Poema da Liberdade
Pesado no Natal
Ele me enviou para curar os de coração partido. . . colocar em liberdade aqueles que são oprimidos. - Lucas 4:18
Escritura de hoje : Lucas 4: 14-21
Durante uma visita de dezembro ao Metropolitan Museum of Art de Nova York, parei para admirar a magnífica árvore de Natal. Estava coberto de anjos e cercado em sua base por um elaborado presépio do século XVIII. Quase 200 figuras, incluindo pastores, magos e uma multidão de pessoas da cidade, olharam antecipadamente para a manjedoura ou olharam com admiração para os anjos.
Mas uma figura parecia diferente das demais - um homem descalço, que carregava uma carga pesada nas costas e olhava para o chão. Me ocorreu que esse homem, como tantas pessoas hoje, estava tão deprimido que não podia ver o Messias.
O Natal pode ser um período difícil para aqueles que carregam o fardo do trabalho duro, situações estressantes da família e perda pessoal. Mas devemos lembrar que Cristo veio ao nosso mundo para levantar todos aqueles que estão curvados. Jesus usou as palavras de Isaías para anunciar Sua missão dada por Deus na terra: “Pregar o evangelho aos pobres; . . . curar o coração partido, proclamar liberdade aos cativos e recuperar a vista aos cegos, libertar os oprimidos ”(Lucas 4:18).
Jesus veio levantar nossos fardos para que possamos levantar os olhos para recebê-Lo no Natal.
Refletir e orar
Ajuda-nos, Senhor, a dar nossos fardos
ao Seu terno e amoroso cuidado;
Conceda-nos fé para confiar em você plenamente,
sabendo que cada um de vocês suporta. -D. De Haan
Para encontrar a verdadeira alegria no Natal, olhe para Jesus. David C. McCasland
Liberdade sob as estrelas.
O que mais explicito para se representar a liberdade do que esta cena de um tigre solto na natureza saciando
sua sede sob o firmamento celeste?
Liberdade, palavra chave para significar aquilo que todos, desde o menor dos animais, tidos como irracionais, até o homem, porém com a mesma afinidade quando se tratar de sua livre conduta por este mundo.
O animal deveria ficar em seu livre habitat, e o homem em plena vivencia junto aos seus, sem nunca um interferir com a liberdade do outro.
Quando nos é cerceada nosso livre direito de ir e vir, é como se perdêssemos parte de nossa estrutura corpórea, pois nossa mobilidade é parte daquilo que somos.
Sem liberdade é o mesmo que sem livre arbítrio, sem independência para atuar onde tivéssemos vontade,e sem espontaneidade.
Excetuando-se o fato de tal liberdade de um poder significar a falta de liberdade do outro, ou ainda, trazer prejuízo a alguém, esta liberdade deveria ser plena a todos.
(Teorilang)
O clamor
Oh liberdade, se um dia existiu onde está agora?
Um povo anseia por ti,
Porque tudo lhe é arrancado
Por muitos abastados.
A vida dilui no suor
que rega o chão que no coração do
que trabalha é pátria amada.
Oh liberdade, será que um dia será provada?
No interior do que labuta só resta a esperança,
Ainda que num sonho, ao se pegar voando sobre este tropical
Que diz que ama seu povo, mas ò explora o tempo todo,
Desde a Esquadra de Pedro Alvares Cabral.
Asas da saudade
Asas de matizes perambulam
Voam soltas na sua liberdade
Juntas as cores tremulam
Adeja a bandeira da saudade!
Eu pequenina e as borboletas
Éramos soltas nas brincadeiras
Até pairavam em minha mão
Quisera eu voar saindo do chão,
Iria eu pousar numa pétala
Colher mel igual a elas
Ou recolher uma estrela!
Borboletas ainda lindas
Azuis, vermelha ou amarela
Nelas minhas asas coloridas!
