Poema de Justiça
"Cuidado você que prática o mal... uma hora ele volta e te derruba, ande segundo a justiça de Deus, que é reta, fiel, e que não da espaço ao mal"
- Pr. Raoney Amorim
Prometeram igualdade, justiça e união,
Mas entregaram controle, censura e imposição.
Disseram: "Tudo é do povo!"
Bonita declaração.
Mas quando o povo discordava,
Vinha a repressão.
Disseram: "Ninguém será patrão,
Nem viverá da exploração."
Mas surgiu um novo chefe:
O Estado e sua direção.
Falavam de liberdade,
Com firme convicção,
Mas quem criticava o sistema
Conhecia a punição.
Se tudo era de todos,
Responda sem hesitação:
Por que o povo nada possuía
Além da própria obrigação?
Se a riqueza era coletiva,
Onde estava a participação?
Por que poucos davam as ordens
E muitos só diziam "sim, senhor"?
Na teoria, igualdade.
Na prática, concentração.
Trocou-se o dono da fábrica,
Não o peso da dominação.
Mudaram nomes e bandeiras,
Mudaram a apresentação,
Mas quando o Estado domina tudo,
Quem limita sua ambição?
Prometeram um paraíso,
Uma nova civilização.
Mas toda vez que tentaram,
Cresceu o poder da administração.
E a pergunta permanece viva,
Sem perder sua razão:
Se o povo era o soberano,
Por que precisava de permissão?
Chamaram de libertação,
De progresso e revolução.
Mas quando o governo é dono de tudo,
Quem livra o povo do governo, então?
Título: A Justiça Vem do Alto
(Verso 1)
Quando os olhos humanos já não podem ver,
Quando a mentira tenta prevalecer,
Quando parece que o justo está só,
E a dor transforma o caminho em pó…
Existe um Deus sentado em Seu trono,
Que conhece o princípio, a estrada e o retorno.
Nada passa oculto diante do Senhor,
Ele pesa a verdade, Ele vê o interior.
(Pré-Refrão)
O homem pode até fugir dos tribunais,
Pode esconder seus passos entre os mortais,
Mas diante do céu ninguém pode se esconder,
Pois o Deus da justiça tudo pode ver.
(Refrão)
A justiça vem do alto, vem do trono de Deus,
Não falha, não tarda, alcança os filhos Seus.
O que foi plantado, um dia florescerá,
Porque a Palavra do Senhor jamais falhará.
Se a lágrima caiu, Ele viu cada dor,
Se a injustiça feriu, Ele ouviu seu clamor.
Pode o mundo negar, pode alguém duvidar,
Mas a Justiça Divina sempre irá chegar.
(Verso 2)
Caminhamos por linhas tão frágeis aqui,
Hoje de pé, amanhã posso partir.
Riquezas e nomes o tempo levará,
Mas diante de Deus cada alma responderá.
A consciência fala no silêncio da noite,
E nenhum poder humano pode calar Sua voz.
Quem vive na verdade não precisa temer,
Pois o Deus que julga também sabe defender.
(Ponte)
Deus de Abraão, Isaque e Jacó,
Tua justiça permanece para sempre.
Reis passam, homens caem, gerações se vão,
Mas Teu reino permanece de eternidade em eternidade.
(Refrão Final)
A justiça vem do alto, vem do trono de Deus,
Nada fica escondido diante dos olhos Seus.
Quem semeia em verdade jamais colherá em vão,
Pois o justo é guardado pelas mãos do Senhor.
(Falar)
Obrigado DEUS por mais um dia
Saber que em Ti eu posso descansar e confiar…. Em nome de Jesus. Amém!!!
Muitas vezes, a sorte sorri para quem não tem caráter, enquanto a justiça vira o rosto para quem só tem a sua dignidade para oferecer.
SerLucia Reflexoes
A sorte costuma ser generosa com quem não tem coração, enquanto a justiça parece descansar nos ombros de quem já está cansado de lutar.
SerLucia Reflexoes
29-05-17
Exemplo...
