Poema Sobre Solidão
"Sempre Reerguendo-se e indo pra cima!
Um erro não é uma sentença!
Não adianta chorar no labirinto é melhor acha a saída e deixar a luz no fim do túnel te iluminar!"
Nas entranhas da saudade, o coração geme em agonia,
Ecos de uma separação que cravam fundo, como espinhos na via.
O homem, marcado pela sombra da ausência querida,
Ama na distância, sofre na carência da alma ferida.
Em cada pedaço da noite, murmúrios do passado ressoam,
A mulher que partiu deixou um vazio que seus sonhos devoram.
Ainda o amor persiste, como um farol em noite escura,
Guiando a esperança, enquanto a dor perdura.
Cada toque, cada beijo, permanecem tatuados na pele,
Como promessas que o tempo não consegue apagar, nem cancelar.
Enquanto o homem sonha, acordado, com reencontros possíveis,
O coração se recusa a desistir, alimentando esperanças incríveis.
No ballet da vida, outras bailarinas tentam sua dança,
Mas ele, na teimosia do amor, recusa a oferta, recusa a mudança.
Pois a mulher que ama, mesmo distante, é seu farol,
E qualquer sombra de felicidade parece pálida, sem calor.
Recusa-se a aceitar o consolo de outros braços,
Pois neles não encontra a magia, nem os laços,
Que o uniam àquela que ainda é dona dos seus suspiros,
Mesmo que o tempo teima em ser o senhor dos retiros.
Oh, homem que ama com a chama da eternidade,
Ainda há esperança na alvorada da felicidade.
Que o destino, fiandeiro dos fios do coração,
Teça um reencontro com a mulher da tua canção.
Que a dor da separação seja um prelúdio,
Para um capítulo onde o amor é o núcleo.
E nos braços dela, encontre a paz merecida,
Na sinfonia da vida, uma harmonia restabelecida.
Em um instante de reflexão, um novo capítulo surge,
Um convite à mudança, onde a vida converge.
É hora de partir, deixar o passado para trás,
Abrir as asas, voar rumo ao que jamais se desfaz.
Uma nova vida desponta, como aurora no horizonte,
O sol da renovação brilha intensamente, forte.
Novos desafios se apresentam, como montanhas a escalar,
Mas com coragem e fé, prontos para superar.
A liberdade é a trilha que se estende à nossa frente,
Caminhando com passos firmes, sem receio, somente.
Se amar, se gostar, se valorizar no presente,
Descobrindo o poder de uma autoestima envolvente.
É tempo de se dar oportunidade, abrir o coração,
Deixar florescer a esperança, a mais doce sensação.
Levantar da poeira do ontem, como a fênix renascer,
Seguir em frente, sem olhar para trás, sem se deter.
Na solitude, encontrar a paz que mora dentro de si,
Explorar os recantos da alma, descobrir o que ali há para ser.
É a oportunidade de se encontrar, de se conhecer,
Um mergulho profundo no próprio ser, um renascer.
A vida é um poema em constante evolução,
Cada verso escrito com as escolhas do coração.
Então, sigamos adiante, com coragem e gratidão,
Em busca da plenitude, dessa nova vida em expansão.
Sempre que a noite vem e traz consigo escuridão
Sigo apenas sendo estrela, sem nenhuma pretensão.
Mas caso essa noite caia e venha a te deixar sozinho
Ficarei feliz em ser estrela e iluminar o teu caminho.
DEVANEIO ETÉREO
Domando dragões celestes
Viajo de planeta em planeta
Ouvindo cantos de sereias
Solitárias em suas pedras
Temendo qualquer balanço
Que a lua cheia ouse fazer
No seu imenso mar de solidão
Onde o sol navega apagado
Tendo a tristeza ao seu lado
Feliz pela morna companhia
Eis um porco-espinho
Aceitando ficar só
Sem ninguém ao seu redor
Que te toque ou sinta dó
Eis um porco-espinho
Descobrindo o seu caminho
Na solitude fez um ninho
Pra então viver sozinho
No abismo da minha alma, um pranto sem cessar,
Uma tristeza profunda, difícil de suportar.
A dor dilacera, como navalha afiada,
E o desespero consome, deixando a alma arrasada.
As lágrimas fluem, como rios de desolação,
Um oceano de tristeza, sem margens de consolação.
A solidão é meu único refúgio, meu triste abrigo,
E a escuridão envolve, como um manto sombrio.
Sinto-me perdido, um náufrago na tempestade,
Afogado em angústia, sem esperança, sem piedade.
As sombras me cercam, sussurrando palavras de aflição,
E a melancolia me envolve, em sua cruel canção.
Nas minhas veias corre a tristeza, como um veneno,
Envenenando a alma, corroendo o meu ser pequeno.
A tristeza me consome, deixando marcas profundas,
E a vida perde o sentido, nas suas voltas vagabundas.
Oh, como anseio por um alento, um raio de luz,
Para romper essa escuridão, essa dor que me seduz.
