Poema Maos de Semeadora Cora Coralina
A chave da sua casa está em suas mãos. Você é quem decide o que vai sair e o que vai entrar em sua vida.
Às vezes, é necessário deixar certas coisas caírem de nossas mãos para que sejam substituídas por algo maior e melhor. Libere e aguarde.
Os desígnios de Deus são como as mãos do oleiro sobre o barro: moldam, aperfeiçoam e dão forma a algo belo e perfeito. Cabe a nós, confiar e nos deixar ser transformados por Ele.
O tempo não espera. O passado já foi, o futuro ainda virá, mas o hoje está em nossas mãos. Cabe a nós usá-lo com sabedoria.
Tenho ficado com alguém que me leva na melhor direção. As vezes que tentei soltar suas mãos, esse alguém veio e me deu as mãos de forma sempre singular. Quando estive triste, esse alguém me lembrou o quanto a vida é bela e me fez ver as opções de risos que posso espalhar por aí; ao esbarrar num mendigo, ao dividir meu pão, ao compartilhar uma história, ao dançar com olhos fechados, ao abraçar o vento, ao toque da natureza... Entre tantas escolhas. Esse alguém tem feito de mim uma morada e o tenho recebido com dedicação. Porque gosto de ficar com quem me faz sorrir com pequenos gestos e só o dele querer ficar é tudo. Tudo que escolho todos os dias para estar ao meu lado não precisa de chaves nem fechadura, precisa que seja livre e espontâneo. De beleza desenhada, figurada, apreciada, interna, externa, sentimental. Porque esse alguém que estou ficando é muito espaçoso, quando cai é de braços abertos para poder levantar com uma experiência a mais. Quando tropeça é apenas um ponto que faltava na história que vai contar aos seus netinhos futuramente. Esse alguém é algo que está no nosso caminho, basta que seja escolhido. É assim que tem sido para mim todos os dias porque eu não abro mão da FELICIDADE.
A beleza é algo incrível e maravilhoso, não da para ver com os olhos ou tocar com as mãos, mas da para sentir com o coração.
Há pessoas que vivem em função de esquentar a cabeça alheia. Mas, existem aquelas que tem as mãos que doam amor e promovem a paz. Que assim sejam as suas.
A sorte anda de mãos dadas com o azar. Quando encontram outros que lhes apetecem, se separam e seguem seus caminhos
A vida é uma longa jornada, somos conduzidos pelas mãos de quem amamos, mas com o tempo e a distância nos soltamos e quem amamos fica para trás em algum lugar do caminho e acabamos nos perdendo na estrada da vida, mas conhecemos pessoas que também estão seguindo e por alguns nos apegamos e por outros nos apaixonamos agora rodeados de pessoas amigos amores continuamos mas pelo caminho alguns como aqueles com quem iniciamos nossa jornada também vão ficando para trás e seguem por atalhos procurando outros caminhos alternativos mas à medida que continuamos aprendemos a aceitar quem ficou no início e quem nos deixou e seguiu outros caminhos, assim continuamos a jornada com o tempo, velhos cansados e experientes, aceitamos que nunca chegaremos ao fim do caminho da vida. Mas aprendemos a aceitar o fim da nossa jornada. no caminho da vida e Então somos nós que nos separamos daqueles que continuam caminhando e finalmente paramos porque a vida não nos permite ir além da nossa própria natureza humana.
A grande jornada
Dizem que um pouco de perfume sempre fica impregnado nas mãos de quem oferece flores, então eu pretendo me esbaldar.
Se a pressa que muitos têm em impor as mãos sobre alguém para o oficialato fosse a mesma em dobrar os joelhos para consultar o Eterno, muitos erros teriam sido evitados.
As mãos de Cristo? São as mãos estendidas do pobre. A face de Cristo? É a face do miserável e dos excluídos. O olhar de Cristo? São os seus olhos.
Jesus é o pão, pois jamais despediu de mãos vazias aos que o buscavam. E pão aqui significa mais do que simplesmente alimentar. Significar olhar a pessoa por inteiro. Jesus é o pão que alimentava os famintos, que curava os enfermos, que restaurava as pessoas caídas.
Aquele que ainda em vida não se acerta com a vida precisa de uma das mãos para, com ela, afastar um pouco o desespero com o próprio destino – o que só se dá de maneira muito incompleta; com a outra mão, pode então registrar o que vê debaixo dos escombros, porque ele vê de outro modo e vê mais que os outros; afinal, morto em vida, ele é o verdadeiro sobrevivente.
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