Poemas a um Poeta Olavo Bilac

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LILIUM
De longe a observo...
Tão quieta...
Parece distante...
Quero dizer-te:
Tu és meu fascínio
Deleito-me por ti
Oh! Menina colírio!
Vou roubar tu, meu lírio
Para um antídoto
E de ti, fazer uso contínuo
Oh! Menina delírio!
Aproxime-se...
Deste lado também nasce o sol
E corre o rio
Há noite, há plantio
Surgem vaga-lumes, cantam os passarinhos
Venha, minha flor!
Não deixarei te faltar suspiro
Pule a cerca, desvie-se dos espinhos
Só depende de tu teu caminho
Oh! Lindo lilium!
Custa-me sonhar?
Um dia atracarei
Mas... Daqui até lá
Vivo a te esperar
É o que me resta...
Pois não posso te obrigar a me amar
Oh! Pequena flor!
Deixe-me sentir teu calor?
“Baixem as velas!”
Berraria o capitão ao ver teu navio prestes a afundar
Do contrário, com os dedos cruzados
Pobre marinheiro...
Naufragou em auto-mar
Pois do amor, não soube desfrutar
Deixando-te morrer por uma flor
Que não sabes desabrochar.

Inserida por SCarolineSCruzS

⁠Você pode ser honesto
Em toda a sua jornada
Pode fazer caridade
Ter vida obstinada.
Na boca de quem não presta,
Quem é bom não vale nada.

Santo Antônio do Salto da Onça RN

Inserida por gelsonpessoa

⁠Tenho Lirios

Tenho Lírios nos olhos,
da água ... Os Lindos delírios
e algumas orquídeas
Sobre a mão
Qualquer dia
Uma borboleta
Pousa no meu jardim ou
Talvez nas rosas
Que floresceram
em meu coração.

Inserida por luccisantz

⁠By - Márcio Brandão

Oh, doce rosa em desalento,
Que murcha lentamente, num lamento,
Tu, que outrora brilhavas com esplendor,
Agora, aos poucos, perdes a cor.

Teu perfume, antes tão envolvente,
Agora se desvanece, tristemente,
Tuas pétalas, antes vivas e viçosas,
Agora estão murchas, frágeis, dolorosas.

Teu caule, que sustentava a esperança,
Agora se curva em triste dança,
Tuas folhas, antes tão cheias de vida,
Agora se enrugam, perdendo a guarida.

Mas mesmo assim, tua beleza persiste,
Mesmo em tua fraqueza, és triste,
Pois em teu último suspiro, oh, rosa,
Ainda irradias uma beleza grandiosa.

Como um lembrete da efemeridade da vida,
Tuas pétalas caídas, uma despedida,
Mas tua essência perdurará eternamente,
Mesmo quando fores apenas uma lembrança na mente.

Tu, rosa moribunda, és um símbolo de fragilidade,
De que mesmo na morte, há uma sutileza,
E em teu fim, encontra-se a beleza,
Pois até no ocaso, há uma singularidade.

Então, rosa em sua jornada final,
Teu destino, mesmo melancólico, é especial,
Pois lembrar-te-emos com ternura,
Como uma flor que mesmo murcha, ainda tem doçura.

Inserida por marciobrandao_sdj

⁠Senhor, deixaste apenas os bons para os bons? Os tristes para a escuridão e o silencio? A verdade para o que restar do amor?

A verdade é dura, triste, solitária e tem nome. Vive sóbria através de todos os entorpecentes, cada qual com seu nome, apelido e endereço.

Todas ou quase todas as pessoas conseguem me ver bem, mas nenhuma delas da forma como você me olha, me nota, observa e conclui.

Não julgo teus olhos, não os posso. Teus olhos vêm tudo, ao mesmo que nada. Sentem e perseguem o que te fere. Seus olhos são como afiadas facas, moldadas através de tempos, muitos e poucos, talvez simultâneos.

É a tua verdade que vejo. Tua verdade que eu quero e espero.
Me sinto estranhamente dentro dela, nela. Com ela.
É a tua verdade que também nos separa e nos reaproxima de forma constante.

Que a tua verdade nunca seja absoluta, se é cortante, amargurada e dura.
Que a minha mentira ao menos engane tua razão e te entorpeça o tempo suficiente e necessário para amar.

