Poema Sobre Solidão

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⁠FURIA, SILÊNCIO E SOLIDÃO
O qual escuro você quer que fique ?
Sua furia vai te tirar do fundo do poço?
Será que o silêncio vai te deixar gritar?
Quando você chega no fundo do poço percebi que sempre pode ficar mais fundo
Toda essa fúria já não importa mais, agora ela é como um peso que te ajuda a afundar
O silêncio te afoga, não te dá nem chance de gritar
Quanto mais fúria mais... silêncio quanto mais silêncio, mais solidão
Eles andam lado a lado esperando o momento certo.
Até que os fantasmas da sua consciência te cerquem.
Eles se lembram de você!,também querem se sentir vivos!!
Quando você tá coagido, pra onde essa fúria toda foi?
Ela te abandona, de repente a solidão entra em ação
Ela diz que vai ficar tudo bem, te faz aceitar, e o silêncio te conforta, juntos presenciam sua queda.
A fragilidade persegue os fortes, escondia pela escuridão arrastando as correntes que espantam a fúria.
Essa é a prova que até os mais fortes caem

⁠E assim se foi mais uma noite de solidão, minhas noites não tem sido fáceis e meus dias tem sido como minhas noites. Tentei seguir em frente mais uma vez, mas de novo a droga do amor apareceu na minha frente. Me entreguei achando que dessa vez seria diferente, que eu teria alguém para conversar, para rir, enfrentar as dificuldades junto... Mas novamente o amor me pregou uma peça e mostrou-se um amor platônico.
Tento buscar em minha memória... será que cometi algum erro? Mas nada encontro.
A conclusão é que sentimentos devem ser guardados para si mesmo, pois se forem expostos, certamente usarão contra vc.

⁠a tristeza e a solidão corroem minha alma,
o desejo fala mais alto,
a melancolia e o arrependimento sussurram no meu ouvido,
eu falhei,
eu falhei novamente
nao contive minhas emoçoes, nao contive o que senti no momento,
pensei que estava forte, e estava tudo sobre controle
mas fui tolo,
fui o mais fraco dos homens,
a verdadeira libertarde nao é fazer o que bem entende,
é saber o que nao fazer quando bem entender,
para nao se tornar escravo daquilo que mais te assombra.

⁠Porque eu falaria de solidão o tempo do
Em minhas poesias, talvez eu me sinta só mesmo estando rodeado de pessoas, por um lado tem tantas pessoas que me fazem sorrir levantão meu astral a verdade
E que eu sou feliz infelizmente não sei disso ainda eu sou o cara que vendeou os próprios olhos sou o cara que destrói seus melhores projetos sou cara que diz é fala
E esse ano vai ser melhor de fato eu teria algum comprometimento?
Por a caso fiz promessa de melhoras convincentes as pessoas que amo talvez meu coração esteja corrompido por causa do próprio mal que criei dentro de mim mesmo porque nada é ninguém é o maior vilão do que eu mesmo antes de me matar a cabo com minha próprios problemas para que ainda sim aja esperança

Tinta com Validade

Na solidão que só em mim ecoa,
Pensamentos dançam, tristes, à toa.
Me perco no café quente, na caneta a traçar,
Um poeta incerto, a vida a decifrar.

Cada verso meu, uma lágrima que se solta,
Sensação de liberdade, a alma revolta.
Escravo de mim, o ego a corroer,
Sanidade perdida, o tormento a crescer.

Momentos de descanso, a mente anseia,
Mas o tempo não espera, sua dança alardeia.
A tinta tem prazo, a validade da arte,
Corro, na eterna corrida, para não perder parte.

Sou autor do meu destino, mas o destino é fugaz,
Na busca da expressão, na vida que se faz.
Cada palavra escrita, um grito de libertação,
Na dança do tempo, a minha eterna canção.

⁠Frankenstein: Combustão da Alma

Na solidão que em mim atinge, ecoa,
Um ser melancólico, um mar em mim que entoa.
Frankenstein, meu nome, carrego com pesar,
Aberração ou não, quem pode julgar?

Uma mistura de emoções a escrever,
Palavras entrelaçadas, meu ser a se perder.
Orgulho, meu tormento, que queima e fere,
Mas é também a chama que em mim persiste, austero.

Quero ser o melhor, mas o preço é alto,
Uma batalha constante, um caminho exaltado.
Desistir, às vezes, parece tentador,
Mas meu orgulho é forte, um leão em meu interior.

A combustão do orgulho me faz sentir vivo,
Uma labareda ardente, um fogo que incentiva.
Dor de ser queimado vivo, consome-me devagar,
Espelho, espelho meu, quem mais pode igualar?

Nessa busca por sentido, na trama da existência,
A dualidade persiste, uma eterna resistência.
Entre a melancolia e a busca pela excelência,
Teço versos de uma vida, de uma essência.

