Poemas a um Poeta Olavo Bilac
Eles quiseram tudo,
Nós quisemos o justo,
Eles se agarraram às grades,
Nós, nos tornamos horizontes.
A Batalha em
Favor da Vida
contra o Retorno
da Morte
Presencial
Eles queriam nossa morte,
Nós queríamos viver,
Eles queriam nossas vidas,
Nós lutaríamos por elas.
Eles escolheram os lucros,
Nós decidimos lutar,
Eles criavam prisões,
Nós demolíamos celas.
Eles queriam o poder,
Nós queríamos pra todos,
Eles construíam muros,
Nós levantamos pontes.
Eles quiseram tudo,
Nós quisemos o justo,
Eles se agarraram às grades,
Nós, nos tornamos horizontes.
tua força me fortalece
e de fato me fortifica,
teu ímpeto impulsiona
este mero Hospedeiro da Arte.
apesar das
intempéries todas,
apesar de todas
adversidades,
você resiste, tu resides,
revoluciona, persiste, se opõe
e transforma o espaço
aparentemente imutável,
na gama infinita
de tons arco-irísticos,
colore tudo, se coloriza,
embeleza o todo,
Resgata o Mundo.
Shunaidy
e Shernobyl
tua força me fortalece
e de fato me fortifica,
teu ímpeto impulsiona
este mero Hospedeiro da Arte.
nasceste para arder
como energia solar,
que aquece avassaladora,
todo um sistema, sozinha.
apesar das
intempéries todas,
apesar de todas
adversidades,
você resiste, tu resides,
revoluciona, persiste, se opõe
e transforma o espaço
aparentemente imutável,
na gama infinita
de tons arco-irísticos,
colore tudo, se coloriza,
embeleza o todo,
Resgata o Mundo.
gêmea minha,
Amada de Aquário,
Admirável Imagem Certeira,
Arteira teimosa, traduzida e levada.
Cotidélanis Tchutchulines,
de: Shernobyl,
Paracoti Cotoia,
feliz idade Shunaidy.
Assopra a pena,
Empena a pluma,
Em plena curva estreita,
Por onde tramita a poetisa,
Em prumo improvisa.
Instrumento que traz harmonia,
Como vento que invade o recinto,
Musicando em alegoria,
Marolas sonoras do instinto.
Manobras morosas,
Melindre caligrafia.
Melodia de Marie
Ressoa dissonante,
Brandura e simetria,
Marie é realeza da utopia.
Assopra a pena,
Empena a pluma,
Em plena curva estreita,
Por onde tramita a poetisa,
Em prumo improvisa.
Instrumento que traz harmonia,
Como vento que invade o recinto,
Musicando em alegoria,
Marolas sonoras do instinto.
Manobras morosas,
Melindre caligrafia.
Uma flauta e nada de
Segurar ar nos pulmões.
Solte forte a inspiração,
Recomece a soprar,
Acordes Marie e continue a idear,
Arpejos, lampejos, desejos a permear.
Com cordas ou metais,
Concorda o Menestrel,
Orquestra “El tropel” que nos vicia.
Marie é uma dama em poesia !
Melodia de Marie,
Assovio da perfeição,
Uma flauta a faz fluir,
Tece em sopros a canção.
Sente-se agora,
Sinta-se com vontade,
Sossegue e levante sem alarde,
Ainda não é tarde
Para aliar, para obter, para habitar.
Nas Planícies erigiriam condomínios,
Ceifaram os espíritos de sua linhagem,
No deserto levantaram um cassino,
As Doutrinas escoaram pela margem.
