Poema Perfume
Acordei ...
Seu cheiro na minha pele
Onde seu toque esteve
Seu perfume me acalenta
E lembra do teu gosto
Me lembra do vento
Das nuvens com nossas faces
A se beijar
E minhas mãos no teu corpo tão meu
Como e bom te ter
E ter contada de te ter mais
Ver a cor da sua pele
E como sua respiração muda
Ao meu toque
Você deu ao aroma sentido
Ao corpo prazer
Ai meus olhos visão
Ao amor sentido
Quero somente você
Tome a beleza da rosa vermelha e junte a seguir: o perfume de todas as flores, o gosto do mel, a cor do sapoti, a ternura de um afago, a pureza do amor fraterno, a envolvência da neblina, o frescor da brisa, a fidelidade do cão, a inocência da criança, a aderência do visgo, a humildade da violeta, e adicione depois:
O calor do sol, o veneno da cascavel, a violência de um coice, a astúcia de uma raposa, a traição de Judas, a instabilidade do tempo, a indolência da preguiça, a intranquilidade de um peixe, a atração de um ímã e o choro da carpideira.
Misture bem, acrescente futilidade a seu gosto pulverizando amor e carinho e deixe a massa em repouso durante vinte anos. Passado o tempo, use em pequenas doses, com muita, muita cautela: é a ex-mulher.
Deixe-me espalhar nos campos,
O doce perfume das flores que recebi,
Assim como o mundo precisa de amor, nós precisamos de sonhos...
Ide e espalhai nos campos,
O doce perfume das flores que te dei,
Assim como o mundo precisa de amor, nós precisamos de luz para viver..
"Muito se fala, pouco se ouve e nada se sabe.
Seu perfume na minha roupa, ainda é algo sufocante.
As marcas na pele, também marcam a alma, o seu eu me invade.
Eu achei que tudo seria mais fácil, ou menos complicado que antes.
Eu sou muitas coisas, aos seus olhos negros, tenho muitas fases.
Aos homens, poeta; a nobre mãe, orgulho; às mulheres, tratante.
Percebi que agora, muito se fala, pouco se ouve e nada se sabe..."
O cheiro da noite só me causa dor.
Me lembra teu perfume, relembro o seu ardor.
Era intensidade de alma, intensidade de corpo, intensidade de amor.
Eu sei o que sou.
Posso ser louco, demônio, sua divindade, herege, pecador.
Olho o céu, quando chuva, sou gris; quando Sol, sem cor.
O peito, que um dia fora só paixão, hoje parece-me, ser só rancor.
Lembro-me que cada toque, cada beijo, trazia à sua face, aquele belo rubor.
Ébrio de paixão, o meu ser era só furor.
És a mais bela das flores, mulher, hoje eu invejo cada beija-flor.
Fui escravo de um coração, o qual acreditei ser o senhor.
Nem do império, que fantasio contigo, posso ser o imperador.
Só me restaram as vazias palavras, acabou-se meu pundonor.
Das minhas falácias, eu mesmo sou o trovador.
Vislumbro o horizonte e vejo o Sol se pôr.
Ali eu sei que vai se iniciar o meu torpor.
Pois quando a noite vem, o cheiro dela só me causa dor…
Gratidão à Minha Mãe
No jardim da vida, floresce uma rosa rara, Cujo perfume inebriante é puro amor, Mãe querida, por ti, a minha alma exala, A mais profunda e eterna gratidão em flor.
Teus braços foram meu primeiro lar, Teu colo, a morada do meu coração, Nos teus olhos, encontrei o brilho do amar, E nas tuas palavras, a mais doce canção.
És o sol que ilumina meus dias escuros, O abrigo seguro nas tempestades da vida, Com tua força, enfrenta os mares mais duros, E com teu carinho, cura toda ferida.
Cada gesto teu é um presente divino, Cada conselho, uma lição valiosa, Em ti, mãe, encontrei o verdadeiro ensino, De uma vida simples, justa e gloriosa.
