Poema curto
A vida dolorosa,
No poema triste.
E sigo minha intuição,
Entrando por portas
Onde não sou bem-vindo.
Dizem que, aqui,
O amor deixou de existir
Tudo é abstrato,
Pura ilusão.
Escrevi teu nome
No poema,
Na pele, na alma
E no coração.
Desenhei você nos meus sonhos
E te busquei na imensidão do amor.
O sorriso mais lindo,
O abraço mais caloroso,
Guardo para a eternidade.
Queria escrever um poema,
O mais lindo possível.
Escrevi a palavra amor,
E me lembrei do teu sorriso.
(Leia também de baixo para cima)
Poema duplo
Eu odeio você
E minto dizendo que
Você vive dentro de mim
Mas você precisa saber que
Prefiro até mesmo morrer
Para não tê-la mais perto assim.
Eduardo de Paula Barreto
SP - 08/02/2014
Não escrevo por fama, escrevo para ser lido. Se uma só pessoa ler um poema meu, já cumpri meu destino.
Benê Morais
Poema a voz da nossa nação
Tome muito cuidado,
em quem vocês irão votar
não e pelo candidato mais sim pelas propostas ao povo Brasileiro.
Poema senhora.
Poesia agora.
Sem hora!
Poesia chora.
Senhora!
Poesia brinca.
Finca!
Poesia adoça.
Choca!
Poesia torta.
Entorta!
A espada finca.
Sem norma.
Arqueólogo
O poema é um buraco que sempre existiu
Uma caverna escura na mata fechada
O poeta curioso de cara assustada
Apenas entra e escreve o que viu
Poema "O Molusco" , uma crítica política marcante
O Molusco quer ser eterno,
A Morte dele foge;
O Molusco está com o inferno,
De muito ódio ele arde!
O baluarte deste poema não denota versos vãos; Patrícia,
anda, é agora,
nosso filho tá pra nascer.
Eu lhe amo e sou meio insano
como o metal
que nada pode deter; O que mais gosto de ti
é quando me faz carícias
e fere o fogo
de chão
sem piso.
Cada flor é um poema que se abre,
cada pétala, um suspiro de amor.
O mundo se enfeita em seus versos suaves,
e a vida respira poesia e cor.
E lá se vai metade do ano,
como um verso que o vento levou
cada mês foi um poema escrito,
cada dia, um pedaço de amor.
Resta seguir, com o coração cheio, do que vivemos, do que virá,
pois a vida não conta o tempo que passa, mas o brilho que em nós sempre há.
Meu desejo
O bom seria deixar meu corpo, escrever no teu corpo,
um poema cujo os anjos fossem obrigados a desacelerar o tempo,
para observarem nós dois dando cordas ao relógio do mundo,
deixando gravado na história,
como se adora o que de fato deseja.
Poema para Miguel
Aromas marinhos,
o ar do mar,
Miguel Marinho.
No som das ondas
sentidos despertos...
Nos convida a viver o pleno
Miguel Lemos.
Pele e Chocolate
Passo o dedo
no chocolate
e escrevo na tua
zona umbilical
um poema, que o irei ler
com a minha boca.
A minha boca aprendeu
a língua do Amor
quando encontrou
o teu molhado beijo - e um pedaço de chocolate.
E quando junto esses eus
num só verso, enfim, assim,
descubro que o universo
fez um poema de mim.
Pois sou palavra e ausência,
fantasia e chão sem fim;
sou o que escrevo no mundo
e o mundo escreve em mim.
