Poema da Liberdade
Correntes imaginárias
Pregadores de ilusões...
Destruindo as razões...
De um povo sofrido
Que não fazem questões...
Mãos amarradas
Sem puder fazer nada...
Liberdade aniquilada...
Correntes imaginárias...
Aprisionando, doutrinando...
Pelo futuro temos que lutar
Para que a razão possa dominar
Iluminação, razão...
Isso será nossa arma
Contra a escravidão...
Guerreiro pensador
Filósofo questionador
Triunfante em sua liberdade
Destruindo a falsidade...
ESPADA X NAVALHA
No momento em que se aquece a disputa,
num estado de flagrante repressão
quem tem armas se apresenta para luta
quem não tem calça as botas da razão.
O poeta não se encaixa nesses termos
sem ter medo de lutar nem de fugir
sobe ao alto e observa à distância
vendo alma do povo se agredir.
Se a fuga não lhe traz a liberdade
se a maldade do homem se espalhou
o que resta a fazer sobre a bondade
um covarde omisso aconselhou.
Que se deve escolher o lado certo
e de perto ver o saldo da batalha
quem tem força leva sempre a melhor
nessa luta de espada com a navalha.
Evan do Carmo
Seria ele a culpa?
Seria ele minha amargura?
Não sei por exato...
Mas, ele é uma pedra no meu sapato.
É minha reclusão, minha repressão.
É o motivo da minha depressão.
É ele o alguém a findar minha liberdade...
Amar é ver as cores do arco-íris mesmo quando o sol não brilha sobre gotas de chuva.
Amar é sentir borboletas no estômago.
Amar é quando seu pior momento sobreleva-se aos seus momentos ruins.
Amar é enaltecer a alma. É sentir o coração eufórico.
Amar é a condição de encontrar-te satisfeito fisicamente e mentalmente, é sentir-se seguro e confortável... É aquela sensação de bem-estar.
Em suma, se amar virou "coisa" de gente corajosa, então as pessoas têm medo de serem felizes, pois amar é sentir a felicidade subitamente.
Botas de chumbo , pesadas demais
prefiro ser refem
daquilo que me faz bem
Ser livre é uma escolha
que faço a cada dia
Muitas vezes a vida me obriga
Calço as botas de chumbo
mas não me rendo
pois sei que posso voar
mesmo com o peso da vida
Não apenas agindo por impulso
mas indo ao encontro daquilo que posso ter
Livro-me das amarras
que me impedem
ser o que desejo ser
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editelima 60
Julho 2025
Conhece-te a ti mesmo
Ser forte
não é fingir que não dói.
É aceitar que sente
e, ainda assim, permanecer inteiro.
Minha natureza é essa:
eu sinto.
Eu respeito.
Eu me importo.
Mesmo quando isso parece tolice para o mundo.
E enquanto muitos usam o poder
para dobrar os outros,
eu escolho o poder que me liberta:
o de permanecer quem eu sou.
Porque, no fim,
o sábio
não é quem vence disputas...
é quem não se perde de si.
Epílogo do LIVRO DAS REFLEXÕES
por Danyyel Elan
Lançamento em breve.
Estamos treinando para sermos o que afinal?
Se eu nadar, vou virar um ótimo nadador...
Se correr, corredor…
E se eu preferir não raciocinar e continuar seguindo cegamente líderes que só pensam no seu próprio bem estar?
A história está sendo escrita agora, e ela é sobre líderes cuidando de seus povos, não?
Imagina que a vida é igual a Game of thrones…
imaginou? Ficou mais fácil enxergar o cenário político no mundo?
Você iria jurar lealdade a qual coroa?
Teus líderes atuais te representam?
Eles estão de levando direto para o precipício?
Qual futuro digno eles garantem para as crianças do futuro?
Por que estamos fingindo que está tudo bem?
