Poema Azul
Luiza tem o cheiro de poema e daquele mar azul em tarde ensolarada
Ao lado dela eu me sinto em um lugar feito de risos e sorrisos.
Ela é forte, decidida, sabe exatamente o que quer e o que não quer ! Ela é mulher de fé, mulher Deus como ela mesmo diz que é.
Ela é intensa, ama, sente, abraça e é verdadeira! Ela sabe se expressar e simplifica a vida.
Ela é prática. É livre de agradar aos outros. Diz aquele NÃO, puro, simples e sorrindo.
Ela tem raciocínio rápido. É inteligente. Criativa. Amável. Amorosa. Carinhosa e
Corajosa. Muito corajosa.
Ela é e sabe ser é graciosa, plena.
Me diz que quer ser bailarina, quer amar e se casar. Ela quer ser MÃE !
Eu a admiro.
SIM. Minha doce LUÍZA GARCIA SODRÉ.
A minha garota de faculdade que me foi apresentada pela Tia Grazy em pleno Maternal.
Penso em um dia ensolarado;
De céu azul, com nuvens que se transmuta.
Em morros verdejantes,;
Com flores silvestre.
Fontes de água cristalina;
Penso em ventos uivantes;
É! Eu penso em dias melhores;
Na esperança segura.
Penso no dia que as tempestade não serão devastadoras;
Que o barulho da chuva será uma doce melodia.
E Não a trilha sonora do terror.
Penso em harmonia, sem animosidade.
Em equilíbrio todo dia.
É! Eu penso num tempo florido.
Na doce candura.
Penso no dia que ninguém vai ocultar sua verdadeira face;
Quando todas as máscaras se dissolverão.
Penso no dia que todos serão humanos;
E o desumano só nos livros de história.
Penso em um lugar, vejo afinal o novo rebentão
É! Eu penso em "você"...
vejo sua figura.
Vá.
Infinita poesia...
Vá...
Vá pra bem longe....
Vá i cintilando o mar azul....
Só quero que vá....
O luar é todo seu...
O sol e todo seu...
Observe poesia....
Além do teu explendor...
E além do teu olhar...
Existe um lugar que é todo seu...
Vai pelas galáxias...
Vai pelo espaço onde o fim não existe....
A cada instante...
Mergulha nos meteoros...
Traga-me o essencial pros meus poros...
Oh poesia viajante...
Não seja tão relevante...
Segue adiante...
És toda vibrante...
Na brisa da tua viagem...
Derramo-te em cada paisagem que vejo...
Vai contagiando...
Vai proclamando...
Na plenitude dessa simples resenha...
És o cenário da minha imaginação...
Essa sombra que tu meu causas...
Fico em um abrigo de força tamanha....
Teu mistério com a chuva...
Caí e rega as plumas do meu pranto...
Verdejantes cortejos...
Absolutas espumas no imenso Mar....
A águia marinha...
Voa baixo em tua superfície...
Golfinhos salteiam....
Felizes com sua presença...
Oh escrita chorona....
O norte de sua zona...
Madrigais e colossais....
Tal verso do vento...
Tal vento dos tempos....
E na penumbra desse teu olhar....
Me fascino com a tua melodia...
Vibras porque sabes vibrar...
És tu que encanta...
Em cada inspiração minha....
Nesse belo Sol que te abrange....
Horizonte pra quem tem olhar....
Com teus gritos e murmúrios...
Vai tonalizando um colorir azulado..
És realmente tu...
O mistério do meu pensamento....
E não há quem possa...
Isso me explicar...
Tu...
Sabes disso...
E é por isso...
Que peço que vá...
Em busca de resposta...
De todo esse meu inspirar...
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
“Afundei no oceano
nossas recordações e momentos
pra tentar te esquecer.
Mas o tom azul
o cheiro da praia e as ondas do mar
me trouxeram você.”
A lua!
Nosso mar azul celeste
nossa praia é infinta
onde a natureza veste
o que o tempo reedita
e faz a lua do nordeste
nascer sempre mais bonita.
O céu azul estrelado de dia!
Quanta fantasia,
Intenso,
Pixelado,
Quase um enfado,
Um infarto,
Miocárdio,
Acelerado.
Sem Endereço
Seus olhos não estão mais aqui.