Em liberdade sigo a vida e pensamentos,
não marco momentos de indecisões,
nada procuro, nem quero, nem fomento,
sou apenas passageira desse tempo de ilusões
Se tive ou tenho amores, que interessa?
apenas eu posso saber de meu caminho,
mas é certo, que é correto e sem pressa,
vou por ele cumprindo apenas o destino
Nas mãos levo um bouquet de flores
simples, do campo, perfumes a granel.
distribuo-as, enfeito a vida de mil cores,
quero que cada um tenha um pedacinho de céu
AMOR NO PORÃO
Se bem te conhecesse
antes de te conhecer
Minha liberdade já estaria
Presa no porão junto a ti.
E tão logo adormecesses,
Eu também estaria ali
a te envolver
E a envolver no sangue
que te fiz sorver.
Pagaria pela vida
Mas não na vida.
Ao amor que não me deu
E que só te ofereci eu.
O sentir e o se permitir...
Será possível sentir e não se permitir?
É liberdade ou prisão dentro de si?
Quantas questões a me confundir...
Liberdade mesmo é amar sem dor sentir
Amar é ver o outro e simplesmente sorrir
Permito-me ser livre, embora aprisionada
Por imaginar o que seu peito possa sentir
Paixão, amor ou só atração?
Sei lá! Pergunta para o coração...
Por que para a razão...tem resposta não...
Ouça, a liberdade pode ser conquistada
Jamais recuperada
Ser livre é ter uma vida
E o poder de realmente poder transformá-la
A MINHA VIOLA
Das cordas da minha viola canto a vida,
canto a liberdade,
canto o amor,
canto a humildade.
Dos acordes da minha viola exalto minha origem,
exalto minha terra,
exalto meu lugar,
exalto minha gente.
Do som da minha viola canto a vida e exalto minha origem,
do som da minha viola canto a liberdade e exalto minha terra,
do som da minha viola canto o amor e exalto meu lugar,
do som da minha viola canto a humildade e exalto a minha gente.
Do som da minha viola canto e exalto o povo sofrido de minha terra, do meu lugar.
Quando estamos exaltando nossa liberdade ou a falta dela, devemos levar em conta a profundidade deste significado, pois liberdade é algo bem mais complexo
do que podemos imaginar.
A verdadeira liberdade não consiste apenas em nosso direito de ir e vir, ou em nosso livre arbítrio de decisões.
Ela consiste também naquilo que aprendemos a conviver sobre nossos próprios dilemas no decorrer de nossa existência.
Existem aqueles que se sentem libertos até atrás das grades de uma prisão, enquanto outros sempre passarão por algum sufoco, mesmo fora dela.
O estado de espírito de cada um, ao viver algum remorso por sentimentos de culpas, ou de consciência tranquila pelo comprimento de seu dever, ditará sua verdadeira liberdade.
(Teorilang)
Escolhi ser livre
livre para escolher
ser o que quero ser
liberdade de querer
poder fazer de si
um Ser único
tantas vezes rotulado
admirado, renegado
lembrado, esquecido
abominado, amado...
Ser humano, perfeito
humano, ser falho
calejado do aprendizado
de querer ser
um Ser de aflições perfeitas
em suas imperfeições
carregadas de lições
para poder escolher
ser livre
e fazer de si
um Ser único.
NÃO SE ADAPTE A UMA VIDA MEDÍOCRE
Todos temos a liberdade para manter-se onde está, e de verdade, "na zona de conforto", ou melhor que isso, buscar a transformação, a mudança, a superação, o novo que está em Deus para viver aqui na terra.
Pare de se adaptar aos outros, Viva os princípios divinos e humanos e alcançará na verdade e na retidão o cumprimento dos sonhos de Deus na sua vida.
Acredite, tenha fé, seja sábio!
Pare de viver como um ser comum, Deus nos trouxe aqui para que tivéssemos VIDA e em abundância, ou seja, não menos que uma vida extraordinária.
Para de julgar as trevas, seja Luz, seja sal!
#carpediem
Ai, se eu pudesse ver, enxergar, sentir, compreender,
entender, ter a liberdade de te amar:
você, seu ser, simplesmente você,
uma pessoa onde o nome naquele instante não importa,
onde a idade inexiste,
onde seus cabelos brancos ou grisalhos
se tornam prateados
de amor, charme, ternura, carinho e emoção;
Onde não mostre que o tempo exista,
que o tempo corre,
que eu não tenho você:
que eu não pertenço a você.
