Poema da Fome

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Demonstre fome
Mas não se deixe ser consumida
Por ela
Pois o poder é a forma mais bonita
Da perdição.

Reflexão do dia...
No coração do orgulhoso, o seu maior temor é a fome.


Pois só a fome é capaz de acabar com qualquer orgulho.


E quem te disser o contrário, apenas pergunte...


"Você já sentiu fome?"

Kauã Elias 3:2


"O homem que governa a si mesmo prefere perecer de fome no deserto a saciar-se no banquete que cobra como preço a sua liberdade."

⁠Quantidade expressiva de pessoas aguardando o Natal para presentear, doar algo útil ou matar a fome de alguém.
NATAl: dia de empatia, religiosidade, caridade, bondade, respeito a todos e amor ao próximo.
Quanto aos outros dias
é só aguardar novamente o

FELIZ NATAL!

Onde há fome, drogas e corrupção, a independência é apenas uma ilusão.
Bom Dia!


Benê Morais.
⁠

Desde a era Vargas (década de 1930), candidatos ao governo repetem a ladainha de acabar com a fome e a miséria, mas na prática só aumentam os impostos. Ou é uma promessa impossível de cumprir, ou é apenas a velha estratégia de tratar o povo como massa de manobra.


Benê Morais
⁠

O homem na gaiola e fome...
Retro da falta de recursos ambiente...
O discurso dos recursos minerais e degradação da natureza, são oportunidade de riqueza de outras nações.
Ou nova apologia a modernidade e progresso...
O cubismo político reaparece nessa questão de exploração do mineiro e recursos ambientais.
Onde esta? Retrato do planejamento ambiental e suas consequências?
Onde está o aquecimento global?
Jogaram fora as cartas dos acordos ambientais.
A fome nas cidades filas de ossos e restos de vegetais são expostos para mundo.
A preocupação é simplicidade a guerra e o poder político , na onde está sensatez do mundo ?

Canibal e fome de viver.
Existência social labirinto moral
Aonde esteve para viver comendo.
Obras do capitalismo...
Mais canibal tem fome.
A carne está cara
E tendência e ser vegano...
Morrer de fome antes era roer ossos clareza da mente torna se reeleição do relativismo.
A fome foi enganada por um pouco de ração.

O louco e realizações notáveis da existência da caveira.
Ossos para quem tem fome
Não alimente os frutos da sociedade.
Transformação do ambiente social .
Pois centro estendido é retrato do relativismo brasileiro.
A insanidade não é simplicidade criar novos campos de abandono.
É cuidar da mente da sociedade
Mesmo caótica da metáfora o louco é o alienado e suas grandezas na gaiola.

PRECE DE UM VELHO
---Por favor seu moço ,
dê-me sua mão!
Calejado, cansado , com fome ,estou a lhe implorar:
por favor erga este velho corpo do chão...
Você que ainda é novo e sadio,
não sabe as dores desse velho caído,
junto ao chão frio e calado,
que nem mesmo consegue refletir seus atos.
Estenda um pouco os seus braços,
faça o meu corpo reagir ao tempo,
pois o frio gela e leva meu ser...
Talvez nunca passe por isso,
pois é dor demais por quem chora o desprezo,
depender de alguém que nem mesmo conheço
para desprender este meu corpo,do solo...
Que nem sequer um teto tem para se abrigar.
No passado desfrutei de tantos bens
e hoje vivo a me rastejar.
Tive ilusões, trabalho, mulher, casa e filhos.
Todos se foram, pela força dos bens que eu tanto lutei.
Levaram-me tudo, restou-me somente meu corpo,
onde bem perto você esta...
Estou com a alma dilacerada e embebida...
Mas por favor seu moço:
erga pelo menos minha cabeça com os olhos ao céu
para que eu possa elevar minha última prece ...
Que eu possa perdoar,
pedir perdão, esquecer a dor...
Só assim deitarei este velho corpo de novo a terra
e morrer em paz com a minha consciência...
AUTOR - JOÃO BATISTA BARBOSA

: A Fome de Respeito.


Muitas vezes o mundo se esquece de que a maior fome do ser humano é a de ser compreendido e respeitado. A caridade mais pura não julga, não cobra e não faz barulho; ela simplesmente se faz presente nos pequenos gestos. É o dom de saber ouvir com a alma, de estender a mão sem superioridade e de oferecer o calor da nossa atenção a quem a sociedade muitas vezes insiste em ignorar. Esse olhar fraterno e despido de vaidade é a luz mais bonita que podemos acender na caminhada de alguém, mostrando que o afeto sincero é o único idioma universal.

De tudo que eu queria ser


Eu não queria ser alimento,
nem resposta à fome em você.
Não queria ser o prato servido
àquilo que não sabe se conter.


Por muito tempo, talvez eu tenha pensado
que era preciso oferecer pedaços de mim,
para que o apetite dos outros, saciado,
enfim encontrasse um fim.


Mas hoje eu sei, com clareza e verdade:


não quero ser carne,
nem corpo exposto ao olhar,
nem presença invadida
por quem só sabe tomar.


