Poema curto
Amor meu
Sou como uma flor cheia de espinhos e tu é como uma criança que não sabe o perigo que isso pode te acusar,me observando com o tempo se passando resolveu se aproximar .Eu com profundo medo de sentir a ti se cortar com meus afiados espinhos que escolhi carregar
Samba-enredo com escolas
na avenida, desfilando.
Gafieira, vou sambando
ao som do mestre Cartola.
Com cavaco ou viola,
componho samba-canção,
ou de Ary, exaltação.
De breque, partido-alto,
no morro ou no asfalto,
canto samba com emoção.
Era enorme a pedra do caminho.
Sobre ela, sentei e relaxei.
Naquele raro instante, sozinho,
me entreguei.
Pai só queria entender
Eu sou feliz amo viver
eu penso será que sou louco
acho que devo esperar mais um pouco
meu coração dói
tudo a minha volta me destroi
meus olhos não se encantam com mais nada
eu só desejo o bem a todos nessa jornada.
Ultrapasse os obstáculos difíceis,
Deixe que sua vida mude,
Tome decisões que transforme,
Você será muito mais feliz assim,
E mesmo que ainda que se algum dia tudo parecer desmoronar, vai saber que depois de toda e qualquer tempestade existirá sempre um sol lindo a brilhar.
Noutr'época redimido, amedrontado e fútil,
Instalei em minha angústias alheias das quais não precisava.
Vive, senti, morri e renasci, e ainda era inútil,
Rodas em Marte, anéis em Saturno e nada amava.
Tempo
Idade que se ganha ou que se perde!
Eu ganhei e estou ganhando
Descobertas
Mistérios
Identidade
Não que eu não sabia quem eu era, ou quem eu fui.
Mas agora eu sei quem eu sou
Sou uma caixa, que tem várias coisas dentro, com inúmeros significados
Não importa quão difícil é a situação,
Uma certeza eu tenho em meu coração:
Deus comigo sempre estará,
Por qualquer lugar em que eu andar.
Então serei forte e corajoso,
Pois assim me ordenou o Senhor.
Sei que em todos os momentos da vida,
Estarei guardado e protegido em seu amor.
Olhei para' lua e gritei
Gritei sentimentos escondidos em mim
Sentimentos que guardei
Para que não descobrissem
Quem realmente sou.
Na curva do horizonte
o infinito deságua
e caímos nos braços da ilusão
vestida de nuvens e imensidão.
Na reta da tarde
a noite se aproxima
incendeia o céu
e se veste de paixão e dor.
No silêncio da aurora
a alma descansa e sonha
com mares mais azuis
com o sorriso da eternidade.
A tempestade balançou meu barco
Balança, balança, velho barquinho
A tempestade quebrou-lhe o casco
Aguenta, aguenta, velho barquinho
A tempestade partiu-lhe o mastro
Aguenta, aguenta, velho barquinho
A tempestade agora se foi
Chora, chora, velho barquinho.
Tudo o que quero, Senhor!
É ter a minha vida inundada com o Seu amor.
E por Sua bondade, faças chover sobre mim,
Chuvas de bençãos que não terão fim!
Passeio Celeste
No passeio celeste
Pássaros mostraram-me o encanto da amplidão
Lembram-me que te amar é como voar na imensidão
Nesse sentimento infinito
Do alto te observo com paixão
Mal sabe o quão já sou sua
E o quão quero conquistar seu coração
Mordida de Cobras
estou cansada
desse buraco
de cobras
Porque a cada mordida
não sou eu mesma,
fico confusa
não consigo subir
Eu serei
salva,
não sei
Vou morre, talvez
não vejo mais a luz
se ainda houve,
luz
se ainda houve, salvação
desse buraco de cobras.
Linhas Paralelas
Nunca fomos um
Mas nunca fomos dois,
Nunca estivemos juntos
Mas nunca nos separamos.
S
Solo o sentimento sóbrio.
Solto sobe solitário.
Sabe, não existe sedimentos.
Se sozinho sempre sigo,
são fatos consentidos.
Sem pressa, estou saindo.
Sim você, me trás sentido!
"[...] Pra quem de muito, entende um pouco
E de nada, entende coisa alguma
Até que esta vida oportuna
De vez em quando
Entre o riso e o pranto
Te faz suspirar"
(Homem do mar, p. 62)
"Decepção tem nome e sobrenome
É ausência do que não foi vivido
Visto, sentido, ouvido, tocado...
Recitado, lambido ou acariciado.
Enfim...
É lembrança ruim do que não se teve
E, no campo da eternidade,
Nunca mais retornará"
(Homem do mar, p. 55)
Para a grama verde lá fora
Virei cenário
Agora é ela que me observa
Presa aqui, na moldura da janela
