além,
Até onde meus olhos se detém.
Mas quase tudo já foi mostrado,
Do meu cantinho encantado!
(Mel 1°/02/2011)
Primeiro por do sol de 2011, no meu cantinho!!!
Atrás de um pé de mogno,
Que cresceu rumo ao céu,
Agora vem o sol,
Fazer dele seu esconderijo,
Para poder de mansinho,
Dar espaço ao luar...
Aqui quando o sol desce,
O campo todo emudece.
(Mel - 1°/01/2011)
Já que o peru está marinando,
A leitoa temperando,
Paremos um pouco para pensar
O que vamos celebrar.
Todas as bençãos recebidas,
Não podem ser esquecidas.
Render graças ao Criador,
Com muita fé e amor....
(Mel- 23/12/2010)
Melania Ludwig
20 de dezembro de 2010 ·
M
Bem aqui na minha janela,
Aparece um passarinho.
Não sei se é colibri ou beija-flor,
Tão rápido ele vem e vai.
Devo estar atrapalhando...
Seu ninho, deve estar preparando.
Pensei, quase falando baixinho:
Por que será que nós humanos
Assustamos até os pobrezinhos?
A aptidão em dominar os impulsos afetivos representa um formidável elemento da civilização. Nenhuma vida social é possível sem essa base essencial de toda a moral.
As ações inibidoras mantidas pelo costume, pela moral e pelos códigos representam, não uma luta contra os sentimentos e a razão, mas entre os sentimentos diversos que a razão põe em presença.
Os códigos civis ou religiosos sempre tiveram por objetivo principal exercer uma ação inibidora nas manifestações de certos sentimentos.
Toda a civilização traduz constrangimento e sujeição. Aprendendo, sob a rigorosa lei das primeiras obrigações sociais, a dominar um pouco as suas impulsões, o primitivo desprendeu-se da animalidade pura e chegou à barbárie. Forçado a refrear-se mais, ele se elevou até à civilização. Esta só se mantém enquanto persiste o domínio do homem sobre si mesmo.
A aptidão em dominar os impulsos afetivos representa um formidável elemento da civilização. Nenhuma vida social é possível sem essa base essencial de toda a moral.
As ações inibidoras mantidas pelo costume, pela moral e pelos códigos representam, não uma luta contra os sentimentos e a razão, mas entre os sentimentos diversos que a razão põe em presença.
Os códigos civis ou religiosos sempre tiveram por objetivo principal exercer uma ação inibidora nas manifestações de certos sentimentos.
Toda a civilização traduz constrangimento e sujeição. Aprendendo, sob a rigorosa lei das primeiras obrigações sociais, a dominar um pouco as suas impulsões, o primitivo desprendeu-se da animalidade pura e chegou à barbárie. Forçado a refrear-se mais, ele se elevou até à civilização. Esta só se mantém enquanto persiste o domínio do homem sobre si mesmo.
Para mim, o amor é como um sabiá que canta toda manhã.
No caso, o sabiá sou eu, o amor é você
Ô meu bem, seja o motivo da minha cantoria e fique comigo!
Lembre de mim quando ouvi aquela canção de amor que toca toda manhã na radio!
Seja o meu amor, se não, o tal sabiá parará de cantar por amor
VIVA A REVOLUÇÃO
revolução do PENSAMENTO
Não consigo ser imparcial , nem dividir um ideal que não acredito , então olho apenas olho para as pessoas cujo qual participo de suas vivencias como elas são e se comportam, como elas pensam e sobre o porque dos seus pensamentos , não há uma ordem logica para compreensão de um pensamento , nem muito menos a necessidade de encontrar essa logica, me contento com a contemplação dos opostos , a divergência !
Quando estamos muito tempo imerso dentro de um sistema cultural , pensamos ser o único funcional e perfeito , e quando alguém se opõem essa realidade não conseguimos fragmentar nossos pensamento em uma idealização combinativa , assim cria-se extremos ...
Extremos de opiniões, extremos em pensamentos , extremos em comportamento ....
mais na verdade é que ninguém vive o Extremo de nada sem sentir fortes consequências !
