Poema Azul
Nos meus sonhos, a cor azul dizia que minhas poesias são ricas em sintonias, sustentando-me e dando um brilho que me iluminava.
Sobrevoou um lindo pombo branco sob o céu azul. Símbolo da paz. De repente, ouviram-se um estampido forte. Viram à direção. Um homem em fuga com a arma do crime à mão. As penas se espalharam gravitando ao ar. E, o sangue irrompeu mesclando-se à cena de um lindo dia. Aglomerados de gente observavam destroços da ave ao chão com a alma rasgada de tristeza.
"Só o amor pode construir um mundo melhor. Paz!”
O azul incomparável do céu sempre está acima de nossas cabeças, ocultado apenas e às vezes por nuvens passageiras.
Ando pela noite atento ao meu pensar. Escorrego no sono e ando bem devagar. Percorrendo todo o azul, escuro e forte... como forte, bem forte é o meu olhar.
Voe, navegue no profundo azul a procura dos sonhos. Risque o infinito de constelação em constelação. Seja lá que sonho for em alguma estrela vai estar.
Todo sangue é vermelho. Somos abrigados pelo mesmo céu azul. O mundo não precisa das suas piadas, necessita é do seu respeito.
Uns tem sangue azul e outros vermelho....Uns tem honras e gloria...outros são presunçoso e estúpidos.
Hoje me sinto muito feliz por lembrar-se de você que faz o meu céu ficar mais azul e o meu dia mais contente;
Tenho absoluta certeza de que consigo esquecer-me de quem me causou dor sentimental, mas nunca me esqueceria de quem me deu carinho e amor;
Quero viver no seu céu azul, mas sempre pronto para ceia depois de seus elogios concretos que me faça te exaltar com as devidas proporções;
Suas mãos vazias, mas inteiras mesmo entre a face dura contra as inspirações, embora eu queira tudo que sinto;
Queria que você estivesse aqui, o azul é o céu ou o oceano? O arrepio demonstra o frio ou a frieza? O sorriso é a expressão ou a máscara? Pq não estás aqui, se qto mais longe mais perto estás e qto mais distante, mais dentro de mim estás, e estar é diferente de ser, seja como for, vc sempre estará comigo.
Ainda que o vermelho seja profético para o Brasil, por resistência o azul, o verde, o amarelo e branco permanecem muito mais.
Por mais que o mundo inteiro pinte o coração de vermelho, o meu coração sempre é azul. Vermelho é o sangue que pulsa dentro dele mas o meu na cor do mar e do céu, ele compactua com a imensidão e o infinito, assim como devem ser nossas emoções, amores, carinhos e escolhas perante a vida.
E naquela vasta noite fria dominada pelo azul semblante da lua, o espelho prateado que reflete o espírito taciturno dos melancólicos; ao céu estrelado, pintei-o de vermelho — a cor de minha alma, dita maculada pelos vermes impositores: os parasitas de uma inata frenesi da alma rasa. Pois agora, a vastidão do infinito forja um roxo resiliente aos céus; mas um vazio roxo para mim, que me guia em um vasto mar até a borda do universo, onde aceito a solidão da resignação lúdica da vida.
O esquecimento coletivo, embalado pela Síndrome do Céu Azul, transforma Desastres anunciados em tragédias recorrentes, enquanto a memória que deveria Prevenir e Preparar é soterrada pela negligência e omissão.
Sou um jardim a florescer em uma tarde de quarta-feira, o céu está azul e o vento está fazendo com que os meus galhos se movam de um lado para o outro, até que ouço você dizer “meu jardim particular”, fiquei feliz.
Elevastes teus olhos ao céu extraordinariamente belos e contentes, dançaram entre o azul e dourado do sol que nascia. Um viver subjugado levantava-se carregado de ancestralidade.