A incerteza paira, até quando suportarei?
Como um poeta perdido, meu destino desvendarei.
No espelho, busco respostas, um reflexo de verdade,
Na dança das sombras, descubro a minha própria realidade.

⁠A vida de casado pode carregar uma solidão pior... se sentir só mesmo estando acompanhado...
o solteiro pode estar bem mesmo só, consigo mesmo...
Solidão x Solitude.

⁠No silêncio da noite a solidão me abraça.
Sussurra no meu ouvido respostas para perguntas que eu mesmo crio.
Me lembra que ser sozinho é desafio e
faz companhia quando me sinto só e vazio.
Essa noite não acaba? A sensação sempre volta e me desaba. Um dia vai passar. Vai sim, a luz retornará, o dia irá brilhar. O autor acordará. Tudo recomeçará.

⁠Tão Longe de Mim ...

Hoje a solidão é mais pesada
a Vida mais cansada e a sorte
tão longe de mim, tão longe!

Hoje a dor é mais agreste
e o Amor que prometeste, sem norte,
tão longe de mim, tão longe!

Hoje o dia é mais nocturno
meu lamento mais diurno, ser forte,
tão longe de mim, tão longe!

Hoje o Fado está cansado
nosso Amor abismo errado e a morte,
tão longe de mim, tão longe!


(Ao despertar das matinas assombradas ...)

⁠Pedacinho de papel.

Por você foi abraçado quando estive em solidão.
Fui pego pelas mãos quando me achei sem direção.

No momento que me faltava alguém você apareceu em minha vida.

Haviam espinhos em meus pés e todos deixaram desistir pelo teu amor.

No trilho da vida; minha voz era simplesmente um eco entre vales e fendas.

Eu era apenas uma sombra.
Ainda assim, me encontraste através dela em meio a tantos breus da vida.

Fui procura, viagem.
Em minha modesta mochila continha um pedacinho de papel; que na verdade, eu usava pra rascunhar minha vida.

Mas você chegou.
Você com seu avental que continham pincéis e camisa marcada por tintas de várias cores.

Estranhei quando você pediu a única coisa que eu carregava em minha mochila..."meu único pedacinho de papel."

Foi incrível!!!

Do diminuto papel fizeste uma esplêndida arte de amor e poesia em tela.

Sua tinta se uniu ao meu vazio.
E meu vazio às suas cores.

Não existe ímpares.

Existe a bela arte da vida.

Tudo... Através da arte de amor e poesia em tela.

Poesia da ⁠Solitude

A solidão é a mais cruel dos sentimentos
Nem sequer leva em conta os entes
Abraça quem está próximo dos semelhantes.
Do amor faz sentir saudades
Como um pássaro enlaça seus filhotes
Assim é a soledade.

A solitude é o mais selvagem das sensações.
Ignora quem está ao redor; toma o seu lugar.
Ao seu lado está. Propínquo permanecerá
A ela, quem vencerá ?

A solidão da crueldade toma forma
Às tuas vestes se amolda.
Aos ouvidos declama a mais sombria poesia:
- Estás contente ? À cercania estou.
- Estás descontente? Amplexo ardente.
Onde estás, lânguido gladiador ?

Ermo desértico é o âmago daquele solitário.
Da sua alma dá risadas.
Do coração triste, sai palavra desolada
Os pés do coração ao lugar inóspito o arrebata
As mãos ao encontro do seu peito o agasalha.
De longe o trouxe. Perto o deixa.

A natureza do mais temível sentimento é a soledade.
Intensa como calor glacial é a calmaria do coração isolado.
Frio que derrete as geladas montanhas da Felicidade.
Essa é a solidão.
Essa é a soledade.

⁠Solidão

⁠Oh, solidão, tu és bem-vinda ao meu silêncio. Só tu compreendes os meus sentimentos.
Só tu compreendes as minhas lágrimas.
Seja bem-vinda, solidão.
Solidão que vem para tratar o meu barulho.

Tu és a única que entende o que passo.
Tu és a única que me acalma.
Tu és a única que me dá forças para seguir em frente.
Seja bem-vinda, solidão, pois tu és aquela que me conforta quando tudo parece perdido.

PRA QUANDO ESTIVER COM SAUDADE

Temo a solidão que me habita sem sua companhia, sempre que não te vejo, sinto uma escuridão, uma escuridão sem nome, sem corpo e sem rosto. Feita do mais leve e puro ar, pesada como a gravidade de júpiter, do tamanho da grande muralha de Hércules, cobrindo a coisa mais sensível do mundo, meu coração.

Tal neblina, carregada de tamanha melancolia, é dissipada no momento que escuto tua voz. Essa voz que diz meu nome, a mesma voz que me chama de "amor", é pertencente ao mais belo ser, aquela de que por motivos óbvios não sou merecedor. Ainda me pergunto como essa divindade que é você se misturou e amou uma inferioridade como eu.