Mas por agora, mergulho nas profundezas do sofrimento,
Deixo as lágrimas escreverem, meu lamento no firmamento.
Na universidade, um mundo sem cor,
O caminhar solitário, um triste labor.
Mas o conhecimento, pode ser gerado,
Sem que a dor seja sempre seu fado.
A alma perdida, buscando seu lugar,
A solidão, difícil de suportar.
Mas no desafio, há uma luz a brilhar,
No encontro de mentes, o saber a desvendar.
A universidade, sem alma aparente,
Esconde segredos, saberes latentes.
O conhecimento, não precisa ser penoso,
Pode ser uma jornada de prazer generoso.
Encontre camaradas no mesmo intento,
Descubra juntos o sentido do aprendimento.
No diálogo, nas trocas construtivas,
Encontre alegria em novas perspectivas.
Que a universidade se revista de calor,
Que o conhecimento seja um manancial de amor.
No encontro de mentes, em harmonia,
Que o caminhar solitário se dissipe um dia.
Que o saber seja um processo compartilhado,
Onde a solidão se transforme em abraço afetado.
E que a universidade, com alma e sinfonia,
Seja um lugar de trocas, de amor e poesia.
Havia um silêncio pesado no ar, um tipo de vazio que só o coração partido conhece. Sentado naquele banco, ele olhava para o espaço ao seu lado — vazio, frio, como se a ausência dele tivesse roubado a vida da própria paisagem. O vento soprava suavemente, carregando consigo as folhas secas que dançavam ao redor, cada uma como uma memória se afastando, lenta, mas inevitavelmente.
Nas mãos, uma única flor. Suas pétalas caíam uma a uma, marcando o tempo, assim como o amor que ele uma vez segurou tão firmemente, mas que agora deslizava entre seus dedos. A promessa de um "para sempre" que, como o pôr do sol naquele céu nublado, começava a se apagar.
Ele fechou os olhos, e por um momento, podia sentir o calor do riso dele ao seu lado, podia ouvir sua voz entre as árvores balançadas pelo vento. Mas, ao abrir os olhos, tudo o que restava era a saudade. O mundo, antes vibrante com a presença dele, agora parecia um quadro pintado em tons de cinza.
A chuva começou a cair. Pequenas gotas, como lágrimas que o céu chorava por ele. Ele não precisava chorar. O céu fazia isso por ele. Cada gota era uma lembrança, uma palavra não dita, um toque que nunca mais sentiria. E aí ele se tocou que: o amor, mesmo na dor, era belo...
Ó Deuses e Deusas, a se distrair com tudo que é humano,
Me vigiam? Me vigiam?
Meu coração está doendo. Devem rir enquanto eu choro.
Pobre de mim? Ou sou desgraçada?
Há alguém entre vós ao meu lado?
Alguém torce para que meu sonho se realize?
Ou estou sozinha?
Também contra todos os Deuses?
Há alguém no Céu? Um único Ser que apostou que eu não desistiria?
Há alguém no Céu que acreditou em mim?
Ou estou só com a minha teimosia?
Eu acreditei em mim...
Mas acreditar sozinha é tão triste.
Meus olhos são catadupas que embaçam minha vista e sentidos.
Sou cascata...
Sou sozinha...
Há um único Ser Celestial sequer que acreditou que eu não desistiria?
Me ajude.
Miro meus olhos e meu coração a Ti, estrela pequenina.
Estrela que há tanto não vejo de minha janela...
Estrela que me viu sonhar desde menina...
Sim! Eu te amei mais do que a Lua e ainda te amo.
Te amei mais do que a todos os planetas.
Apostaste em mim, Estrela preferida?
Por que eu não desisto?
Alguém além de mim acreditou que eu conseguiria?
Sim, eu sou suficiente.
Mas acreditar sozinha em mim mesma é tão triste.
Alguém apostou que eu conseguiria?
Meu coração está doendo.
Me deem forças. Me animem.
Música
Você era minha guia, de um casamento,
Procurei por todo lado, você estava dentro.
A minha parte pura, sujou devagar,
Agora eu quero o quarto escuro, onde posso sonhar.
E sentir o vento, ter uma visão,
Miragem de um sorriso, corpo em solidão.
Sorriso que me abraça, mesmo sem estar aqui,
Perdido nas memórias, tentando me encontrar.
Os ecos do passado ainda vão me chamar,
Nos sussurros do tempo, eu sei que vou escutar.
Entre sombras e luz, eu sigo a vagar,
Buscando a essência que não quer se apagar.
E sentir o vento, ter uma visão,
Miragem de um sorriso, corpo em solidão.
Sorriso que me abraça, mesmo sem estar aqui,
Perdido nas memórias, tentando me encontrar.
Ponte
E quando a noite cai, eu deixo tudo pra trás,
O frio me envolve, mas seu calor ainda traz.
Sonhos desfeitos, mas o amor não se vai,
Em cada passo em frente, eu sei que vou ficar.
