Poema de Justiça
Luta pela justiça:
A advocacia não se limita a um mero trabalho, mas envolve uma luta constante pela justiça e contra injustiças.
Sergio Furquim
8 de Dezembro - Dia da Justiça
"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça..." As palavras imortais de Rui Barbosa ecoam como alerta permanente: a Justiça não é abstração, mas compromisso vivo com a dignidade humana.
Como nos ensinou Piero Calamandrei, juízes são os "guardiões das promessas" que transformam leis em realidade para o povo. E nessa nobre missão, caminham lado a lado com os advogados - juntos formam os pilares indispensáveis do Estado Democrático de Direito. Não há Justiça sem a dialética respeitosa entre a toga e a tribuna, entre quem julga e quem defende.
Celebramos hoje não apenas uma instituição, mas a coragem de aplicar o direito, a sabedoria de interpretá-lo e a humanidade de senti-lo. Que possamos renovar nossa fé: mesmo diante das adversidades, a Justiça ainda é a virtude que sustenta a República e dignifica a humanidade.
A justiça da vida não falha — apenas tem seu próprio ritmo.
Você não precisa desejar mal.
Não precisa sujar o coração.
Não precisa retribuir a dor.
Quem trilha o caminho da deslealdade
sempre tropeça onde menos espera.
Pode ser agora,
pode ser no meio da vida,
pode ser na velhice…
mas chega.
E quando chega - , chega sem aviso, sem defesa, sem fuga.
O mundo não tem amor,
porque nunca conheceu a inocência do amor.
O mundo não tem verdade, justiça, honra nem lealdade,
porque não conhece o valor que há nelas.
O mundo diz ter Deus,
mas não conhece o amor de Deus.
Quando a justiça se corrompe, não é apenas a lei que se desfaz — é o próprio alicerce da sociedade que se rompe. O primeiro passo dos corruptos é sempre o mesmo: quebrar o espírito do povo. Transformar cidadãos em espectadores passivos, em vozes caladas, em corpos dobrados pelo medo.
Um povo frouxo, acovardado, é o terreno fértil para tiranos. É nesse silêncio que a injustiça floresce, é nessa apatia que os poderosos se tornam intocáveis.
Mas justiça não é apenas um tribunal, não é apenas um código escrito. Justiça é chama viva, é consciência coletiva, é coragem de dizer não quando todos querem que você se cale.
A corrupção da justiça é a tentativa de apagar essa chama. E quem se curva diante dela entrega não apenas seus direitos, mas sua dignidade.
Por isso, quando a justiça se corrompe, o povo não pode se acovardar. Deve erguer-se, deve resistir, deve lembrar que nenhum poder é maior do que a força de uma sociedade desperta.
Porque justiça só existe quando há coragem. E coragem só existe quando há povo disposto a lutar.
Silêncio clama pela verdade.
O silêncio clama por justiça.
O silêncio tem lágrimas escorrem palavras.
Somos olhares navegantes ilusões.
Nos calamos pelo engodo...
Provenientes das mentiras que tentam te fazer calar.
Mais o silêncio grita grita mais ninguém ouve as lamurias vindas de quem sofre.
Suas experiências te dizem que verdade nao pode ser calada !
A algo maior dentro de cada um que sabe que verdade esta contaminada por mentiras.
E ainda temos que engolir essas mentiras.
Visão da justiça
"Respeito a estátua como estátua em liderança igual respeito líderes como líderes em medida que usam liderança"
VERDADE OU MENTIRA
A verdade e a justiça é uma das características de Deus, e infelizmente estamos vivenciando tempos onde a verdade e a justiça é menosprezada. Pessoas que não acreditam na verdade, pois hoje, o que é mentira se torna verdade, o que é verdade se torna mentira. Cada um constrói a suas próprias narrativas que se ajustam ao seu modo de viver, prevalecendo sua própria vontade. Jesus é a verdade que nos liberta do pecado, Ele é conhecedor de todas as coisas e quer mudar a nossa vida com a Sua verdade. Só Ele pode nos mostrar a verdade e soltar as amarras da injustiça que nos impede de vivermos de forma digna. Somos encorajados a vestir a couraça da justiça para resistirmos às armadilhas e tentações do inimigo.