Porque, onde seu corpo deitar, querido, repousa lá meu coração também.

Inserida por Loren_Esmeralda

⁠No Hemisfério Celestial Sul
floresceu o Ipê-Branco
da Via Láctea do destino
da Corujinha-das-Guianas
que cruzou no meu caminho,
Ouvindo "Guayana Es"
prevejo a volta do Esequibo
e entregarei os meus poemas
para onde poderei ver
de perto e tocar as estrelas.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Trutas dançam
nas águas frias,
Enquanto eu
escrevo poesias
buscando me tornar
a mais amorosa
e ser a sua companhia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Enfeitar de azaleias
cultivadas por mãos
paulistas ao redor
de nós dois e cantar
baixinho no ouvido
o quanto me adora,
É doce ambição que
não apenas sozinha
tenho desejado,
Mesmo que seja só
nas nossas cabeças,
A gente namora todo
o dia e o quê virá
anda sendo escrito
finamente pela poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠⁠A beleza de uma
pequena flor fala
muito do sentido
de pactuar com
a real fortaleza
que é não abrir
mão jamais daquilo
que mantém a delicadeza.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠⁠No canto do Sabiá-da-praia
tenho o primeiro solfejo
da trégua tão desejada,
é preciso superar qualquer
mágoa, pensar na terra
adorada e abraçar
com afeto profundo toda
a possibilidade de viver
com paz e felicidade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Os meus direitos autorais conheço todos, ainda não busquei colocar em prática porque estou adiando me "aborrecer".

Empresas de IA que se atreverem a plagiar os meus poemas responderão internacionalmente pelas suas asneiras.

O Brasil têm leis nacionais e é signatário da Convenção de Berna e o Direito Autoral está previsto na Declaração Universal dos Direitos do Homem.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Cabeça pequena, ruído forte
e costas cor de esmeralda
ciscando pela trilha assim é
o Jacamim-de-costas-verdes
ingênuo pela floresta adentro,
De vez em quando me vejo
parecida com ele quando vou
caminhando pelo desconhecido
num mundo onde muitos não encontram mais nenhum sentido.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Os teus olhos quando
me encontram sempre
acabam me vestindo
com diamantes coloridos,
Tenho uma certeza
intuitiva sobre tudo isso
o quê sentimos é forte,
incrível, imparável,
só um nome faz sentido
e posso falar que o nome
disso se chama 'amor infinito'
com profunda intimidade,
Porque o destino nos tomou
para ele com imensidade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Quando a Safira
do mar se unia
a Safira celestial
formava sem
precisar de palavras
a atlântica poesia
que da memória
ninguém apaga,
e que sempre faço
questão de recordar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Os meus quadris
cobertos por
pérolas blister,
Ânsia de ter
proximidade
bem no ritmo
do seu amor,
Poema do destino
que saberemos
como pôr e o quê fazer
com ele por onde for:
Não temos tempo a perder.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Nômade eterna
das profundezas oceânicas,
Vestida de poesia
e de anacroporas tropicanas,
Sou eu a sutil captora
das tuas sensações,
sentimentos e emoções
em todos os momentos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Tudo aquilo que
mais se menospreza
nos jardins carrega
o código de quanta
vida capaz existir
e de se dividir,
Florzinha branca
que com a sua
beleza me encanta,
Eu não sei qual
é o seu nome,
Só sei que um dia
eu irei descobrir.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Acropora serrata Lamarck
por cada lugar avistado
no silêncio deste recife,
os meus olhos, os ouvidos
e a atenção não permito afetar
mesmo com esta correnteza
forte na profundeza do mar
da minha poética existência

(o nosso mundo não é
só de quem tem poder,
ele pertence a todos que
buscam cultivar a paciência)

o quê é de poder dura um
tempo e depois se dissolve,
e o quê é de paciência permanece
na vida um dia sempre se resolve.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A distância uma imensa
Acropora valida revela
a sua monumental beleza,
Nadar ao redor dela
não se compara as matizes
encontradas nos teus olhos,
O mundo às vezes caça
o discernimento das leituras,
Não há nada que não possa
se descoberto com serenidade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

No caminho encontro
com a autêntica poesia
natural e citadina,
Não deixo de me encantar
com aquilo que enfeita
o coração e a vista.

Inserida por anna_flavia_schmitt