Poema na minha Rua Mario Quintana
SAUDADE
O leva eu
Minha sodade
eu tambem quero ir
Minha sodade
quand chego na ladeira
tenho medo de cair
leva eu
leva eu
Minha sodade
menina tu nao te lembra
minha sodade
daquele tarde fagueira
minha sodade
tu te esqueces
E eu me lembro
Ai que saudade matadeira
Leva eu
Leva eu
Minha sodade
Na noite de sao joao
No terreiro uma bacia
Que e pra ve se eu para o ano
O meu amor ainda me ve via
leva eu
leva eu
Acacia Amarela
Ela é tão linda é tão bela
Aquela acácia amarela
Que a minha casa tem
Aquela casa direita
Que é tão justa e perfeita
Onde eu me sinto tão bem
Sou um feliz operário
Onde aumento de salário
Não tem luta nem discórdia
Ali o mal é submerso
E o Grande Arquiteto do Universo
É harmonia, é concórdia
É harmonia, é concórdia".
Meu Cigarro de Paia
Meu cigarro de paia
Meu cavalo ligeiro
Minha rede de malha
Meu cachorro trigueiro
Quando a manhã vai clareando
Deixo a rede a balançar
No meu cavalo vou montando
Deixo o cão pra vigiar
Cendo um cigarro vez em quando
Pra me esquecer de me alembrar
Que só me falta uma bonita morena
Pra mais nada me faltar
" Aprenddido à estar sozinha, é uma certeza que tenho em- minha vida. E quem quiser aprender o segredo, eu ensino.
É estar satisfeita consigo mesma, com as ocupações, às-
leituras, reflexões...
Principalmente acreditar em algo maior que está muito -
além..."
O incompreensível
Quando era criança até a minha adolescência tinha dificuldade de fazer amizades ou algo efetivo mim lembro claramente meu primeiro dia na escola senti uma coisa insensível dos outros alunos, nunca fui um menino problemático pelo contrario sempre busquei meu entendimento podia enxerga qualquer diferença entre os demais colegas da turma.
A única coisa que não conseguia compreender o motivo dessa distinção.
Isso doía bastante, Porém...
Certo Dia resolvi tira essa dúvida absurda que martelava em minha cabeça, Em uma bela manhã de sol radiante um sábio falou em meus ouvidos
Calma Jovem isso é apenas o inconsciente querendo confundir seu consciente
Naquele momento sem entender o que o velho senhor de barbas longas quis se referir com aquilo.
Tempos Depois constatei a verdade
O homem tenhe poder de conhecer e julgar sua própria realidade.
Se eu estiver perdida que você seja minha bússola...
Se eu perder os sentidos que você seja minha razão...
Na busca da felicidade que você minha adrenalina...
E se nesta busca eu perder o ar... Simplesmente seje meu fôlego.
Eu posso esquecer de quem eu sou.
Eu posso esquecer minha vida.
Eu posso esquecer minha caminhada pela manhã.
Eu posso esquecer as músicas que gosto.
Eu posso esquecer as horas de alegria.
Eu posso esquecer tudo isso.
Mais eu nunca vou esquecer você.
A MAGIA DE TEUS OLHOS
Envoltos em fitas eu guardei teus olhos,
fachos de luz, minha prisão permanente,
a me enfeitiçar com suas meninas divas,
gaiolas perigosas e concupiscentes.
Os teus luzeiros seguem-me pelo destino,
e os apaixonados e servis dos olhos meus
quedam-se arrebatados pelo abrasamento
que brota sôfrego das celas dos teus.
Em vão, pelejo pra me libertar destes elos
que me prendem neste cárcere de fascínio;
porém, o brasume dos teus olhos ordenam
que eu não me perca dos teus meninos.
Teus archotes estão nas árvores, nas águas,
nas vias, nas cores, na luz e no firmamento.
Tudo em volta converge em teus lumaréus,
guardas negros de meus pensamentos.
