Poema seu Rosto Lindo
"Quando você diz algo sobre amar, sobre amor, tenho a impressão que não é apenas um rosto que tu vês diante dos olhos, nos teus sonhos. Várias caixinhas vão guardadas no fundo do teu coração. Cada uma delas com uma dose de carinho por alguém. Vez ou outra, abre uma delas e se delicia com as memórias dos dias bons ou se angustia com as dores da distância.
O sentimento diante de cada uma delas é o mesmo, embora os rostos diferentes. Você os recolhe, fechando a caixa rapidamente, como se flagrando-se em um crime, recolhe a si mesma. Tranca-te.
Tu'alma não suporta doses tão grandes de sentimentalidade sempre. Tens uma alma convalescente dos desvarios e desenganos. Por isso finge-te forte nos dias comuns...
É como se eu te visse, neste momento acessando algo hoje proibido, pelas desventuras do tempo e pelos acontecimentos que a vida nos traz. Mas sei também que te delicia a cada lembrança, a cada momento bom que guardastes dentro de ti. Embora haja o mundo a tua volta, teu espírito segue em luto, calado. E se juras hoje e antes um amor eterno é para distrair-te da tediosa necessidade de fugir te si mesma..."
Eu queria poder tocar
teu rosto, ouvir tua
respiração…
Só queria ter idéia da
tua grandeza, do teu
poder sobre mim.
Só isso.
EU NÃO AGUENTO MAIS PRECISAR COLOCAR UM SORRISO NO MEU ROSTO! EU NÃO AGUENTO MAIS NÃO SER PERCEBIDA E MESMO COM TODO MEU TALENTO ME SENTIR INUTIL E POR ISSO ME DA TANTO ODIO PELOS MEUS COLEGAS QUE DA VONTADE DE ARRANCAR A CABEÇA DELES! EU QUERIA APENAS SER FELIZ E NÃO SER DEIXADA DE LADO, EU SÓ QUERIA AMAR ALGUEM DE VERDADE, EU NEM CONHEÇO ESSE SENTIMENTO INUTIL DO CARAMBA! EU QUERIA TANTO MORRER MAS TEM TANTA COISA QUE EU AMO E QUERO CONQUISTAR... PQ VC SE FOI!? TUDO PIOROU QUANDO VC SE FOI! EU AMAVA VC E VC FOI ATROPELADA NA MINHA FRENTE..TUDO CULPA DA AQUELE IMPRESTAVEL QUE DIRIGIA AQUELE CARRO DOS INFERNOS, EU TE ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO ODEIO.
QUERIA QUE VOCÊ ESTIVESSE MORTO.
Vem! Amanhã começa o mundo...
A primeira luz. O primeiro alento.
O primeiro rosto. O que os outros
Vão dizer? As mil palavras de sempre
Talvez também algumas novas
Mas as palavras, meu amor, as palavras
Ainda nem se formaram: só amanhã
Começa o mundo. A primeira pele.
A primeira lua. O primeiro susto.
O homem que disse, uma vez, sabia:
Nascer é mesmo muito comprido.
Nascer, meu amor, não termina nunca.
De nada adianta um corpo esculpido, um rosto admirado e a ilusão de uma autoestima elevada, se a mente permanece presa à ignorância. A mais cruel forma de baixa autoestima é a intelectual — silenciosa, mas devastadora. A beleza encanta, mas é a inteligência que sustenta. Priorize o que pensa, não apenas o que mostra.
H.A.A
*DEUS no comando sempre!*
Poucas coisas me perturbam tanto quanto habitar uma sociedade onde impera a uniformidade — de rostos, de vozes, de pensamentos.
As opiniões deixaram de ser fruto da reflexão para se tornarem ecos de narrativas alheias.
Vivemos sob o peso de uma lógica perversa: “Se muitos dizem, então deve ser verdade.”
É angustiante cruzar com tantas pessoas e, em cada uma, encontrar o mesmo vazio — a mesma ausência de profundidade.
Seres humanos reduzidos à superfície do que poderiam ser.
Já não experimentamos a liberdade em sua essência; vivemos apenas a ilusão de estarmos livres, enquanto somos conduzidos, silenciosamente, por ideias que nem mesmo nos pertencem.