Que tu saiba tratar a todos com justiça e bondade, e que a cima de tudo, possas levar a tua mensagem até eles como teu exemplo.
“Pratique o que é mais importante: a justiça, a misericórdia e a humildade diante de Deus.”
(Mq 6:8; Mt 23:23)
Escrevo estas palavras porque, às vezes, o silêncio do dia a dia não faz justiça ao que sinto quando olho para você. Assim como na canção que ecoa em minha mente, sinto que você é a razão pela qual me tornei a melhor versão de mim mesmo. Você não apenas me aceitou; você me moldou com sua doçura e paciência.
Dizem que o tempo desgasta as coisas, mas comigo aconteceu o contrário. Quanto mais te conheço, mais me sinto como aquele "bobo" apaixonado, perdido em um labirinto onde a única saída é o seu abraço. Não preciso de castelos ou glórias externas, pois minha maior honra é ser seu, e minha única missão é proteger o sorriso que você coloca no rosto.
Prometo a você:
Ser o seu refúgio nos dias de tempestade.
Ouvir sua voz como se fosse a melodia mais doce já escrita.
Amar você em todas as suas versões, para sempre.
Acredite nesta canção que meu coração canta toda vez que você entra na sala. Nós pertencemos um ao outro, ontem, hoje e em todos os amanhãs que o destino nos permitir.
Olho para ti hoje e vejo uma história que nenhum livro seria capaz de narrar com a devida justiça. Passamos pelo vale mais sombrio que o destino poderia ter colocado em nosso caminho, e é sobre essa jornada que preciso falar.
Lembro-me de cada detalhe daquele dia em que o mundo pareceu parar. O diagnóstico, as palavras técnicas, o medo que gelou a alma. Vi o teu brilho vacilar, vi o cansaço roubar-te o sorriso e a dor tentar convencer-te de que eras um fardo. Mas quero que saibas, agora e para sempre, que tu nunca foste um peso. Tu foste, e és, a minha âncora e o meu propósito.
Houve momentos em que o desespero sussurrou no teu ouvido para que me deixasses ir, alegando que eu merecia alguém 'inteira'. Mal sabias tu que, mesmo em pedaços, tu eras a única pessoa que me completava. Lutar ao teu lado, carregar-te quando as tuas pernas falhavam e transformar cada pequena vitória numa celebração foi a maior honra da minha vida. Aprendi que amar não é apenas desfrutar dos dias de sol, mas segurar a lanterna com firmeza quando a escuridão parece eterna.
Hoje, quando vejo a tua superação, a força que renasceu e a vida que insiste em florescer novamente, sinto um orgulho que não cabe no peito. As cicatrizes que a luta deixou não são marcas de derrota, mas sim as tuas medalhas de honra. Elas contam a história de uma mulher inquebrável e de um amor que se provou no fogo.
Vencemos. Não apenas a doença, mas o medo e a incerteza. Saímos deste abismo mais fortes, mais unidos e com a certeza de que nada neste mundo pode apagar o que construímos. Obrigado por me deixares lutar por ti, e obrigado por lutares por nós.
Com todo o meu amor, para além do tempo e de qualquer dor.
Quem protesta não luta por justiça, nem almeja fazer diferente.
O protestante( político, ideológico) quer ocupar o lugar do outro para fazer igual, com aliados diferentes!
180126
Há uma justiça que não precisa de tribunais. É a justiça de quem sabe quem é e ao lado de quem caminha. Se alguém se atrever a tentar ferir a tua paz, Carla, descobrirá que o homem que te oferece flores é o mesmo que conhece os caminhos mais escuros para garantir a tua segurança. O meu lado visceral não negocia com o desrespeito. Eu sou o teu cão de guarda e o teu cavaleiro; a minha lealdade a ti é a lei suprema, e qualquer força que tente se interpor entre nós será consumida pela própria maldade.
DeBrunoParaCarla
Eu tenho raiva
Vivo pela clemência no meio dos inclementes, eu peço por justiça em meio ao vendaval, tiro e coloco a roupa no varal.