Gratidão por cada sorriso, cada abraço, Por ser a guia na estrada do viver, Por ser o alicerce, o pilar, o espaço, Onde meu espírito pode crescer.
Neste poema, deposito meu amor sincero, Em palavras que são pouco para expressar, O quanto te amo, mãe, e o quanto venero, Tua presença que me fez acreditar na vida.
Meus sentidos super aflorados: Sinto no ar, trazido pelo vento, O perfume da lavanda, um alento, Vejo, mesmo sem ver, suas cores, Do tom mais lindo que a natureza oferece flores.
Olho para o céu, nuvens a desenhar, Como uma criança, o papel a rabiscar. Nuvens como algodão, em minha visão, Sinto o gosto do doce, pura emoção.
Aos outros parece esquisito, Mas são meus sentidos, tão aflitos, A encantar a realidade desse mundo, Que agora, sem muito sentido, é profundo.
Eu posso ver o que ninguém viu, Sentir o que ninguém percebeu, Eu posso ir onde ninguém vai, E fazer tudo isso e muito mais.
Estava preso
Durante um tempo
Amaldiçoado
Em um encantamento
Seu perfume
Ficava no ar
Seu toque
Nas águas do mar
Sua falta
Na escuridão da rua
Seu olhar
Na luz da lua
Seu calor
No raio de sol
Minha sina
Peixe e anzol
Hoje livre
Fugi disso tudo
Vou andando
Andar vagabundo
Sem destino
Achado e perdido
Onde passo
Vou sendo acolhido
Não cobro amor
Nao peço esmola
Passarinho
Livre de gaiola
Com migalhas
Só marco o caminho
Estou livre
Mas nunca sozinho
Noite de Fogo
Saudades do teu cheiro,
feromônio que embriaga, perfume que marca.
Do teu corpo colado ao meu,
pele na pele, sem espaço pra tempo,
sem tempo pra pensar.
Saudades do teu louco amor,
instinto e entrega,
uma explosão de mundos
que colidem em gemidos abafados.
Teu som, um mantra,
ecoando na bagunça da cama
como sinfonia do caos.
Uma louca viagem,
onde prazer e sentimento se misturam,
um universo que se expande
entre mãos trêmulas e olhos fechados.
Cada toque, uma nova descoberta,
cada suspiro, uma nova língua
que só nós sabemos falar.
Quero mais uma noite assim,
onde o infinito mora entre lençóis
e o mundo lá fora
não passa de um sonho distante.
Vem, bagunça meu corpo,
desordena minha alma,
e me faz perder a razão outra vez.
No perfume flores mais simples...
Nas noites brilhantes e frias,
num simples gesto de ternura,
em um pequeno objeto ...
Mostramos o verdadeiro amor. ..
Em um romance numa poesia
Em doces palavras...pura magia.
Ao clarão do luar encontramos
o verdadeiro amor ...palavra doce,
de sabor eterno de onde ouvimos
sons de clarins...tocados por anjos
Onde a melodia nos encanta
a beleza...Falar de amor é ver seu rosto
num pequeno gesto em uma simples flor .
Você é amor é magia e flor ...Isso é você...
