O baluarte deste poema não denota... Douglas Figueiredo

O baluarte deste poema não denota versos vãos; Patrícia,
anda, é agora,
nosso filho tá pra nascer.
Eu lhe amo e sou meio insano
como o metal
que nada pode deter; O que mais gosto de ti
é quando me faz carícias
e fere o fogo
de chão
sem piso.