A liberdade por si só se torna uma prisão.
A concepção de ser livre sobrepõe-se as regras, regras as quais intencionalmente, existem para uma certa repressão conceitual do que vem a ser decente, correto negativando o termo da normalidade. Ser livre é uma condição contraditória, porque nunca poderemos fazer o que quisermos sem inflar o nosso egoísmo em torno do que queríamos ser. Dessa forma, ser e parecer que é, é um abismo muito profundo e escuro.
Essa tal liberdade que as vezes reivindicamos, não condiz com a nossa condição humana e errada. Somos perfeitos na arte de errar, contudo somos muito rígido em aceitar ou assumir tais termos errôneos.
Um dia aprenderemos a ser um indivíduo menos humano e utilizar bem mais a nossa capacidade cerebral em benefícios apropriados e oportunos. O chato dessa afirmação, é que os outros indivíduos se mostrarão bem mais limitado em julgar que tentar entender a lógica sobreposta a nossa condição menos humanizada do universo.
Creio que o tempo seja a explicação para todos os nossos mistérios, e que sem ele, jamais andariámos para frente. O tempo se define acima da imortalidade, e isto, mostra o quão somos sujeitos e atores coadjuvantes da grandiosidade universal. Talvez seja por isso que nos tornamos tão egoístas e mesquinhos, tanto quanto agentes da nossa própria destruição.
Quando o universo explodiu, e todo aquele nada nos deu condições de viver com 0,00001% da sua poeria, isso não quis dizer que somos os donos de tudo, da nossa situação e da nossa própria condição.
Somos o que somos sem ser dono do nosso próprio destino. Podemos escolher os caminhos, mas o final da caminhada transcede a nossa existência.
A liberdade de viver
sem preocupar se com a opinião alheia,
É tão magnífica e infinita
Como os grãos de areia!
Entre a sanidade e a loucura
É difícil delimitar o lugar onde começa a tua liberdade de calar e a minha de aceitar o teu silêncio. Não é fácil fazer com que você enxergue a tênue linha que divide o meu respeito pelo teu momento e o meu "tô nem aí", o "tanto faz" e, isso me angustia.
Qual foi o instante em que essa letargia ultrapassou tuas barreiras de defesa e como nuvem de fuligem impregnou os meus sentidos fazendo de mim tua aliada?
Quando o tic tac do relógio anunciará que sua vida voltará a fazer parte da minha? Diz-me, por favor, quando?
Qual o momento de estender-te a mão ou continuar permitindo me manter cúmplice das tuas loucuras?
Que hora é essa meu Deus que o eco do teu grito mudo alcançará a frequência do meu sentir como um pedido de socorro? Que hora é essa?
Qual o momento exato nesse espetáculo circense da vida, onde fazemos malabarismos diários sem rede de proteção que o teu salto ainda alcançará as minhas mãos?
A Liberdade de um Pássaro
Talvez sejamos como o pássaro que passou a vida toda preso em uma gaiola, certo dia ele se depara com a gaiola aberta, ele pensa : "hoje serei livre, irei percorrer o mundo, vou viver o que eu não vivi ". ao colocar suas asas para fora, ele sente o medo, ele não conhece o mundo, nem voar tão alto ele conseguia, pois o mais alto que já voou foi até o teto de sua gaiola, o desespero toma conta do seu ser então ele volta para sua gaiola, fecha o portão, e se acha tolo, por tentar fugir de sua vida, onde ele é tao bem cuidado, tem comida e uma gaiola para ficar, ele preferiu escolher, a segurança da prisão, do que o risco da liberdade.
The Vincit (Klaus)
Na tua bandeira, liberdade
do teu povo, a empatia.
Pois das Minas que me habitam
verte o rio que me guia.
Metropolita ou interiorano,
importa não, aqui, espia:
seja matuto ou da cidade,
mineiridade a gente cria.
