Poema Sobre Solidão
Só você me tiraria da solidão,só você me faria amar novamente então,só você faria-me encontrar a alegria que já não tenho a muito tempo em meu coração,quem vê meu sorriso não vê minha solidão,você errou quando pensou que minhas intenções eram em vão,se eu te perdi perdi metade do meu coração,se eu te amei,amei algo que não sabia que iria ser uma ilusão,se eu vou te amar novamente? Talvez sim se devolver a a outra metade do meu coração.
Às vezes, é melhor nos mantermos submersos nas profundezas da nossa própria solidão, que mergulhar em pessoas rasas.
“ As vezes é melhor você diminuir o preço da solidão, pelo aumento de felicidade ao lado do seu irmão “
Na certeza do meu querer, movida pelo meu saber, em meu coração só existe você.
Solidão e dor ambos seguem um grande amador, que quando conheceu o verdadeiro Amor tudo suportou.
E foi na solidão que encontrou o prato cheio que saciou a sua fome de entender as injustiças do mundo!
Por incrível que pareça as dores da vida, as tristezas e solidão, me transformou em uma pessoa melhor e mais humana, o perigo está na transação da melhora, se você não se encontrar, ficará perdido e infeliz.
Em noites extremamente frias e de solidão, acendo a lareira, apago a luz e bebo vinho com meus outros eus.
Eles me divertem bem mais do que pessoas que querem me apenas paparicar.
No alto da paixão vem descendo solidão. Queiras eu ir ao teu desencontro. Vejas eu, teu céu de plena luz negra que floresce teu escuro dia de paixão.
Eu estava prestes a me afundar nessa solidão agoniante. As portas já não se abrem mais pelo tempo que já estou aqui dentro. Eu deixo a janela entreaberta apenas para clarear uma parte da parede branca e o suficiente pra me enxergar no espelho quebrado exposto em minha direção. Eu escuto ruídos o tempo todo. Não sei se eles vêm de fora ou se são apenas criação da minha mente, mas eu sei que tem gente lá fora. As pessoas ainda existem. É perceptível está aqui dentro consigo mesmo e perceber que há passos vindo em todas as direções. Uns mais agitados, com pressa talvez, outros mais lentos, pela idade do sujeito ou pela correria que já foi seu dia. Mas eu permaneço quieto. Permaneço calado. O céu eu já nem vejo mais, não sei se ele ainda é azul. Mas as lembranças que voltam à minha mente me fazem pensar de como ele era antes até o dia que me prendi. Não estou preso semente pelas dores, nem por achar estar perdido em tanto caos. Estou preso por medo de estar lá fora onde um dia já estive e resolvi não ficar. Estou preso porque o mundo que enxergo lá fora é tão agoniante como estar aqui dentro. São as portas que se fecham e não abrem mais. São as janelas que deixam entrar um pouco de luz somente para disfarçar a escuridão. São espelhos que se quebram para refletir verdadeiras faces. E os ruídos? São pedidos de socorro de um mundo que ainda clama por paz.
Bem aventurado aquele que é muito admirado, mesmo estando na reclusão da solidão da sua importância
Nunca estamos sozinhos, nem mesmo por uma fração de segundo, nem na própria solidão. Nunca estamos sós.
“A solidão pode ser apreciada se você aceitar a sua própria existência, e experimentar ouvir o seu subconsciente “
Hoje, aqui, conectados apenas pela solidão que nos une a todo instante, nessa tela luminosa sem fim... nesse mundo asséptico, esvaziado de aromas... Eu sei, eu sei, que ficar lembrando é coisa de velho. Mas por aqui, quando se tem tempo e quando venta... Ah, quando o vento canta cortante todo mundo sabe que ele não passa. Maeve Phaira, Outono em Copacabana.