Por trás de um sistema tão burocrático como o nosso tem apenas um monte de gente igual a gente que em maioria não faz nem ideia da dor que você vive, e você por sua vez, só finge que está tudo bem e não está gritando a melhoria que precisa...
Se você não se expressar, como que podes culpar alguém por não entender tua dor?
Lembre-se, só você sabe dela, só você muda ela. Ou se contente com o que é ofertado.
Liberte-se pensando.
Ensinou uma geração a ser narcisista?
Tem que pagar educação grátis e psicólogo para curar.
Eles vão destruir o futuro emocional de muita gente.
Vão existir pessoas que ignorarão como te sentes e impor através da própria realidade e consciência o que as favorece na condução do que permites sentir por não se impor.
E tá tudo bem ou não? Você expressa o que sente?
Constância em não se expressar, em relacionamentos humanos, é sinônimo de perder a própria identidade.
Quem sabe o que se passa dentro de ti?
Só tu sabes como te sentes.
A aventura da vida é sobre isso.
Autoconhecimento, gentileza, sinceridade, consciência, constância, paciência, confiança, desejo, paz, resiliência.
Colhemos o que plantamos na nossa casa mental, e isso se paga em parcelas no mundo real. No físico, emocional, financeiro, em todos campos da vida.
Se não falar como te sentes outra pessoa vai. Será imposto através de outra consciência o que é melhor pra ti.
Quem sabe como te sentes?
E tá tudo bem ou não? Você expressa o que sente?
Constância em não se expressar em relacionamentos é sinônimo de perder a própria identidade.
Quem sabe o que se passa dentro de ti?
Só tu sabes como te sentes.
A aventura da vida é sobre isso.
Autoconhecimento, gentileza, sinceridade, consciência, constância, paciência, confiança, desejo, paz, resiliência.
Você colhe o que planta, você reage ao que age.
Carta de Narciso
O grito que rasga o céu.
_Lúcifer, o mais belo, quebrou uma das regras dos anjos criando o ego, quando proferiu,"eu", em detrimento ao padrão da paz de Deus, o "nos".
A mente embriagada de vaidade anda de mãos dadas com o ego apodrecido e próximo da angústia da alma com sentimentos distorcidos.
A marca de Lúcifer, o gene de narciso, está sendo implantado através dos nossos olhos, em cada mente humana...
Mente que escolheu uma vida de provação...
Através de uma tela pintada com marketing especializado em reter nossa mente.
Sinto muito pelas crianças que estão se desenvolvendo com esse padrão de educação que romantiza a sordidez e a ausência de empatia.
Nossa casa é a Terra, não nossos pedaços de concreto assegurados por títulos de papel.
Como andam cuidando da nossa casa aí perto de você?
Assim como o corpo explica, a natureza responde e revida.
Temos 2022 anos desde o início ou do recomeço?
A maioria está a deriva.
Construa caráter forte todos os dias, e caminharas na luz;
Se dormirmos nos braços de Cronos, corremos o risco de perder o doce sabor da vida, a borda da vista, esculpida com esmeralda e o tempo que nos resta.
Freud explicou o chiste, passou tantos anos e as pessoas ainda não entendem o risco disso para saúde do negócio e a manutenção positiva da cultura.
Lamentável mesmo, chiste é mais que subterfúgio para socialização forçada, ele é crime.
Infelizmente existem totens que aceitam fazer parte desse circo e reforçam os estigmas nas estruturas sociais. Isso é uma Covardia praticada por indivíduos controladores e egoístas.
Aquele que reconhece o erro e pede perdão aprendeu,
Aquele que perdoa dominou o ressentimento,
Aquele que esquece vive em paz.
Primeiro eles fazem você acreditar que foi acolhido
e que é parte de uma família abençoada por Deus.
E o ser humano consegue realizar atrocidades para se sentir acolhido.
E ainda consegue realizar atrocidades em nome de Deus...
(E não é nada disto que Deus nos ensina!)
Depois você vai agir em nome deles...