Ainda sinto o perfume da fronha acalentando o medo da noite eterna e com teus olhos me velando, entregava-me ao sono profundo;
Ainda escuto tua voz na sala, quando deitado, ficava esperando o monstro da noite chegar flutuando no escuro do quarto de dormir;
Ainda sinto os delírios da febre na pele, suando na cama, tendo tua presença na doce mão tocando minha testa, fazendo-me crer que na manhã seguinte ouviria os cantos dos pássaros num cantar de mulher;
Ainda vejo os brinquedos no chão, onde criança eu construía os mundos, habitados por duendes e monstros e protegidos por um olhar atento de uma mulher;
Mãe querida
Ainda sinto o perfume da fronha acalentando o medo da noite eterna e com teus olhos me velando, entregava-me ao sono profundo;
Ainda escuto tua voz na sala, quando deitado, ficava esperando o monstro da noite chegar flutuando no escuro do quarto de dormir;
Ainda sinto os delírios da febre na pele, suando na cama, tendo tua presença na doce mão tocando minha testa, fazendo-me crer que na manhã seguinte ouviria os cantos dos pássaros num cantar de mulher;
Ainda vejo os brinquedos no chão, onde criança eu construía os mundos, habitados por duendes e monstros e protegidos por um olhar atento de uma mulher;
Ainda sinto o cheiro da janta a penetrar no quarto de dormir como plasma de uma física ainda não vista, misturado ao doce perfume de uma mulher;
Ainda escuto minhas palavras duras de criança, como quem não enxerga o mundo cruel além do quarto de dormir, palavras que se tornavam doces no ouvido atento de uma mulher;
Ainda sinto o medo, quando numa noite, perdido no jardim da fazenda, olhando os vaga-lumes como olhos brilhantes de monstros noturnos, gritei desesperadamente por um nome de mulher;
Ainda sinto a vontade de crescer, de me tornar livre e independente, de voar até onde as asas dos sonhos possam levar e me ver caindo num vácuo profundo nos braços de uma mulher;
Ainda me revejo criança, nos anos efêmeros da infância, onde a vida vivida era os sonhos sonhados no doce desejo de uma mulher;
E quando Marcelina me trouxe o despertar dos sentimentos, eu ainda criança, sentindo-me rubro ao despertar de algo ainda desconhecido, sentido-me eternamente perdido tive consolo num sorriso de mulher;
E quem é essa mulher que até hoje relembro?
Uma mulher mortal e humana como qualquer uma...
Mas o que a torna única é a pureza do seu sentimento em relação a um ser que um dia saiu de suas entranhas, como um Deus que dá a vida.
Uma mulher que se torna mãe.
Flor Cadáver
Flor cadáver,
Libere seu perfume maldito
Naqueles que se denominam
Inimigos meus.
Oh! Flor podre e insana,
Habitas em solo profanado
Feitos por homens de alma negra.
Realiza teu baile fedorento!
Junto dos sujos e burros,
Será a carnificina dos maliciosos,
A crença estuprada dos ignorantes.
Flor bela, teu hálito podre encanta-os
Prende a ti os porcos loucos
Que nas sarjetas vivem.
“Ando devagar,
Tentando aspirar,
Em cada pétala ,
O perfume das flores
Que o vento do tempo
Espalhou ao longo
do meu caminho.”
Maria do Socorro Domingos
Titulo:"O que mudou?
:
Existem muitas,muitas flores sem perfume
Muitas amizades de fumaças
Muitos destinos de ciumes
Muitas dores acalentadas com trapaças.
Lembrando-me dos áureos tempos
Nós dois na madrugada
Rolavam os puros sentimentos
Romance e amor na calçada.
Viviamos em serenatas,arranjos
Viamos nas estrelas figuras de anjos
Um beijo,um amasso,um sarrinho
Que tempo bom,e no escurinho....
Mais tudo isso passou,transformamos
A paixão que deu lugar ao amor
Devagar nos distanciamos
Eh,eu não soube envelhecer,foi assim
Me tornei um,otário,um bobo ,não sei
A juventude daquele tempo,grudou em mim
Mais como se és a mesma menina que amei.
O que mudou?Porque não deu?
Eu esqueci de compreender
Que aquele tempo ja morreu
E todo homem que passar por isso,sem querer
Será tambem,um Palhaço um idiota como eu.
Onde há flores,
há cores,
beleza,
encanto
perfume
e amores.
Portanto,
simplesmente
siga sendo flor
por onde for.
PrimaverAMAR
encantei-me com seu olhar,
vi flores no caminho
e imaginei o seu corpo
com um perfume peculiar...
é o cheiro do amor
que paira no ar...
é a primavera que acabou de chegar!
Tua presença ainda está pela casa, sinto teu perfume no ar...
Não consigo um só minuto parar de pensar em você.
Por que isso foi acontecer? Onde há amor, há perdão. Volta!
Vamos zerar o contador, e escrever uma nova história. Vem!
