Poema da Liberdade
inocência que realiza,
noite boa parceria,
julgo que transita,
soberania de outras virtudes,
alma gótica,
soberba auria que amo,
submundo oriundo de anjos
beijos na nuvem translucida...
na escuridão desejo purpura...
de sede a fome do teu corpo
minha carne torna parte da sua vida,
do sempre fui e serei,
nessa relação que escolhi minha paixão,
quando se pode ver o futuro,
as asas da angustia...
aplaude se nosso amor
descamba e da o regaço da alma,
a penúria dos gemidos nobre prazer,
que se difunde no mundo espiritual,
expandindo a tangente damos que nos amamos,
o destino tem tantas trovas,
retrucam na pura modéstia,
dar e dar o querer,
nos desmandos da natureza, te amo...
seria os atos repudio, choque do tabu,
volúpia alma se tornou...
a fome do destino...
tudo que queres, amares,
o engajamentos, da esbornia,
damos o contra tempo as delicias da vida,
rascunhos de compromisso,
submissão da tua vida o amor
o sexo transpõem a horda,
supremacia da malicia
se suspeita cada momento...
safadeza cronica...
escravidão da pratica soberba...
clamores insinua a dor
''que é o prazer''
recebesse o amor,
na loucura da se a guia relapsia...
depondo a composição da paixão,
dizendo nada aconteceria,
a felicidade mais que agonia...
o infortúnio que seja brando da indiferença...
causalidade, se da me amor.
feliz e feliz muitas cores expressam tudo que sinto...
fazendo acontecer todos momentos que vivemos.
Santo é quele que reza ao diabo
fruto do pecado aleio,
desdem alienação daqueles;
Deduz se a tal divergência,
prolongando a morte,
calado tenor,
Repete se tantas vezes que vicio
torna a mãe da compadece
nas altas horas do crepúsculo.
se tem memoria de dias felizes.
Sobre tudo a todos aparecias,
no resoluto deferi o ferir vendido,
sem conclusões num de interesses,
Tudo se sabe nada pode ser dito,
num refrão da cantiga apenas despedida,
no amor perdido mais uma sina,
sono bom que morre a cada dia.
Tanto sabe se se tem o direito de ocultar
no vulto da meia noite ão amantes
na gloria perdida apenas despedida,
no triunfo do desatino seu relato...
Trans diz a insanidade implícita,
do algoz insurgente a tal paradoxo,
influído no estágios iniciais...
sob aquele resolutos infames.
Âmbito no desatino do querer
ou que sou base nas cronicas do absurdo
são sórdidos sem tradução...
abduzidos abrangem a devolução.
Reenviados de uma outra dimensão,
tudo se faz em promessa vazias
num ato presente defere suas apropriações
te fazem ser o poder...
O que somos no dever do desastre,
alucinações de uma vida perfeita,
nas sombras a perfeição do desejo
fardo da morte purificação,
se existe tem um fim...
nos mare sem fim os acordes da humanidade,
sobre essa a infame fruto do desacordo
límpido ar na amargura,
de fato os amplos fatos torna se tornados
na singularidade da incompreensão
os caminhos da escuridão,
o clássico do caminho da luz para exclamamento,
o final do firmamento...
quando se ama o amor
quando se vive o amor
tudo se quer o amor
tudo se tem é amar,
num rotulo do ador
somos definidos no que somos
ou no que queremos ser
sem definir o que somos
abrangemos laços de afetos
e amarguramos a vida
se amamos adoçamos a vida...
na tangente somos temos que ser
ou escolhemos o que somos...
para tornar a felicidade...
Um mar de penúria,
no tal dilema,
sofrência mais uma luz,
altiva, num instante,
meros sonhos lúcidos,
tudo tenha seja o mar coberto de sangue,
almas morreram quando a luz desapareceu,
no foco eterno o silencio da solidão...
para tais iluminadas horas que foge a imaginação...
alterando o ar e as nuvens na perdição.
o aurato joga se ao choro,
de repete lagrimas de sangue,
o mar se abre o deserto morre,
dando outros ares a noite se abre na angustia,
aflorando as expectativas,
revira volta das ondas avança sobre á terra...
desatino puro temor,
vertigens do que mais esperar da esperança...
o amor seja a ultima esperança é a vida
que exclama tudo o que temos o somos...
ilusões na alma e no espirito,
transgridem o grito do amor...
impera se o destino,
se fotografa na virtude da solidão...
flor do amor
poema da ilusão,
Tangente na vertente
magoa vigorosa,
tais és a ilusão,
amar e quer o que nunca terá,
desfrute de momentos sobre instantes,
declarações corruptas que desprende
num status obtêm o valor do frenesi,
se imácula o querer em outro querer
se tem o que devora alma,
pouco a pouco,
dia após dia,
segundo após segundo,
querendo o nunca vai ter
observando o querer indo...
pelo ar sem destino,
apenas o amor clandestino,
sob sonso momento obscurecido,
no âmbito do amor,
devido ao bem querer
arrebatando há alma
que deflora o olhar para vazio,
reagindo a voz translucida,
requer carinho atenção...
numa outra dimensão
sonhos transferem o ador...
dando sinopsia o teor da realidade.
"Me admira a leveza do seu sorriso, profundo.
Como se compartilhasse esse seu ar liberto.
Alívio da seriedade sincera desse mundo.
Desarma minha intensidade.
Desnuda minha vontade.
Me da uma chance de viver."