Os teus intrépidos meninos me perseguem,
como os brilhantes faróis miram o alto mar,
bailando, em meio aos abruptos rochedos,
para as débeis naus poderem guiar.
Fantasias
F aço desenho,
A ndo lendo,
N ão paro de pensar,
T anta coisa em minha mente,
A s palavras que eu falo,
S ei que são sempre boas,
I sso mesmo, sou eu,
A inda criança,
S ou mesmo brincalhona.
Aquelas vozes na minha mente voltam a me contar segredos teus,
minha renuncia te faz sofrer, meu carinho te faz sentir o peso da
culpa; não há otimismo em mim, não esta noite, ela trouce a dor,
mas eu não temo, não me ajoelho, e nenhum gemido se libertará
diante das feridas que abriste, eu não desisto de ser teu herói, o
amor não me abandonou; a força pra continuar é drenada do que
sinto, então não sou forte, forte é o amor em mim.
"Assim como o sol
Você sempre amanhece,
Ilumina a minha vida,
Mantém a minha esperança,
No nascer do outro dia.
Assim como o sol
Você sempre anoitece,
Deita e adormece,
Mantém meu calor,
Minha calma, meu descanso." (Maykira)
MINHA GAZELA.
- O Reencontro
RN/Out. 2004.
Oh! Minha pequenina donzela
Tal qual uma gazela...
És linda... És bela!
Quantas vezes homenageei o teu "Eu
Tronando-nos, assim
Dois seres de atitudes harmoniosas
...E como tu gostavas.
Teu véu a cair
...E como eu te amava.
Eras minha pequenina
Linda, bela... Gazela.
...Homenageaste o meu "Eu
Roubavas todo o meu Ser
...E eu te desejava.
E assim, nos abafávamos
...e tu te apressavas
E... Por instantes...
Talvez minutos
[segundos]
- Certeza!
Amávamos.
Dizem que o tempo passa
Mas... Que nada
Por natureza...
Hoje te vejo completa
E, pela própria natureza,
Eu me sinto descoberto
Mas me conformo.
Mesmo na distancia
Ainda que na lembrança
Tu sempre serás...
Oh! Minha pequenina gazela!
GAZELA ENCANTADORA!
- Corsa amorosa.
RN/Dez. 1973.
Ó Mulher!
Da minha mocidade
Dá-me gotículas da tua fonte.
Não sabeis, ó Tu
Tua nascente...
Dispersa líquido do Prazer
... Bendita seja a tua fonte
Deixa-me... Deixa-me, pois
Estimar a tua mocidade.
Que tua boca...
Lança-me doçuras
Que teus seios...
Sacia-me o tempo todo
Que teu ventre...
Acomoda-me à eternidade
...Bendita seja a tua madre
Deixa-me... Deixa-me, pois
O teu manto eu rasgar.
Corsa amorosa... Gazela encantadora
Embriaga-me com o teu amor
Por que admirar a libertina...
Por que agraciar a estrangeira?
Que seja para mim todo o teu ser
Que seja para ti todo o meu prazer
... Bendito é o teu criador
Gozarei... Gozarei, pois
Com a mulher do meu ardor.
Ó Mulher!
Da minha juventude
Dá-me água da tua fonte.
Não sabeis, ó Tu
Tua nascente...
Dispersa líquido da felicidade
... Bendita seja a tua fonte
Deixa-me... Deixa-me, pois
Deliciar-me com a tua juventude.
Olharíamos um para o outro e eu escutaria você dizer: Não consigo imaginar a minha vida se eu não tivesse escolhido você.
E eu apenas concordaria, com um sorriso.
COMO POSSO ESQUECER MINHA MISSÃO?
Como posso esquecer minha missão
De pregar o Evangelho nesta terra?
De mostrar que o caminho nunca erra,
Quem a Cristo segue de coração!...
Como posso esquecer minha missão
De buscar sempre a paz, não a guerra?
Pois o ódio a nossa vida só emperra;
- É mister mais amor e união!...
Como posso esquecer a minha meta
De ser como atalaia, um profeta,
Que anuncia para o mundo salvação?...