Hoje, não são grades que nos aprisionam, mas discursos repetidos, dogmas disfarçados de opinião.
Questionar se tornou ousadia. Pensar diferente, quase uma heresia.
Buscar a verdade — essa que exige coragem e solidão — parece um ato subversivo.
E nada me causa mais inquietação do que ser confundido com essa massa amorfa que abdica de pensar.
Ternura
Ainda me lembro, de teu rosto colado ao meu, não sei bem se poderíamos chamar aquilo de uma dança. Mas nossos corpos se beijavam, na sintonia da música. Eu sentia sua respiração quente, porém calma.
Por alguns minutos eu me esqueci onde é que eu estava — Em meio seu rosto colado ao meu, aquele perfume leve — se ternura tivesse cheiro, seria o teu.
Era só um quarto iluminado pela luz do corredor, mas desde que te surpreendi na porta e te puxei para perto, nada mais existiu além de nós dois e aquela música.
e agora em minha memória.
Apago, Reescrevo
Ergo o rosto, encaro o espelho.
Estranho reflexo:
olhos gastos de silêncio,
boca árida de palavras,
nariz vermelho de cansaço.
Mas...
não é assim que me enxergo.
De novo,
me aproximo, me olho no espelho.
Curioso retrato:
um homem de terno e brilho,
bolsos cheios,
passos firmes,
destino herdado.
Ah…
quem me dera ter nascido herdeiro.
Mais uma vez.
Me ergo.
Me busco no espelho.
E me pergunto, em silêncio:
quem sou, quando ninguém está olhando?
Silêncio
No silêncio da estrada vazia,
Há um rosto oculto de mulher,
E na estrada da sintonia,
O que de fato agente quer.
Em um céu que se abre sereno,
Embalada por uma brisa que nos deixa pleno,
Surge um brilho no fim do horizonte,
Como se fosse um belo diamante.
Sei que sou apenas um passageiro,
Nessa grande nave chamada vida,
Não serei o último e nem o primeiro,
Apenas um intervalo de subidas e descidas.
O mundo às vezes é cruel,
E mais amargo do que fel,
Mas devemos sempre insistir,
Pois a recompensa há de vir.
Lourival Alves
Em cada rosto, um traço de sinceridade,
amigos verdadeiros na jornada pela verdade. Com eles, a discordância é leal caridade, celebram vitórias, na mesma felicidade. Ouvem verdades, partilham na tempestade, preocupam-se em toda adversidade.
Livro: O respiro da inspiração
Em cada rosto, em cada traço,
a jornada se entrelaça,
e assim seguimos adiante,
na dança da vida, em graça.
Livro: O respiro da inspiração
Amor,
Não sei como é teu rosto há tanto a tempo
Não provei mais o gosto do teu beijo
Não sei mais como é amar
**Sorrisos**
São só curvas, um traço no rosto,
Um breve instante, quase um repouso...
Mas quem diria, nesse contorno singelo,
Tanta luz, tanto calor, tanto conselho?
São só músculos, gesto fugaz,
Mas quando surgem, num claro momento,
São como sóis, rompendo a neblina,
Iluminando o mais fundo do vento.
São pontes leves sobre o abismo,
Quando o silêncio pesa demais.
São lenços suaves para o pranto,
São promessas em dias maus.
Podem ser tímidos, quase sussurros,
Escondidos nas dobras do olhar.
Podem ser largos, cheios de vida,
A fazer o mundo cantar.
Podem ser frágeis, em noites de temporal,
Mas mesmo assim, uma luz a brilhar.
Podem ser fortes, a quebrar muralhas,
A fazer o ódio se esvair.
São linguagem que todos entendem,
Sem precisar de tradução.
São abraços que não usam braços,
São canções sem precisar de voz.
São sementes de esperança plantadas
No solo áspero da realidade.
São flores que nascem nas frestas
Da mais dura adversidade.
Ah, sorrisos... pequenos milagres,
Tesouros que todos podemos dar!
Não custam nada, mas tudo transformam,
Basta deixá-los brotar... e voar.
"Você Ainda Está Aí?"
Eu te vejo…
mas não te enxergo.
Seu rosto é o mesmo,
mas o olhar —
não sei,
parece feito de ausências.
Você fala,
mas a voz vem de longe,
como eco em corredor vazio.
