Poema curto

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⁠ Sentimentalismo..?
“E se ele continuasse falando
E se eu continuasse ouvindo
E se eu continuasse a me sentir morta
Eu continuaria a contar essa história ?“..

Inserida por HaydeeWandy

NUNCA DESISTIR - AMOR PRÓPRIO

A vida é isto, reflexão, compaixão, perdão, oportunidade, aconchego, família, amor e... Um caminho livre para seguir e ser poético e feliz.

Inserida por richard_felix

Quando o amor florescer
Não tenha medo de se ferir
Fomos feitos para as cicatrizes
Pra crescer caindo.

Inserida por pensador

Graças a pandemia do Coronavírus
Grelou sã consciência, nos dirigentes
Gritadores que ameaçavam esse mundo
Grosseiramente assumindo serem chefes
Grulhando sobre posse de armas nucleares.

Inserida por Cabinda

Criar a vida nas palavras,
Seria tão fácil mentir,
Cultivar o mal daquilo que se desconhece,
Ou só apenas fugir,
Queriam apenas ser elas e sorrir,
Mas apenas julgam conhece.
Corram! Não a lugar pra se esconder.
Virou o dia a noite e são palavras que vão te enlouquece

Inserida por DeadfelizorDeadtrist

A-FLOR

Te dou uma flor,
Por onde você for,
Para você lidar com a sua dor,
Com um gesto de amor.

Inserida por jessica_golfeto

Eu não quero te ver
Nem tampouco te ouvir
Nem sentir suas mãos
Tocando em mim

Eu não quero lembrar.... de você
E se eu lembra-se de esquecer
Tudo que eu sinto por você

Brasileiras são curvas,
dessas pra afrontar,
no balanço dos quadris,
que vão ao ritmo do mar.
São bossa e samba,
são miscigenação.
Têm a leveza de um grão de areia,
são damas de coração.
São sereias, são litoral,
daquele que te banha a ilusão.

Inserida por TatianaGraneti

Hão
de vir os dias
de versos dos momentos
diversos dos momentos
de vírus-dias.

Inserida por bruno_ramalho

Nas máscaras, temos
nova contradição:
as nossas mais vestiremos,
as deles mais cairão.

Inserida por bruno_ramalho

Cristal

Cristal
Não procura nos meus lábios tua boca,
não diante da porta o forasteiro,
não no olho a lágrima.

Sete noites acima caminha o vermelho ao vermelho,
sete corações abaixo bate a mão à porta,
sete rosas mais tarde rumoreja a fonte.

(tradução de Claudia Cavalcanti)

Inserida por pensador

COMO TE EXTINGUES em mim:
ainda no último
e gasto
nó de ar
estás lá com uma
faísca
de vida.

(Tradução de Claudia Cavalcanti)

Inserida por pensador

A idéia da folha voltar para o galho,
Onde no real outono,
Elas são sufocadas para o chão,
É simplesmente a idéia mais linda do amor existente!

Inserida por Juliademetrio

Sou um coelhinho fofinho
Que vive numa caixinha
Se abrires este presente
Seras minha, certamente
Sou um homem largado
Que vive em algum lado
Se ficares comigo
Seguir-te-ei para todo lado
Sou apenas um homem
Com o coração destroçado
Fica comigo por favor
Dar-te-eu todo o meu amor.

Inserida por bruno1011

somos instantes

Somos barcos feitos de vento
balançando nas ondas do mar

somos gotas que caem do céu
molhando suavemente o eterno

somos instantes banhados de luz
pairando na memória do tempo...

Inserida por elisangelabankersen

romântica

o poeta se enfastia da lua
e a compara à amada
depois se enfastia da amada
e vice-versa

Inserida por pensador

neoplatônica

a boca é o lugar onde se engendra
o silêncio e se proferem sentenças
de morte e colhem blasfêmias
e serpenteiam sortilégios
e se enfunam as flores da fala
até forjar a ficção de outra boca
de onde se extrai a idéia do beijo

Inserida por pensador

bilacmania

livre espaço a ave aurora
as asas cantando climas céus
nuvens agora o sol o vôo
a vida o olhar (re)volta
tempo alegria de novo

Inserida por pensador

canção do exílio

o poeta sem sua plumagem
é um deus exilado do cosmo
strip-teaser metafísico
só lhe resta sambar no inferninho
do caos
sob os neons do nada
sempre nu diante do espelho
sem espelho diante de si

Geraldo Carneiro
Folias metafísicas, 1998
Inserida por pensador

pequenas ocupações da poesia

a procura da palavra mágica
a contra-senha do apocalipse
o codinome do diabo os esconjuros
as juras aquém-além palavra
amor e outros monstros inomináveis
Iracema é anagrama de América
termo é anagrama de morte
dog, em inglês, é o contrário de deus

Geraldo Carneiro
Pandemônio, 1993
Inserida por pensador