Poema dentro e Fora
Dependência emocional doe demais, bagunça nossa vida, rouba nossa paz.
Quem vê de fora, acha que é fácil deixar pra lá, surgem conselhos bobos; porquê você não acaba? é melhor terminar!
Como se fosse fácil assim, simplesmente por um fim, dependência emocional e uma droga, você vicia na pessoa.
Biologicamente é impossível sair de boa, mesmo vendo e sabendo que faz mal é preciso ser forte, para entendermos que é ruim aquilo que julgávamos ser sorte.
Por isso eu parabenizo todo mundo que conseguiu, saiu de um relacionamento assim, renasceu e seguiu...
Enquanto lá fora a chuva cair
Eu quero sentir seu corpo lentamente no meu
Quero sentir cada detalhe da presença dos nossos sentimentos
Te amar como se fosse a última vez que estaríamos nos amando
Apenas de imaginar você aqui do meu lado
Faz meus desejos mais profundos florescerem de uma forma inexplicável
Em um dia chuvoso e nossas peles molhadas do desejo da nossa paixão.
Todos dizem põe seus sentimentos por alguém para fora, conte a ela(e) o que sente...
Após feito no máximo que pode levar e um não ou que ela (e) não sente o mesmo....
Kkkkkkk brincadeira sem graça acreditei e nao tive nenhuma dessas respostas kkkkkkkkk...
Foi pior pode acreditar!
Olho pra vida como se ela fôra uma caixinha de jóias.
E depósito nesta caixinha apenas oque imagino relevante, incorruptível, e o que poderá me causar transtornos!
Mas também sei que o tudo depositado lá, até mesmo diante da sua inércia, trará algum efeito próprio.
...e com isto acautelo-me.
Pendências Poéticas
De fato, aqui estou.
Mas ao mesmo tempo, não estou..
Estou fora de mim, por aí, sei lá, não vejo... em algum lugar, remando ou flutuando no ar...
Querendo ou não, contínuo aqui, mas sem saber que estou...
O que me fortalece, são as pendências poéticas que insistem em sair das gavetas.
Ficar em um lugar sem saber onde é e como é, não é para muitos...
Reciclo-me, entre o nascer e ao por do Sol.
Mereço, desmereço, me desenrolo com precisão, inventando algo que vem na imaginação...
Afinal,
Estou respirando...
Na ilusão, declamo.
Na inspiração, rasgo os panos e dou brilho com com novos planos.
Me considero um Poeta, Voador.
Mas é claro,
Tenho angústias, tenho dores, tenho sentimentos...
Tenho algumas feridas incuráveis...
Para acalmar, preciso compor.
Não sou doutor, sou uma pessoa, e ela, realmente voa....
Tenho facilidade de entrar em um coma ilusório e ficar em estado plácido por dias.
Não me viram e ninguém me vê.
Sou um ser totalmente dependente do meu pensamento e do meu olhar...
E em alguns momentos, não são eles que me dominam.
Minhas asas!
Amigas asas inseparáveis....
Carregamos juntos,
Muitas miragens.
Autor: Ricardo Melo
O Poeta que Voa
Há coisas que não podem ser descritas pela sua lógica nessa camada de realidade que vivem fora da realidade. Você sempre buscou questionar o universo em que vive, sempre buscando respostas. O que é real? Como seus pensadores definem a realidade? Se você vê algo, é real? Se você cheira algo, é real? Se você toca algo, é real? E o mais importante, o que é parte da existência é real?
A existência é real, mas, ao mesmo tempo, não é.
As coisas indescritíveis também tentam fazer a mesma pergunta que você endossa, mas não sobre o que é real, mas sobre o que é irreal.
Se algo pode ser estudado, então é real, mas o que é o oposto não é real, não para você.
A irrealidade é algo como ervas daninhas nas plantas para compreender seres reais como vocês, humanos.
Existem coisas que não podem ser tocadas pelo conhecimento de quem convive na realidade.
Agora faça esta pergunta: o que é irreal?
Há coisas que não podem ser descritas pela sua lógica, que vivem fora da realidade. Você sempre buscou questionar o universo em que vive, sempre buscando respostas. O que é real? Como seus pensadores definem a realidade? Se você vê algo, é real? Se você cheira algo, é real? Se você toca algo, é real? E o mais importante, o que é parte da existência é real?
A existência é real, mas, ao mesmo tempo, não é.
As coisas indescritíveis também tentam fazer a mesma pergunta que você endossa, mas não sobre o que é real, mas sobre o que é irreal.
