Poema para um Lider

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Kuarup

de seis milhões
em mil e quinhentos
restou apenas
uma legião
de vultos
soletrando
uma algazarra
zorra,
um kuarup de calça jeans.

os outros foram mortos
até os que estão vivos
até os que não nasceram.

Inserida por pensador

⁠Oh, menina bela!
Onde é que eu me meti?

O destino enlouqueceu
Ou eu enlouqueci?
Por pensar que um caminho
Foi criado para mim
E para ti!

Assim que te vi,
Com certeza
Enlouqueci

Diria eu com grande paixão
O quão bela tu és
De vestes largas, invulgar
Qualquer ser é capaz
De t'amar...

Amor tão largo,
Que dói!
Não te poder falar
Chorar por t'amar
Dói

Assim que te vi,
Com certeza
Enlouqueci

Oh, menina bela!
Onde é que eu me meti?

Por ti, não por mim
Apunhalei um coração
Que doía por t'amar
Que chorava por te querer
Nos meus braços

Oh, doce mulher
O que fiz eu pra t'amar?
Amarga seja esta coita
Que só me faz chorar

Inserida por marisa_pires

⁠Bitchs da Porrada


Um grupo de duas raparigas
Prontas a atacar
Tratam das inimigas
Que só sabem reclamar

Elas não têm medo
De ninguém
Pois isto vai ficar azedo
Se contarem a alguém

Tens uma ideia errada
Do grupo Bitchs da Porrada
elas só querem mostrar
que não as deves irritar


9.6.2020

Inserida por maria_santos_26

⁠Houve um tempo em que tivemos que esperar, sem parar.
Caminhar, sem correr.
Cumprimentar, sem tocar.
Compartilhar, sem um obrigado esperar.
Sorrir, sem se mostrar.
Se despedir, sem abraçar.
Chorar, sem as lágrimas enxugar.
Revoltar, sem ter a quem culpar.
Orar, sem saber o que pedir.
Cuidar, sem a certeza da cura.
Acreditar, sem jamais desistir.
Agradecer, sem merecer.
Repensar, sabendo que o que fomos, nunca mais seremos.

Inserida por marislei

Ser ou ser
Inexiste questão
Dentro de um veículo a mil e setecentos
quilômetros por hora em volta de si.
E girando em voltado do Sol.
Já nem sabendo quantos voltas,
Se fizeram, enquanto , consciência de ser.
Se estiveres lendo esse símbolos.
O fato. É que; tu és.
Se brigas. Tu és briga.
Se fazes a Paz. Sois paz.
Se amas. Tu és amor.
Se enrijece. Tu és pedra.
Expande-se para viajar o universo.
Ou contrai-se para tirar bicho do pé.
É a mesma coisa.
Fugir de si. Em qualquer razão.
É o que esvazia sua energia.
Seu coração está naquilo que,
Realizas agora.
Daqui um segundo.
Já não é mais.
Dar sentido a Vida.
É procurar ser verdadeiro.
Em si.
Ser forte. Ser fraco. Ser alegre. Ser triste.
Livre-se do auto engano.
Perseguindo falsos caminhos.
O veiculo gira muito rápido.
E possui um universo que deseja desbravar.
Abrace tudo. Mas com respeito.
Agradeça. E deixa seguir seu caminho.
Não deixa ninguém pesar em Viagem.
E também. Não sequestre, a viagem
De outrem.
Apenas assim; escaparas do eixo que,
O prendem ao desconforto de ser e ser.
Inexiste questão.
Marcos fereS

Inserida por marcosviniciusfereS

⁠Blackbird
Acordo, olho para a janela
e na janela tem um pássaro,
um pássaro preto.
Seu canto é lindo,
e ele canta meus medos.
O chamei de:
"o canto da madrugada",
E hoje ele disse que eu não vivo,
que não tenho significado,
e que preciso escolher meu caminho.
Então tento me decidir,
Se escuto "o canto da madrugada"
que da significado ao silêncio.
Ou se saio e calo este canto,
com o barulho das mentes vazias
que a noite me trás.
Os dois caminhos me levam
a um único lugar.
Mas eu amo o canto
o canto do blackbird.
E mais uma vez ele
em minha janela vem e canta o amor,
um amor de mentiras, ilusões e decepções.
O blackbird,
hoje não cantou, hoje ele leu.
Leu o significado que eu tinha,
e lendo linhas brancas e vazias
ele escutou minha música.
E a letra dizia:
"Eu não posso ter um significado,
não posso me descrever, me limitar.
Pois eu não apenas existi,
eu fui a vida, e nem a morte dá fim a vida.
A vida é o amor, amargo
mas doce quando não se está só."
E após o último verso
o infinito blackbird voou,
Voou para baixo, e lá
me mostrou sua outra face.

Inserida por brenosc

⁠⁠"[...] Madrugada...
Quando os casados se embrulham
Tornando-se literalmente um só
Gozando a vida e os lençóis
Fazendo da noite o mais belo dia.
Madrugada, pra onde vai? [...]
Afunda-me nos mais profundos sonhos
Só pr'eu nunca mais acordar
Madrugada..."

(Homem do mar, p. 13)

1725 XVIII na fascinante Cidade do amor e aventura, mágica e libertina Veneza, Itália.
Nasceu um homem que seria uma inspiração para milhões de pessoas em todo o mundo e admirado por muitos até aos dias de hoje em pleno Século XXI.
Assim nasceu um homem inigualável, fascinante, especial, famoso e poderoso e foi um poeta e aventureiro pela Europa fora.
Permito a quem desejo, desfrutar de minha morada.
Permito o calor da lareira, o aconchego do lar e de um vinho gostoso.
me entrego aos ruídos que faço ao beijar!
O perfume do teu suor e do teu calor.