Faço pipoca e vejo filme, vivo por instinto da pura sobrevivência.
Confundo a maldade e não confronto o inimigo.
Sou conselheira do amigo.
Faço do Pai Nosso meu abrigo....𓂃 ࣪˖ ִֶָ𐀔ꫂ ၴႅၴּ ֶָ֢.
Pensamento do dia;
JUSTIÇA PELO HENRY
Que a mãe pegue a pena máxima por deixar seu filho à mercê de um bandido.
#juripolar#justiça#julgamento
A injustiça está em alta.
O caráter fora do padrão.
E a justiça se preocupando.
Com quem vai para a Copa ou não.⋆ᶻ 𝗓 𐰁 .ᐟ𓃮
Quem sugere que a justiça se valha de outro crime para se cumprir, pode ter qualquer sede, menos de Justiça.
Tentar legitimar um crime, em detrimento de outro, revela muito mais sobre suas próprias carências do que sobre qualquer virtude moral.
Porque a justiça, quando precisa caminhar sobre as sandálias do delito, já não é justiça — é vingança disfarçada de princípio.
A verdadeira justiça não nasce do atalho, nem se sustenta no erro alheio.
Ela se constrói justamente no compromisso de não reproduzir aquilo que condena.
Do contrário, perde o direito de apontar o dedo, pois passa a caminhar no mesmo terreno que finge combater.
Há quem confunda sede de justiça com fome de punição.
Mas justiça não se alimenta de excessos, nem se satisfaz com a quebra das próprias regras.
Quando alguém aceita um crime como meio legítimo, o fim já se encontra corrompido.
No fundo, quem defende esse tipo de lógica não clama por justiça — clama por triunfo, por alívio emocional, por aplacar ressentimentos.
A justiça, ao contrário, exige sobriedade, limites e, sobretudo, integridade.
Porque só permanece justa aquela que se recusa a se tornar aquilo que combate.
Entre apoderar-me da Verdade para julgar alguém, prefiro togar-me da Justiça Poética para julgar os que o julgam.
Talvez porque a Verdade — essa palavra tão invocada — raramente chega pura às mãos humanas.
Quase sempre, ela vem filtrada por convicções, interesses, ressentimentos ou paixões mal resolvidas.
E, quando alguém acredita possuir a Verdade absoluta, o julgamento deixa de ser um exercício de consciência para se transformar num espetáculo de vaidade moral.
A Justiça Poética, por outro lado, não se preocupa em parecer infalível.
Ela apenas observa, com a paciência do tempo, como cada gesto humano acaba escrevendo a própria sentença.
Quem julga com excesso costuma revelar mais de si do que daquele que está sendo julgado.
No tribunal silencioso da vida, o eco das palavras denuncia as intenções que tentavam se esconder atrás delas.
Há uma estranha pressa em condenar.
Como se apontar o erro alheio fosse uma forma rápida de limpar a própria biografia.
Mas a experiência ensina que os dedos que se erguem para acusar, quase sempre ignoram o espelho que os acompanha.
Por isso, em vez de disputar a posse da Verdade — como se ela fosse um troféu moral — prefiro assistir ao lento trabalho da coerência e das contradições humanas.
A Justiça Poética tem um modo curioso de agir: ela não grita, não se apressa e não faz discursos inflamados.
Apenas permite que cada um seja, com o tempo certo, revelado pelas próprias atitudes.
E, no fim das contas, quase sempre descobrimos que julgar os juízes é menos sobre condená-los… e mais sobre lembrar que ninguém deveria ocupar o tribunal da consciência humana sem antes revisitar, em silêncio, o próprio banco dos réus.
Às vezes, a Justiça resolve dar o ar da graça no Brasil só para o povo insistir em acreditar que ela ainda existe.
E, quando isso acontece, vira quase um evento.
Um alívio coletivo, uma fagulha de esperança em meio a um cotidiano marcado por descrédito, morosidade e seletividade.