Por fora ;
Somos apenas uma casca, que o tempo descasca, e por mais que se faça,
um dia perde a graça !
Morar fora não é ser rico!
Muitas vezes as pessoas imaginam que somos ricos, que temos condições suficiente de emprestar dinheiro, somente pelo fato de estarmos morando em outro país, o que eu tenho a dizer é que a vida não é um conto de fadas, a gente trabalha, economiza, planeja, sonha... Não é nada fácil largar tudo para tentar fazer uma vida em outro país, onde você é um estranho, que ninguém te conhece e não sabe nada sobre seus sonhos. Somos julgados por uma foto, um pequeno momento de lazer e alegria.
Hora de quietinho
De se cobrir
Com a noite lá fora
E de deixar-se ir
Monstros sob a cama
Também vocês
Hora de dormir
Nunca dizer nunca
Cair, levantar
Ver com olhos novos
Se maravilhar
Nunca dizer nunca
Cair, levantar
Gostar do presente
Gostar de gostar
Também vocês
Hora de dormir
HOJE
Resolvi falar de amor
Do aconchego no peito
Da ventania lá fora
E depois ver o efeito.
Isso não posso falar
Mulher, amiga, amante
Quando tudo se junta
Cada momento é marcante.
Paixões passam com o tempo
Fica o amor verdadeiro
Esse dura o tempo inteiro.
Esse nosso amor é eterno
Fortalece a cada dia
Sabe, você é a minha poesia.
Autoria Irá Rodrigues.
Noite à fora...
Sobre uma navalha...
Ó divina esperança...
Sonho de criança...
O tempo a criar silêncio...
Tornando o sonho poeira dos tempos...
Poço imenso e fundo...
Que engoliu meus desejos...
A ver no mundo seco a seca realidade...
Dos ébrios jogados à sarjeta...
Das matronas em penunbras das ruas da esquerda...
Dos pederastas em gargalhadas...
Disfarçando as lágrimas não jogadas...
Das mocinhas vendendo favores...
Em troca de licores...
Daqueles que só encontram alegrias...
Quando deixam suas garrafas vazias...
A vã loucura a moda é prima-irmã...
Mas quando vem o senso erguer-lhe os densos véus...
Desse desgosto...
Livrai-me Deus...
Salvo o meu desejar...
Teço beleza em tudo...
No hálito podre de um sugismundo...
No idoso porchetta...
Em quem que com qualquer um se deita...
Nessa langorosa magia...
Sob a lua que irradia...
As torpes paixões...
Sigo para meu descanso...
Aguardando, quiçá ...
Outro dia...
Valei- Deus...
Ou quaisquer outros guias...
Fim de noite...
Madrugada fria...
Eu próprio me interrogo:
– Onde estou? Onde estou?
E procuro nas sombras enganosas...
Sob essas horas mortas...
As mesmas coisas repetidas...
Inúteis os sonhos e as amarras
que nos prendem ao cais...
Mas quem sou eu que não escuto meus próprios ais?
Sandro Paschoal Nogueira
Fora de mim existem anjos e demônios, fantasmas e malassombros, lobisomens e vampiros, elfos, fadas, bruxas e unicórnios.
Dentro de mim habitam crenças e fantasias, ilusões e desvarios, ficções e devaneios, imaginações, medos, desejos e faz de conta.
Nenhum dia deveria continuar nublado
Com o sol lá fora prometendo verão.
Nenhuma chuva leve deveria alagar a alma
Na promessa de regar as flores.
Nenhuma saudade deveria fazer morada na alma
Mesmo jurando ser passageira.
Nenhum amor deveria morrer
Na promessa de ser infinito.
Você não deveria ter ido
E continuar viva em todo meu ser.
E eu não deveria ter morrido
Sendo forçado a viver sem você.
Oque é, está interligado Quanticamente?
É a certeza, o imperceptível de jamais está fora do campo quântico.
Entender que independentemente de se está no local "a" ou "z", ainda sim está envolto.
... é saber, sem compreender que não há fora, tão pouco dentro.
Porque somos parte do TODO.
Quando me deixou
passei a me levantar mais vezes
e sair pra fora de casa
pra ver o céu estrelado
porque toda vez
que fecho a porta do meu quarto
eu sinto medo
e o escuro vai me engolindo aos poucos
e no meio disso tudo
eu ainda sinto cede
do teu abraço que me acalentava,
e da sua voz
que espantava os monstros noturnos.
Mas olha…
pra dizer a verdade
acho que não tenho mais medo do escuro,
tenho é medo de me apaixonar por outro monstro como você.
