Poema sobre Identidade
Acho que perdi minha identidade!!!
Ou esqueci o meu passado!!!
Será que estou com amnésia!!!
Minha alma pergunta: Quem es tu
e pra onde vai neste barco sem leme
ao sabor dos ventos e das tempestades?
E eu respondi: No fundo de cada um de nos, há tesouros
escondidos que somente o amor permite descobrir.
Viva o momento e acorde no dia seguinte para ser feliz novamente
Os ventos que as vezes nos tiram algo, são os mesmos que
nos trazem o caminho da felicidade, por isso não devemos
chorar pelo que nos foi tirado e sim voltar a amar e ser amado
pois tudo aquilo que realmente é nosso, nunca se vai para sempre.
E se tudo que estou vivendo é fantasia, ai eu me encontro em pleno
carnaval, mas nunca vestido de “palhaço”.
Pergunto-me se a nossa verdadeira identidade
anda descoberta ou encoberta...
Porque quando nós temos dupla personalidade
acabamos nos esquecendo quem somos e qual a
nossa verdadeira essência.
********Quem tu és***********
Qual sua identidade? Por que você existe? Qual a Sua Missão?
Sou filho de Deus.
Nascido para servir, adorar e honrar o Seu Nome!
Vim para ser Luz do mundo, Sal da terra, trazer liberdade aos cativos, e ajuda aos necessitados... vim servir a vontade do Senhor Deus!!
Essa é minha identidade, essa é minha vida, isso sou EU! E quem é você?
Querem tentar me apagar...
Confrontando a minha identidade....para me negar
Tenho essência e consciência...vou denegar
O criador inspira à caminhar
Até o fim chegar....e repousar.
Letras Em Versos de Edna
Seja vc mesmo
As vezes somos um
Só pra agradar a outro !
Perdemos nossa identidade!
reflita sobre isso, nesta leitura.
Você é você por você ?
Ou simplesmente é o reflexo
Que outros querem ver .
Seja você, tenha coragem !
Máscaras caem a todo tempo.
E quando essa máscara cai frente ao
Espelho e você vê o que foi capaz de
Fazer para agradar a quem não merece
É frustrante .
Caminhe sua estrada e tenha suas vontades , cure suas feridas e veja
Como é bom ser feliz pelos seus méritos .
Abra seu coração para o novo
Pois o velho já foi tentado
Lembre-se Deus não esquecerá da sua essência já mais, tudo pode nele em nome de nosso Cristo Jesus .
Graça e paz
Desconhecido... mundo meu
No meu mundo desconhecido
descobri a
minha real identidade
sem fantasias
sem ilusões
sem medos
...apenas o desejo
de vencer
de existir
de sentir
de SER
eu mesmo na minha condição.
... no meu mundo de incertezas
descobri a verdade
a real existência
da vida
do ser e existir no outro;
assim sou
metade de mim
e parte no mundo
... completo de tudo um pouco
no mundo que eu desconhecia.
IDENTIDADE
Fique onde sua Essência e Identidade são respeitadas.
Fique onde você possa ser quem é sem maquiagens exageradas e máscaras compradas - desse modismo imposto pelo Senhor Sistema - a preços baratos para não ficarem encalhadas.
Crie um lema para se salvar dos outros e, principalmente, de si mesmo:
"Sou quem sou. Sei quem sou. Isso me basta!"
Fique onde você seja amado e aceito com suas qualidades e defeitos.
Fique onde você possa Amar da forma que sabe e sente o Amor.
Se não... dê um sorriso e vá embora em Paz.
A Vida é muito curta para ser perdida com quem não enxerga nossa Alma.
Janaína da Cunha
(Do livro: Versos Soltos /pág. 89.)
Não vejo por que a pergunta pela identidade nacional deva se concentrar na busca de 'constantes'. Uma identidade nacional, como uma consciência pessoal, é sobretudo uma história, uma narrativa cujo sujeito não vem pronto, mas se forma e se deforma, se acha e se perde, se salva e se dana no curso dela mesma.