Como posso esquecer que sou poeta?
Que preciso escrever como um asceta?
Como posso esquecer minha missão?!...
Eu juro que não sei como aconteceu
Ultimamente vc não sai da minha cabeça
Tenho sentindo uma coisa diferente quando penso em tu
Eu me encantei e não sei como ti explicar
Afinal, não estava em meus planos mi apaixonar por ti
Meu coração sorri agora
O problema, é que não sei como lhe dizer isso!
(K.G.X.S.)
TÔ ARRREPENDIDO.
Amor me perdoa eu nao devia ter te deixado ir.
Voce é minha razão o que move meu coraçao eu te amo e nao posso te perder volta pra me vem ser minha novamente me toma em teus braços vem sentir o meu abraço. Lembra da gente o quanto nos divertimos juntas eu sei que nao me esqueceu entao esquece esse orgulho que te distancia de me por favor volta pra me.
Minha poesia
Minha poesia, nada mais é que uma simples expressão, onde oculto meus segredos íntimos, no qual nunca falarei, a não ser para mim. Desabafos, conversas e sucurus não são nada diante do que escrevo aqui, agora.
Existem certos segredos que não podem ser revelados a ninguém, muitas vezes são coisas obscuras que nem mesmo podemos ver só sentir.
Nossa! Minha poesia é um amigo que não fala, mas quando estou bem pertinho nas piores horas, ela me faz refletir, saber o que é certo ou errado, bom ou ruim.
Sim, minha poesia é como um casal que faz amor e tem cada vez mais intimidade. Mas sabendo que às vezes há controvérsias. Amar e completar-se. Esta simplesmente é... Minha poesia, meu diário, meu subconsciente.
Lágrimas e risos!
Não há mais entrada na minha porta
Ela está fechada, eu joguei a chave fora
Amanhã quem sabe eu me arrependa
Porém hoje a calmaria é a minha senda
Engraçado, ontem eu sorria!
Eu até escrevi alguns versos de alegria
Só que hoje me veio o imprevisto,
dia de sol com chuvisco!
Uma vontade imensa de esquecer que eu existo
Quando a música cessou eu estava em festa
E agora só o silencio é o que me resta
Eu aprontava as malas para uma grande viagem
Eu me vesti de princesa e roubaram a carruagem!
Eu delirava acordada e de repente eu despertei
E devastaram o universo inteiro enquanto eu me ausentei!
Eu caminhava em solo firme em direção do amor,
Eu me perdi pelo caminho e encontrei a dor!
Eu velejava num barco em alto mar
E uma onda gigantesca apareceu para me abocanhar
Eu estava quase chegando ao topo do morro
Eu deslizei e nem deu tempo de eu pedir socorro!
Na minha piscina havia água limpa e cristalina
Mas ficou turva por causa da minha tristeza repentina!
Eu andava sobre as nuvens lá no paraíso
Elas sumiram, eu cai; eu perdi o piso!
De manhã o meu jardim estava vestido de flores
De noite elas murcharam e perderam as cores!
Em um ano eu obtive tudo o que eu queria
Em poucas horas tudo foi carregado pela ventania!
Eu estava esmorecendo
e eu me amparei na última oportunidade
Então ceifaram a esperança
e eu percebi a minha fragilidade
Eu cantava em voz alta a mais linda melodia
E as cortinas se fecharam enquanto eu sorria!
Eu percorri um longo caminho para chegar neste desfecho:
Que um dia eu vou sentir dor
e no outro a felicidade que eu tanto almejo
Se o meu sorriso persistisse para sempre,
algo estaria errado!
Pois eu necessito das lágrimas
para avançar com mais cuidado!
Gosto de sentir que sou amada...
amada pelo que sou na minha simplicidade, não pelo que tenho de arrogante,
amada por ser uma pessoa comum, mesmo tendo os piores defeitos,
amada não só por momentos de felicidade que te proporciono, mas por momentos difíceis que passamos juntos e superamos.