Rabiscos num compasso desatento...
dá se o intervalo interrupto...
vazando o curso do sentimento...
tendo assim o beijo inesperado...
aclamando cada verso...
obtendo o desejo arrebatado,
muitas vezes se querendo a paixão
diante insípido ar inóspito
abraçando a vida num instante,
refere se a conjunção atônita,
a supremacia vital que arremete,
a imersão desagradável da exposição...
vendo se que abrangeu o ato insano.
inimaginável e o impensável passam a ser
a disfunção abrupta na vertente...
repetindo a nudez clara...
na sensação da brisa espalha se a vontade...
acolhedor âmbito da vertente mera ilusão,
descabida sonsa dessa essência,
refuta o senso apropriado,
desenvolvendo o repudio do derradeiro sentimento.
o panico
momento que fala alto em silencio,
tristeza, que aflige
agonia, aparente
sorriso, que esconde,
a dor que omite
a solidão agonizante
medo que assombra
fantasmas de dentro da mente,
prisão sem grades...
opressão, da fome
tristeza sempre presente,
amor que atormenta,
melhora que engana,
bilhetes de ausência,
insonia sem alma
voz sem espirito,
desejo perdido
amor primeira vista,
tudo pode começa do nada
e terminar como começou
o coração acelera sem menos ou mais
boca seca, medo se da até em alucinações,
as sombras tem vida sem resposta,
a fome se perde dentro da agonia
o olhar se perde, transcende o fim
e qual é fim sem amor
docemente o reino da solidão
novos capitulo esclarece a vontade de amar
na obsessão involuntária se da lucidez por um minuto,
o corpo sem alma se rende a qualquer expressão que queira amar,
o desespero ganha outro formato,
a esperança se da a frieza do espirito perdido...
as vozes na mente some por um momento,
fazendo o amor ter relação com vida eterna.
o domínio da escolha lhe da o destino,
conheça a ti mesmo e conhecerá universo
debata suas crenças e verá a verdade...
entenda que os políticos são fantoches do poder maior,
esse poder que domina a sua vida minuto a hora,
sem mesmo tenha uma escolha é conduzido a escolher...
pois as opções são deles e não de vocês...
De acordo com meus sentimentos estou preso a você,
nas entre linhas do contrato seu coração me pertence
até que a morte nos separe...
Numa fração dessa culpa é daqueles devoram sua alma,
a troco do preludio de um sonho...
Sendo mero sentimento seco sem vida ou até a forma da forja
foi encontrada num nua jogada numa rua escura...
palavras nos meados semiárido da solidão...
cântico que povoa os cantos da alma,
o resquício involuntário se engole na verdade...
no hospedeiro esquecido sua voz ecoa,
por aonde ande e esperei amar,
nas noções do destino a tenho por esperança,
unicamente o deslumbre do céus,
na fé o silencio que se espera melhores momentos,
sensações na ultima gota de amor,
diria sois dia o momento da paixão,
a tentação do querer amar...
dia apos dia até depois da morte...
o medo de perder transcende num minuto.
seja verdade o dom da razão...
espalhado pelo sentimento da paixão...
de repete se tem goles de agonia,
entre as sombras alma nas profundezas...
uni se em adversidades num ato do apogeu...
contos do prologo se amam como amantes...
se vive o que profere o sentimento do destino...
Quantos cárceres privados sujeitamos-nos
ao longo da vida, quantos julgamentos temos
que vivenciar e na hora do veredito final
não temos juízo para lidar com a liberdade.
Melhor pedir perdão sem culpa ter, mas quero ser livre!
Melhor ignorar para não doer, mas quero ser livre!
Melhor estar errado, mesmo na razão, mas quero ser livre!
Melhor ser "traidor", mesmo honesto, mas quero ser livre!
Livre para ser quem sou,
Livre para viver meu Eu,
Livre para amar o AMOR,
Livre para mostrar DEUS EM MIM,
Livre para empatia ter,
Livre para aprender a viver,
Livre para acreditar em mim...
PREFIRO SER LIVRE!!!
"Está tudo acumulado na minha mente,
Pois nada mais o que acontece me surpreende,
Em cada salto para liberdade mais eu me afasto da negatividade imposta pela sociedade;
Mas não precisa fazer o mesmo do meu jeito,
Só pare pra pensar, e vê se você não está cometendo um erro."
Para que possamos caminhar em frente ao progresso , temos que aprender a lição difícil de assumir os nossos erros.
Muitas vezes, nossa arrogância impede que reconheçamos nossas falhas, e que podemos ter prejudicado alguém, ainda que sem intenção.
O medo de assumir e arcar com a responsabilidade, alimenta fantasmas que nos fazem ficar presos em culpas, e isso nos paralisa.
O melhor a fazer é sempre encarar o erro de peito aberto, confessando, reconhecendo e, principalmente, se redimindo.
Quando assumimos a responsabilidade sobre nossas falhas, ficamos livres do peso da culpa e a misericórdia de Deus nos atingirá, renovando as nossas forças e nos dando novas chances.
Deus sempre honra e exalta a fidelidade!
O machismo, afinal, é como uma piscina. Todas as pessoas estão se molhando. Algumas, apenas a sola dos pés, outras quase morrendo afogadas.
Como a gente sai dela?
Com liberdade, voz e coragem.
De mãos dadas e ao mesmo tempo.
Vem.
_A legenda transpõem tudo que já viveu,
na onda que a desperta auria do amor,
tão bela no algoz da paixão
detêm se no ato incluído,
na devoção de sentir
que a vida tem algum sentido.
nas sobras da vida...
o amor te fretar nos maiores ato de devoção.