Não quero ser usada,
rasgada, consumida,
só porque alguém não aprendeu
a cuidar da própria ferida.


Eu tenho limites,
tenho medo e frustração,
tenho partes que não entrego
sem antes tê-las nas mãos.


Há pedaços de mim
que ainda estou a conhecer,
e não posso oferecê-los
quando ainda não sei ser.


Também há coisas que só consigo dar
quando algo chega até mim;
só consigo abrir minhas portas
quando encontro espaço, enfim.


Só me entrego quando recebo,
só floresço em conexão,
só me abro por inteiro
onde existe acolhimento e mão.


Não me entrego ao vazio,
nem à pressa de quem quer tomar.
Minha entrega nasce do encontro,
do cuidado que sabe esperar.


Nasce do toque delicado,
da presença que sabe ficar,
de um abraço que me alcança,
de um beijo que sabe chegar.


Porque eu não nasci
para a fome dos outros saciar.
Não sou pedaço, nem promessa,
nem lugar para alguém se alimentar.


Eu nasci para o encontro,
para a troca e a comunhão;
não para ser consumida,
mas para viver reciprocidade no coração.

Sou pele em alerta,
respiração aberta,
fome que aprende teu nome no escuro.
Cada aproximação tua me rasga por dentro,
sem ferir — só abrindo.

A vida não é uma receita pronta,
Se você tem fome de viver,
Evite uma indigestão,
escolhendo bem os ingredientes.

Fome de Teu Mistério!


Não sei que nome dar
ao que acontece quando você chega,
se é vontade de ficar
ou uma fome que o peito carrega.


Porque eu não quero somente te olhar,
quero entender o que existe em você;
cada silêncio, cada jeito de falar,
cada pedaço que ninguém consegue ver.


Quero saber teus medos escondidos,
as histórias que ninguém ouviu,
os sonhos que moram adormecidos
no lugar onde teu coração se abriu.


Quero o teu riso sem pressa,
teu silêncio quando a palavra faltar,
essa parte de você que ninguém confessa,
mas que eu tenho vontade de desvendar.


Talvez seja por isso que eu te queira:
não pela beleza que os olhos podem ver,
mas pela parte mais verdadeira
que ainda existe atrás de você.


Há em mim uma fome delicada,
que não pede para possuir;
quer apenas chegar mais perto,
até aprender teu jeito de existir.


Quero te descobrir devagar,
como quem lê o mar sem conhecer a maré,
sem arrancar segredo algum do lugar,
apenas entendendo quem você é.


E talvez seja esse o meu perigo:
quanto mais descubro, mais quero saber.
Quanto mais perto eu chego de você,
mais distante parece estar o fim.


Porque você não é algo que se explica,
é algo que se sente antes de entender;
uma vontade que não se justifica,
uma fome bonita de conhecer.


E se um dia eu disser que te devoro,
não pense que quero te prender:
é que existe tanto de você que eu adoro
que meu coração quer aprender a te ler.


Inteira.


Sem pressa.


Sem tradução.


Até que o teu mistério
encontre morada
dentro da minha imaginação.

Não tenho medo da morte
Da fome, da estupidez ou do frio
Destas coisas eu sempre me esquivei
Porquanto, a solução pra todas elas
Podem ser encontradas por mim
Meu medo é não saber achar
Aquelas coisas que independem
da boa vontade da gente
Pois, sem elas
Tudo mais não tem valor algum
E sem elas não se vive uma vida
Sobrevive-se somente
Engole-se diariamente
O gosto amargo das desilusões
O peso da carga que advém
Resultantes do desdém
e da maldade alheia
Não tenho medo de parar meu coração
Eu tenho medo de não conseguir
Estancar o corte ou espantar a dor
Se porventura alguém a quem amar
Me pedir pra curar um corte em seu dedo
Não tenho medo de perder
Nada daquilo
Que novamente vai brotar
Eu tenho medo pelas coisas singulares
Coisa que não se conta
Não se recria, depois que se desmonta
Incomparáveis, sui generis
Coisas sem par
Tudo que eu preciso
é de um singelo sorriso
Não peço ao vento que me traga
Me diga onde está
Que eu vou buscar

Edson Ricardo Paiva

Ele é o Pão da Vida – satisfaz a fome que ninguém vê. (João 6:35)
Ele é a Água Viva – sacia a sede mais profunda do coração. (João 4:14)
Ele é o Bom Pastor – guia, guarda e não abandona.
(João 10:11)
Ele é a Porta – abre caminhos onde o homem diz que não há saída. (João 10:9)
Ele é a Luz – ilumina até o vale mais escuro. (João 8:12)


JESUS é suficiente!

"Não desperdice alimentos, pois existem tantas pessoas passando fome!"


OTÁVIO ABADIO BERNARDES






Itumbiara, 28 de maio de 2026.

[...]
Era fome, mas não só de comida
O amor em você era um apetite
Eu te via faminta
[...]

O povo cai de fome
Enquanto seus reis estão se infartando de tanto comer
O povo come no chão
Os restos que seus deuses
Não jogaram aos porcos..!