Tantas palavras,
e ainda assim,
um silêncio entre nós.
Caminha ao meu lado
como sombra apagada,
presença que não preenche,
presente que não fica.
Mudou.
Eu sei.
Mas ninguém me avisou
que mudar também podia ser
ir embora
sem sair do lugar.
Procuro por você
nas lembranças que não doem,
nas piadas que ainda conto,
mas seu riso já não volta
como antes voltava.
E às vezes, te encontro.
Ou penso que encontro.
Mas é só a casca,
o vulto,
o nome sem alma.
Dói saber
que alguém que foi abrigo
virou labirinto.
Você está aqui…
mas onde?
Lua o espelho que reflete
Lua levemente reflete meu rosto
Única forma de admirar
Abraça traços do existir.
Já me quebrei em silêncio,
onde ninguém pôde ver.
Carreguei sorrisos no rosto
enquanto a alma só queria chover.
Fui leve — quando o mundo pesava.
Fui calma — quando dentro tudo gritava.
Fui pluma no vento da vida,
mas cada sopro me ensinou a não me perder.
Me disseram pra ser forte,
mas descobri que força é sentir.
É cair e, mesmo em pedaços,
ainda assim, decidir prosseguir.
Não sou feito de aço,
mas de carne que já cicatrizou.
De lágrimas que ninguém viu,
e orações que só Deus escutou.
Carrego dores caladas,
mas também milagres que ninguém notou.
Porque onde o mundo via fraqueza,
Deus via o ouro que o fogo forjou.
Sou feito de fé que não grita,
mas resiste.
De esperança que não se explica,
mas insiste.
Sou suave como a pluma que dança no céu,
mas quando a vida exige…
eu sou trovão.
E faço tremer tudo aquilo que quis me calar
— sem perder o coração.
Sombra do Guardião
Na calada da noite, sem rosto ou sinal,
Surge a figura em silêncio total.
No asfalto frio, seu vulto se impõe,
Com o peso do mundo que a sombra compõe.
Não há cor, nem rosto, nem voz — só missão,
O fardo invisível do guardião.
Arma no ombro, olhar que não cessa,
Vigília na sombra, na paz e na pressa.
Entre luz e trevas, caminha sozinho,
Traçando no chão seu próprio caminho.
Não busca aplausos, não pede perdão,
Apenas defende — dever, coração.
E quando amanhece, some sem alarde,
A sombra se apaga, mas nunca se tarde.
Pois onde há silêncio, temor e tensão,
Há sempre, invisível, um guardião.
Nós somos por nós.
Estamos sós na calçada do centro, esperando ver qual rosto certo para perguntar sobre aquela rua.
Nesse momento somos alheios ao senso de direção do outro, te levando ao destino pelo olhar dele.
Na garupa do acaso
Subi na garupa do riso,
Com o vento no rosto e a sorte no abraço,
Pequeninas nós duas,
Mas cabemos no mundo inteiro,
Fomos de stand-up ao improviso,
Um brinde entre goles,
E planos disfarçados de acaso,
Quase um sussurro na direção do destino,
Me levou pra casa,
Como quem abre delicadamente a porta do peito,
Entre vinhos e pinhões,
Eu vi a paz no calor dos olhos dela,
A noite era feita de toques leves e peles coladas,
Dos suspiros que se entendem no escuro,
Do amanhecer com seu gato abrindo a janela,
Teve café com mãos de barista e alma de abrigo,
Teve pãozinho gostoso com tofu cremoso,
Teve tempero,
Nós aromas que não só os alimentos exalam,
Cheiro de início no pescoço,
Gosto de quero mais no céu da boca,
Com uma vontade louca,
De compartilhar de ter esse encanto a encantar.
Enquanto lágrimas escorriam pelo seu rosto, ela se permitiu sentir a presença de Deus cuidando do seu interior. Ela soube que não estava sozinha e que Ele nunca a deixaria se perder. Ela sentiu forças para seguir em frente e encontrar esperança novamente.
Marcos, o poeta, inspirou-se e criou uma nova frase cheia de significado. Suas palavras fluíram como um rio cristalino, trazendo uma nova perspectiva para aquele momento. Aquela frase foi a chave para abrir o seu coração e libertar suas emoções.
