Poema de Outono

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⁠Ela dança e balança os cabelos como o vento leva as folhas do outono
Ela olha nos olhos como se fosse um Adeus
Ela sorri com tanta facilidade que chega a suscitar sensações jamais sentidas
Ela não sabe só cativar como também é linda

Ela é uma mistura de flores do campo
Ela é tão livre que você só consegue observar
Ela vai embora mais deixa com você
as lembranças
Quem sabe ela volte na primavera
com uma nova dança

tatiane_fs

⁠Tenha uma essência de outono,
saiba o momento exato
de abrir mão de suas folhas secas, ressecadas por angústias,
por sofrimentos, por aquilo
que não acrescenta,
que devem ficar no passado,
ciente que são os aprendizados
que se carregam,
já que o tempo se renova
e novas experiências esperam.

Jefferson Freitas

BEM VINDO

"Copas e folhas caindo.
Último adeus do Outono,
Em reverência ao Inverno
Que vem (bem) vindo."

Denair Inês Guzon

⁠As flores do Outono

A Estação Outono chega no Canadá
um novo Ciclo se começa e outro Termina
Flores Surgem do Chão, Folhas Velhas Terminam nele
o sol Morno Passa pelas Árvores
Alaranjadas e Floridas com uma forte Brisa os pássaros cantam numa Paisagem
Maravilhosa
um ciclo começando e outro terminando o ciclo da vida.

Mizael Queiroz

Outono da minha vida

Adentrando ao outono da minha vida,
Um paradoxal inverno quente me anima.
E a primavera, florida, faceira e sorridente
Reflete a esperança de um dezembro caloroso,
Com o verão pulsando caloroso em minhas veias.

Com certeza um natal muito feliz
Entre familiares e amigos.
Um “adeus ano velho” ruidoso
Com prazerosos brindes, fortes abraços,
Estalados beijos e furtivas lágrimas.

Mais um Ano Novo repleto de promessas.
Que aventuras viverei em janeiro?
Viagens, estradas, novas paragens.
Fevereiro de olhares, sorrisos e afagos.
Conquistas merecidas, achados fortuitos,
Quiçá novos amores, explosivas paixões,
Prazeres incontáveis, noitadas inesquecíveis.

Assim a vida se renova, até a hora da partida.
Março trará corações dilacerados,
Almas partidas, bilhetes rasgados,
Pulseiras, anéis e colares jogados.
Roupas rotas, tênis gastos,
Revistas dobradas, livros esquecidos.
Enfim, páginas viradas, vidas passando.

Os passos antes largos, agora lentos,
Os olhos lassos, as nuvens altas,
Prolongados suspiros, ais, sussurros.
O tempo escoando entre dedos e frestas,
As ondas do mar lavando lamentos,
Na areia desenhando imagens funestas...
(J.M. Jardim, setembro/2013)

Juares de Marcos Jardim
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As cartas que você nunca leu.

Esvanecia uma noite de outono, flores no chão que você pisava, o amor nessa época era como tinha que ser, intenso, carinhoso, saudável e respeitador, tocava seu corpo tão quente quanto à brasa do fogo que nos aquecia.
Uma canção estimulava nossos corações a bater mais forte uma pelo outro. Estando do seu lado não existe palavra para definir todos os sentimentos que circulam pelas minhas veias. Seu sorriso mostrava o quando estava feliz do meu lado, imprescindível não olhar nos seus olhos que refletia as velas que iluminava a nossa paixão.
Sentir a confiança que você tinha em mim, após você dormir nos meus braços que te protegia com muito amor. E por fim adormecer tendo do meu lado uma pessoa que podia confiar.
Ao amanhecer, vendo pelas frestas da janela o Sol brilhando, como se estivesse brilhando para nós dois.
Queria que tudo isso não se passasse apenas de um sonho bom, que eu tive com você!

Diony Peroli
Inserida por dionyperoli

estação
tenho um outono no corpo
de onde as
coisas
caem

vejo doçura nas roupas
espalhadas
pelo
chão

Mariana Botelho
Inserida por sizinha1234

Alegorias.