Por que com você, horas parecem minutos ? Por que com você me sinto o ser humano mais feliz do mundo ? Que paz é essa que me aparece quando você vem ? Por que prefiro a dor da ferida, do que não ter você comigo ? Essas dúvidas só serão respondidas quando você estiver comigo. Mas você não está aqui agora.

⁠A pior coisa da Morte
Não é a morte em si
Faz parte da vida....
O que me assusta é a
Solidão...
Precisamos cultivar
Sem orgulho ou vaidades
As verdadeiras amizades
Muitas vezes nos isolamos
do mundo.
Por algumas decepções..
Trazendo de verdade algumas desilusões....
Morrer sozinho e esquecido
É muito triste.....
Aprenda a cultivar os seus amigos
Dê valor a quem gosta de você
Não temos como viver sozinho no mundo..
Precisamos um dos outros até para morrer...

⁠"Na cidade do caos e da solidão,
Onde a loucura é a voz da multidão,
Eu caminho sem destino nem direção,
Em busca de um sentido pra minha existência.
Nas ruas eu vejo o desespero e a dor,
As faces marcadas pelo sofrimento e o terror,
E a esperança parece morrer a cada dia,
Mas ainda insisto em acreditar que há saída.
Eu canto a liberdade e a rebelião,
A minha voz é o grito da revolução,
E as palavras são a arma que eu tenho em mãos,
Para lutar contra a opressão e a injustiça.
Com Renato eu aprendi a sonhar,
Com Cazuza eu aprendi a lutar,
E com Chico eu aprendi a resistir,
E assim eu sigo em frente sem desistir.
Pois a música é a minha salvação,
E a poesia é a minha redenção,
E na arte eu encontro a razão,
De continuar a buscar a minha libertação."

⁠Como leão
Na multidão
Diante de muito ego
E solidão

O raiar do sol como clarão
O nevoeiro na escuridão
Diante de muita chuva
E insolação

O pular das ondas na imensidão
No mar do guardião
Diante de muita água
E consolação

Tu vens
Tu vais
Tu ias
Tu, mas só tu

Transeunte
Da vida
Das estações
Da equipe do metrô

Eram tantos
Falhos
Falantes
Inquietos
Corridos

Dos algozes
Dos albatrozes
Dos abutres
Das vozes

O soar
O ressoar
O verbalizar
O falar

O nada
O tudo
O início
O fim

É chegada a hora
Do banho de mar
Para alinhar
O caminhar

Dos nós
De nós
A sós
E sós
Como nós

⁠Poema Apressadinho

Atenção passageiros
com destino à solidão
queiram tomar o portão de embarque
de qualquer madrugada

Tomem seus licores
sepultem seus acenos
e boa visagem.

⁠Na solidão da noite, a alma a sofrer,
A depressão me faz gemer em segredo,
Grito em silêncio, ninguém pode entender,
A dor profunda que carrego, sem enredo.
No eco vazio, minhas lágrimas caem,
Como gotas perdidas, sem destino ou abrigo,
Ninguém ouve meu pranto, os sonhos se desfazem,
Na escuridão da alma, onde me perco e persigo.

Mas há luz na escuridão, ainda posso crer,
Que um dia, alguém irá me entender,
A depressão cederá, e o sorriso irá renascer,
E finalmente, a esperança florescerá no meu ser.

⁠Na madrugada silente, só eu e a melancia,
Às 1 da manhã, na solidão da varanda.
Vestido em cueca, sob o céu de estrelas frias,
Escuto músicas tristes, minh'alma vazia.

Reflexões noturnas, pensamentos a vagar,
Lembranças e tristezas, no escuro a brilhar.
Minha vida, um livro, com páginas a escrever,
No silêncio da noite, deixo a mente correr.

A melancia doce, meu fiel confidente,
Enxuga as lágrimas, ameniza a mente.
Nesse instante, só eu e minha melancolia,
1 da manhã, na vida triste que ardia.

⁠- CONFINAMENTO -
(Covid-19- terceira vaga)

A infecciosa solidão
destes dias penetrantes
arrastou-nos muitos sonhos;
corre de mão em mão
como sempre, como dantes,
tão longe de dias risonhos!

Tão longe da vontade
que trazemos no coração
de abraçar a quem amamos ...
Ela mata de saudade
antecipando de antemão
as lágrimas que choramos!

E choramos por nós próprios
choramos pelo mundo
pela dor-da-separação,
de nada valem tantos ódios
porque a raiva vem do fundo
amarga como um limão!

E da Esperança? Que fizémos?!
Que lugar tem Ela em nós?!
De que nos vale o pensamento
se não amámos, se não démos
à nossa Alma uma voz
neste triste confinamento!