Refrão
E sentir o vento, ter uma visão,
Miragem de um sorriso, corpo em solidão.
Sorriso que me abraça, mesmo sem estar aqui,
Perdido nas memórias, tentando me encontrar.
Você era minha guia, de um casamento,
Procurei por todo lado, você estava dentro.
A minha parte pura sujou devagar..... E sentir o vento, ter uma visão.
Miragem de um sorriso, corpo em solidão.
Os pulsos que me abraçam, sem estar no lugar.
Perdido nas memórias,
tentando encontrar.
Os ecos do passado,
ainda vão chamar.
eu só quero um quarto escuro pra poder dormir.... E pra poder sonhar.
Refrão
E sentir o vento, ter uma visão.
Miragem de um sorriso,
corpo em solidão.
Esses pulsos que me abraçam,
não tem mais lugar.
Ponte
E quando a noite cai, eu deixo tudo atrás, aquele
frio me envolve, seu calor jamais.
Deixa-me no quarto escuro pra eu poder dormir ..... Pra poder sonhar.
E sentir o vento, ter uma visão,
Miragem de um sorriso, corpo em solidão.
Perdido nas memórias, tentando encontrar.
Há muitos amigos por aí
Mas poucos a estender a mão
Principalmente quando cair
Num fosso fundo de solidão.
A vida não é justa, é ingrata, é fria, cruel. Não espere acertar sempre, nem ser recompensado pelo que faz.
A vida é injusta, dolorosa, nem sempre vale a pena viver.
As vezes a vida é justa e dolorosa, as vezes a vida é um amor não correspondido e o que mais dói é saber que amor também pode ser ao mesmo tempo justo e doloroso, pois ninguém é obrigado a ficar com outro alguém. E mesmo se esse alguém te ama, a vontade do outro deve ser respeitada, e assim o amor é justo e doloroso, pois para amar é preciso ser forte para deixarmos a outra pessoa livre. As vezes a vida é apenas amar na solidão. É justo, mas dói.
Olá, dor, minha antiga aliada,
Hoje, mais uma vez, você está aqui sentada.
Não veio com aviso, nem trouxe razão,
Apenas se instalou, silenciosa, no coração.
Ando por ruas que parecem desertas,
Onde as almas, invisíveis, estão descobertas.
Carrego nos ombros o amor do mundo,
Mas ele é um fardo, um grito profundo.
Eu vejo rostos que não enxergam,
Ouço vozes que em silêncio pregam.
Tento estender as mãos, mas elas não alcançam,
Minhas palavras ecoam, mas logo se cansam.
O altruísmo me corrói por dentro,
Ser empático é viver no vento.
Sinto a dor que não é minha,
Sinto o peso que nunca termina.
E mesmo por quem me fere, ainda choro,
Como se cada lágrima fosse um tesouro.
Me perco no som do silêncio,
Onde a alma grita em silêncio denso.
Mas por que o coração dói sem motivo?
Por que amar se torna tão corrosivo?
O vazio responde com seu abraço,
E o silêncio, se torna um eterno laço.
Sigo caminhando, sem destino certo,
No caos do mundo, meu peito aberto.
E o som do silêncio me envolve,
Como uma canção que não se resolve.
Sou eu, rodado pelo tempo,
Sem casa, sem chão, nem firmamento.
Caminho em estradas que o vento apaga,
Sem saber se sigo ou se volto à saga.
Não há onde pousar meu cansaço,
Nem braços abertos, nenhum abraço.
Sou eu, sem rota, perdido na estrada,
Só o silêncio, minha jornada.
Será que o destino me esqueceu,
Ou fui eu que de mim me perdeu?
Mas sigo, sem rumo, sem me encontrar,
Quem sabe, um dia, eu aprenda a ficar.
Nunca mais verei teu rosto, teus olhos brilhantes,
A vida nos levou por caminhos distantes,
E nesta solidão meu peito chora e lamenta,
Pois sei que é para sempre o adeus que me atormenta.
Desculpa, cego estou
Mas escuto ainda vocês
Tento me esforçar
Mas tudo me desmotiva
Pois morto já estou
Só me falta aceitar.
DOCE AUSÊNCIA.
Estar é estranho quando se aprendeu a não ser. Há um desconforto tênue em ocupar o agora, como se a presença pesasse mais que a ausência. E então, ao espiar por brechas o que floresce sem ti, nasce o desejo de sumir — ser sombra, ser brisa, ser nada. Porque às vezes, a distância dói menos que a consciência de estar fora, mesmo estando perto.
A prerrogativa de estar só não encontra morada em mim, pois mesmo só, não estou sozinho!
Se sozinho em meu quarto meu Pai me vê em segredo!
Se sozinho no deserto estou coberto e alimentado bradando em meus lábios a visão messiânica, posso Vencer o inimigo!
Sabendo que a morte traz a Vida, estar sozinho é não estar só, mesmo em uma sepultura sem vida, a ressurreição é o que me resta!