Mesmo que eles mesmos estejam longe, bem longe,
seguros em suas fortunas e você correndo perigo,
lutando e empunhando a bandeira deles...
Não era Rapunzel, nem Cinderela, nem Chapeuzinho ...
Era Farfalla Blu, que vivia presa em seu quarto,
E sonhava debruçada na janela da sacada, com seu grande amor.
Sua mãe não era madrasta, nem bruxa ...
Era uma fada madrinha que queria protegê-la do mundo.
Mas, assim, cortava suas asas neon, tal qual foi ensinada.
Um dia, Farfalla Blu viu aquele homem dançando ...
Não era nem Príncipe, nem Lobo, era seu amor, e Farfalla dançou.
A mãe não gostou, mas Farfalla Blu escolheu o twist.
E no final, até a mãe dançou.
Existe uma total escassez cognitiva nesses indivíduos, que vivendo num regime democrático, defendem em plena liberdade
os princípios da ditadura
e se contradizem ao refutar os da democracia.
Vai entender esse estranho fenômeno?!!..
Da séria série: "Nem Sigmund Freud explica".
✍©️ @MiriamDaCosta
************VIVEMOS************
Vivemos uma época de incertezas.
Incerto é a nossa vida,
Incerto é o dia de amanhã,
Incerto é o nosso trabalho,
Incerto é a nossa falsa liberdade.
Vivemos uma época de hipocrisia.
Fingimos que somos felizes,
mentimos quando dizemos que temos liberdade,
negamos a falta de segurança, saúde e educação de qualidade.
Vivemos uma época de contradições.
Somos contraditórios em nossas ações,
negando a nossa racionalidade,
ao destruir a natureza e a própria raça humana.
Eu me desnudo sem medo de cair, sem rede de segurança, sem véus para esconder. Minha alma é um abismo, profundo e escuro, onde apenas a verdade pode respirar.
Eu me exponho, como uma ferida aberta, sem curativos, sem disfarces, sem medo de sangrar. Meu coração é um grito, um berro de silêncio, um sussurro que ecoa, sem palavras para dizer.
Eu sou a minha própria sombra, a minha própria luz, a minha própria verdade, sem filtros, sem disfarces. Eu me desnudo, para me encontrar, para me conhecer, para me amar. Sem máscaras, sem véus, apenas a minha essência.
Eu me exponho, como um rio que flui, sem margens, sem fronteiras, apenas a corrente da minha alma. Meu ser é um espelho, que reflete a verdade, sem distorções, sem sombras, apenas a luz da minha existência.
Eu sou a minha própria criação, a minha própria destruição, a minha própria redenção, sem culpa, sem pecado. Eu me desnudo para me libertar, para me soltar das correntes que me prendem, das sombras que me cercam.
Eu sou a minha própria liberdade, a minha própria prisão, a minha própria escolha, sem medo, sem arrependimento.
(“Nudez”, de Douglas Duarte de Almeida)
Você conhece a história do "Cisne Negro", Elizabeth Taylor Greenfield?
Nascida na escravidão em algum momento entre 1818-1826 em Natchez, Mississippi, Elizabeth Taylor Greenfield tinha poucos motivos para sonhar com a vida que eventualmente se tornaria sua. Por causa de uma série de circunstâncias improváveis e seus próprios esforços incansáveis, ela acabaria se tornando conhecida como a primeira cantora afro-americana a ganhar reconhecimento na Europa e nos Estados Unidos.
Elizabeth Taylor Greenfield foi chamada de "Cisne Negro" por causa da elegância de sua voz e da graça de sua presença. Nascida escrava em Natchez, MS, ela foi libertada quando sua amante se juntou à Sociedade dos Amigos, que era contra a escravidão.
Elizabeth começou a estudar música em 1846 e, em 1854, tornou-se a primeira cantora afro-americana a se apresentar para a família real britânica.
Ela faleceu em 1876.
