Poema do Trânsito
O voo de liberdade
Estava eu, dentro do meu carro em transito infernal, infernal não pelo transito em si, mas por me sentir enjaulado, preso e impotente de não ter a minha liberdade; tinha um caminhão a frente esses caminhões de cargas vivas e nesse, justamente nesse caminhão, estava cheio de galinhas e de repente uma, não sei bem ao certo mas aquela galinha me fez viver a eternidade por um segundo, pensavade uma maneira libertadoraentendendo que a coragem de ser diferente, pode ser que faça de uma vida que foi vivida valer a pena ela sobe na perde de cima do caminha lutando contra todas as outras que a limitava e se jogou, jogou para o mundo o seu vôo foi o seu ápice, ela viver lutou e ganhou eu vendo aquilo em câmera lenta me fez sentir-me menos insignificante que aquela galinha que em um voo alcançou o seu ápice da sua pequena e curta existência, sabendo que por estar viva é o suficiente para morrer, sua morte que estava próxima por estar em um caminhar de aves para abate ela lutou e venceu, ô belo voo, o voo da liberdade o voo da coragem o voo que me faz diferente de cada uma daquelas galinhas que ali estava, ela não somente voou mas como ela aplainou ao tocar o solo missão comprida. O transito não deixa ninguém viver; um senhor sai correndo de seu carro e captura a galinha e a leva, o fim é inevitável mas o meio pode ser superado.
Parece que a imprudência não é só no trânsito, mas na vida. Pessoas que abusam das palavras, atropelam as outras com ofensas, causam traumas e fazem vítimas. Já quebraram promessas, cegaram a fé, calaram a esperança, deixaram o amor inválido e mataram os sonhos. Antes de falar, revise o freio da língua.
No Recife Antigo, o Arco da Conceição (1673-1913), foi demolido para o desafogar o trânsito.
Lamentavelmente o progresso atropelou a história mais uma vez, assim como o trânsito.
O trânsito é um espaço coerente, que pressupõe calma, igualdade e empatia, diante de uma sociedade incoerente, desigual, individualista, que preza pela velocidade.
Há uma verdadeira conspiração entre o meu whatsapp e os sinais de trânsito da cidade, quando dirijo: ou abrem rápido demais ou nunca fecham.
Imagina se todos colocassem em prática tudo que se aprende no CFC.
O trânsito seria outro nível, haveria o mínimo de respeito pela vida alheia.
Viva a sua vida como fosse um trânsito
Não olhe para o retrovisor pois passado é passado tenha atenção quem estar ao seu lado pois preserve os que te querem bem e acelere em frente pois Deus nunca vai deixa vc se perde ele é o gps infalível!..
Uma pausa ao trânsito, hoje é véspera de Ano Novo, o preto e branco da sua vida é como uma sombra de maquiagem, e que de repente te dá um "branco" e você começa a se colorir, sua imaginação flui e quando você menos espera já é Ano Novo. É assim que amamos quem somos.
Não há bandeiras onde transito, quem manda é o livre pensar; não há fronteiras no infinito,
é um lugar que a razão não consegue chegar.
A vida é como o trânsito, tem o momento de parar, ter atenção e seguir em frente, fiquemos atentos aos sinais que a vida nos dá.
Felicidade e tristeza são como condutores da alma; bons motoristas no trânsito caótico sempre trazem a paz, alegria, sobriedade e responsabilidade, assim é a felicidade.
A vida é uma coleção de momentos no tempo. Então, quando estiver no trânsito desejando que os minutos passem mais rápido para você poder andar, lembre-se de que esperar também faz parte do fluxo da vida.
Viver no trânsito leva o corpo ao trabalho; viver em transe conduz a alma ao encontro de si. Um acorda para a rotina, o outro desperta para a vida.
"Políticos são como os sinais de trânsito: muitas vezes ignorados e só lembrados quando causam problemas."
As leis de trânsito são meramente uma sugestão. Dirigir é anarquia – você só precisa de um bom advogado e um despachante bem picareta.
"O padrinho de Florentino Ariza, antigo homeopata que tinha sido confidente de Trânsito Ariza desde seus tempos de amante oculta, se alarmou também à primeira vista com o estado do enfermo, porque tinha o pulso tênue, a respiração rascante e os suores pálidos dos moribundos. Mas o exame revelou que não tinha febre, nem dor em nenhuma parte, e a única coisa que sentia de concreto era uma necessidade urgente de morrer. Bastou ao médico um interrogatório insidioso, primeiro a ele e depois à mãe, para comprovar uma vez mais que os sintomas do amor são os mesmos do cólera".