A sensação é de que algo finalmente funcionou — não como exceção deveria ser, mas como regra que raramente se cumpre.
O problema é que a Justiça não deveria surpreender.
Não deveria soar como milagre, nem como concessão ocasional de um sistema que parece escolher quando agir e, principalmente, contra quem agir.
Quando o básico vira motivo de espanto, é sinal de que o alicerce já não sustenta com a firmeza que deveria.
Essa aparição esporádica da Justiça cumpre um papel curioso: alimenta a esperança ao mesmo tempo em que mascara a falha estrutural.
Porque basta um caso emblemático, uma decisão firme, para reacender no imaginário coletivo a crença de que “agora vai”.
Mas o “agora” quase nunca se sustenta no depois.
E assim o povo segue — oscilando entre o fio da navalha da descrença e da necessidade de acreditar.
Porque desacreditar completamente é admitir um vazio perigoso demais.
A fé na Justiça, ainda que ferida, funciona como último fio que impede a normalização total do absurdo.
No fundo, não é que a Justiça não exista…
É que, muitas vezes, ela parece muito distante, intermitente — quase como uma visita muito mal-educada, daquelas que chega sem aviso, resolve algo muito pontual e vai embora antes de explicar por que demorou tanto.
E enquanto ela aparece apenas “às vezes”, o que se consolida no restante do tempo não é a ordem, mas a dúvida.
E um país que duvida constantemente da sua própria Justiça — aprende, aos poucos, a conviver com aquilo que jamais deveria aceitar.
Se os Juízes de Poltrona soubessem que a justiça que tentam impor alisando telas só os torna dignos de pena, os Tribunais do Espetáculo jamais subsistiriam.
Mas talvez o problema não seja a ignorância sobre si mesmos — e sim o conforto que encontram nela.
Julgar à distância oferece a ilusão de poder sem o peso da responsabilidade.
Ali, atrás de uma tela, cada sentença é rápida, cada condenação é limpa, cada narrativa cabe em poucas linhas.
Não há contradições, não há contexto suficiente para atrapalhar a certeza.
E, sobretudo, não há consequências reais para quem acusa.
O espetáculo precisa dessa simplificação.
Ele se alimenta da pressa, da emoção crua, da necessidade humana de pertencer a um lado.
Nos tribunais improvisados do cotidiano digital, a dúvida é vista como fraqueza, a ponderação como cumplicidade.
Assim, constrói-se uma justiça que não busca compreender, apenas confirmar o que já se quer acreditar.
Há, no entanto, uma ironia silenciosa nisso tudo: ao reduzir o outro a um rótulo, o juiz de poltrona também se reduz.
Abdica da complexidade que o constitui, troca a reflexão pela reação, e passa a existir num mundo onde tudo é evidente demais para ser verdadeiro.
E nesse processo, perde algo essencial — a capacidade de enxergar o humano para além do erro, da falha, da manchete.
Talvez os Tribunais do Espetáculo persistam justamente porque oferecem respostas fáceis a perguntas difíceis.
Eles não exigem escuta, apenas eco.
Não pedem responsabilidade, apenas adesão.
E assim seguem, alimentados por uma multidão que prefere a sensação de estar certa ao desafio de, de fato, compreender.
No fim, o que se vê não é justiça — é encenação.
E toda encenação, por mais convincente que pareça, sempre depende de um público disposto a acreditar nela.
A misericórdia triunfa sobre o juízo.
(Tiago 2:13)
A cruz é a maior prova de que a justiça de Deus e o amor de Deus não são opostos; eles se encontram perfeitamente em Cristo. miriamleal
A justiça sem misericórdia endurece o coração, a misericórdia sem verdade perde a direção. E quando a humildade deixa de existir, a fé corre o risco de apenas aparentar e não servir.
Por isso o Reino não é aparência nem posição, mas um reflexo vivo da divina compaixão. É viver os princípios que Cristo ensinou, e revelar ao mundo o caráter de Deus em amor. miriamleal