***
Nenhuma conclusão frutífera se obterá sobre a questão da 'identidade nacional' sem fazer primeiro uma 'história da consciência nacional', mapeando, na vasta bibliografia disponível, o horizonte de consciência dos nossos intelectuais e suas mutações ao longo das várias gerações. Tenho a visão clara do que pode ser essa história, mas jamais terei o tempo de escrevê-la, embora alguns artigos meus sejam capítulos inteiros dela. Uma coisa eu garanto: esse horizonte de consciência jamais foi tão estreito quanto é hoje.
Identidade perdida
Onde estou? Ando só, mas acompanhado pela tristeza, dor, um vazio imenso e uma sombra que teima em me acompanhar.
Paro em frente a um espelho mas não me reconheço, só vejo um borrão cinza sem rosto.
Onde estou? Ando só, mas acompanhado pelo medo, pelas incertezas e um amor imenso que teima em me acompanhar.
Olho para trás mas não vejo minhas pegadas, me desespero imploro por socorro em meio a prantos, quase ninguém houve os que houve não entendem.
Quando acordo me vejo acorrentado ao amor perdido.
-Você é mais que uma imaginação.
Não existe outro igual a ti. Não existe outra identidade igual a sua. Não existe um mesmo determinado tempo que o seu. Tudo relacionado ao seu eu é único, raro. Não precisa de pressa. Esquece o cronograma criado pela boca do homem. A vida não é um cronograma contado pelo destino do outro. Ela é mais do que hora, do qualquer expectativa. A vida é AMOR.
A sua existência é amor, é real, é uma arte sem estimativa de valor. A sua existência é singela, é sua.
-Eu sei como é ansioso sonhar, ter o talento a flor da pele saltando dentro da alma pra se tornar real, palpável, visto pelo mundo. É uma ansiedade dolorosa, que faz a gente agir antes do tempo que não é o nosso, que faz a gente chorar sem ser de alegria, que faz a gente quase desistir. Eu sei que machuca enxergar pessoas próximas do nosso cotidiano realizando seus sonhos, passando pelo cronograma de plantar uma árvore, escrever um livro, casar e ter filhos, embora pareça que estão vivendo nesse cronograma padrão, isso não é verdade, algumas se precipitam, e o tempo aos nossos olhos parece estar certo, a gente não vê as consequências, não sente o vazio que é pular de fase, não sente o peso de não ter identidade. Você tem o privilégio de sentir na alma como é incrível passar cada fase, como é recíproco cair e levantar, como é fantástico saber quem é você.
Os teus sonhos são muito mais do que se preocupar com o tempo em que sairão de trás das estrelas para brilhar. Eles não estão escondidos, estão sendo capacitados, moldados nos mais simples detalhes para brilharem eternamente.
Somos um povo carente de Heróis e de ídolos...
Perdemos a referência, a identidade e muitas vezes à própria dignidade.
Apesar de tudo, ainda temos em nosso DNA a alegria e a esperança de dias melhores...
Existência e identidade de um povo
América do sul de todos os adormecidos,
Quando sobre o fio da cruel espada ensangüentada
Que lentamente a todos vos mata...
E ressume cada instante quando por entre as trevas
Nada mais se avista do que as próprias trevas.
Murmúrios, sobre telhados quebrados...
Em pleno amanhecer tão estranho e sempre tão doloroso.
As nossas diferenças e igualdades!
Tu és tu mesmo perante ti e perante os
outros. A tua identidade manifesta-se nos
teus comportamentos.És reconhecido pelas
ações que praticas e também reconheces
como sendo tuas ou do grupo a que
pertences.
Tanto as tuas ações como os teus
comportamentos podem ser semelhantes das
outras pessoas sendo homem ou mulher.
Mas há sempre uma diferença que cada um
de nós traz. Isto acontece porque, mesmo
pertencendo ao mesmo grupo
etnolinguístico como o teu, há sempre
diferença porque vivemos em meios
diferentes e temos famílias diferentes.
Assim se pode dizer que, para além dos
hábitos e das características comuns, há
aquelas que pertencem só a tua família. Ou
mesmo só a ti no interior da tua família, tais
como; as tuas impressões digitais ou a forma
como escreves. Elas são apenas tuas.