O outono adentrou as janelas do meu quarto, e eu ali fiquei, congelada. Havia esquecido o casaco no momento em que em sua cama, começou a despir-me em parcelas, peça por peça. Casaco, calças, blusa, calcinhas e sutiãs de cores ofuscantes e por último despiu-me os sorrisos – dizia que eu sorria demais e naquele momento, além de composta, eu deveria transluzir uma fórmula um pouco mais vulgar que a habitual. – Logo fizemos de nós dois, juntos, num só.
Senti um frêmito gélido subir no dorso e escutei o crepitar das folhas secas despedaçando-se por baixo da sola dos meus pés também frios. As folhas representando uma atração fatal entre dois cadáveres abrasadores desnudos num chão frio, revelaram-me o inevitável: os corpos agora se encontravam frígidos demais.

Carolina Pires
Inserida por carolinapires

**OUTONO A ESTAÇÃO DA ALMA**

Vania Staggemeier



O outono é minha estação...

É ele quem pinta cada sentido em mim...

Amo suas cores bordada de brisas...

Seus aromas com cheiro de amor...



E esta sensação de que se está...

Sempre partindo como o vento morno...

Que vem da montanha trazendo saudades...

Como as folhas que se arrastam ao chão...



Dispo a minha alma das ilusões...

Mergulho na dança dos sonhos...

Embarco na valsa dos sentimentos...



Despedindo-me das emoções...

Que um dia pousaram em mim...

Trazendo lagrimas e sensações...



Meu outono é saudade...

Onde se faz o momento mais bonito...

De fechar mais um ciclo vivido...

Virando a pagina de meu livro escrito...

Guardando na memória aquilo...

Que um dia poderia ter sido...



Assim encerro este livro em palavras...

Que se vestem de sentido...

E se fazem doce emoção...



Não procures descobrir meus segredos...

Não queira ver além do que te mostro...

Contenta-te com as pétalas desta rosa amarela...



Pedaços de minha alma que te dou...

E observe as palavras que escrevo...

Pois é assim que eu sou...

(*_*)

http://recantodasletras.uol.com.br/poesias/1507234

Por um mundo melhor respeite os direitos autorais!

Vania Staggemeier
Inserida por vania21
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Tu és a flor, mas bela do campo.
Desabrocha no outono assim como sua beleza a não desfaça e meio tantas flores.
Em um campo minado, onde vivemos a lei da natureza nada e tão gratificante como sua franqueza entre tanta tristeza.
Esbanjando-se, pos tua felicidade como uma rosa que se abre pela amanhã.
Com um gira-sol que persegue a ti, brilhante e deslumbrante, composta de amor.
Es tu minha flor.

Yvis Reis Faleiro Dos Santos
Inserida por Yvis

AGORA SEI

Hoje saí a tua procura
Desci as escadas e na relva caminhei
Ar de outono, envolto em candura,
Olhando para o céu, não te encontrei.

Percebi raios brilhantes de doçura
Que rompiam as nuvens escuras, que avistei.
Um calor intenso, repleto de ternura
E teu corpo inteiro em mim, eu desejei.

Carícias intensas incitando a loucura
Do dia em que em teus braços, estarei
E olhando nos teus olhos, te direi: - Sou tua!

Tu estás em mim, e agora sei
Que o equilíbrio do amor é a formosura
E tua alma o perfume da paz, que aspirei.

Siomara Reis Teixeira
Inserida por siomarareisteixeira

Passou o outono já, já torna o frio...
- Outono de seu riso magoado.
Álgido inverno! Oblíquo o sol, gelado...
- O sol, e as águas límpidas do rio.

Águas claras do rio! Águas do rio,
Fugindo sob o meu olhar cansado,
Para onde me levais meu vão cuidado?
Aonde vais, meu coração vazio?

Ficai, cabelos dela, flutuando,
E, debaixo das águas fugidias,
Os seus olhos abertos e cismando...

Onde ides a correr, melancolias?
- E, refratadas, longamente ondeando,
As suas mãos translúcidas e frias...

