Poema Sobre Solidão
Esse é meu momento, acho que é, não sei se por idade, ou pelas experiências ou outra coisa que gostam de criar. Aquele momento de querer somente paz, paz de espírito, paz de corpo e alma, de sorriso, de alegria, paz de sabedoria, paz. As vezes é só especulação de pura nostalgia do presente futuro. Na beira da praia e apenas molhar os pés. Deitar numa rede e sentir o balançar com o vento do fim de tarde. Admirar o pôr do sol. Sentir a brisa. Querendo o bem, desejando o bem, fazendo o bem. Meu momento, a paz que procurava encontrei sozinho porque quero, ou porque querem, sozinho, cheio de certezas e clarezas. Momento de sentir, de saber, de querer e desejar, momento de realizar e relaxar para que o momento de hoje seja o de amanhã. Porque não há momento que não seja adulto o bastante pra aprender que pra estar bem, temos que aproveitar bem.
Si usted, no puede usar una hermosa sonrisa, intente por lo menos, poner sobre los ojos, las muchas verdades de la sabiduría.
Seus olhos se acostumam com a escuridão, basta você abri-los, da mesma forma que seu corpo se acostuma com a solidão.
Ao cair da noite entendo o silêncio que opera em toda casa, a mesa rústica muda de cor, o sofá frio perde a sua importância,
a cama vazia reflete a sua falta e ignora a vontade que eu tenho de me deitar nela ,apenas porque eu estou Sozinho..
O equilíbrio da terra, da água e do mar depende de cada um preservar o lugar onde vive. Respeite a vida.
NADA É FÁCIL TUDO DEVE SER CONQUISTADO COM SANGUE E LAGRIMAS. SE É FÁCIL NÃO É MERECIDO...
POR ISSO AINDA ESTÁ VIVO...
NADA É FÁCIL TUDO DEVE SER CONQUISTADO COM SANGUE E LAGRIMAS. SE É FÁCIL NÃO É MERECIDO...
POR ISSO AINDA ESTÁ VIVO...
Aflição que não sai de mim, aquela sensação constante que não estou suportado o fardo dos meus erros, chorar já não ameniza nem um pouco se quer. Mau que destroi a mente, acaba com o corpo e tira o sossego por completo. Dizem que o tempo ameniza tudo, mas eu não tenho amnésia e sim amor que insiste em viver dentro de um coração que hoje é solitário. Não sei dizer adeus a quem eu amo, mas também não sei ser um peso na vida das pessoa e assim deixei ela partir e sei que nunca mais a encontrarei. Foram bons momentos, risadas de se estender pela madrugada, conversas bobas mas que nos unia sempre cada vez mais e assim nasceu esse amor maior do que eu poderia suportar. Como fui capaz de cometer tantos erros, por quê? Arrependimento já não vale mais nada, mudanças sejam elas quais forem não serão reconhecidas e assim se perdeu todo o meu amor! Triste do homem que não enfrentar seus erros e mais lamentável ainda aceitar que ele foi responsável por tudo e não o destino. Tem certo tipos de pessoas que só aparecem raramente em nossas vidas assim como alguns fenômenos da natureza, as vezes só vemos um durante toda a nossa vida e se esse for o meu caso perdi a maior conquista da minha vida. Nunca me vi tão sem rumo e desorientado na vida, mas ainda tenho a lucidez para pedir a Deus que cuidar dela e a proteja sempre e que abençoe ela com uma pessoa melhor do que eu fui capaz de ser, que tristeza não faça mais parte da vida dela e que só haja espaço para sorriso, alegria e tudo que a vida pode oferecer de bom.
Que ás vezes a gente canta bem alto pra ver se o coração se cala. Que às vezes a gente ri por fora pra ver se a alma para de chorar.
rir poder ser um sinal de loucura,
e também pode ser um sinal de satisfação... embora a casa do vizinho ainda queima!!
E de todas as eternidades que busquei, a amor, a felicidade, a paz interior, um Deus e ate mesmo a morte, de todas estas a única que insiste em permanecer é a eterna dor de estar vivo em uma madruga solitária e funesta que nunca mais acabou!
As vezes eu sinto que não sentir nada é uma defesa natural do meu coração, pois a ilusão é uma consequência da paixão e a dor uma consequência da ilusão
Passei tanto tempo escondendo o que eu sinto que esqueci como sentir de verdade, as vezes até eu acredito está feliz de tão grande que é meu falso e amargo sorriso.
Sabe, é até bom sofrer, ao menos me dá inspiração para escrever.