A libertação dessa conduta extremista e de livre pensar chamo de LIBERALISMO ( não o confunda com o Anarquismo ...)
Ser liberal , é acreditar que é possível conviver com as diferenças , sendo elas necessárias por pessoas ou ambientes ...
o confronto de ideias , a divergente, a oposição é a principal fagulha para o crescimento e o desenvolvimento de um uma cultura ou povo...
SIM é preciso que seus pensamentos se oponha a tudo que você acredite , e claro , respeite e aprenda de maneira a transformar-se quando necessário !
isso é o APOCENTRO da Educação de uma CULTURA , um processo evolutivo do pensamento enquanto órgão de um sistema vital chamado sociedade !
Eu mergulho no meu eu interior
Guardo minhas mágoas em uma mala velha e vazia
Coloco um sorriso no rosto
Como se a ferida que deixe aberta dentro de mim fosse fechar,
desaparecer
Se não der certo amanhã, não tem problema
Eu tento de novo
Eu não desisto
Eu faço
Eu desfaço
E acima de tudo,
eu me refaço
"Aprender com os erros é um dádiva.
Persistir, contudo, sempre nos mesmos erros é um sinal de autossabotagem contra nós próprios."
(Charles Silva F3)
VARANDO A MADRUGADA
Um dia eu ainda descobrirei de onde vem este chiado, quando tudo é silêncio na noite.
Às vezes ele é tão alto que chega a entrar pelos ouvidos...descendo corpo a dentro.
Tento não me mexer deixando a escuridão tomar conta, me envolver, mas em uníssono ele continua presente.
Penso que é o som da noite, [.....] mas se assim for o silêncio é mera ilusão...
e com quem a noite estaria conversando a estas horas?
^*^*^*^*^*^*^*^*^*^*^*^*^*
"Mistérios da meia-noite
Que voam longe
Que você nunca
Não sabe nunca
Se vão se ficam
Quem vai quem foi...."
mel - ((*_*)) 12/07/2016
É preciso mais que sorte para ser feliz em um relacionamento...
É preciso abdicar... Amar... Ceder... Fazer escolhas... Dar carinho... Rever... Cuidar... Se segurar... Acalentar... Dividir... Alimentar... Chorar talvéz... Ouvir... Guardar... Dar atenção... Manter... Falar... Currar... Voltar atrás... Cantar... Fingir demência... Compartilhar... Sorrir... Renunciar... Apaixonar... Apaixonar.... Apaixonar de novo... Se fazer apaixonante...
Namorar é fácil, fazer tudo isso é que é difícil...
Quando faltam palavras para explicar o vazio de um dia inteiro...
Quando nossas forças parecem falhar diante de um grande novo desafio...
Quando os dias parecem escurecer e perder as cores com as quais pintamos nossos sonhos...
Quando, mesmo cansados, olhamos para trás e vemos o longo caminho percorrido e ali sabemos que não vale a pena desistir...
Quando no pior desespero não encontramos a saída mais óbvia, ainda que ela esteja a um palmo de distância...
Quando não há mais lágrimas para secar a dor...
É exatamente quando nosso corpo atende os pedidos da nossa alma e coração, e num abraço sincero e caloroso dois ou mais mundos se encontram para compartilhar um único momento.
Um momento de ajuda.
Um momento de alegria.
De compaixão e amor por uma mesma causa.
Dois ou mais universos se encontram dentro de um abraço.
Onde os apaixonados encontram seu porto-seguro.
Onde os amigos encontram o conforto de cada angústia.
Onde cada pai e mãe reconhece a saudade e o cuidado por cada filho.
Onde as pontes fraternais que construímos dia após dia ganham reforços.
Abraço cura.
Abraço cuida.
Abraço protege.
Abraço salva.
Porque é no universo de um abraço que os corações estão mais próximos uns dos outros.
Entre tantas aulas que recebi,
Algumas delas nunca esqueci.
Como a de um professor anônimo
Que ao menos sei seu pseudônimo:
“Se quer comer meta a mão na massa,
Pois não existe almoço de graça”.
Aberio Christe
