Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
O homem brincando ou querendo serem DEUSES, irão criar aberrações PIORES do que os engenheiros que lhes fizeram, só para sentirem-se superiores e depois suas criaturas dizerem que são suas imagens e semelhanças.
Dizem que não se deve esperar gratidão. Eu sempre espero. Gratidão, respeito, consideração: o melhor das pessoas. Prefiro me decepcionar de vez em quando do que perder a fé na Humanidade.
Mentiras deveriam ser tipificada como um crime. Com certeza isso faria muitos se conterem. Aí no tribunal eles só teriam que responder a seguinte questão. PROVE! Iríamos vê acabar muitas COISAS que fazem pessoas tirarem proveito de outras por causa disso também.
Mentir para si mesmo é sempre a pior das mentiras. Você pode enganar alguém por algum tempo, mas não por tanto tempo. Ninguém é tão inteligente para ser capaz de sustentar uma mentira indevidamente porque da consciência ninguém esconde NADA.
Pensamos que toda interação fosse baseada no diálogo, mas é na compreensão. Não basta falar o que incomoda, se o outro ou nós mesmos, não enxergarmos, nas palavras, onde as suas raízes se alimentam.
Não acredito em deuses, mas, para mim, andar de forma reta, certa e correta, na medida do possível, é estar em equilíbrio ou sintonia com algo que nos torna seres humanos melhores. Quero ser melhor para mim mesmo e, se o melhor professor é o exemplo, então que o meu melhor irradie e inspire aqueles que estão ao meu redor. Afinal, ações falam mais alto do que palavras lançadas ao vento pelas bocas de quem não faz absolutamente nada.
Os negacionistas são como os religiosos: temem abrir as cortinas do mundo real e enxergar além de suas crenças. O medo de ver seus mundos ilusórios desmoronarem os leva a sustentar essas ilusões com mentiras, enganando a si mesmos — a pior de todas as mentiras.
No passado líderes religiosos
tinham um estilo de vida reservado, se manifestavam nos limites das suas congregações e se inspiravam na leitura e interpretação das escrituras, em orações e jejuns. Atualmente, não resistem aos holofotes e nutrem o seu espírito com boatos das redes sociais.
O que é certo? O que é errado? O maior medo da humanidade é ver as cortinas se abrirem, revelando a verdadeira realidade e descobrirem que tudo em que acreditavam não passava de mentiras.
O maior inimigo da verdade é o medo de enfrentá-la.
O ser humano fala de crescimento constante e progressivo se esquecendo de que ele não produz a matéria-prima que, uma vez utilizada, deixa de existir. De onde virá essa matéria-prima infindável capaz de alimentar a eterna ambição humana?
Conversar com pessoas cuja mente são fechadas e cegas para novas ideias ou perspectivas é o mesmo que fazendo com idiotas eou como jogar xadrez com pombos.
Primeiro, eles irão derrubar as peças, cagar no tabuleiro e, arrulhando de peito estufados, irão alçar vôo para mais uma vez, defecar novamente em nossas cabeças e fazer nossos ouvidos de pinico ou suas latrinas.
Eu gosto daquela profecia que diz que os idiotas dominariam o mundo, não pela capacidade, mas pela quantidade, afinal, são muitos.E não é que acertou?
Até nas redes sociais, que deveriam ser dominadas por pessoas inteligentes, eles aparecem como influêncer's e conseguem reunir outros idioter's para perpetuar a mesma ignorância em massa.
Ninguém leva nada para outra vida, isso se ela realmente existir. Mas, se eu for e houver algo, eu volto. E se não voltar, é porque não encontrei nada.
Independentemente do que nos espera — ou não — depois da morte, a forma como conduzimos nossas ações e relacionamentos aqui e agora é o que verdadeiramente importa.
Estamos tentando fazer com que a inteligência os alcance, mas eles se mostram mais ardilosos, rápidos e astutos do que ela. Um dia, porém, se cansarão, serão apanhados e terão que aceitar a verdadeira verdade, e não a do rebanho que refutamos incessantemente. Nesse momento, terão que provar ser cristãos que realmente andam como Cristo ou abandonar essa farsa de vez.
Repentinamente me deparei com uma janela aberta, havia todo um encanto no entorno dela, mas algo leve como fios dourados de uma cortina, esvoaçava, livre, ao sabor do vento, teimando encobri-la, então, desprezando, por um instante, toda a beleza da moldura, me concentrei na luz que se via através dela, embora não pudesse ver ao longe, era como admirar a via láctea, vista do céu límpido de um deserto, onde toda aquela infinita grandeza parecia fixada no teto, ao alcance da mão, mas ainda que pudesse ver, tão próximo, à distância de um sussurro, todas as formas e cores estavam cobertas de névoa, não dá cortina, mas da minha própria limitação e ignorância. A única coisa que me assustava é que, certamente, me perderia naquela imensidão e, realmente, me perdi, assim que ela, percebendo, cerrou os olhos.
Não importa qual era o assunto, cada palavra parecia surgir não da boca, mas do encontro dosolhares, do calor dos corpos ou, da expressão dos nossos sentimentos.
A lógica e a razão nos preenchem com certezas, tanto quanto a ausência delas preenche aqueles que ainda precisam evocar significados em mitos, acreditar em lendas e temer superstições tolas. Parafraseando Sigmund Freud, Carl Sagan e William Shakespeare, essas pessoas ainda têm a necessidade infantil de uma poderosa figura paterna e temem a luz do conhecimento, preferindo a escuridão da ignorância, que se traduz em trevas. Tanto a crença quanto a descrença oferecem respostas que o homem busca para encontrar o que necessita. No entanto, é fundamental ter respeito, pois isso é uma via de mão dupla, um quid pro quo, uma troca justa. O amor é efêmero e, sem respeito, ele não subsiste.