Camilo Pessanha
Inserida por helenagruber

FLORES

Mas a primavera vai voltar
E todas as flores que esse outono levou irão chegar
Bem mais belas e cheirosas
Ah, que saudade dessas flores graciosas

Quem sabe uma dessas flores é a que eu preciso
Logo eu, um alguém tão indeciso
Não sei se quero amor, paz ou solidão
Busco sempre alguma coisa pra acalmar meu coração
E quem sabe em um acidente a felicidade chega em mim
Com paciência e esperança, eu levo a vida. Essa vida tão ruim
Mas que há de melhorar
Quando a primavera chegar.

Só espero que a prima Vera não chegue antes que a sua prima a flor da idade
Porque a primaVera vai me trazer a linda flor da felicidade
E com ela não importa se está frio, quente ou temporal
Sempre vai haver um abrigo pra mim, até no meio do vendaval.

Neide Andrade
Inserida por neideandrade

A idéia da folha voltar para o galho,
Onde no real outono,
Elas são sufocadas para o chão,
É simplesmente a idéia mais linda do amor existente!

Júlia Demétrio
Inserida por Juliademetrio

Ser vento meio a outono
Ser verde entre pensamentos
Ser só entre todos
Ser sua meio ninguém

Mariana Furtado
Inserida por anaprata

OUTONO... Como avivar tuas marcas impressas em cada página que escrevo? Em cada crepúsculo que desenha o teu, o meu adormecer?
Aqui o velho piano já não quebra mais o silêncio das horas, nem a tosca lareira abriga chamas de outrora... Restam-me apenas alguns poucos momentos congelados na memória - quadros mudos que não fazem história - e as cinzas...
Ali calçada molhada, transeuntes sem manto, folhas ao vento, natureza em pranto... Até quando? Não sei...
Tristeza? Não! Melancolia, talvez...
É... Mais um ciclo se fecha, adormecem as sementes de um novo amanhã...
Maria Aparecida Giacomini Dóro

Maria Aparecida Giacomini Dóro
Inserida por aguiasol

"Penúltima noite de Outono.
Será que, assim como eu, alguém a questiona?
Ela está aqui, como sempre, atrapalhando a intensidade da luz e dos pensamentos humanos.
Algo intocável, perene e amedrontador.
Mas linda...
Linda em sua forma, em seu cheiro, em sua plenitude.
E nós, meros humanos, ficamos reféns de sua força, de seu mistério e de sua magia.
A alguns ela traz amor; a alguns, delírio; a alguns choro.
Mas, que seria do lindo dia a nascer, sem a obscura noite a nos matar?" (Ka Santos)

Karina Lima dos Santos
Inserida por ksantos

"OUTONO"

Outono, outono meu...
Quero entregar-te os meus delírios.

Nas ruas do nosso outono
Onde os nossos passos vão ficar

Folhas do abandono pelo chão
Que um dia o vento vai levar

Os nossos olhos verão tudo a mudar
E eu escreveria um livro só para te ver chegar

Se eu te fosse contar, antes de te encontrar
Subiria os montes, desceria as ladeiras

Enfrentaria perigos, sentiria a força vento
A romper a fúria de uma tormenta

Molharia o corpo neste mar profundo
Dormiria com o teu olhar, perderia a noção das horas

Se as ruas do nosso outono pudessem
Despiriam as vestes da hipocrisia em folhas

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
Inserida por IsabelMoraisRibeiro

Luto para não cair no poço, para não afundar na lama.
Respiro a saudade da primavera..no outono..
Suspiro de saudades do outono...no verão!
Sou atrevida, não sei morrer de medo,

nos temporais.

..

Biografia e Frases de Sonia Solange Da Silveira Ssolsevilha
Inserida por ssolsevilha

O amarelar das flores indica o outono,
como o aconchego de um abraço adocica o inverno...
Para a flor, na primavera não existe abandono
E por fim, o sol brilhará! Todos verão!

Robson Ruas
Inserida por RobsonRuas