O Abismo da Justiça e do Trabalho
Num país marcado pela desigualdade, o trabalhador pobre carrega nas costas o peso de um salário mínimo que mal sustenta sua família. Ele acorda cedo, enfrenta transporte precário, cumpre longas jornadas e volta para casa exausto, apenas para descobrir que o fruto de seu esforço não lhe garante dignidade.
Enquanto isso, uma elite togada desfruta de privilégios que beiram o escárnio. Juízes, em sua maioria, recebem salários e benefícios que multiplicam por dezenas o que ganha um trabalhador honesto. A contradição é gritante: quem produz riqueza, quem mantém o país funcionando, é tratado como descartável; quem deveria zelar pela justiça, muitas vezes se acomoda em um pedestal de privilégios.
A semelhança entre o trabalhador e o juiz deveria estar na honra do serviço prestado à sociedade. Mas a realidade é vergonhosa: de um lado, suor e sacrifício; do outro, pompa e ostentação. O contraste não é apenas econômico, é moral. É a prova de um sistema que valoriza mais o poder do que o esforço, mais o status do que a dignidade.
Esse abismo não é apenas uma injustiça social — é uma ferida aberta na consciência nacional. Enquanto o trabalhador é esmagado pela sobrevivência, a classe privilegiada se afasta cada vez mais da realidade, perpetuando um modelo que humilha quem realmente sustenta o país.
Buscar a justiça na terra
É lutar pelo que é o correto
É não aceitar intolerâncias
Que saia do caminho reto
É punir certo quem faz o erro
Fazendo cessar o desterro
Dar a cada ser um novo teto.
"Cuidado você que prática o mal... uma hora ele volta e te derruba, ande segundo a justiça de Deus, que é reta, fiel, e que não da espaço ao mal"
- Pr. Raoney Amorim
Viver não é lutar para ter… É esforçar-se para ser, ser um virtuose em coragem, justiça, autocontrole, relacionamentos e sabedoria.
-Coragem para enfrentar e saber lidar com os constantes reveses da vida e a inevitabilidade da morte.
-Justiça para não permitir-se aquiescer ao que não é moral, ético. Não ser indulgente com erros recorrentes e ser imparcial em seus julgamentos.
-Autocontrole para ser capaz de dominar as próprias emoções ou os impulsos decorrentes dessas emoções e também ter domínio dos desejos, apetites e paixões.
-Relacionamentos para saber cativar e deixar-se cativar, usar de empatia, generosidade e paciência.
-Sabedoria para fazer boas escolhas e saber distinguir o certo ao errado e o que é fundamental ao que é importante.
-Luz para que onde chegues a paz de Cristo Jesus seja sentida.
Ney Paula B.
O meu partido, é o direito em partes iguais... Onde a justiça possa enxergar os seus erros e o silêncio possa reivindicar por mais;
Sem quaisquer discriminações, o valor em igualdade pro negro e pro branco, sermos tolerantes com as religiões!
Banirmos o preconceito e não julgarmos o semelhante, deixemos a decisão para Deus que é o único juiz... E realmente o dono!
Vamos despertar o amor, termos mais empatia, refletir do outro a mesma dor começando por um BOM DIA!
Quem protesta não luta por justiça, nem almeja fazer diferente.
O protestante( político, ideológico) quer ocupar o lugar do outro para fazer igual, com aliados diferentes!
180126
No jardim dos meus sonhos, floriu a mais linda flor, pois a justiça se fez!
E mais! O que se faz jus, merecemos ao que nos cabe, a felicidade e, quem nos perdeu para sempre, que viva em paz. Amo você e conto ao vento para que ele faça seu trabalho, espalhando o nosso amor que nasceu das cinzas.
Amor, acho eu que no dia em que fizemos a escolha do casamento (sofrimento), Santo Antônio estava de folga e quem nos atendeu foi São Jorge e, com espada na mão, designou-nos o dragão. Santo Antônio voltou, graças a Deus.
