Poema de Outono

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meus pensamentos são folhas de outono
que cai como morte de tantos sonhos,
olhando a chuva cair penso nesses dias
que são passados por um tempo,
a água que cai do céu são lagrimas
que secaram diante o diluvio profundo,
tento me esquecer dessa vida, mas,
a vida esta cheia de magoas...
dos quais vento deixo, com fel do destino
retrato cada momento, cada segundo,
para nunca mais seja semelhante,
bem assim diria nas trevas angustiante,
então amanhece como céu cheio de esperança,
desatino no relato pois nada é bom de ser
bom ao mesmo dentro de uma tempestade,
as horas passam diante extremo tempo
a seca de minha entranhas somente
um alivio do titubear de um canto
do trovão que grita na escuridão da minha mente,
não á retalhos de sentimento que cubra
o tremor do sentido cheio de sensações,
bem qual acordo todos dias entre
as librinas são clamor do coração
nas brumas vegetam sobre coisas
que se passaram simplesmente em desejos
se consumaram em gostas de orvalho
assim minhas lagrimas se deram outro nome,
para tenha outra estação com frio e angustias.
por Celso Roberto Nadilo
natureza de minha alma

BEM VINDO

"Copas e folhas caindo.
Último adeus do Outono,
Em reverência ao Inverno
Que vem (bem) vindo."

Aurora de um outono qualquer.

Esvazia-te de ti mesmo
Respira essa brisa que vem de novos tempos.
Deixa o pasado repousar leve, sem mágoa, no alto daquela última onda.
Vê! É grande esse teu coração!
Chega mais perto, olha-me nos olhos...
Quão amplo é o teu abraço!
Ama sem preconceitos
Ama este céu e este mar.
Ama tudo o que tens em teu cirro,
Ama também o que nunca caberá em teu sorriso...
Esvazia-te de ti mesmo, e sorve, sorve toda a doçura desse espaço...
Abre tua mente...
Liberta-te...
E vive!

Escapismo

Na alegria, na tristeza,
na ira, na calma,
no verão, no inverno,
no outono e primavera,
estou aqui.

Escapando das realidades,
vivendo minhas identidades,
descobrindo as habilidades,
criando amizades,
navegando nas novidades.

Um costume que aderi
e agora necessito.
Uma tecnologia que move
não só a outra,
mas a vida.

Estação

Outono nórdico
o sopro gélido de Éolo
vem tocar as faces alvas
sutil carícia de morte
a força do seu fôlego
lançará espadas de vento
sinal de mau presságio
os carvalhos se pintam
se camuflam de musgo e oliva
não querem ser percebidos
Elfos, Duendes e Gnomos
se ocultam no oco da floresta
o titã do gelo se abeira
vem do além norte
salivando nevascas
se banhar nos grandes lagos
cemitério dos vikings

estou aqui pensando na minha vida
nesta linda manhã de outono
preciso organizar os meus conceitos
reorganizar as gavetas da mente
separar os sentimentos dos pensamentos
a razão da emoção
o certo do errado
o bem do mal
priorizar o essencial
abster dos supérfluos
dar importância ao ser
esquecer de alguns detalhes
jogar fora o que não me serve mais
reciclar as minhas palavras
preciso de um novo dicionário emocional
sentimental e espiritual
uma trilogia de sucesso
reduzir as minhas tristezas, mágoas
ódios, cólera, raiva
e tudo mais que me atrasa o passo
e me tira do compasso divino
atitudes de sucesso
reutilizar velhas táticas que já deram certo
por em prática planos
e projetos hora esquecidos no fundo da gaveta
me apoderar da coragem e ir com fé
utilizar a sabedoria com sucesso
largar a preguiça de lado
meter a cara nas oportunidades
e dar o ponta-pé inicial
só assim saberei onde vou chegar
quais resultados terei
condizentes com a realidade!!!

⁠⁠"No outono de 1953, parecia que eu tinha apenas alguns meses de vida. Em dezembro, os médicos - companheiros no exílio - confirmaram que eu tinha no máximo três semanas de vida.
Tudo o que eu havia memorizado nos campos corria o risco de extinção junto com a cabeça que a mantinha.
Este foi um momento terrível em minha vida: morrer no limiar da liberdade, ver tudo o que tinha escrito, tudo o que deu sentido à minha vida até agora, prestes a perecer comigo...
Eu não morri, no entanto. (Com um tumor desesperadamente negligenciado e agudamente maligno, este foi um milagre divino; não pude ver outra explicação. Desde então, toda a vida que me foi devolvida não foi minha no sentido pleno: ela é construída em torno de um propósito)."

⁠O outono chegou
o piano começará a tocar
a música te fara sentir
a música te fará chorar
o dedilhado sobre o piano te partira, mas sempre haverá o recomeçar
as flores, os jardins.
Tu iras amar novamente
o seu jardim ira florir novamente
a primavera chegara, mas chore, sinta, que logo
virá o seu Desabrochar
minha flor do Luar.

⁠As flores do outono

A estação outono chega no Canadá
um novo ciclo começa e outro termina
Flores surgem do chão, folhas velhas terminam nele
o sol morno passa pelas árvores
Alaranjadas e floridas, com uma forte brisa os pássaros cantam numa paisagem
Maravilhosa
um ciclo começando e outro terminando, o ciclo da vida.

⁠🌹🥰🌹
Vamos refletir um pouco
Que o novo ano não seja como o outono da vida onde as folhas caem deixando apenas lembranças de dias bons e ruins, mas que seja como a primavera da vida que produz frutos e dos frutos sementes onde podem ser plantadas a cada dia e colhidas a cada amanhecer...
🌹🥰🌹
Bom dia
*FELIZ ANO NOVO*
🌹🥰🌹
HSO de Oliveira 🌹

⁠ALMA DE OUTONO

A minha alma repousa
Nos ramos despidos
Sem pudor no teu corpo
Na árvore plantada
Deste nosso Outono
Quando as árvores
Se despirem e as folhas
Caírem sem pudor
Neste outono
Sentirei a minha alma
Voar pela serra
E a minha sombra
Será uma loba
Na nudez dos ramos despidos.