Somos diferentes até na forma de pensar,
vestir, agir e falar. Esta é a minha
característica.
Somos iguais em Dignidade e Direitos.
A mala dos segredos desconhecida
Autor: LCF
1
Era uma vez um sujeito;
( Cuja a identidade não se conhecia;
E a personalidade jamais se temia; )
De nada tinha perfeito.
2
Andava com uma mala;
O que estaria no seu interior?
Seria um presente? Bolor?
Andava ela por uma sala.
3
Era esquisito;
Escondia algo valioso;
Algo precioso;
O que escondia era, também, bonito.
4
Toda a gente olhava;
Ele não prestava atenção;
Possuía um brasão;
E toda a gente o apreciava.
5
Seria esse brasão;
Que o sujeito escondia?
Ninguém sabia;
Ficavam na humilhação.
6
Intrometidos que eram;
E a mala era um mistério;
Correu-se um hemisfério;
Nada obtiveram.
7
Descobriu-se apenas uma coisa de novo;
A mala lá dentro tinha;
Uma pequena estrelinha;
Estrelinha que mudaria o povo.
8
As pessoas ficavam curiosas;
Para nada alcançar;
Aquela pequena estrelinha do mar;
Possuía qualidades maravilhosas.
9
E a mala desconhecida;
Permaneceu assim;
Eu dizia sim;
À mala continuar desconhecida.
O nosso nome, a nossa identidade
Autor: LCF
1
O nosso nome;
É a nossa identidade;
2
É a nossa atividade favorita;
É a área em que a gente é perita;
3
É o nosso tom caraterístico;
É o que mostra se alguém é cáustico;
4
É a nossa vida predestinada;
É a nossa personalidade já formada;
5
É a diferença;
Daquilo que nos une.
Alguns podem não gostar dos seus professores, mas se não fossem eles, qual seria sua Identidade?
<......>
Analfabetismo <..:>
A energia do homem precisa ser canalizada para algo que lhe forneça uma identidade, um papel social. A pessoa precisa ter uma ocupação em que se sinta produtiva, mesmo que não seja remunerada. Precisa de reconhecimento de seu local no mundo e também precisa transmitir características que são só suas, o que caracteriza a herança cultural de um povo.
Porém, se o meio em que vive dita como, quando e com quem devo fazer algo, toda a espontaneidade acaba. Transformamo-nos em máquinas responsivas, ansiosas e muito angustiadas pois, apesar dos bens alcançados, não existe realização pessoal real.
Acredito que precisamos sim nos enquadrar socialmente, porém sem perder o olhar a frente e nem nossa criticidade. É necessário que o homem saiba o real motivo de suas escolhas para não retroalimentar ciclos e mais ciclos de auto-sabotagem emocional.
Precisamos sentir mais, mesmo que o sentimento seja ruim. Precisamos questionar mais, mesmo que o rosto do colega não seja o mais satisfeito (isso previne depressão). Porém, mais do que tudo isso, precisamos viver mais e melhor. Enquanto estamos vivos podemos aprender e repensar nossos valores.
IDENTIDADE
Eu não sou as roupas que eu uso.
Eu não sou os livros que tenho na estante. Eu não sou o carro, o sapato, o celular...
Eu sou o que vem antes disso.
Eu sou a subjetividade, eu sou a identidade, Eu sou uma colcha de retalhos de ideias, lembranças, aprendizados, construçōes e desconstruções.
Sou o que fiz com meus traumas, superações e medos.
Sou o ser por trás do sorriso.
Sou mais que um corpo, ou uma aparência eu sou a alma que o habita.
Eu sou única.
Eu sou eu.
E ainda não estou pronta e acabada eu ainda estou sendo, em cada minuto algo de mim é refeito, acrescentado, apagado, modificado.
A cada nova interação com o mundo eu me faço um pouco mais e me desfaço se necessário for...
Eu sou um constante gerúndio e vale a pena ser...
Perdemos a identidade;
Vivemos de caridade.
A colina será dada,
Quase, em troca de nada!
In VERSOS - Trovas e Sonetos