De azul só ficou o céu
sem assinatura.
Não, não há nada, cadáver
neste apartamento cego
de seu olhar
que lembre o outro
onde você correu
desde a menina do princípio
até o precipício da mulher final.
Aqui não há nada, cadáver:
somente sua voz sozinha
e gravada – em off
que faz com que qualquer coisa
das que foram suas
ganhe corpo, sopro, retrato
enquanto escutamos
o repetido ataque de sua voz.
Céu azul, doce brilho escuro.
Seus olhos são infinitos de possibilidade, alegria e lealdade.
Teu entusiasmo reflete em meu ser, a alegria constante que significa te ver.
Sua delicadeza transparece em toda sua essência e pureza, me trazendo o gosto doce deste devaneio.
Seus beijos são a coisa mais preciosa em que me espelho, um grande aperto.
Fecho os olhos e não te vejo, sendo, impossível respirar o som deste sórdido silêncio.
Não se vire contra, me beije até o brilho das estrelas se apagarem, até perdemos a sua conta.
Não há oque temer, não há para onde se esconder, oque é especial foi feito para se viver.
Passando em claro, com cada um de seus beijos molhados, me beije até amanhecer.
Era uma manhã de sol, eu disse a ela: o céu está tão azul hoje...
Ela respondeu-me em tom frio: todos os dias são azuis...
Eu continuei olhando o céu, como se fosse a primeira vez, talvez fosse a última... Então aprenda de uma vez por todas: o inverno da Solidão é triste e sombrio, por isso nem todos os dias são azuis...
O céu sorrindo azul,
o sol fazendo jus ao nome.
Os pássaros cantando sem cessar, dizem:
O caminho é longo, cheio de percalços.. Mas veja como a vida é bela!
A mente pode ser o que a pessoa quiser: seu refúgio, seu jardim, seu céu azul, seu hospital e sua paz. Mas também pode ser seu martírio, seu pântano, sua tempestade, seu manicômio e seu horror.
É preciso encarar a vida como ela é, sem deixar contudo que a realidade penetre a alma com seus espinhos dilacerantes.
Um olhar de ternura e compaixão altera imediatamente a percepção espiritual acerca da paisagem que nos rodeia.
Cada fato, por mais triste ou sombrio, traz em si algo de bom e que vale a pena memorizar.
Entre a realidade e o coração, coloquemos o filtro do amor para que a alma registre, apesar de tudo, mais cores e menos dores.
(Instituto André Luiz)
... Boa maré nos trazem barcos
E encantos do mar,
das ondas sonoras
e Projetos Cósmicos.
Azul, verde,
Ondinas e silfides
Surgem borbulhando na beira da praia...
Grãos de luz se unem,
formando dunas sagradas e altas;
e recanto para irmãos
... que aguardam a ilha mágica surgir após temporal.
Bons ventos trazem boas novas!
Vamos ao leme!
Leticia Gil Siqueira Santos
Lety Alegria
set (?) 2017
Eu não me importo com a cor da bandeira...
Se é rosa, branca, preta, azul, amarela, verde, laranja, lilás...
Um arco-íris inteiro.
Não me importo com o gênero dessa bandeira...
Pode ser de papel, madeira, pano, papelão, plástico, crochê...
Um patchwork.
Não me importa se ela é levantada pela mão direita ou pela mão esquerda...
Pode ser pelas duas mãos juntas.
Também não me importo com a denominação de quem escreveu...
Se está baseada em crenças protestantes, indígenas, católicas, judaicas, umbandistas, espíritas...
Pode ser até escrita por ateus.
Desde que nesta bandeira esteja a seguinte frase:
V I D A S IMPORTAM!!!
Elane Azevedo ✍🏼🌺🍃
Nodo norte e nodo sul.
Já fui morte, já fui ao azul
nublado e à dourada estrela
enquanto ardia em chamas púrpuras. Treda
sou, a verdade eu prego.
Neste planeta ou em outro,
não importa. Pra sempre eu
serei horrivelmente bela,
magnificamente torta.
Tu bem sabes que não adianta
mentir pra ti mesmo.
Nesta vida e em outras,
tal mania te trará autodesemprego:
vazio de ti, teu não-ser comandante do caos orquestral.
“Corre, e vê se acelera!
