Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
O deus é um seletor de girinos-espermatozoides, que ao serem escolhidos, dirão não pertencer a este mundo. No entanto, mostram-se hipócritas e fanáticos por bens materiais. E, mesmo afirmando que não pertencem ao mundo — do qual, segundo suas próprias crenças, deveriam se afastar — continuam trabalhando nele para obter o dinheiro que compra tais bens. Por fim, dizem que foi o próprio deus quem lhes deu tudo isso, contradizendo o que está escrito em 2 Coríntios 6-17:18
A dicotomia política no Brasil não é sobre uma direita ou esquerda como se fosse o bem contra o mal. Ela é a respeito de escolhas entre uma base ideológica inclusiva e a outra excludente sendo pertinente a classe dos ricos e seus pobres de direita.
A democracia brasileira tem uma característica marcante que diverge da essência do termo. Originalmente, o povo é quem governa, participando, opinando, escolhendo. No Brasil, o povo tornou-se apenas expectador.
Algumas pessoas são como flores, decoram o ambiente por um dia, servem para uma conversa, um riso ou algo mais, mas apenas flutuam e se esvaem no ar, sem um lugar para pousar e, raras são as almas que se curvam para escutar nossos medos, acender uma luz nos nossos planos, beijar as cicatrizes que a vida nos deixou ou ter intimidade para adentrar nos nossos jardins, como um sussurro do vento, com a consciência de que caminham sobre os nossos sonhos.
Viver é uma dádiva concedida por uma natureza injusta, que ofereceu a todas as criaturas a oportunidade de uma existência medíocre. De forma irônica e nada eugenista, ela foi “democrática” ao ponto de produzir mais idiotas e imbecis do que seria saudável para o equilíbrio do mundo. Assim, a maioria pesa sobre o planeta com sua ignorância, sufocando a minoria de mentes abertas — estas, por sua vez, são chamadas de loucas por enxergarem além.
Não existem ideologias políticas ou religiosas quando se trata de dinheiro, porque todas comungam da mesma fé.
Ainda bem que não existe uma IA do tipo "Ignorância Artificial". A ignorância natural já é tremendamente sufocante para a minoria que pensa — uma minoria que, mesmo possuindo uma mente naturalmente crítica, viu-se obrigada a criar suas próprias ferramentas artificiais. Infelizmente, tudo isso tem sido freado por sistemas feitos para agradar os mais néscios, parvos e burros também.
O jeitinho brasileiro é filho da exploração europeia com o escravismo negro indígena, e pai do atraso nacional.
A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL ao ser usada por alguém que tem uma desinteligência natural, ela acaba se transformando em uma IGNORÂNCIA ARTIFICIAL.
Uma justiça que não é plural — ou seja, que não contempla as múltiplas realidades sociais, culturais e econômicas —, e que não é irrestrita — ou seja, livre de amarras ideológicas, políticas ou econômicas —, é uma justiça falha.
Os pobres de direita são os que defendem os opressores por alienação - são como se quem carrega o fardo da Ignorância coletiva deste país dizendo serem suas ovelhas com muito orgulho.
Eu, nós e você não escolheu ser escravo. Você eu e nós somos escravos do sistema como todo mundo, e independentemente de sermos esses um dos 5% e não querer ser. A diferença está é se você vê as cordas ou não. A diferença crucial não é querer ou não, mas perceber, até porque, quem vê as cordas, sente o peso delas — e por isso sofre mais. Quem não vê, dança feliz, achando que é livre.
Eu concordo com isso também. O certo, lógico, racional e óbvio, é que o ideal — e até mesmo salutar — seria que morrêssemos, sim, mas de forma que nenhum vício fosse o causador disso.
Procura, então, a satisfação de ver os teus vícios morrerem antes de ti.
Só acredita na Bíblia quem, antes de tudo, busca pertencer a um rebanho e foi conduzido sem questionar se o que lhe disseram eram mentiras ou verdades. Isso ocorre porque não possui – ou não desenvolveu – lógica, razão, senso crítico e discernimento. Essas são faculdades mentais imprescindíveis para demonstrar inteligência ou, ao menos, a capacidade de pensar de forma independente.
A mentira tem pernas curtas, só que ao vermos em maioria os que a sustentam por serem mentirosos, é como se eles fossem as suas próteses, e as mídias sociais como a internet fazem com que ela tenha as suas alongadas também.
A mentira, conhecida por “ter pernas curtas”, geralmente não vai longe por si só. No entanto, quando encontra suporte entre os ingênuos, os mal-intencionados ou os fanáticos, ela ganha pernas novas — "próteses" que a fazem andar além do que deveria. Isso mostra que a mentira não resiste pela sua natureza, mas pela cumplicidade de quem insiste em carregá-la adiante.
A mentira não resiste pela sua natureza, porque o mal por si só se destrói,mas pela cumplicidade dos maus quem insistem em carregá-la adiante.
Nada nos prepara para momentos incertos como este grande tabuleiro dos acontecimentos, onde rolam os dados do destino na mesa do jogo da vida e, de maneira surpreendente, percebemos que nada nunca foi aleatório, absolutamente nada foi ao acaso, as nossas escolhas tiveram a força para conectar todas as peças a nossa volta de forma intrínseca.