⁠Ela dança e balança os cabelos como o vento leva as folhas do outono
Ela olha nos olhos como se fosse um Adeus
Ela sorri com tanta facilidade que chega a suscitar sensações jamais sentidas
Ela não sabe só cativar como também é linda

Ela é uma mistura de flores do campo
Ela é tão livre que você só consegue observar
Ela vai embora mais deixa com você
as lembranças
Quem sabe ela volte na primavera
com uma nova dança

⁠OUTONO

Por conhecê-la como ninguém
Posso compará-la a uma estação do ano
Das quatro tens proximidade
Mas é no outono que vejo seu brilho.

És reluzente como as estrelas
Nas noites escuras sem luar
Um brilho que traz alegria à família
Na esperança de um novo dia a vivenciar.

Sua leveza parece folhas a flutuar
Como num voo pelo seu espaço buscar
Silenciosa e de movimentos elegantes
Ao chão no meio do jardim acomodar.

Seu adormecer é como o outono
Leva-se pelo simples fechar de olhos
E seus braços soltos pelo abandono
No semblante, fascinante e magnífica visão.

⁠Assim como o vento,
Como folhas de outono,
A brisa a levou
Para uma outra estação

Outono as folhas choram,,
Hoje,ao ver folhas espalhadas pelo chão,senti q o outono é triste,porque essas folhas,que serviram de alimentos,de sombras,já não estão mais lá.São apenas folhas amareladas,secas,que varrem as ruas,com o soprar do vento....me sinto como folhas de outono,já fiz minha parte,mas choro como as folhas de outono.



⁠Vento de Outono

Os dias parecem iguais só que não,
As ventanias balança os galhos
As folhas caem sem direção
E o chão fica estampado de afeição.

Estou sentindo seu cheiro no vento,
Entra pelo nariz ,veias, pulmão e pensamento.
Você entra e sair como água de chafariz
Você cai como folha e alimenta minha raiz.

O sangue ferve nas veias como um vulcão.
E os hormônios entra por ti em erupção.
Quando o outono as folhas dança no chão,
você se tornar meu maior desejo e tentação.

É um presente tão bonito que as vezes corro o risco.
De não saber fazer o melhor por ti.
Te elogiar e sorrir ou sorrir e te elogiar
Duas faces iguais da mesma magia...

Eu desejo a sorte de ter você
Para antes de eu morrer
Escreve sobre nós dois no singular
Para falar a vida que valeu apena.

Permita a vida uma vez em cada estação
Num quarto de hotel a gente se encontrar por uma razão.
Perto de você tudo é mais que bom
Tu e eu um de alma e coração.

Ainda que a noite venha calma e sem ventania.
Imagine seu perfume se misturando com meu na maior harmonia.
Feito fogo e pólvora se explodindo por dentro de orquestra e sinfonia.
Nós abraçados ouvindo o barulho dos gemidos com pura alegria.

Sentir seu mel ser seu céu um livro de papel.
Conta nossas histórias proibidas.
e falar ao mundo que a única saída.
É continuar amando o essencial da vida. Um brotinho de ternura trazendo luz as minhas noites escuras.

⁠Outono



O outono,
É uma estação,
Comum,
Na vida de cada um,
Em sua ação,
E reação,
Da poesia,
No poema,
E na canção.
O autono,
Tem tudo,
No versar do meu mundo,
Nesse tempo Revelador,
Onde a vida expressa
O amor.
Nesse lugar aberto,
De um sentimento
Tão perto,
Nesse lugar de luz,
Onde a vida tudo traduz,
Nesse momento,
Que virou até poema,
Com a poesia em nosso dilema.
Nessa liberdade de ser,
A expressão do nosso viver,
A vida não é indolor,
Tem o seu momento,
De dissabor,
No outono de sua cor,
O outono
É marcado por um novo tempo chegado.
Aqui cruzamos,
Em uma estação do ano,
Com a vida nesse oceano.



Poeta Mbra ✍️
Direitos Autorais Reservados .
D.A.9610/98
Brasil🇧🇷

⁠⁠Tarde de março

Tardes de março dão sinais de outono
Eu penso em formas de te descrever
Olhos fechados, preguiça e sono
Mesmo assim, fácil falar de você

Seus olhos grandes sorriem
Sem ao menos os lábios mexer
Mas quando eles se mexem
escancara uma beleza
E ao mundo entrega o prazer

Ah esse humor, e a leveza que tantas vezes me embalou
Ah essa alegria misturada com grandeza que sempre me alegrou

Essa é você
A todos os olhos digna de admiração
Palavras doces, frases certas como uma linda canção

⁠⁠O vazio
Outono de 2024, todos os horizontes em minha volta, circulava em torno de um alguém.
Entreguei tudo e pouco recebi, agora nada mais faz sentido, nem mesmo, viver.
Minha alegria passou a ser triste, os quadros da minha vida banharam-se em preto fosco. Todo aquele doce amor, tornou-se amargo e prejudicial, a dor foi tatuada por definitivo em meu peito.
E você? Viverá bem no céu de um outro amor.

⁠periferia
o vento de outono soprou
e fui colhendo folhas...
em cada uma havia um verso
e todas juntas um poema,
que agora averbo em teus ouvidos
e na margem deste mundo.
o meu poema te rodeia,
espaço branco producente,
de umidade e razão.
garça, alba plumagem
onde escrevo teu nome.