Te apressa que essa chance única
é escorregadia. Tu não merece nada além disso, vadia!”
E, assim, a lúdica ilusão te encarcera.
PALÁCIO AZUL-TURQUESA
Oh, palácio azul turquesa!
Quanto tempo olharei para
Os teus vitrais
Sonharei com tuas fartas mesas
de banquetes ancestrais?
Quando ouvirei ao longe, Schumann
o menino que sonhava no jardim
Eu, pianista solitário, em busca
de um olhar a tocar em mim?
E verei as meretrizes belas,
Embaixo das suas marquises?
E meus sonhos a voar
Feito pássaros nas tuas janelas!
Oh, palácio azul turquesa...
Quando pintarei os teus vitrais?
Quando sentarei a tua mesa?
RELVA - CAPITULO 9
De todas cores que agora vejo, a mais bonita é o azul do peixe beta que está no aquário em meu quarto. Minha mãe a chama de Luna, embora eu ache engraçado chamar um peixe pelo nome como se fosse um gato ou um cachorro. .
Luna, tem sido minha companheira. Ela em seu aquário sob a cômoda e eu no meu aquário chamado quarto. Somos assim. Cada um de nós leva a vida semelhante ao peixe que me refiro. Temos nosso próprio habitat limitado
.
Nossas amizades aquário.
Nosso trabalho aquário.
Relacionamentos Aquário.
.
Qual de nós não conhece alguém que vive pura e simplesmente por aparência, com a vida cheia de flores de plástico, pedrinhas simulando o fundo do mar, Luna tem um boneco simulando um mergulhador soltando bolhas vinte e quatro horas sem parar. Rotina insana. Falso oxigênio. Embora mórbido. Luna parece feliz, desliza o dia inteiro pela extensão do quadrado de vidro. Vez ou outra adormece e fica em um cantinho. Logo se acende quando minúsculos grãos de atenção caem na superfície da água
.
.
Nós humanos somos assim, vivemos em nossas vidas aquário, nossas lágrimas se misturam à água do aquário cotidiano
.
Meus pais são assim, vivem uma vida de aparências, a mais de 25 anos. Me sinto culpado pela infelicidade deles. Permaneceram juntos "para-cuidar-do-filho-cego" todo esse tempo; hoje não mais. Agora que enxergo. Sou a carta de auforria dos dois. Porém algo me diz, que mesmo infelizes, eles continuarão juntos. Convivendo na mesma água. Vida de plástico, sem cor. .
.
Eu e Sara faremos um trato, de não permitir que nossa vida seja um aquário, somos peixes de oceano
.
.
Amor Oceano
.
.
.
.
CONTINUA
Assim como o azul que dar cor ao céu
Do menor ser vivo até o maior existente
O caminhar é longa jornada
Assim desde quando o ser humano se fez gente…
Pra escrever o meu amor vou desenhar
Em pincéis de palavras em caneta azul
No meu caderno torto de poesias e cantos
Meu diário de condições
Em meu dialeto grego ao falar
Gaguejar e tremer ao ver você
Tropeçar no meu amor
Quando ao ver você chegar
Me desespero! Me falta o ar!
Mas me encontro em teu olhar
Voltando assim em meu lugar
Meu lugar junto a você.
Vento
É de tarde, o céu azul nem a mancha de uma
nuvem se nota.
Os galhos da árvore parecem com as folhas
conversarem.
Ao pé da árvore, as crianças brincam, e os
adultos amigavelmente conversam.
Do horizonte tão calmo, começa vir um vento
suave, e traz consigo uma brisa.
Brisa que aos poucos transforma-se em vendaval
forte, e a impressão que se tem é a de que
forças muitas o sopram com fúria, com a intenção
de limpar ou destruir.
A árvore estática em seu lugar esta, e sua conversa
com as folhas, e as suas vizinhas, cessa.
A impressão que se tem é de que o assunto entre elas
era confidencial, para que fosse interrompido tão
bruscamente, então as folhas são derrubadas ao chão.
Redobra o vento em sua força e raiva, enverga a
árvore, e se espalha pela planície.
Como veio, ele foi, deixando desolação e dor.
Essa força é estranha, o homem não a vê, mas sente.
Quem do vento, será o senhor?
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U B E
