Poemas a um Poeta Olavo Bilac
O remédio é um infinto composto que cura e recria à realidade de quem o respeita em uma poderosa e leal sintonia.
Esquece um pouco o padrão, aqui já causou muita ilusão, e o tempo está nos dando, muita opção, basta ser sincero, vamos sábios caminhar, é comunhão.
Dificuldade é um presente sinaleiro, prá não usarmos o que não é nosso, e, em nossa facilidade sem esforço, distribuir experiências, sem descer ao toque duro, que a vida pode demonstrar ao ensinar, vivemos por prazer, em motivação do querer ver, naturalmente outros, e, ainda outros, em alegrias e satisfação, em corrente diária, sem causar nenhum sofrer.
Mem, tiras nem é ilusão, é um toque em plasmas, prá estrelar na vida, àquela Luz de saúde, paz, e, é lógico, boa intenção, qual é seu dom e talento, além de trazer alegrias ao coração, juntando às sabedorias de e, com outros irmãos.
Pesadelo é um tipo de egoísmo, ante naveal, do núcleo do medo, onde é compassivo, se externa por todos os sentidos, sem ilusões prás nas telas morarem, em equilíbrio de saber, somos todos mandalas em igual, se eleva um pelo todo, sem a ninguém fazer o mal.
A querela foi um dia transmitida pra ti, belo empurrão quântico, prá evitar contínuas extinções, dadas pelos resumos das ignorâncias, propondo falso conforto em dias não vividos, a alegria é nosso pilar com que se chama vitória.
Nas verdades livras os espinhos de um único, respirando todos, pois, nosso presente é sempre vindouro.
Sua habilidade é um presente divino, principalmente, se não deu conta, das necessárias interrupções academicas.
Respeito também nasce, pela originalidade das linguísticas digitais, inerência contida um dia, no cósmico, pela fases das desnecessárias rompeiras divinais.
A lembrança é um nascimento que surge, no brotar da verdade em outros, onde a negação passa distante, das reações comportamentais, edificando todas as árvores fundamentais.
Fé é um plano traçado de serviço, que não há outra forma de vigorar sem os pés, de quem sonha, pela paz do todo no paraíso.
A gratidão é um futura, nascente, que necessita dos tatos de vosso sentimento, digitalizados pelo além das mentes, pois sempre sente, repondo presentes consentes.
Ele não sabe escrever, e isso não importa, toque um samba na cabeça alheia, que o coração, sabiamente acorda.
A ciência libera um monte de perspectiva possível empirista, pra depois agrupar àquela que realmente lhes valem às lógicas, isto alguns chamam de futuro, outros de possibilidades.
Quando quiserdes alinhas tudo, posto que o nariz é um ponto de usinas e, a nuca, casa da paz revelada, se pensas já cantando, vives bela travessia observando.
Àquilo que se pode notar, deve ser de uma leveza clínica pra extensão, ocasionando um relaxamento ímpar, e, com isso trazendo alegria à sua face, observando-a em um sorriso suave e tímido.
Melhor que um livro cientifico, são seus devaneios românticos, que como bisturi mágico, sana todas as fendas contidas nas almas sedentas de perdão.
Prometi por mim nunca falar de ti, e, aqui estou digitando-te sem fim, onde não adormeces um dia sem vir, estou sempre a ti sentir, e, em estado elemental me faço plena por si.