⚖ 🐕 Justiça pelo cão Orelha!
Estátua não, Justiça sim! ⚖ 🐕
Construir uma estátua é um gesto vazio
quando a impunidade segue sendo defendida
a unhas, dentes e poder financeiro
pelos próprios envolvidos no caso.
Antes da pedra, do bronze e do verniz simbólico, que se construa a Justiça.
A verdadeira,
a que não negocia vidas,
a que não se curva ao privilégio,
a que não transforma crime
em nota de rodapé.
Depois, só depois,
falamos em estátua, em memória,
em homenagem ao cão Orelha.
E ainda assim,
que seja um dever ético
que cada centavo dessa homenagem
seja custeado por seus assassinos,
como lembrança permanente
do que fizeram
e do que tentaram apagar.
Santa Catarina,
estado que os fatos insistem em denunciar
como o mais xenófobo do Brasil,
agora amplia sua lista de intolerâncias:
além das pessoas, volta-se também
contra os cães de rua.
Quando a violência escolhe os mais vulneráveis
e a Justiça escolhe o lado do silêncio
e do poder de famílias abastadas...
não há estátua que absolva,
não há homenagem que repare,
não há memória que se sustente
sobre o alicerce da impunidade.
✍©️@MiriamDaCosta
A coragem de praticar a legalidade,
o bom senso, a honestidade intelectual
e a justiça (tanto no exercício da política quanto na vida pública)
é incompatível com uma sociedade que normalizou a astúcia, a cumplicidade
e a degradação moral e cívica como regra consolidada da qual muitos ainda se orgulham.
No Brasil, esses valores são realidades irreconciliáveis!
Não se combate crimes cometidos por parlamentares tentando favorecê-los, protegê-los ou blindá-los.
Isso não é governabilidade,
é conivência institucionalizada.
Que exemplo moral, cívico e penal
está sendo legado por esses representantes?!
Quais precedentes deixam para uma sociedade
já exaurida de injustiças e descrente
da própria democracia?!
✍©️@MiriamDaCosta
A indignação seletiva
não nasce da justiça,
mas do interesse
bem vestido de virtude.
Quem se indigna por conveniência
não defende valores,
defende posições.
✍©️@MiriamDaCosta
Quando a Barbárie Clama por Justiça: A Necessidade de Reconhecer os Maus-Tratos a Animais como Crime Hediondo
Fundado em argumentos jurídicos sólidos e irrefutáveis — especialmente diante da gravidade extrema da conduta, do elevado grau de censurabilidade social e da necessidade de reafirmação ética do Direito Penal — o Professor Jéferson Botelho propõe levar ao Congresso Nacional uma reflexão legislativa inadiável: a elevação dos crimes de maus-tratos contra animais à categoria de crimes hediondos.
A proposta repousa nos pilares constitucionais da razoabilidade e da proporcionalidade, compreendidos não como instrumentos de leniência, mas como mecanismos de justiça material, aptos a proteger bens jurídicos sensíveis e a conter a banalização da violência. A crueldade contra animais não é um ato isolado ou menor; é, antes, um sintoma de degradação moral, um ensaio da barbárie e uma afronta direta à civilização jurídica.
Nesse sentido, a classificação dos maus-tratos como crime hediondo impõe consequências jurídicas compatíveis com a repulsa social que tais práticas despertam, dentre as quais: a vedação de fiança, a proibição de indulto, graça e anistia, a ampliação do prazo de prisão temporária para 30 (trinta) dias, bem como o endurecimento dos critérios para progressão de regime, em consonância com o sistema penal vigente. Trata-se de uma resposta estatal firme, necessária e pedagógica, destinada a romper o ciclo da impunidade e a reafirmar a centralidade da dignidade da vida — humana e não humana.
Mais do que punir, a proposta pretende educar, prevenir e civilizar, reafirmando que o Estado não pode ser indiferente à violência gratuita, sob pena de legitimar a crueldade como linguagem social aceitável. Onde o Direito se cala, a barbárie avança; onde o Direito se impõe com equilíbrio e firmeza, a sociedade se preserva.