Inserida por richard_felix

⁠Dédalo

Faça-me viver.
Invente de si,
a melhor proporção
e me dissolva em um cálice de amor.
Tenta-me compreender.
Descrevo meu ser,
fazendo com que você
conclua o labirinto
longo,
distante,
aventureiro da minha afeição.

Aprenda a visualizar
muito além do que possa avistar.
Desvende cada detalhe,
cada traço,
cada risco,
e se houver um chuvisco,
somente sorrie.
Pois à quilômetros
farei de você uma única cena.
Clicando apenas o replay,
para revê-lo em tua melhor performance.

Inserida por ca_cordeiro_

privação

a saudade é um ato estranho
se você a mata ela vive
se você vive ela avulta no tamanho
é uma dor em aclive
um suor sem banho

é funesto

invade todo o sentimento
é de vazio gesto
aos olhos abafamento
indigesto
ao desejo recolhimento

solidão

e eis que ela é etc e tal
torpor, paralisia, emoção
retiro

saudade é ausência fatal
suspiro

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

andeja

minha poesia é onde vou
um aconchego, um amor
aí eu finjo que ali estou
uns devaneios ao dispor
então rumo pra outro voo

minha poesia é sertaneja
come perna de cachorro
sem parada, assim seja!
vai, sobe e desce morro
e outro acaso nem planeja

andeja!

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
2019, 16 de outubro
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

Às vezes é apenas um momento
uma doce lembrança que vem
e quebra o silêncio da noite.
Da janela entreaberta
um aroma de flor invade:
presságio de poesia
E aos poucos as palavras
se aproximam
se engatam
se unem
e um poema nasce:
a vida acontece.

Inserida por elisangelabankersen

(sal)gado

minha saudade além do cerrado
não chega a ser um uivo
ou tão pouco ouvidos calados
são silêncios em ruídos
vindos do gosto salgado
do mar, são sentidos
que sinto aqui no cerrado

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Maio, 2016
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

gangorra

a vida é
um vai e vem [ ... ]
habitue-se

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

durex sed lex

não acho nem a ponta do durex
quiçá o fio da meada do viver
sempre escrevendo um novo índex

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

DIFRAÇÃO

Esse costume de ir deixando
Parte de quem somos
Um pouco aqui
E um pouco ali
Á cada lugares que pisamos
E ao final das contas
Permanecemos inteiros
Mas fragmentados pela estrada
Onde cada frase dita
Pode ser parte da minha difração

Inserida por lisandrapereiraFS

MANIFESTO BORBOLETA

Hoje pela manhã
primeira vez do meu olhar
Com um lindo panapaná
Lisonjeada e sem acreditar
Não há quem vendo aquilo
Não pare um instante
Pra com calma observar

Aquela cidade pequena
Ruas vazias e amenas,
tomadas por essa cena
cercada pela enchente
Em nove de fevereiro
Num ano décimo sexto

A planta sobre pedra
Já estava decorada
Das pétalas alaranjadas,
Por todos os lados,
E todas as ruas
Tenho algo á Declarar...
-De todos os coletivos
Ah, eu prefiro,
Um lindo panapaná
Bem cedo, pro dia bem
Eu começar

Aquelas borboletinhas
Levaram meus pensamentos
Em suas asas á voar
Ligeiras e sem rumo,
Lá se ia a greve
De um lado á outro á migrar

Monarcas Que instigam,
os olhos de quem na vida
já pôde contemplar

Depois de tudo isso
Afirmo que no mundo
Ainda há esperanças
Baseado na confiança
Da lagarta de charneira
Achando que sobreviva
Á sua Jornada
E vendo o fim
Sem ser rotulada



Tão triste o desfecho
Das tão cheias de coragem,
batem as asas de flor em flor
Vem borboletinha
Pousar na minha mão
Contagia todo sorriso
E alegra meu coração

Inserida por lisandrapereiraFS

EU LABIRINTO

Minha mente é um labirinto
entre!
E se perderá
Não queira mofar
Nas elevadas confusões
Em minhas indecisões
Sentado num chão
Caído em círculos
Fruto da dialética
Da saída, Não sentida
Rápida despedida
Lembrança apoiada
Em travesseiro inquieto
Se te olho me desperto
Se me esbarro, lembro
E se me perco, me encontro
Sou assim
Se quero dou as pistas
E você encontra o caminho
Entre tantas
Inacabadas saídas

Inserida por lisandrapereiraFS

ROSAS DA COR DO MAR

Há um caminho, já percorrido
Hum tão tempo
Se não me falha memória
Cujo chão é cor de rosa

Na arena tem estrelas
Soltas, desprezas
Lá no céu há branco paz
Nesse ar desatado ...

As sujeiras por sua vez
Não podiam faltar
Afinal, qual lugar
Que tem uma marca pra deixar
Não deixam...
Sujeiras rosas nesse mar

Inserida por lisandrapereiraFS

Só mais um grito
Ela grita por socorro
Para teu olhar eu corro,
Mas como não tenho,
Aos cortes recorro,
Nessa dor eu morro.

Junto dessa dor,
Sentimento esclarecedor,
Tudo que sente é tristeza
Incerteza.

A morte chegando,
Seu coração não mais palpitando.
Naquela dor, novamente calvagando.

Dores não citadas,
Poesias não pautadas,
Guardo essa dor que a mim foi dada.

Só mais um grito por socorro
Como eu disse, aos cortes recorro,
Nos braços da vida eu escorro.